“Sistemas próprios” para websites – cuidado

Há imensas maneiras de se construir um website nos dias de hoje. A mais utilizada, sem dúvida, é a aplicação dos chamados CMS – Content Management Systems. O mais popular deles, de forma disparada, é o WordPress.

O WordPress é um sistema construído a partir do PHP, como o Drupal, o Joomla e o Moodle. Estima-se que mais de metade dos websites no mundo hoje utilizem o WordPress como base. A despeito de vantagens e desvantagens existentes na plataforma, não há dúvidas de que, dentro da comunidade de informáticos, o WordPress é o sistema que mais possui profissionais capacitados, ferramentas e plugins disponíveis – gratuitamente e de forma paga.

Teoria conspiratória

Em Portugal, mas também em outros países, uma legião de agências e informáticos depõem contra o uso do WordPress na construção de websites e sistemas. Segundo eles, há vários motivos para não usar a ferramenta. O mais apontado é em geral a segurança, mas falam também em “problemas” na gestão, falta de possibilidades de customização e, agora com o RGPD, não alinhamento com as requisições legais. Em resumo, podemos trabalhar isto em tópicos:

  1. O WordPress é uma plataforma em constante desenvolvimento por uma comunidade de centenas de milhares de desenvolvedores em todo o mundo há 15 anos. Nestes anos, melhorias de segurança, aprimoramentos da plataforma e atualizações em relação a novas versões do PHP, do Apache e requisições do mercado têm ocorrido de forma semanal, senão diária.
  2. O WordPress é MAIS SEGURO do que qualquer outra solução construída por agências e websites ditos “de raiz”. Todas as maiores soluções de segurança digital no mundo possuem ferramentas e integrações para o WordPress, o que não ocorre nas soluções próprias.
  3. Com o seu código TOTALMENTE ABERTO, o WordPress é mais customizável do que qualquer outra plataforma. A customização pode tanto ocorrer a nível programático, realizada por web designers e desenvolvedores, quanto com o uso de temas e plugins gratuitos ou pagos – e isto pode ser feito pelos proprietários do site, mesmo sem conhecimento técnico (e isso JAMAIS ocorre com websites “de raiz”).
  4. Como é usada e livre para modificações, a plataforma é de conhecimento da grande maioria dos informáticos que atuam com o PHP e de web designers em geral. Em outras palavras, o proprietário do site não fica REFÉM de uma agência ou de desenvolvedores.
  5. O backoffice atual é resultado de 15 anos de estudos e melhorias realizadas a partir de solicitações e observações dos próprios usuários – deste modo é dispensável falar que oferecerá sempre uma solução mais amigável do que qualquer backoffice desenvolvido “à medida”. Além disso, o backoffice também possui código aberto e poderá sempre ser modificado.
  6. As possibilidades do WordPress vão muito além da construção de simples blogues e websites – pode-se hoje desenvolver lojas online, plataformas de ensino, sistemas de integração com plataformas de faturação e CRM e tudo mais que se possa querer.

O uso do WordPress é um benchmark mundial. Grandes marcas possuem lojas na plataforma. Entidades governamentais, como a Casa Branca americana, utilizam-se do sistema. Aparentemente, se há problemas de segurança tão graves, só há duas possibilidades aqui: ou o informático da agência ali ao lado está errado, ou ele saberá mais do que a grande maioria dos experts mundiais em segurança digital.

Falta de transparência

Não há mal nenhum em um informático preferir outra solução que não o WordPress para o desenvolvimento de sites e ferramentas para os seus clientes. O problema começa quando há falta de transparência e desvios de conduta da parte do profissional. Desconfie dos profissionais dispostos a criticar plataformas que tenham virado referência de mercado. A referência de mercado garante boa assistência, facilidade de uso e manutenção e profissionais capacitados. Então, por que há informáticos a dizer o contrário? Bem, há três razões principais:

  1. Muitas das empresas e agências possuem convénios com soluções ou sistemas “prontos” para websites. Basta ver que, em muitos dos portfólios dessas agências, todos os sites têm basicamente a mesma cara.
  2. Apesar de ser uma plataforma mundialmente reconhecida e de código aberto em PHP, exige conhecimentos de programação em PHP e do manual técnico do WordPress – e nem toda a gente possui tal know-how.
  3. A sua empresa poderá tornar-se uma fonte de avenças infinitas para essas agências, caso venha a desenvolver um site “de raiz” nas soluções proprietárias dessas empresas. Ou seja, um novo REFÉM.

Como ocorre em outras áreas de conhecimento, a informática possui sempre novidades a aparecer. Fechar os olhos para o novo é burrice, mas ao mesmo tempo, negar aquilo que é o ponto pacífico entre especialistas do mundo inteiro será uma burrice ainda maior. Pode-se sempre, é claro, ainda optar por soluções de raiz, mas antes de embarcar numa delas, vale perguntar a si mesmo: será o meu informático melhor do que cem mil outros que estão a dizer o oposto?

autenticação no Wordpress

“Keys” e “Salts” de autenticação no WordPress

Segurança tem sido um tema recorrente em relação a websites, ainda mais com as novas normas de privacidade em vigor. Sites WordPress, ao contrário do que dizem muitos, são seguros – mas é preciso configurá-los. A autenticação no WordPress, em várias frentes, é realizada por meio de chaves que são armazenadas no ficheiro wp-config.php. Contudo, muitos web designers não atentam para tal.

Originalmente, a instalação do WordPress acompanha lacunas em suas configurações para que sejam incluídas essas chaves, como mostraremos a seguir. Alguns serviços de host oferecem sistemas de instalação rápida que geram essas chaves de modo automático – mas isso também não é regra.

Como verificar se a autenticação no WordPress está configurada?

É preciso verificar, via FTP ou no cPanel do seu alojamento, o conteúdo do ficheiro wp-config.php, que encontra-se no diretório raiz do website. Dentro do ficheiro, haverá muitas instruções, mas basta encontrar as seguintes linhas:

define('AUTH_KEY', 'put your unique phrase here');
define('SECURE_AUTH_KEY', 'put your unique phrase here');
define('LOGGED_IN_KEY', 'put your unique phrase here');
define('NONCE_KEY', 'put your unique phrase here');
define('AUTH_SALT', 'put your unique phrase here');
define('SECURE_AUTH_SALT', 'put your unique phrase here');
define('LOGGED_IN_SALT', 'put your unique phrase here');
define('NONCE_SALT', 'put your unique phrase here');

Caso as linhas estejam desse modo, com a mensagem “put your unique phrase here”, isso significa que as chaves não foram geradas. Assim sendo, seu WordPress não efetua autenticações. O problema disso é que toda sorte de plugins e sistemas no WordPress lança mão de estruturas de validação que dependerão sempre dessas chaves para ocorrer de forma segura. Na inexistência dessas chaves, os riscos são muito maiores. Por outro lado, caso as chaves já tenham sido geradas de forma automática, encontrará algo parecido com isto nessas linhas:

define('AUTH_KEY', '1XSU7#93Y6<-NPsW&TK/+4m^t4_h>^m$+-njzZis0<SY(6<wZ^$~[X:^vshr-Bi9');
define('SECURE_AUTH_KEY', '%91[t;ZFQN_RKZWMY}ypH@1GO;0t%y$|R}_2~=)NicqrJeLJ(z!A+HkpK/pP-nt6');
define('LOGGED_IN_KEY', '>gG.F+(B-uyiSJ1^5K-_hQzX>Z-=.R].Pk[JBc/eF+4EgISKz=MSjF`_4D(-n--~');
define('NONCE_KEY', '?Qi#->zmjea1!<0MMUMOs5d >vy[Cco%l@~WCqMAv_R8+Cs /YL_Af5j-o+p3S?D');
define('AUTH_SALT', 'XBWxR1gHy&,cv!%mjR;#oxz~wX=-7
define('SECURE_AUTH_SALT', '>/jT5Y(?xj=+s|ECIyoJ][(6]*(^iGK(,ll6meP]Si;xdZX>X&D&nAR-VY<3W![X');
define('LOGGED_IN_SALT', '2x{[n+v6;w* bh3, ]V`&6hXVg_8/K<RPgdmA%m$s6v5k%,@PE]ItM7Pv%(*d+d]');
define('NONCE_SALT', '([QG#PeUs$3?EGB6yxk +T-$Y+o,;Gx+{iO,D67Yohg#KG<=vC!={2XNA5=PyPw]');

A boa notícia é que a própria API do WordPress.org possui um URL capaz de gerar chaves randômicas, neste link. Cada vez que o link é visitado, chaves únicas são geradas, de modo que basta copiá-las todas e substituir pelas linhas originais, sem as chaves, dentro do ficheiro wp-config.php.

Quando substituir as chaves?

As chaves podem ser substituídas a qualquer momento sem prejuízos ao website em si. Por exemplo, caso suspeite de que sessões ou usuários em seu website tenham sido “sequestrados” por hackers, é possível fazer com que os cookies de sessão usados para tal façanha deixei de conceder acesso ao hacker que os utilizou, simplesmente trocando as chaves no ficheiro novamente. O processo é simples e rápido e oferece, sem trabalho ou custos, mais uma camada de segurança para o website e todos os seus usuários ou clientes.

WooCommerce RGPD All Around Notices

WooCommerce 3.4 – uma mão para o GDPR europeu em sua loja

Até agora o empresário que possui uma loja online a vender na Europa apenas teve motivos para preocupações e desespero em relação do GDPR europeu. Em Portugal, a falta de soluções locais do ponto de vista tecnológico (há imensas formações e explicações, mas pouca ferramenta) não abrandou o cenário de ansiedade. Entretanto, os desenvolvedores do WooCommerce, ferramenta de e-commerce mais popular do WordPress, resolveram de facto ajudar com a situação.

Se possui uma loja a rodar em WooCommerce, é recomendado que imediatamente migre para a última versão: atualmente a 3.4.1. Para aproveitar a inserção das ferramentas de privacidade, incluídas pelo próprio WordPress em sua versão 4.9.6, o WooCommerce agora traz a possibilidade de maior controlo sobre pedidos de encerramento de contas por usuário, com imensas opções nesse sentido.

A seção de “Contas e privacidade” do WooCommerce ainda permite aos gestores de lojas online uma série de outras definições, de grande utilidade para conformidade com as normas do GDPR europeu:

  • Configuração do tempo de retenção de dados de clientes e subscritos
  • Controlo sobre a exibição da política de privacidade, tanto na criação do perfil como na finalização das compras
  • Recolha de consentimentos do usuário no checkout (como falamos em outro post)

GDPR europeu – há mais alertas e avisos a colocar

Infelizmente, em alguns casos, lojas terão de meter avisos e alertas ao usuário em todo canto. A depender de que dados requisitam, de que plugins e cookies utilizam e mesmo de que tipo de serviço ou produto estão a vender, algumas lojas terão de meter textos em páginas de produtos, loja, carrinhos e afins. O WooCommerce é um plugin sofisticado, que permite a inserção de conteúdo em diversas partes de seus templates com comandos chamados “hooks“.

Contudo, convenhamos: quantos lojistas também são programadores? A menos que saibamos lidar com as APIs do WordPress e WooCommerce, tais comandos são inúteis. Pensando em facilitar e economizar os euros que empresários já estão a gastar com advogados, a MeuPPT, em parceria com a Bnext1, criou um simples plugin que adiciona mais um item ao menu do WooCommerce no backoffice do WordPress: WC RGPD Notices.

GDPR europeu – alertas “all around”

Foi exatamente esse nosso intuito: um plugin simples e fácil de operar que permitisse aos gestores de lojas meter avisos e alertas, inclusive com botões pré-configurados, em 24 diferentes posições nas páginas padrão do WooCommerce. Nas próximas versões, iremos incluir a possibilidade de também inserir avisos, alertas e links para páginas de Política de Privacidade nos e-mails enviados automaticamente pelo sistema do WooCommerce.

Criámos o plugin para quem NÃO é designer, e portanto há indicações visuais de onde cada posição selecionada irá corresponder nas páginas de Minha Conta, Carrinho, Checkout e Loja. As imagens mostram um pouco do aspeto do plugin na área de administração.

WooCommerce RGPD All Around Notices

WooCommerce RGPD All Around Notices

Nosso plugin é gratuito e foi testado para as mais recentes versões do WooCommerce e WordPress. Avisaremos sempre por meio do sistema de update do WordPress a respeito de melhorias e novas funcionalidades. Esperamos haver contribuído!

 

WOOCOMMERCE GDPR ALL AROUND NOTICES

Clique aqui para transferir a primeira versão estável do plugin – 1.0.6.

web design

Por que fugir de “soluções próprias” em web design?

No começo da década de 1980, havia dezenas de microcomputadores a disputar mercado. Apple, IBM-PC, MSX, ZX Spectrum, Commodore 64, CP-400, Sinclair… a lista parecia infindável. Cada um deles possuía processador e arquitetura próprios, uma linguagem particular e softwares que eram exclusivos para uso em suas respetivas plataformas. Hoje, trinta e poucos anos depois, apenas dois deles permanecem.

Por que todos os outros se foram?

A questão é que, para o usuário, o fato de utilizar máquinas que não possam “dialogar” com sistemas de seu vizinho, amigos ou colegas, torna essas máquinas completamente inúteis. No mundo da internet, a capacidade de intercomunicação dos computadores tornou-se ainda mais vital. Documentos e ficheiros são compartilhados por todo lado e até mesmo atualizados por mais de uma pessoa, e portanto precisam seguir um mesmo padrão.

Os padrões, nesse caso, seguiram adiante com as plataformas que possuíam melhor suporte e manutenção, mais segurança, porte e escalabilidade. Em outras palavras: aquelas que eram mais bem feitas. O mesmo ocorreu com softwares nos anos 1990, incluindo navegadores de internet. O benchmark é estabelecido por uma série de razões – e aqueles que permanecem fora dele correm o risco de ser esquecidos e ultrapassados.

Que isso tem a ver com web design?

Toda essa longa história para chegar ao web design. Na era atual, centenas de plataformas para organização de conteúdo e criação de websites foram criadas e difundidas. Algumas delas sequer chegaram a ter algum destaque, outras tiveram seu auge e logo em seguida declínio. A questão é que, mesmo no momento atual, no qual benchmarks já foram estabelecidos, ainda há aqueles que operam na banda obsoleta do web design.

Como clientes, é difícil perceber quando nos deparamos com algo completamente ultrapassado. Contudo, ter em mente aquilo que está realmente em alta e uso na internet dos dias de hoje pode ser útil. Em primeiro lugar, há que se diferenciar conteúdo estático do dinámico. Para quem não sabe a diferença, ela é, na verdade, bastante simples:

  • Sites de conteúdo estático são aqueles criados em HTML para visualização, cujo conteúdo inserido não varia ou não pode ser atualizado e inserido por qualquer espécie de sistema. Nessas páginas estáticas, alterações no conteúdo têm de ser feitas a partir dos próprios ficheiros HTML.
  • Quando o conteúdo é dinámico, o HTML é apenas uma espécie de “modelo”. Esse esqueleto formado pelo HTML recebe um conteúdo enviado por uma aplicação que roda em um servidor. Esse tipo de sistema geralmente opera em duas frentes: a primeira delas, o frontend, ou seja, a própria visualização para o usuário. O segundo é o backend – uma plataforma a partir da qual o proprietário do site insere e altera o conteúdo, que é dinamicamente inserido nos modelos HTML.

Em termos de frontend, ambos os sites possuem características semelhantes: uma estrutura construída em HTML, uma formatação feita a partir de ficheiros ou instruções CSS e efeitos e interações produzidos a partir de rotinas em Javascript. Quando têm-se um conteúdo dinámico, no entanto, esses modelos de frontend são “recheados” com conteúdo que é enviado a partir de um servidor, geralmente com o uso de sistemas programados em PHP e outras linguagens, os chamados CMS (Content Management Systems).

Como identificar “soluções próprias” em frontend?

Montar modelos HTML ou sites em HTML para exibição estática exige, nos dias de hoje, toneladas de estilos em CSS e rotinas Javascript para eventos como a abertura de pop-ups, processamento de formulários, animações e outros. “Soluções próprias”, nesse caso, são projetos construídos geralmente do zero, sem seguir qualquer padrão, boas práticas ou sistemas mais universais. O grande problema, além do grau de confiabilidade dos web designers que operam assim, é a falta de “diálogo” com outros sistemas.

Quando projetamos um website que utiliza modelos, frameworks e estilos mais universais, isso permite que outros designers possam operar igualmente o website, que atualizações possam ser feitas de maneira simples e que melhores práticas seguidas por web designers de todo o mundo estejam presentes em seu site. O CSS é parte importante desse processo de padronização, o que geralmente implica no uso de frameworks com amplo suporte e adesão no mercado:

  • Twitter Bootstrap
  • ZURB Foundation
  • Bulma
  • Semantic UI

Fora a grande adesão, todos esses frameworks possuem uma documentação. Isso quer dizer que qualquer outro profissional que venha a lidar com o website (inclusive seu dono, caso pretenda meter-se em programação e design) será capaz de perceber o que ali foi feito. Quando a “solução própria” aparece, quem quer que venha a mexer com o site no futuro estará em maus bocados.

Finalmente, esses sistemas são modernos. Todos estão em versões adiantadas, e evoluíram conforme a própria web evoluiu, adicionando com o tempo funcionalidades técnicas para uso e aplicação em mobile, compatibilização com navegadores, inserção de novas tecnologias e outros.

Soluções próprias muitas vezes não utilizam tais modelos. Isso não implica necessariamente num trabalho ruim, porém cria certa dificuldade para que novos ou outros profissionais lidem com o conteúdo e layout no futuro. Além disso, esses frameworks são constantemente atualizados e aprimorados por uma comunidade de dezenas de milhares de profissionais – o mesmo não se pode dizer de layouts criados a partir de modelos próprios, sem padronização ou avanço conforme melhores práticas do web design.

Como identificar “soluções próprias” em backend?

Para simplificar: o dito “backend” é basicamente a parte na qual os proprietários do site utilizam seu login para efetuar mudanças, inserir conteúdo, instalar aplicações e funcionalidades e outros. Todos os sistemas de CMS ou e-commerce possuem uma plataforma de backend. WordPress, Drupal, Magento, Moodle – todos possuem uma área na qual o dono de um website é capaz de gerenciar seus recursos principais.

cms

Sistemas de gestão de sites desenvolvidos como “soluções próprias” geralmente parecem algo improvisado e não atentam para necessidades do usuário e de UI.

Essas áreas de administração são pensadas no sentido de facilitar a operação do website por pessoas que não são especialistas ou informáticos. Por anos, versões foram sendo avaliadas, aprimoradas, criticadas, de forma a alterar e evoluir ferramentas que hoje permitem que praticamente qualquer um efetue mudanças quase que totais em seu website. No time das soluções próprias, contudo, temos muitas vezes plataformas de inserção de conteúdo improvisadas, não testadas, que utilizam modelos não amigáveis e são destituídas de qualquer óptica do usuário.

Muitos argumentam a respeito da “segurança”, como forma de justificar a criação de plataformas próprias improvisadas em lugar de sistemas como o do WordPress. O engano não poderia ser maior: todo código possui falhas e brechas que podem ser exploradas, mas apenas aqueles em constante atualização podem ser considerados seguros. É simplesmente difícil acreditar que uma plataforma mantida por milhares de programadores e com mais de uma década de sucesso seja “menos segura” do que um website construído em meses por dois ou três programadores de vinte e tantos anos.

cms

Áreas de administração como a do WordPress são pensadas sob a óptica do usuário, mas ainda assim permitem interação para desenvolvedores e programadores.

As soluções próprias são facilmente identificáveis, mesmo na fase de proposta por parte dos criadores e programadores. Para identificá-las (e delas fugir), o empresário pode atentar nos seguintes tópicos:

  • Necessidade de “contactar” com os desenvolvedores quando novos conteúdos precisam de ser incluídos
  • Cobranças de taxas de “manutenção” que não incluem qualquer serviço (o que é irónico, pois todos os CMS de sucesso no mercado são open source, gratuitos e possuem manutenção frequente… sem cobrar um cêntimo para tal)
  • Plataformas de login e acesso sem qualidade visual e amigabilidade para o operador

Há ainda o argumento do preço. Alguns desenvolvedores afirmam a clientes que criar sites em sistemas como o WordPress é algo “caro”. Bem, quando compra-se plugins e temas para qualquer ajuste ou acerto no site, realmente o WordPress torna-se dispendioso. No entanto, se são eles programadores, cabe a pergunta: por que estão a instalar módulos prontos para tudo quando os podiam desenvolver?

O caminho da solução própria aponta, em geral, para sites sem possibilidade futura de evolução, sem liberdade de operação para as empresas e com suporte zero em termos de segurança. Em situações como a entrada em vigor das regras do GDPR europeu, eles podem se tornar inclusive uma bomba-relógio.

 

Quanto custa um website

Quanto custa um website?

Essa é a pergunta que toda nova empresa faz. Quanto custa um website nos dias de hoje? A resposta não é, em absoluto, simples. Basta dizer, para início, que tudo depende do que se deseja no website que pretende construir.

Para além de atributos de design ou comunicação, extremamente subjetivos, funcionalidades são em geral os itens que podem encarecer o projeto de um website. A MeuPPT especializou-se, em geral, na construção de websites simples, rápidos e baratos, mas isso não significa que alguns clientes não tenham de gastar mais com sua presença digital.

Quanto custa um website – o começo

Se possui um pequeno negócio, ainda assim é preciso que tenha um website. Entretanto, pode ser que apenas queira algo que reflita o negócio e área de atuação da empresa, com possibilidades, claro, de modificação quando queira e postagem de conteúdo em forma de posts e afins. Para esses casos, um website em WordPress simples e estilo “corporativo” é mais que suficiente. Se estamos falando em euros, cobrámos por volta de €200-250 para um novo site. Contudo, no mercado, preços podem variar até cerca de €1.000-1.500, a depender da agência ou web designer.

Há ainda a possibilidade de uso de construtores e soluções “faça por si”, como o Wix. Embora as ferramentas de customização do Wix e alguns concorrentes tenham evoluído imenso, a verdade é que o trabalho de um web designer é sempre uma falta. Pequenos detalhes e faltas podem afastar clientes e deixar seu negócio menos apelativo. Além disso, tais ferramentas envolvem pagamentos mensais – embora baratos, no horizonte de um ano e pouco a probabilidade é que tenha gasto o mesmo que gastaria com um profissional a construir seu website.

Quanto custa um website – funcionalidades

Pode ser que a intenção vá um pouco mais além. Se pretende um website que possua uma loja online, um sistema de subscrição ou assinaturas, plataformas de formação à distância e outros, terá de desembolsar maior valor na construção de um website. Para os clientes da MeuPPT, geralmente recomendámos soluções híbridas. Isso quer dizer que o website em si pode ser construído de forma rápida e barata em WordPress, enquanto que a loja online ou plataforma de ensino podem ser desenvolvidos em paralelo, por meio de alguns excelentes serviços existentes na web.

Esse tipo de “bifurcação” na estratégia permite que avalie-se ganhos e lucros a partir de cada estratégia, impedem websites pesados e de lento carregamento e permite rapidez e baixo custo no desenvolvimento de soluções diversas. Temos um texto específico que mostra como é mais simples e barato montar lojas online a partir de plataformas prontas, bem como alternativas para uso do WordPress como site principal e plugins ou sistemas na nuvem para formações online.

O quanto custa um website depende ainda de como uma empresa é capaz de usufruir dos recursos e lucrar com eles enquanto desembolsa seu investimento inicial. Montar uma plataforma de ensino em Moodle, por exemplo, um sistema teoricamente gratuito, é algo que pode custar milhares de euros e demorar meses até que se possa, de fato, operar e faturar sobre a plataforma montada.

Quanto custa um website – manutenção

Webmasters que cobram mensalidades simplesmente para manter um website inalterado “no ar” são coisa do passado. O sistema do WordPress e outros softwares de CMS foi concebido para que empresas e proprietários de um website possam atualizar por conta própria seu conteúdo, tendo ou não um web designer envolvido na construção do site em si. Entretanto, manutenções têm algum custo e podem ser necessárias, e isso envolve:

  • Atualizações e compliance com novas normas e práticas de segurança
  • Melhorias no carregamento, layout e visualização
  • Alterações e adições após constatações realizadas junto ao próprio público
  • Atualizações de branding e relacionadas ao próprio negócio

Além disso, manter um website significa pagar, anualmente, pelos domínios selecionados. Também é preciso possuir alojamento para o website, o que pode representar um custo entre 3 e 10 euros mensais a pequenas empresas. De modo geral, é difícil manter um bom website sem que se gaste ao menos 100 euros por ano, entre domínios, alojamento, certificados SSL e outros. Gastar menos que isso significa que seu website perderá junto da concorrência, ou estará mal servido em termos de infraestrutura.

Quanto custa um website – marketing e SEO

Uma vez que um site está no ar, desde que inscrito e submetido a ferramentas de busca, ele pode ser encontrado no Google, Bing e outros. Isso não quer dizer que aparecerá em destaque ou de forma relevante nessas buscas. Após firmar a presença digital, uma empresa tem de garantir que seu conteúdo online será encontrado e consumido por potenciais clientes. Para tanto, além de pequenos detalhes técnicos realizados durante a criação do website, precisa-se investir em marketing.

Serviços de SEO e ferramentas de marketing podem custar algumas dezenas ou centenas de euros ao mês. Tudo depende do quanto pretende investir e qual o tamanho da visibilidade que deseja. Aplicar dinheiro diretamente em Google Ads ou em publicidade em redes como o Facebook é sempre algo que ajuda. Contudo, investir sem conhecimento pode tornar seus gastos irrelevantes – por isso estimamos que uma pequena empresa, com website simples e gastos módicos em marketing precisaria de algo entre €100-200 mensais, de modo a conseguir retorno e pode gastar o mínimo em publicidade, apoiada por um profissional da área.

Quanto custa um website – conclusão

O centro da preocupação do empresariado parece estar na criação de um website. Mesmo custos baixos, como os €200-250 que oferecemos para sites simples muitas vezes parecem altos para pequenas empresas. No entanto, ao optar por improvisos e soluções de caráter próprio, acabam gastando algumas dezenas de euros mensais que seriam dispensáveis se houvesse um serviço profissional – em um par de anos, terão gasto o suficiente para criar um website primoroso, mas estarão com sites amadores e resposta quase que inexistente de seu público.

Um website é um investimento – um pequeno investimento que abre espaço para variadas estratégias de marketing, possibilidades novas de faturação e até mesmo descoberta de novos públicos. Quanto custa um website? A resposta, quase que invariavelmente, é “menos do que os lucros que ele poderá gerar”.

Tendências em web design

5 tendências em web design em 2018

O web design está sempre a mudar. Boas práticas dos anos 2000 e 2001 hoje são risíveis, mas o fato é que as coisas mudam bem mais rápido do que se possa supor. Algumas tendências em web design em voga dois anos atrás já estão com cara de “retrô”, enquanto outras que já estiveram presentes no design voltam com tudo.

Nem toda empresa precisa mudar ou atualizar um website. Contudo, se já vão muitos anos desde a última modernização ou se sua empresa lida com o público mais jovem, é bom ler este artigo até o final.

Tendências em web design – tipografia

A tipografia está a ganhar foco no web design ao menos nos últimos três anos. O uso de textos como elemento gráfico torna o carregamento de websites mais rápido e também o impacto mais eficaz, especialmente em telemóveis. Fontes e textos em “bold”, poucas palavras em destaque, com cores contrastantes e fontes que se confundem com imagens. A tipografia deve seguir em alta este ano, como forma de destacar marcas e criar mais apelo junto ao usuário.

Tendências em Web Design

Tipografia forte e contraste em preto e branco – uma forma rápida e leve de impactar mais na web.

Tendências em web design

Fontes em tamanho extremo em conjunto com cores e transparências, mesclando imagens.


Tendências em web design – gradientes e degradês

Tidos por muito tempo como algo fora de moda, o uso dos “gradients” ou degradês voltou ano passado com força total. Transições entre cores semelhantes ou de mesmo tom, discretas e suaves. A ideia é criar certa perspetiva em imagens na web, oferecendo uma visualização quase tridimensional nos ecrãs. Os degradês podem ser aplicados ao fundo, mas também a elementos em específico. Mesmo na parte de identidade visual e criação de logótipos e marcas, o uso das transições de cores é cada vez mais comum, puxado por grandes marcas da web atual.

Tendências em web design

Degradês e transições vêm sendo aplicados a logótipos e elementos, para criar uma sensação de relevo e profundidade nos ecrãs e sugerir mais movimento.

Tendências em web design

A norte-americana de pagamentos Stripe é apenas um dos exemplos de grandes empresas da web que vêm “puxando” a tendência do uso de transições de cores e “gradients”.


Tendências em web design – duotone

“Duotone” é exatamente o que o nome sugere: o uso de dois tons de uma mesma cor, geralmente em par com elementos em branco ou preto. Especialmente quando o uso da cor possui uma intenção junto ao usuário, o impacto é maximizado e, após o contacto inicial do leitor com a composição, as cores deixam de ser o foco principal, passando a ser a mensagem o centro das atenções. O duotone é uma forma sofisticada e em alta de criar cenários dentro da lógica de storytelling de um site, com “cenas” em cores diferentes. Além disso, é um modo mais minimalista de usar cores e tons fortes.

Tendências em web design

O duotone permite que o uso de cores fortes e “berrantes” seja eficaz, mas sem tirar a importância ou relevância do texto ou conteúdo em si.


Tendências em web design – assimetria

A simetria é algo supervalorizado atualmente – o web design parece ter-se revoltado em relação à óptica sempre simétrica e “certinha” dos websites. A assimetria, juntamente com o uso e sobreposição de imagens e textos, é uma das grandes tendências para 2018. Mais do que simplesmente uma forma de quebrar a monotonia, a assimetria vem sendo utilizada para criar sequências de telas e histórias mais engajadoras no web design – uma forma de deslocar e dirigir a atenção do leitor e reduzir abandonos de páginas.

Tendências em web design

Palavras quebradas em linhas distintas, tamanhos diferentes de fontes, sobreposição com imagens e falta de paralelismo. O uso mais assimétrico dos elementos é uma grande tendência, especialmente quando relacionada ao uso do storytelling na comunicação online.


Tendências em web design – vídeos como fundo

Ainda na tendência de imprimir mais movimento a websites e contar histórias, o uso de vídeos como background é uma tendência crescente. É preciso apenas observar que, como vídeos consomem recursos para renderização e exibição, o mais prudente é utilizar trechos de vídeos mais curtos e em “looping”, ou seja, que se repetem após alguns segundos, eliminando a necessidade de carregamento constante.

Tendências em web design

Vídeos de fundo eliminam a necessidade de muito texto – a perceção do significado dá-se de modo automático e o usuário sente-se como que colocado em uma jornada.

O que é Wordpress

Afinal, o que é o WordPress?

O WordPress é o sistema de “criação de sites” que mais cresce no mundo. Estima-se que quase 40% de todos os principais sites da rede mundial já utilizem de alguma forma a plataforma. Porém, embora saibam que seus websites ou os de concorrentes são criados em WordPress, muita gente não sabe exatamente do que se trata ou para que serve. O que é WordPress, afinal das contas?

Para entender melhor o WordPress, é preciso voltar um pouco no tempo e compreender como o WordPress surgiu e como ele evoluiu para a plataforma que hoje é utiliza para praticamente qualquer tipo de desenvolvimento na web.

O que é WordPress?

O WordPress possui, ainda hoje, duas facetas: é um sistema para publicação de blogs online e, além disso, uma plataforma open source de CMS (Content Management System). Embora a base da tecnologia seja a mesma, atualmente o WordPress, enquanto plataforma, vai muito além da mera publicação de blogs. A confusão ainda afeta, entretanto, alguns dos que não conhecem bem a tecnologia. Mas não se deixe enganar: o WordPress não é “para criar blogs”.

A verdade é que foi assim que tudo começou. Quem buscar por WordPress no Google, encontrará em destaque duas grandes vertentes da Automattic, a produtora do sistema:

  • O WordPress.com, site no qual é possível criar registos e publicar blogs, totalmente na nuvem – algo muito parecido com os antigos Blogspot e Blogger.
  • O WordPress.org, site no qual é possível baixar a plataforma open source que pode ser utilizada para criação de websites de qualquer espécie.

Para compreender o WordPress no que se relaciona à criação de websites, é preciso antes de tudo esquecer o WordPress.com – não é sobre ele que falaremos. No tocante ao web design e desenvolvimento de sites, o que importa mesmo é o software open source que pode ser encontrado no WordPress.org. O sistema de CMS livre do WordPress teve sua primeira versão lançada em 2004 – hoje ela parece um resquício retrô da internet, mas foi uma manobra que influenciaria mundialmente a internet e seu uso.

O que é WordPress?

Versão 1.0 do WordPress. Plataforma praticamente toda baseada em texto, simplicidade para gestão de conteúdo, sem muitos recursos. Visual não era o aspeto essencial, mas sim a praticidade.

Inicialmente, a versão open source nada mais era do que uma forma de utilizar uma plataforma semelhante àquela para a publicação de blogs no WordPress.com, porém em um alojamento próprio. Com o tempo, no entanto, o sistema foi ganhando novos e impressionantes recursos. Em 2011, a “cara” da plataforma já era totalmente diferente, e já contava com diversos plugins e temas que eram construídos por empresas e usuários e podiam ser agregados ou utilizados em novos websites montados sob a plataforma.

O que é WordPress

Versão 3.2, de 2011. melhor editor e visual, além das abas de plugins e “aparência”, para personalização e adição de recursos. Nesse ponto, o WordPress já não era uma plataforma voltada apenas à construção de blogs.

O que é WordPress – plugins e temas para tudo

A partir da versão 3.0 do WordPress, os blogs passaram a ser apenas parte dos websites que podiam ser construídos em cima da plataforma. Temas ou “templates” traziam recursos fáceis para sites corporativos, portfólios, sistemas de comunicação e contacto com o usuário e até mesmo lojas online. A combinação de temas construídos para fins específicos e plugins com recursos poderosos, como WooCommerce ou WP-Members, permitiam a empresas e usuários criar verdadeiros portais sem ter de utilizar nenhum outro recurso a não aqueles relacionados ao WordPress.

Hoje, o WordPress já aproxima-se de sua versão 5.0. Em todo o mundo, sistemas de classificados, lojas virtuais, websites de grandes empresas e até mesmo aplicativos são totalmente construídos a partir desse CMS e seus inúmeros plugins e temas. Nos últimos anos, o visual da plataforma vem sendo também melhorado, o que inclui poderosíssimos plugins para edição visual de conteúdo, os chamados page builders. Pode-se tranquilamente dizer que, no tocante a websites, hoje não há qualquer tipo de aplicação web que não possa ser desenvolvida na plataforma. Isso inclui:

  • Sites de e-commerce

  • Sistemas de ensino à distância

  • Classificados e diretórios

  • Landing pages e páginas de marketing

  • Plataformas com assinantes e serviços por assinatura

  • Sites de reservas e marcações

  • Multisites e sistemas com múltiplos perfis e blogs

  • Mini redes sociais

As próximas versões do WordPress tendem a avançar ainda mais nesse sentido, provavelmente abrindo maior compatibilidade da plataforma com o desenvolvimento de aplicações mobile também, além de ainda mais integrações com outros serviços presentes na web e APIs diversas.

moodle

6 alternativas mais modernas e eficientes ao Moodle

O Moodle é um dos sistemas de LMS – para gestão de cursos e formações online – mais utilizados do mundo. Seu principal apelo? O fato de ser, em tese, gratuito e open source. Contudo, quem já trabalha ou trabalhou com o sistema sabe que o “low cost” nesse caso é apenas um ilusão.

O uso de um LMS é uma alternativa interessante e “definitiva”, mas o barato pode sair caro e geralmente isso exige equipes ou prestadores de serviços que dominem e mantenham tais ferramentas. Em termos de alternativas para o Moodle, considerámos de forma realista duas categorias delas: plugins ou add-ons para WordPress e plataformas na nuvem.

WordPress como alternativa ao Moodle

O WordPress, alguns argumentarão, não é a “ferramenta certa” para criar cursos e formações online. Bem, quem pensa que o WordPress hoje ainda é uma plataforma apenas para criar blogs e sites simples está redondamente enganado. Trata-se do sistema livre e open source para criação de sites e aplicações mais usado no mundo, com o maior número de plugins e add-ons e total versatilidade em termos de customização. Aliás, como é totalmente customizável, já sai à frente do Moodle.

Quem já desenvolveu em Moodle sabe que a customização é difícil, demorada e cara. Poucos mexem com a plataforma e, por sua estrutura, acaba permitindo muito poucas alterações. Talvez haja por aí uma dúzia de temas capazes de deixar o Moodle um pouco mais bonito, porém a estrutura e o jeito da ferramenta permanece igual. Quando queremos cobrar por cursos então, o inferno está declarado – integrar o Moodle com gateways é um pesadelo.

Dentre o imenso número de plugins de LMS para WordPress, três destacam-se de forma excecional:

Learndash

Não é barato – custa a partir de US$ 159 para um único site. Entretanto, além do pagamento ser feito uma única vez, o Learndash não impõe limitações para o número de cursos ou alunos registados. As ferramentas são rápidas, fáceis de usar e proporcionam um controlo dos estudantes, notas, avaliações e mesmo de cobranças e pagamentos sem grandes problemas. Ao optar por planos mais avançados, o plugin ainda oferece um painel de gestão que coloca quaisquer ferramentas de administração do Moodle no passado.

Alternativas ao Moodle

Learndash – versões e planos mais avançados oferecem um painel de controlo para gestores completo.

Learnpress

O Learnpress, ao contrário de outros bons plugins de LMS para WordPress, pode ser usado gratuitamente. A apresentação é, na verdade, bastante parecida com a lógica do Moodle. Entretanto, além de mais customizável, possui também uma série de add-ons que, embora pagos, podem incrementar as possibilidades. Para efeitos de teste em um ambiente WordPress, o Learnpress é uma boa alternativa. Pode-se começar gratuitamente e equipar seu e-learning posteriormente, com add-ons que permitam gestão melhor, atividades diferenciadas e cobrança direta de alunos através da mesma ferramenta.

LifterLMS

Também custará um pouco, porém o LifterLMS é a mais completa e poderosa ferramenta de LMS para WordPress. Sistemas de cobrança e pagamento com todas as variáveis, possibilidades de venda de assinaturas, questões e avaliações multimédia, certificações e outros. Há muito o que explorar e as possibilidades de customização e branding são infinitas. Há temas, inclusive, já equipados com o LifterLMS, o que poupa mais trabalho.

O ponto negativo desta ferramenta tem a ver com sua própria complexidade – como dispõe de praticamente todos os recursos que são esperados de um LMS, é difícil de aprender e dominar.

Sistemas online como alternativa ao Moodle

Sistemas e plataformas na nuvem podem facilmente substituir o Moodle. Além da modernidade dessas ferramentas, que já contam com toda a estrutura para publicação, gestão e venda de cursos online, há a questão dos custos. Paga-se sim assinaturas mensais na maioria dos casos, porém poupa-se com alojamento e também com suporte e serviços informáticos.

Geenio

Plataforma nova e totalmente na nuvem. Oferece um editor simples e rápido e contém um visual bastante inovador. O Geenio possui plano gratuito, o que viabiliza testes, e alguns outros pacotes com pagamento mensal que permitem maior customização e inclusive o uso de domínio próprio. As limitações ocorrem em relação ao idioma, ainda não ajustado ao português, embora possa ser realizada a customização através da API do sistema. Além disso, possui ferramentas apenas para aceite de pagamentos realizados em cartão de crédito.

Litmos

Mais avançado e com muito mais recursos, o Litmos possui suporte ao português e ferramentas muito mais abrangentes. O ponto alto do Litmos está em sua imensa possibilidade de integração. A plataforma opera na nuvem, porém pode ser integrada a sites em WordPress, Shopify, ferramentas de gestão e CRM diversas, aplicações como Dropbox e muito mais. Essas integrações permitem que sejam configurados quaisquer perfis de cobrança ou assinatura para cursos e formações.

O preço não é barato e varia de acordo com o número de usuários ou alunos que sejam adicionados. O suporte em inglês, no entanto, é impecável. Para formações mais robustas pode ser uma excelente alternativa.

Easy LMS

Em termos de facilidade, recursos e também suporte, essa é nossa escolha. O sistema do EasyLMS é realmente fácil de usar e os custos são bastante razoáveis. Por US$ 99 ao mês, por exemplo, é possível usufruir de todos os recursos, customização e personalização completa e abrigar até 25 mil alunos em cursos e formações ilimitados. As integrações de marketing e acesso à API da plataforma possibilitam também a configuração de ferramentas de cobrança e assinatura de forma fácil.

Em relação ao ambiente de e-learning, o EasyLMS não possui tantas ferramentas e recursos quanto outras plataformas, porém a edição do material é rápida e muito intuitiva. Em relação a sistemas que exigem o trabalho de informáticos, o EasyLMS oferece vantagens imensas e torna possível a gestão de sistemas de e-learning mesmo por aqueles que não possuem qualquer conhecimento de programação.

 

Page Builders para Wordpress - Divi

7 page builders para WordPress em análise

A grande maioria dos temas atuais para WordPress possui ferramentas para que o usuário construa suas páginas e posts. Esses são os famosos page builders. Alguns deles possuem recursos que tornam os temas praticamente acessórios, enquanto outros funcionam bem com determinados temas específicos.

Há hoje diversos page builders para WordPress excelentes. Alguns funcionam bem em qualquer situação, outros nem tanto, mas a maioria deles possui versões gratuitas razoáveis. Em alguns casos, vale inclusive adquirir as versões premium, especialmente para quem quer caprichar no visual e no marketing de seu website.

Ainda assim, alguns page builders para WordPress vendem uma facilidade, mas são demasiado complicados de usar. Alguns vendem dinámica, porém são lentos para carregar e criam problemas de velocidade no próprio site. Avaliamos os pontos positivos e negativos de 8 dos page builders para WordPress mais populares da atualidade, e temos o nosso vencedor. Lembre-se, contudo, que nossa análise é feita sob a óptica do utilizador, e não do designer ou programador.

Alguns builders podem ser excelentes para quem cria websites por profissão, mas não é isso que quisemos avaliar aqui. Queremos indicar a melhor opção para quem não vive de web design, mas precisa dele para viver e vender.

Page Builders para WordPress – Elementor

O Elementor é um page builder para WordPress relativamente novo. Sua versão gratuita já é bastante poderosa e possui opção para edição profunda das páginas. A despeito do tema que esteja a utilizar, é possível criar landing pages e páginas completamente diferentes e personalizadas, ou por outro lado seguir o design que já existe. O Elementor possui, entretanto, um pequeno inconveniente: a depender do modo que as páginas são montadas, a visualização torna-se bastante confusa em dispositivos móveis.

Elementor Page Builder para WordPress

Ainda assim, a ferramenta é razoavelmente rápida e muito poderosa. Há, inclusive, algumas extensões e add-ons gratuitos que podem ser encontrados no diretório de plugins do WordPress. Ao utilizar o Elementor, ressaltamos como aspetos mais positivos:

  • Óptimo banco de layouts gratuitos prontos que podem ser carregados dentro da própria ferramenta
  • Lógica de arrastar e soltar simples e fácil de entender

  • Configurações detalhadas de cada elemento individualmente falando

  • Atualizações frequentes e novidades de quando em quando

Page Builders para WordPress – Visual Composer

Os temas pagos do Themeforest usam com enorme frequência essa ferramenta, em sua versão premium, geralmente. O Visual Composer é bastante rico e dinâmico, e talvez seja o editor com a maior riqueza e variedade de módulos para construção de páginas. Contudo, é um pouco complicado de “montar”, com módulos e botões de opções aqui e ali, linhas, colunas, módulos e semimódulos…

Visual Composer - page builders para WordPress

Quando a página é mais extensa, o usuário praticamente se perde. A foto acima mostra uma listagem dos módulos existentes, mas quando temos a página montada essa confusão do ecrã fica ainda mais difícil de compreender para quem não está acostumado. Ainda assim, é uma ferramenta veloz e bastante versátil, mesmo considerando a versão para download grátis presente no site da marca. Em nível de utilização, podemos ressaltar, como principais qualidades do Visual Composer:

  • Variedade e riqueza de módulos
  • Edição em backend e frontend
  • Extensões boas existentes, porém pagas
  • Presente na maioria dos temas pagos de hoje em dia
  • Facilidade para criar módulos e layouts próprios e reutilizá-los

Page Builders para WordPress – Divi

O Divi Builder, da Elegant Themes, é um dos builders mais populares da atualidade para WordPress. Ele realmente é capaz de criar páginas e sites complexos com relativa facilidade. Como o exemplo anterior, o número de módulos disponibilizados é, sem dúvida, um ponto positivo. Entretanto, o Divi Builder não possui versão gratuita. Para aceder ao plugin, é preciso assinar o serviço da Elegant Themes – o preço é razoável, de US$ 89 por ano.

Page Builders para WordPress - Divi

A interface do builder é uma das melhores do mercado, mas a ausência de ferramentas de edição claras em frontend dificulta um pouco a visualização das alterações que vão sendo feitas. Atualmente na versão 3, o Divi anteriormente possuía uma série de problemas de compatibilidade, que em sua maioria foram resolvidos. Entretanto, embora a marca não divulgue, há ainda problemas em relação a temas mais antiquados.

Page Builders para WordPress – Site Origin

Também bastante popular, especialmente pela grande compatibilidade, o Page Builder Plugin da Site Origin é uma ferramenta razoável. Produz bom visual e possui vários módulos e funcionalidades, além de uma série de add-ons que podem ser encontrados entre os plugins do WordPress.

Em termos de interface, contudo, é bastante pobre. Consiste basicamente num “empilhado” de caixas na área de edição dos posts e páginas. Com o acúmulo de módulos em uma mesma página, a operação torna-se difícil e confusa, para não dizer quase impossível. Apesar disso, possui alguns modelos e oferece possibilidades que podem fazer a diferença no layout. A versão gratuita oferece limitações, porém tem o pacote básico em dia.

Em termos de opção gratuita, contudo, dificilmente equipara-se a plugins mais visuais e ricos, como o Elementor ou o Motopress Content Editor.

Page Builders para WordPress – Themify

O Themify possui uma versão Lite gratuita, com algumas limitações. Em geral, possui interface e operação razoáveis, mas não é um editor bom em termos técnicos. Possui erros que são aparentes, especialmente em alguns temas e, caso haja desativação do plugin por qualquer razão, desaparece completamente o conteúdo. Em termos de design, para além da aparência, há uma série de práticas desatualizadas em código e no que tange ao próprio comportamento dos módulos.

Talvez a interface o leve a considerar o Themify uma boa opção, mas para além disso, será melhor optar por outros dos editores gratuitos deste post.

Page Builders para WordPress – King Composer

Poucos ainda falam desse builder, relativamente recente, mas a verdade é que tem tudo para tornar-se um dos melhores e mais populares para WordPress em pouco tempo. O King Composer possui uma versão gratuita, já poderosa, e outra paga, a partir de um pagamento único de 39 dólares. A interface é bonita e parecida com a já conhecida do Visual Composer. Contudo, há duas grandes vantagens no King Composer: o fato de possuir boa interface para edição em backend e frontend, e sua óptima velocidade.

Além disso, ao contrário de muitas outras ferramentas, o King Composer oferece um teste em tempo real a partir de seu website. Assim, o usuário pode avaliar a ferramenta em funcionamento, tanto para backend quanto para frontend, antes mesmo de efetuar a transferência do plugin. Se ainda não optou por outra ferramenta ou seu tema não possui um builder específico, vale o teste.

Page Builders para WordPress – Motopress

O Motopress Content Editor talvez não disponha do número infindável de módulos do Divi ou Visual Composer. Entretanto, possui uma vantagem essencial que o torna, para nós, a melhor das ferramentas aqui listadas: a simplicidade. Fácil de usar e operar, sem inúmeras opções que não fazem qualquer sentido para quem não é web designer e com algumas extensões gratuitas existentes.

O Motopress Content Editor é compatível com a grande maioria dos temas e roda mesmo em versões mais antigas do WordPress. Mesmo após a edição, permite também facilidade de alterações de código para designers e programadores, o que torna a ferramenta um ponto médio perfeito entre um builder para leigos e um builder para profissionais. Não há excessos e a ferramenta concentra-se no necessário, possuindo também um editor que REALMENTE é visual, poupando o usuário de perder horas em tutoriais.

Mesmo a versão gratuita já oferece poder suficiente para montar belas páginas, mas o preço da versão premium também não é nada absurdo: 29 dólares pagos uma única vez.

Compressão de imagens

6 plugins para otimização de imagens no WordPress

Otimização de imagens é uma necessidade. Torná-las mais leves permite que seu site carregue mais depressa, o que evita lentidão, melhora o SEO e agrada mais aos clientes. Imagens de qualidade e alta resolução tê, sem dúvida, seu lugar – mas não é seu site ou blog. Contudo, como nem todos podem se dar ao luxo de ajustar tudo o que precisam em termos de imagens no Photoshop, acaba havendo três maneiras de fazer isso:

  1. Já selecionando, de antemão, fotos mais leves (mas correr o risco de ter uma visualização pobre)
  2. Instalar plugins que oferecem otimização já no WordPress (ou outro CMS)
  3. Usar serviços online nas imagens, antes de postá-las (falaremos disto em outro artigo)

Otimização de imagens – selecionar imagens mais leves

Não há muito segredo aqui. O ideal é optar por imagens mais leves na hora de montar posts ou mesmo seu site na internet. Imagens com mais de 100kb, em geral, provavelmente causarão ao seu site algum tipo de prejuízo na renderização, quando usuários acessarem o endereço. E, mesmo que a velocidade permaneça boa, pode haver penalização em termos de análise por parte de mecanismos de busca.

Uma dica útil aqui, para conseguir imagens leves, mas sem prejuízos à visualização, é atentar às dimensões dessas imagens. Por exemplo, fotos com 2000 x 1000 pixels são desnecessárias. Geralmente a maioria das imagens são exibidas em sites com tamanhos muito menores. A melhor maneira é adicionar fotos que tenham dimensões parecidas ou iguais àquelas que serão de fato exibidas. Por exemplo, se a imagem de destaque em seus posts possui por volta de 700 pixels de largura, tente incluir imagens com essas características – e não gigantes de 2 mil ou 3 mil pixels.

Do mesmo modo, é recomendável que fotos tiradas em câmeras de celulares mais modernos ou em câmeras digitais sejam redimensionadas antes de usadas em sites. Essas imagens são grandes e ocupam muito espaço, e apesar de terem qualidade irão atrasar a abertura de seu site.

Otimização de imagens – uso de plugins

Há imensos plugins que oferecem a possibilidade de otimizar imagens, para quem tem um site em WordPress. O problema é que a grande maioria deles oferece limitações quanto ao número de imagens que podem ser otimizadas. Para otimizar mais imagens, é preciso abrir uma conta nesses serviços e pagar. Simples assim.

Se você não importa-se em gastar um pouco mais, talvez seja uma boa opção. Mas vale lembrar também que, em termos gerais, quanto maior o número de plugins instalados em seu WordPress, pior será o desempenho da página. Às vezes, pode ser que você esteja a ficar na mesma. De todo modo, se prefere automatizar a otimização, os plugins são uma boa forma de fazê-lo. Há plugins melhores e piores, mas separamos aqui os mais utilizados e que oferecem ferramentas que DE FATO otimizam e reduzem o peso das imagens.

EWWW Optimizer

EWWW Image Optimizer – página do plugin

Esse plugin possui excelente desempenho e, como todos os que mostramos nesta lista, irá automaticamente otimizar todas as imagens JPG, PNG ou GIF que você possa subir para seu website. Ele também oferece possibilidades de “bulk optimization”, ou seja, de otimizar de uma só vez todas as imagens que você possua na seção de mídias de seu WordPress. A grande vantagem deste plugin é que não há limitações quanto ao tamanho de cada imagem a otimizar, embora haja limitações quanto ao uso – a menos que seja feita a assinatura da API do EWWW (e nesse caso é preciso instalar outro plugin ao invés deste… confuso).

Smush, da WPMU

Smush Image Compression and Optimization – página do plugin

Um dos otimizadores de imagens mais populares, porém bastante limitado. Os recursos são ótimos – otimização em bloco (mas na versão gratuita, apenas 50 imagens de cada vez), redimensionamento e configuração de tamanhos máximos para novas imagens. Outros recursos exigem algum conhecimento técnico, mas são igualmente úteis. Contudo, a diferença de desempenho e melhoria parece brutal… talvez a WPMU tenha deixado vantagens demais para a versão paga do produto – que só pode ser liberada caso assine todo o pacote de melhorias da WPMU Dev. Caso venha a usar todos os plugins da marca, talvez seja algo a estudar – mas são US$ 49,00 ao mês, sem direito a negociações ou descontos.

Kraken.io

Kraken.io Image Optimizer – página do plugin

Bom otimizador, mas com uma cota gratuita que depende do volume em MB de imagens, não do número de ficheiros. Gratuitamente, é possível otimizar até 100 MB de imagens ao mês – o suficiente para blogs mais simples. Contudo, se quiser mais que isso, só mesmo assinando a API da Kraken.io e inserindo a API Key na instalação do plugin. A partir daí, paga-se um inicial de 5 dólares ao mês, com uma cota de 500MB em ficheiros, mas há planos para um volume maior.

Na verdade, o Kraken.io pode ser vantajoso para aqueles que precisam otimizar imagens de maior peso ou em volume realmente assustador. A API torna-se mais barata conforme o volume avança. O plano mais avançando permite até 60GB mensais de imagens por 79 dólares, e cobra apenas 1 dólar adicional por cada Gigabyte a mais.

Shortpixel

Shortpixel Image Optimizer – página do plugin

Outro dos mais populares, é bastante simples de usar e também possui cota mensal, mas dessa vez de 100 imagens. Para a maioria dos sites WordPress, isso é suficiente. Novamente, há boa vantagem para volumes maiores. Cinco mil imagens mensais por US$ 4,99, doze mil imagens mensais por US$ 9,99, e por aí. Entidades sem fins lucrativos e ONGs ainda podem entrar em contacto com a empresa via e-mail (e em inglês), e assim conseguir acesso gratuito ao sistema.

TinyPNG

Compress JPG & PNG Images – página do plugin

Plugin interessante, de fácil uso e também com limitações em formato de “créditos”, relacionados ao número de imagens. O interessante desse plugin é que, muitas vezes, ele acaba permitindo que uma imagem seja “reotimizada” algumas vezes, e com ganhos. Algumas instalações do WordPress e alguns temas, contudo, podem fazer com que o plugin rode de forma “estranha”, conforme alguns relatos que ouvimos.

resmush-it

reSmush-it Image Optimizer – página do plugin

Esse é o único dos plugins de otimização de imagens que é REALMENTE grátis. A API é pública e não oferece limitações nenhumas em termos do número de imagens, seja por mês ou por tamanho dos ficheiros. Entretanto, pode apresentar alguns problemas de compatibilidade e nem sempre funciona de maneira rápida ou boa no WordPress, a depender da instalação. Ainda assim, o custo (ou ausência dele) vale o teste.

Otimização de imagens – teste rápido

Claro que fizemos um breve teste. A partir de cada um dos 6 plugins de otimização de imagens, aplicamos a ferramenta em uma mesma imagem – a versão original da foto a seguir, com 81,5KB em seu tamanho original. Vale lembrar que, quando subimos uma imagem ao WordPress, o tamanho original geralmente é ignorado – o WP cria versões em diversos tamanhos, para usos específicos, os chamados “thumbnails”. Nesse caso, os otimizadores precisa agir em cada um desses thumbnails.

Imagem para testes

Tiramos a “média” de otimização das ferramentas em cada uma das imagens, ou de suas derivações em thumbnails, em porcentagem de melhoria. Vejamos como cada plugin se comportou:

Nome do plugin Redução da imagem em %
EWWW IMAGE OPTIMIZER 7.2%
SHORTPIXEL IMAGE OPTIMIZER 6.2%
RESMUSH-IT IMAGE OPTIMIZER 5.2%
SMUSH IMAGE COMPRESSION AND OPTIMIZATION 4%
KRAKEN.IO IMAGE OPTIMIZER 3.7%
COMPRESS JPG & PNG IMAGES 2%

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