ui design

Por que UI design é tão importante?

Quando fala-se em UI design, estamos a falar dos padrões visuais de uma “user interface”, ou a interface do utilizador. O UI design, assim como seu “primo” o UX design (que tem a ver com a experiência do utilizador) são hoje bastante difundidas, embora algumas empresas ainda deem pouca importância a esse fator.

O UI design determina, nos dias de hoje, o sucesso ou o fracasso de um website, aplicação, app de telemóvel ou mesmo serviços como caixas Multibanco ou painéis de confirmação de voos em aeroportos. O design da interface é o que permite que uma empresa ofereça ao usuário um sistema que o mesmo pode operar, sem erros, problemas ou dificuldades. Um UI design bem feito e bem pensado geralmente reflete num bom UX – ou seja, uma boa experiência do utilizador.

UI design em Portugal

Falemos antes de mais nada da casa: Portugal. Embora haja exemplos imensos de boas interfaces do usuário no país, a verdade é que o UI design ainda caminha cá em passos lentos. Quando falarmos, logo a seguir, sobre os “mandamentos” do bom UI design, perceber-se-á porque não dispomos ainda de boas interfaces por aqui.

Temos boas reproduções de interfaces que fazem sucesso no exterior e alguns competentes exemplos de melhoria, como ocorre no próprio site das Finanças de Portugal. Ao mesmo tempo, o nível de complexidade, excesso de informação e falta de preocupação na óptica do utilizador ainda nos fazem enfrentar algumas das piores interfaces das quais se tem notícia. Vamos a alguns exemplos:

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Um exemplo de sistema online de faturação em Portugal – falta de preocupação com o visual, relatórios em listas sem fim e ausência de padrão responsivo para telemóvel. A experiência é pobre em muitas das aplicações existentes no mercado e pouco difere do que já era oferecido por softwares como o Microsoft Access mais de 20 anos atrás.

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Netforce, do IEFP – um dos portais mais usados do país possui imensos menus, abas, submenus, itens e tópicos que causam uma inundação de informação, muitas vezes repetitivas e pouco útil. Qualquer usuário precisa entrar e sair de links e páginas dezenas de vezes até que encontre aquilo que realmente está a buscar.

Mas nem tudo deixa a desejar – há alguns websites portugueses em um excelente caminho. É bem verdade que alguns deles praticamente copiaram de forma idêntica os processos de alguns sites estrangeiros, sobretudo brasileiros, mas se isso reverter em benefício para o usuário, que mal há? Um dos exemplos claros dessa reprodução (embora a versão estrangeira ainda esteja um pouco à frente em usabilidade) é o Portal da Queixa. O site possui praticamente o mesmo UI design do brasileiro Reclame Aqui.

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Portal da Queixa – interface claramente baseada na do brasileiro Reclame Aqui, mas bem executada. Simples, fácil de efetuar a queixa (com um passo a passo) e sem imensos campos e formulários a preencher. Leve, mobile friendly e objetivo no que se propõe a fazer.

Mas podemos estar esperançosos quanto ao futuro. Uma das melhores e mais ricas interfaces em UI design em Portugal, nos dias de hoje, é o sistema da Autoridade Tributária e Aduaneira. Embora nem toda a plataforma já esteja sob o novo conceito de design, o que pode causar confusão ao utilizador (que se vê diante de duas plataformas distintas para o mesmo fim), as partes que já adotam o novo visual são rápidas, simples de usar, dedutíveis em suas aplicações e mínimas em burocracia e estrutura.

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Autoridade Tributária – plataforma nova e brutal em todos os aspetos. Leve, rápida, dedutível e simples para o uso. Mesmo utilizadores com pouca experiência no uso de computadores podem aceder o que precisam e operar seus muitos recursos.

Lembrando que, em relação ao UI design, não se trata apenas de uma questão estética. O design de interfaces tem muito mais a ver com pensar em como o utilizador fará uso dos sistemas e plataformas, prever seus movimentos e criar alternativas que lhe sejam úteis e de fácil operação.

O que buscar no UI design

Criar interfaces não é uma questão de gosto por parte da empresa que oferecerá essa plataforma e nem mesmo uma questão estética apenas. O UI design baseia-se em princípios relacionados ao utilizador – e é nele que pensaremos enquanto desenvolvemos um novo conceito. Há muita bibliografia a esse respeito, mas de um modo geral, o bom “user interface” está pautado em 7 princípios:

  1. Foco no usuário. É fundamental que o utilizador possua controlo sobre a plataforma que está a usar. Se o controlo daquilo que é exibido ou oferecido ao longo da experiência é da empresa ou do proprietário da plataforma, esse é o primeiro sinal de um mau trabalho de UI design.
  2. Objetividade. O utilizador precisa conseguir, em poucos passos, aquilo que de facto está a buscar. Esse princípio derruba, por exemplo, a grande maioria dos sistemas e interfaces disponibilizados por órgãos públicos, não apenas em Portugal, mas em todo o mundo. O Netforce, do IEFP, que citamos anteriormente, é um exemplo claro de como NÃO cumprir com a objetividade em uma interface.
  3. Consistência. Toda a plataforma ou interface precisa possuir as mesmas características e oferecer uma identidade ao usuário. Esse é o único problema ainda existente, por exemplo, no sistema a Autoridade Tributária. Parte da plataforma já encontra-se sob a nova interface, enquanto determinadas cenas ainda encaminham o usuário a um sistema mais antigo, com interface completamente distinta.
  4. Reversibilidade. Isto aplica-se, inclusive, às novas regras do Regulamento Geral de Proteção de Dados. Ao longo da sua experiência na interface, o usuário precisa ser informado, alertado e notificado a respeito das consequências das suas ações e, mesmo após levá-las a cabo, precisa encontrar meios de revertê-las sempre que for necessário.
  5. Feedback. Uma boa interface aprende e aprimora-se à medida que seus utilizadores façam uso de seus recursos. Se muitos utilizadores têm problemas com determinada parte de uma interface, isso deve culminar em uma modificação. Do mesmo modo, partes de uma interface que adequam-se completamente ao comportamento e operação do utilizador podem e devem ser copiadas em outros segmentos da mesma plataforma.
  6. Estética. Claro, e dispensável dizer, mas um bom UI design também possui estética.
  7. Simplicidade. Esse é o ponto máximo de um UI design bem feito – quando não é preciso explicar ao utilizador como ele deverá ou não fazer uso da plataforma, atingiu-se assim o ponto mais alto do design. O objetivo final de qualquer boa interface é fazer com que sua operação seja um ato completamente natural e dedutível.

Informação demais no design não resulta… saiba o porquê

Quem trabalha ou já trabalhou com comunicação sabe de algo… quase todos os clientes e empresas querem colocar TUDO em suas peças publicitárias e de divulgação. A ideia torpe de que é preciso colocar tudo e mais um pouco, ainda que seja num cartão de visitas, não é apenas “falta de estilo”. Se sua empresa sempre busca meter tudo em qualquer que seja a media, está na hora de mudar.

Quando trata-se de design, muitas empresas ainda têm dificuldades em enxergar algo simples. O cliente ou leitor NUNCA lê tudo. Especialmente quando lidamos com peças de publicidade de rápida visualização, como folhetos ou anúncios online, a probabilidade é de que cada usuário as veja por segundos. Entretanto, muitas das peças que vemos em todo canto possuem toneladas de informação, textos e imagens.

Mais do que uma questão estética – essa mais relacionada ao gosto – trata-se de foco e organização. Ao priorizar “tudo”, prioriza-se nada, a bem da verdade. Quando damos destaque a todo o conteúdo de maneiras diferentes, não fazemos ver nenhuma parte dele em particular. Isso leva a peças de publicidade que não resultam.

O conceito de campanha

Toda empresa possui dezenas, centenas ou milhares de produtos. Todas têm valores e história. Todas elas atuam em diversos segmentos e mercados. Entretanto, cada peça de publicidade precisa ter um alvo específico. E, para alguns desses alvos, 99% da informação que possuímos é irrelevante. Estudemos dois casos distintos.

CASO 1 – DESCONTO SAZONAL

Digamos que determinada empresa esteja a oferecer descontos em alguns de seus pacotes de viagem, apenas para o mês que antecede às férias de verão. Apesar de possuir mais de 30 pacotes de viagem distintos, essa empresa deverá focar seus esforços de marketing nos destinos ligados ao veraneio. Isso leva a algumas conclusões iniciais:

  • Destinos fora do contexto de veraneio, longe de praias, de hotéis “fazenda” e quintas ou de regiões montanhosas não são prioridade
  • Qualquer pacote que não esteja incluído no desconto é irrelevante
  • A informação-chave aqui são os preços – não particularidades de cada pacote

Com foco nos preços, o objetivo é o de atrair o público com base nos descontos. Anunciar adicionais de serviços, custos extras e afins é algo que vai de encontro à meta inicial: vender com desconto.Em seguida, é preciso pensar em termos de público. Há anúncios para um público geral, mas caso seu apelo seja a retirados, anunciar pacotes de casas noturnas e bares da moda não parece útil. Do mesmo modo, se a empresa aqui objetiva um público mais jovem e universitário, destinos românticos ou de família não surtirão qualquer efeito.

Finalmente, há que se usar hoje em dia a web para informações mais aprofundadas. Evitemos incluir todos os detalhes de cada roteiro. Preços, número de dias, nível de desconto e 3 ou 4 pontos principais de visitação – isso é mais que suficiente. Para terminar, dados de contacto ou para que o leitor busque mais informações.

O modelo “institucional” infelizmente ainda é usado, mesmo no segmento de viagens. Nele, opta-se por longos textos (que ninguém lê) e não há destaque especial para nada. Mesmo dados para contacto parecem estar escondidos do público por alguma razão.

Especialmente em segmentos de venda para o público final, o modelo institucional é um erro comum.

 

CASO 2 – RODADA DE PROMOÇÕES

Há empresas grandes de varejo que promovem diversos produtos ao mesmo tempo em folhetos que parecem pequenos jornais. Entretanto, em um espaço exíguo, como em um flyer, tal receita não funciona. Há como diagramar-se um folheto de modo a comportar várias imagens e produtos, mas o maior problema dos folhetos promocionais de empresas é o ponto de foco. TUDO é destaque.

Empresários muitas vezes têm a impressão de que se derem destaque a tudo, tudo parecerá importante. O que ocorre é exatamente o inverso: sem um ponto focal definido, o leitor perde-se em meio a tanta informação. O flyer na imagem exemplifica bem.

Números, porcentagens, preços, slogans – tudo em destaque, caixa alta e tipografia explosiva. Há tanto em destaque que mal se veem os produtos.

 

Campanhas que resultam

Para que uma campanha resulte, ela precisa de um foco, uma temática ou um alvo – ou todos os três. Como vimos nos dois exemplos anteriores, havia em planeamento um foco específico, mas ele perdeu-se na inundação de informações. O design e a comunicação precisam de prioridade – oferecer toneladas de informações equivale a dar 10 horas de aulas seguidas a um estudante. Com sorte, ele absorverá as primeira duas horas de explicações.

 

Como pagar menos em projetos de web design

Todo mundo quer tudo barato – ao mesmo tempo, quando se trata de seus próprios produtos e serviços, quer vender caro. É muito fácil regatear preços, mas por vezes o pagar pouco reflete em receber pouco. Projetos de web design podem variar em preço de forma brutal – faz-se um site por dezenas de euros, ou pode o mesmo projeto custar milhares e milhares de euros. O dito “low cost” soa ótimo à maioria dos empresários, mas para que ele reflita em qualidade, é preciso compreender alguns aspetos que o cercam.

Projetos de web design são, em geral, avaliados e orçados em horas. E, na verdade, creia: não poderia haver maneira mais ineficaz de mensurar o valor desses projetos.

Projetos de web design

Projetos de web design – briefing

Quando não há um briefing bem desenvolvido, paga-se em geral por aquilo que nunca será feito. A culpa, por mais que empresas possam argumentar, não é do web designer. Se alguém liga para uma agência a dizer apenas que quer “uma viagem”, não poderá reclamar do destino ou dos preços quando lhe façam uma oferta. O mesmo ocorre com web design. Quando uma empresa não sabe o que quer e não partilha seus planos e estratégias, o designer ou não acerta a mão ou lhe cobra para ser adivinho.

Há muita gente que não sabe montar um briefing. Isso não é um falhanço – afinal, seus negócios são outros. No entanto, não informar-se minimamente é uma falta grave. Um bom briefing imprime foco ao seu projeto e faz com que o web designer ou desenvolvedor saiba exatamente o que está a cotar. Tente incluir informações ricas e objetivas e não opiniões pessoais que apenas fazem sentido para que lhe conhece há décadas. Todo pedido de cotação para projetos de web design deveria conter:

  • Dados, ficheiros e manuais da identidade visual da marca ou empresa, com o maior detalhamento possível
  • Fontes e recursos usados na comunicação gráfica da empresa
  • Detalhamento sobre o público-alvo e público pretendido
  • Referências de websites e estilos próximos ao que se deseja
  • Volume razoável de conteúdo que irá figurar no website
  • Prazos pretendidos
  • Aspetos particulares de estrutura, como onde deve figurar o menu ou barra, onde pretende meter botões de redes sociais e se trabalhará vídeos, imagens ou banners, e como o fará
  • Um briefing da empresa e seu modelo de negócio
  • Dados e informações sobre os produtos e serviços que a empresa comercializa
  • Nome e contactos da pessoa que é, de facto, a RESPONSÁVEL por apreciar e aprovar os avanços no projeto

Muita coisa? Claro que é possível montar um briefing com menos. Contudo, se pretende saber de antemão o quanto irá pagar e que esse montante corresponda de facto ao que lhe será entregue, é bom perder algum tempo a elaborar tal documento.

Projetos de web design – tecnologias benchmark

Designers que trabalham com tecnologias que são um padrão no mercado, por incrível que pareça, costumam cobrar menos. Não deveria haver muito sentido nisso, mas a verdade é que os mais careiros não raramente optam por soluções exóticas, softwares que não mais são usados pelos melhores e técnicas que geralmente podem ser resumidos à expressão “feito no braço”. O ruim é que, como muitos ainda estimam seus orçamentos em horas, estará a pagar imensas horas e valores por um serviço já de início obsoleto e desatualizado.

Informe-se dentro daquilo que necessita, quais as tecnologias em uso atualmente e mantenha em mãos para análise apenas orçamentos que congreguem o que há de melhor e mais moderno. O velho papo do “é mais confiável” não se aplica muito ao meio digital. Na web, o que é ultrapassado não é “tradicional”, é apenas velho.

Projetos de web design – freelancers

Portugueses ainda têm muita desconfiança em relação a freelancers e profissionais que atuam com recibos verdes. Ao virar a cara para a modernidade, pagam fortunas e, embora não o saibam, acabam atendidos por esses mesmos freelancers.

Embora empresas não contratem diretamente profissionais por desconfiança, e prefiram assim contratar agências com nomes pomposos ou discursos cheios de conceitos que prometem o mundo, pagam ouro e recebem o serviço desses mesmos profissionais. Agências CONTRATAM freelancers para que façam o SEU trabalho. A diferença é que esses profissionais liberais, mal pagos pela agência, realizam trabalhos inferiores. Em resumo: o empresário paga mais e recebe o mesmo ou menos.

Sim, nós somos formados por freelancers e trabalhamos com freelancers – mas nosso preço não traz custos implícitos de “grifes” de agências ou gerentes de atendimento que nada têm a ver com o projeto contratado, sendo pagos apenas para responder e-mails com respostas vagas.

Projetos de web design

 

Projetos de web design – não invente a roda

Em termos empresariais, o que funciona na web é geralmente o simples. Claro que há páginas, animações fantásticas, projetos revolucionários de grandes empresas que ganham o mundo e tornam-se falados por toda gente. Todos nós queremos campanhas online como as da Coca-Cola, IBM, Microsoft, Google e outros. Porém, é preciso lembrar de uma coisa: essas empresas gastam centenas de milhares de dólares ou euros (ou mesmo milhões) em uma simples campanha. Dito isso, o empresário que quer o mesmo ao desembolsar €500 ou €600 no mínimo perdeu o juízo.

Seja realista e não invente a roda. Vá pelo que funciona, administre seus custos e dê um passo por vez – isso torna o desenvolvimento web mais barato e permite que diversos projetos de web design sejam conduzidos ao longo de um ano, a abrir espaço para testes e consolidações. Pagar demais por um projeto “pronto e definitivo” cria orçamentos e também decepções maiores. Tudo está a mudar o tempo todo no mundo online – se o seu site é “definitivo”, definitivamente sua empresa está a deitar um bom dinheiro fora.

O que é Twitter Bootstrap e porque usar em seu site

Web designers e programadores – podem ir ler para outro lado. Ao contrário da maioria dos textos sobre o Bootstrap, este artigo é para quem realmente USA o produto final criado por esse framework: empresas que possuem websites. Muitas delas já ouviram falar sobre tal plataforma e até mesmo a exigem. Outras, contudo, ainda sofrem com customizações sem sentido criadas em CSS sem padrão, e pagam o caro preço da falta de organização futuramente.

O Bootstrap não é o único framework CSS competente usado atualmente na construção de sites, templates e temas. Outros mais, como o ZURB Foundation ou o Bulma ganham espaço e possuem funcionalidades sensacionais. No entanto, em termos de popularidade e comunidade, o Bootstrap é, de longe, o benchmark para qualquer um que trabalhe com a construção de websites.

Bootstrap – para que serve?

Para perceber qual a utilidade do Bootstrap e outros frameworks no web design, primeiro precisa-se compreender como funciona um website, sob a óptica do usuário. Qualquer website utiliza, na sua visualização no browser, uma tríade de fatores:

  1. O HTML, uma linguagem de tags que fornece ao navegador uma espécie de esqueleto, com quadros e subquadros, que determinam a hierarquia dos elementos e do conteúdo que é inserido.
  2. O CSS, pois o esqueleto não tem qualquer formatação. O HTML apenas oferece a estrutura, mas é o CSS que determina onde cada elemento vai, em que cores e padrões será exibido, com que fontes, efeitos mínimos, tamanhos, etc. O CSS responde pela formatação do conteúdo e da estrutura da página.
  3. O Javascript, que processa os elementos, aplica efeitos, interage com o usuário e seu comportamento e responde por outras aplicações que podem ser desenvolvidas durante a exibição de um site – como a gravação de cookies no navegador, por exemplo, ou a validação de campos em um formulário de contacto ou pagamento.

Os frameworks, como o Bootstrap, compreendem uma série de “regras” padronizadas, que são capazes de organizar e formatar um site minimamente a partir do HTML fornecido, sem que haja necessidade de criar um CSS do zero. Os frameworks mais desenvolvidos inclusive já possuem também ferramentas integradas para validar formulários, ativar recursos a partir de cliques e ações do usuário e, literalmente, “dar vida” à formatação.

Elementos HTML como títulos, tabelas, botões, quadros, menus e imagens já possuem uma formatação base quando usa-se o Bootstrap. Além disso, frameworks desse tipo favorecem a distribuição desses elementos, usando uma lógica de grelha para ecrãs. Isso não apenas permite que designers coloquem os elementos exatamente onde pretendem, mas também automatiza as mudanças quando o ecrã muda de tamanho, ou o usuário abre o site em outro dispositivo, como o telemóvel.

Bootstrap 4

Lógica de grelhas – frameworks como o Bootstrap aplicam ao CSS uma lógica de divisão do ecrã,. Com isso, posicionar elementos em um site, independentemente das medidas do ecrã, torna~se algo mais rápido e obedece sempre a um mesmo padrão, podendo inclusive variar conforme o dispositivo de acesso ao site.

Bootstrap – sistema universal

Popular e usado no mundo inteiro, em qualquer linguagem, plataforma ou aplicação, mesmo em aplicativos e softwares, o Bootstrap é um sistema universal. Para o empresário, isso significa que qualquer que seja o profissional ou prestador de serviços de desenvolvimento ou web design que ele venha a contratar no futuro, saber-se-á lidar com seu site ou aplicação. Muitos empresários têm de recomeçar sites do zero em alguns casos, pois plataformas e programação utilizados por web designers anteriores são destituídos de qualquer organização ou lógica.

Claro, muitos web designers produzem peças excelentes, de forma muito organizada. Contudo, o uso do Bootstrap reduz monstruosamente as chances de que um site tenha de ser completamente descartado em modernizações ou atualizações.

O resumo da ópera? O Bootstrap dá liberdade ao proprietário do website. Ele pode contratar quem desejar, quando desejar e até mesmo estudar e lidar com o web design e montagem de páginas por si próprio, uma vez que o sistema do framework é universalmente e muito bem documentado.

Bootstrap – custos menores

Muitos web designers dirão o contrário, mas é mentira. Ao usar sistemas como o Bootstrap, o trabalho de um web designer é simplificado sobremaneira – e ele PODE cobrar mais barato. Isso não significa que ele o fará, mas implica que, ao saber que determinada proposta envolve esse framework, o empresário pode argumentar para chegar a valores mais justos e em linha com o emprego de tal tecnologia.

O custo de manutenção é igualmente menor – o Bootstrap é atualizado de forma constante e a cada versão ganha novas correções e funcionalidades, o que permite maior flexibilidade e até mesmo evolução dos websites, para acompanhar novas tendências tecnológicas e de design.

E, para terminar, o fato de um site ser criado em WordPress, Drupal, Opencart ou qualquer outra plataforma não implica, de maneira alguma, que o Bootstrap não possa ser utilizado. Os CMS, como os sistemas citados, são gestores de conteúdo e aplicações que funcionam em um alojamento ou servidor – eles “montam” de forma dinámica as páginas de um site e enviam para o navegador do usuário. Mas ali, no ponto final, o site continua a ser exibido em HTML, CSS e Javascript.

Em outras palavras: se vosso web designer diz que não pode utilizar o Bootstrap ou outra tecnologia de web design por conta da plataforma de criação ou outro motivo qualquer, sua empresa está a ser enganada…

5 razões para criar um novo website

Estamos em 2018. Apenas mais um ano. No entanto, muitas empresas operam hoje com websites desenvolvidos em 2016, 2015, 2010… ou mesmo mais antigos. Estão na web, é o que dirão. O mais engraçado é que essas mesmas empresas, num horizonte de 10 anos, modificaram suas lojas, montras e vitrinas e mesmo marcas duas, três ou mais vezes. O website, porém, segue o mesmo de sempre.

Vivemos numa era na qual mais de 50% da população mundial possui acesso à internet. Quando falamos de países em desenvolvimento de ponta, como o Brasil ou o México, esse número sobe a mais de 60% com facilidade. Quando finalmente chegamos à Europa ou aos Estados Unidos, descobrimos que praticamente toda a população a partir dos 8 anos de idade interage com a web de algum modo.

Criar um novo website – só “melhorar” não serve

Talvez. A verdade é que, em termos de custos, melhorar websites obsoletos leva a apenas duas possibilidades:

  1. Um orçamento ainda mais caro do que a criar um novo website, por conta da incompatibilidade e necessidade de substituição de sistemas, plugins, efeitos e tecnologias
  2. Um orçamento barato, mas que basicamente deixa tudo na mesma – um site “mudado”, porém ainda obsoleto

Para além do uso de tecnologias abandonadas ou simplesmente extintas pelos próprios desenvolvedores delas, como Macromedia Flash ou applets Java, os sites com mais de cinco anos de idade foram pensados para um público e um uso totalmente diferentes. Mais do que algo que está “fora de moda”, são sites que não funcionam nos dias de hoje.

Criar um novo website – clientes de uma nova geração

A internet começou a se tornar algo popular por volta dos anos 1995 e 1996. Naquela altura, ainda usava-se conexão discada, por meio de linhas telefónicas. Por volta do ano 2000, a maioria dos países do mundo já possuía serviços de banda larga de internet razoáveis, o que permitiu que novas fronteiras fossem conquistadas. A internet começou a deixar de ser um ambiente apenas para “informáticos” ou para pesquisas em trabalhos escolares e projetos profissionais, e virou algo que todos queriam acompanhar e usar.

Bancos, serviços públicos, imprensa, canais de televisão, varejistas… todos começaram a ver possibilidades na web. Com isso, empresas começaram desenvolver todo um mercado de serviços e venda de produtos, até então inexistente. Agora pense um pouco no que estamos falando – isso foi no ano 2000 ou 2001.

Jovens com menos de 25 anos já foram criados, desde os primeiros anos escolares, acostumados a utilizar a internet como parte de suas vidas. Para estudos, para falar com amigos, para conversar com familiares distantes e, mais recentemente, para fazer compras, conhecer pretendentes, aceder a serviços públicos e governamentais e tudo mais. Em Portugal, o uso da internet em termos comportamentais ainda é pequeno, se comparado a outros países. Mesmo assim, já há quem apenas assista “TV” usando a internet, em plataformas como Youtube ou Netflix. Nosso próprio governo tornou-se digital em diversos aspetos.

A nova geração está toda online. E quando um website não é capaz de impressioná-la, pode botar todo um negócio a perder para os anos vindouros.

Criar um novo website – telemóveis

Pode bater pé e dizer asneiras. Nada do que falar mudará a realidade: em Portugal já 50% dos usuários estão a aceder a internet por telemóvel. Em países como o Brasil, a proporção é ainda maior. Um website que não adapta-se de modo satisfatório a telemóveis é uma máquina de perder clientes… e dinheiro. Muito se fala hoje em responsivo, assim como em aplicativos para telemóvel. A verdade é que 99% das empresas não precisam de apps – mas 100% delas têm de possuir websites que sejam apresentáveis em um ecrã de telemóvel ou tablet.

“Ajustar” um website obsoleto para visualização em telemóveis, além de ser uma tarefa ingrata para designers e programadores, é um esforço inútil. Hoje, quase a totalidade das soluções para criar um website existentes oferecem pré-configurações que facilitam a visão em dispositivos móveis. Meter um quebra-galho numa plataforma que não foi pensada para tal é o mesmo que abastecer um automóvel a gasolina com gasóleo – pode até rodar um tanto, mas criará problemas maiores logo mais.

Criar um novo website – automatização e machine learning

Possuir um website deixou de ser apenas um versão digital de um cartão de visitas. Hoje, um website bem construído permite a uma empresa automatizar uma série de tarefas, que vão desde a captação de clientes até o atendimento de pós-venda. Chats online, formulários de pesquisa, registos para o usuário, lojas online, sistemas de entrega e busca – é possível oferecer aos clientes comodidades com custos muito menores do que os equivalentes físicos desses serviços.

Criar um novo website

E a coisa vai além. O próprio comportamento dos usuários em um website pode ser medido, registado, armazenado e processado, de modo a auxiliar uma empresa em suas projeções e estratégias. Por meio do machine learning, é possível determinar áreas do país mais propensas ao consumo de seus produtos, faixas etárias de clientes que gastam mais, horários mais vantajosos para a abertura e fechamento de lojas e muito mais.

Criar um novo website – valorização de marca

Finalmente, como somos designers por formação e de coração, não poderia faltar: criar um novo website é algo que pode gerar mais-valia para sua marca. As marcas mais respeitadas do mundo hoje reforçam ou criam sua “aura” por meio de ações digitais e do conteúdo que oferecem a clientes, usuários e até fãs no segmento digital. Do mesmo modo, um site antiquado e obsoleto deduz pontos de sua marca – especialmente entre os mais jovens.

Um bom design e um web design competente são ferramentas cada vez mais essenciais para conduzir um negócio ao sucesso. E para os clientes da era digital, não lhes importa se a empresa é uma padaria da freguesia ou uma multinacional de telecomunicações – é o conteúdo e comunicação da marca que importam.

Web Design Conversão

Web design sem conversão é inútil

O web design é, comumente, uma área associada à arte. Sem dúvida que o objetivo dessa disciplina é sempre o de criar algo belo, prático e inovador. Contudo, há um objetivo muito mais crucial e importante no web design, o qual por vezes é esquecido. O web design precisa gerar conversões.

Ainda quando não se trata de uma loja ou site corporativo, todo website tem sempre uma meta. Há sempre algo que deseja-se por parte do usuário ou leitor: seja uma maior permanência, ou cliques em áreas específicas, ou que transfira ficheiros ou ainda compre produtos. A função do web design, nesse caso, não é a de “deixar tudo bonitinho”. Ao contrário, há sites não tão bonitos que geram resultados esperados – outros são lindos, mas não atendem às metas que são estabelecidas.

Web design com conversão

O web design com conversão implica no estudo do público-alvo, do cliente que está a desenvolver um novo site e até mesmo das práticas e plataformas em voga no momento em que o site é desenvolvido. O erro comum está em “fragmentar” o raciocínio no campo do design. Ou faz-se primeiro algo bonito ou vistoso, para somente depois pensar no uso prático dessa peça, ou pensa-se demais na prática, utilizando o design somente à posteriori para “consertar” o que realmente não é aceitável.

A visão holística dentro da criação de sites ainda é algo raro. Dificilmente opta-se pelo simples e direto e, tanto da parte de clientes quanto de agências, prima-se pelo aspeto do projeto em termos de gosto, não de usabilidade ou resultados. Enxergar a conversão, com base nas intenções do cliente e comportamento de seus usuários, é uma das principais funções do web designer.

Características do bom web design

Seguir tendências, estar com uma “cara” moderna ou aplicar modelos prontos que estejam em alta não constitui um bom web design – ao menos não necessariamente. A união do útil, do agradável e do lucrativo precisa ocorrer sempre. A visão completa de Dieter Ram a respeito dos “mandamentos” do bom design traduzem, de forma primorosa, o que qualquer empresa ou dono de site deve esperar de seus web designers. Contudo, é preciso deixá-los trabalhar, para que alcancem uma peça que atenda a 10 itens essenciais:

  1. Um bom web design é INOVADOR. O bom web design faz uso, sempre que conveniente, de tecnologias que sejam inovadoras e atuais. Desenvolvimento de sites com padrões de um, dois ou dez anos atrás é algo que não é cabível e nem mesmo profissional. O bom web design cria produtos que tenham uma vida útil considerável, e portanto precisam ser inovadores em relação a seus antecessores.
  2. Um bom web design é ÚTIL. Isso significa que todo elemento, estético, artístico ou visual, precisa de utilidade. Vivemos em uma época na qual usuários são imediatistas e práticos, e qualquer aspeto sem utilidade é simplesmente ignorado ou deixado de lado.
  3. Um bom web design é ESTÉTICO. Sim, a beleza ainda é importante. De um modo geral, o “high-end” do trabalho do web designer é criar produtos belos a partir de todas as demais limitações e necessidades existentes num projeto.
  4. Um bom web design é EXPLICATIVO. Tal qual o design tradicional, um produto de web design que precise de explicações ou manuais para que seja compreendido pelo usuário é algo que certamente fracassou. Se leitores e usuários não percebem o que determinado design quer dizer, é hora de trocar por algo mais compreensível.
  5. Um bom web design é DISCRETO. É possível ser apelativo sem atropelar a personalidade do próprio usuário ou a importância do conteúdo. Quando o web design interfere de maneira a limitar a compreensão do conteúdo ou impedir a manifestação e engajamento do usuário, ele simplesmente não funciona.
  6. Um bom web design é HONESTO. O web design de qualidade não tenta “parecer” algo diferente daquilo que é. Um site não pode manipular o usuário com promessas que não é capaz de cumprir ou oferecendo funcionalidades que simplesmente não possui.
  7. Um bom web design é DURADOURO. O web design e suas tendências estão em constante evolução e mudança. O web designer precisa, desse modo, garantir que o produto entregue a seus clientes seja atual e cabível pelo maior tempo possível. O bom web design sobrevive a tendências menores.
  8. Um bom web design é PRECISO. Não se pode deixar a interpretação e o design por conta do acaso. Cada reação e intenção deve ser, sempre que possível, prevista pelo web designer e usada de modo a tornar o site algo mais eficaz.
  9. Um bom web design adapta-se ao AMBIENTE. No caso de Dieter Ram, isso diz respeito ao atributo “environmentally friendly” de um design. No contexto do web design, pode-se traduzir como algo que não crie incômodos e poluição visual em relação àquilo com que o usuário já está habituado, conforme a respetiva plataforma.
  10. Um bom web design é MÍNIMO. O web design tem como função organizar e dispor informações e conteúdo relevante, para criar uma visualização funcional, útil, prática e agradável. Quanto maior o número de elementos e variáveis, mais difícil torna-se atingir tal objetivo.

Saleable design

A MeuPPT trabalha com uma filosofia dentro de seus projetos de design e web design que vai além dos conceitos que já abordámos. A verdade é que o design de qualidade, além de criar conversão e gerar resultados para o cliente, pode inclusive gerar receita. Marcas bem constituídas são capazes de criar fontes alternativas e complementares de receita simplesmente com base em seu design e estilo.

No campo offline, a Apple, a Ferrari, a Starbucks, são todas bons exemplos disso. Seu design é tão marcante, útil e agradável, que chega a ser vendido e criar faturação para essas empresas. A Ferrari vende perfumes, camisetas, jaquetas e acessórios de vestuário. Em tese, trata-se de uma marca de automóveis. Entretanto, seu design é tão bem planejado e construído que passa, por si só, a ter valor.

No campo do web design isso é, de certo modo, uma novidade. Ainda assim, pensamos com esse objetivo. Amanhã, aspetos e módulos de programação e web design usados em um site empresarial poderão ser vendidos aos usuários. Plataformas personalizadas e com design mais sofisticado podem ser alternativa paga a websites mais simples e comuns. Ebooks, apresentações, animações – tudo isso pode gerar receita financeira suplementar. Como designers, temos de pensar no valor do que criámos – inclusive sob o aspeto financeiro.

O Saleable Design é o design que pode ser vendido. A partir dele, podem ser criados produtos e serviços específicos, que antes sequer eram imaginados. Para concluir a ideia da conversão, basta encerrar com uma simples frase:

 

 

Design sem conversão é apenas mero desenho.

MeuPPT Comunicação
Quanto custa um website

Quanto custa um website?

Essa é a pergunta que toda nova empresa faz. Quanto custa um website nos dias de hoje? A resposta não é, em absoluto, simples. Basta dizer, para início, que tudo depende do que se deseja no website que pretende construir.

Para além de atributos de design ou comunicação, extremamente subjetivos, funcionalidades são em geral os itens que podem encarecer o projeto de um website. A MeuPPT especializou-se, em geral, na construção de websites simples, rápidos e baratos, mas isso não significa que alguns clientes não tenham de gastar mais com sua presença digital.

Quanto custa um website – o começo

Se possui um pequeno negócio, ainda assim é preciso que tenha um website. Entretanto, pode ser que apenas queira algo que reflita o negócio e área de atuação da empresa, com possibilidades, claro, de modificação quando queira e postagem de conteúdo em forma de posts e afins. Para esses casos, um website em WordPress simples e estilo “corporativo” é mais que suficiente. Se estamos falando em euros, cobrámos por volta de €200-250 para um novo site. Contudo, no mercado, preços podem variar até cerca de €1.000-1.500, a depender da agência ou web designer.

Há ainda a possibilidade de uso de construtores e soluções “faça por si”, como o Wix. Embora as ferramentas de customização do Wix e alguns concorrentes tenham evoluído imenso, a verdade é que o trabalho de um web designer é sempre uma falta. Pequenos detalhes e faltas podem afastar clientes e deixar seu negócio menos apelativo. Além disso, tais ferramentas envolvem pagamentos mensais – embora baratos, no horizonte de um ano e pouco a probabilidade é que tenha gasto o mesmo que gastaria com um profissional a construir seu website.

Quanto custa um website – funcionalidades

Pode ser que a intenção vá um pouco mais além. Se pretende um website que possua uma loja online, um sistema de subscrição ou assinaturas, plataformas de formação à distância e outros, terá de desembolsar maior valor na construção de um website. Para os clientes da MeuPPT, geralmente recomendámos soluções híbridas. Isso quer dizer que o website em si pode ser construído de forma rápida e barata em WordPress, enquanto que a loja online ou plataforma de ensino podem ser desenvolvidos em paralelo, por meio de alguns excelentes serviços existentes na web.

Esse tipo de “bifurcação” na estratégia permite que avalie-se ganhos e lucros a partir de cada estratégia, impedem websites pesados e de lento carregamento e permite rapidez e baixo custo no desenvolvimento de soluções diversas. Temos um texto específico que mostra como é mais simples e barato montar lojas online a partir de plataformas prontas, bem como alternativas para uso do WordPress como site principal e plugins ou sistemas na nuvem para formações online.

O quanto custa um website depende ainda de como uma empresa é capaz de usufruir dos recursos e lucrar com eles enquanto desembolsa seu investimento inicial. Montar uma plataforma de ensino em Moodle, por exemplo, um sistema teoricamente gratuito, é algo que pode custar milhares de euros e demorar meses até que se possa, de fato, operar e faturar sobre a plataforma montada.

Quanto custa um website – manutenção

Webmasters que cobram mensalidades simplesmente para manter um website inalterado “no ar” são coisa do passado. O sistema do WordPress e outros softwares de CMS foi concebido para que empresas e proprietários de um website possam atualizar por conta própria seu conteúdo, tendo ou não um web designer envolvido na construção do site em si. Entretanto, manutenções têm algum custo e podem ser necessárias, e isso envolve:

  • Atualizações e compliance com novas normas e práticas de segurança
  • Melhorias no carregamento, layout e visualização
  • Alterações e adições após constatações realizadas junto ao próprio público
  • Atualizações de branding e relacionadas ao próprio negócio

Além disso, manter um website significa pagar, anualmente, pelos domínios selecionados. Também é preciso possuir alojamento para o website, o que pode representar um custo entre 3 e 10 euros mensais a pequenas empresas. De modo geral, é difícil manter um bom website sem que se gaste ao menos 100 euros por ano, entre domínios, alojamento, certificados SSL e outros. Gastar menos que isso significa que seu website perderá junto da concorrência, ou estará mal servido em termos de infraestrutura.

Quanto custa um website – marketing e SEO

Uma vez que um site está no ar, desde que inscrito e submetido a ferramentas de busca, ele pode ser encontrado no Google, Bing e outros. Isso não quer dizer que aparecerá em destaque ou de forma relevante nessas buscas. Após firmar a presença digital, uma empresa tem de garantir que seu conteúdo online será encontrado e consumido por potenciais clientes. Para tanto, além de pequenos detalhes técnicos realizados durante a criação do website, precisa-se investir em marketing.

Serviços de SEO e ferramentas de marketing podem custar algumas dezenas ou centenas de euros ao mês. Tudo depende do quanto pretende investir e qual o tamanho da visibilidade que deseja. Aplicar dinheiro diretamente em Google Ads ou em publicidade em redes como o Facebook é sempre algo que ajuda. Contudo, investir sem conhecimento pode tornar seus gastos irrelevantes – por isso estimamos que uma pequena empresa, com website simples e gastos módicos em marketing precisaria de algo entre €100-200 mensais, de modo a conseguir retorno e pode gastar o mínimo em publicidade, apoiada por um profissional da área.

Quanto custa um website – conclusão

O centro da preocupação do empresariado parece estar na criação de um website. Mesmo custos baixos, como os €200-250 que oferecemos para sites simples muitas vezes parecem altos para pequenas empresas. No entanto, ao optar por improvisos e soluções de caráter próprio, acabam gastando algumas dezenas de euros mensais que seriam dispensáveis se houvesse um serviço profissional – em um par de anos, terão gasto o suficiente para criar um website primoroso, mas estarão com sites amadores e resposta quase que inexistente de seu público.

Um website é um investimento – um pequeno investimento que abre espaço para variadas estratégias de marketing, possibilidades novas de faturação e até mesmo descoberta de novos públicos. Quanto custa um website? A resposta, quase que invariavelmente, é “menos do que os lucros que ele poderá gerar”.

Tendências em web design

5 tendências em web design em 2018

O web design está sempre a mudar. Boas práticas dos anos 2000 e 2001 hoje são risíveis, mas o fato é que as coisas mudam bem mais rápido do que se possa supor. Algumas tendências em web design em voga dois anos atrás já estão com cara de “retrô”, enquanto outras que já estiveram presentes no design voltam com tudo.

Nem toda empresa precisa mudar ou atualizar um website. Contudo, se já vão muitos anos desde a última modernização ou se sua empresa lida com o público mais jovem, é bom ler este artigo até o final.

Tendências em web design – tipografia

A tipografia está a ganhar foco no web design ao menos nos últimos três anos. O uso de textos como elemento gráfico torna o carregamento de websites mais rápido e também o impacto mais eficaz, especialmente em telemóveis. Fontes e textos em “bold”, poucas palavras em destaque, com cores contrastantes e fontes que se confundem com imagens. A tipografia deve seguir em alta este ano, como forma de destacar marcas e criar mais apelo junto ao usuário.

Tendências em Web Design

Tipografia forte e contraste em preto e branco – uma forma rápida e leve de impactar mais na web.

Tendências em web design

Fontes em tamanho extremo em conjunto com cores e transparências, mesclando imagens.


Tendências em web design – gradientes e degradês

Tidos por muito tempo como algo fora de moda, o uso dos “gradients” ou degradês voltou ano passado com força total. Transições entre cores semelhantes ou de mesmo tom, discretas e suaves. A ideia é criar certa perspetiva em imagens na web, oferecendo uma visualização quase tridimensional nos ecrãs. Os degradês podem ser aplicados ao fundo, mas também a elementos em específico. Mesmo na parte de identidade visual e criação de logótipos e marcas, o uso das transições de cores é cada vez mais comum, puxado por grandes marcas da web atual.

Tendências em web design

Degradês e transições vêm sendo aplicados a logótipos e elementos, para criar uma sensação de relevo e profundidade nos ecrãs e sugerir mais movimento.

Tendências em web design

A norte-americana de pagamentos Stripe é apenas um dos exemplos de grandes empresas da web que vêm “puxando” a tendência do uso de transições de cores e “gradients”.


Tendências em web design – duotone

“Duotone” é exatamente o que o nome sugere: o uso de dois tons de uma mesma cor, geralmente em par com elementos em branco ou preto. Especialmente quando o uso da cor possui uma intenção junto ao usuário, o impacto é maximizado e, após o contacto inicial do leitor com a composição, as cores deixam de ser o foco principal, passando a ser a mensagem o centro das atenções. O duotone é uma forma sofisticada e em alta de criar cenários dentro da lógica de storytelling de um site, com “cenas” em cores diferentes. Além disso, é um modo mais minimalista de usar cores e tons fortes.

Tendências em web design

O duotone permite que o uso de cores fortes e “berrantes” seja eficaz, mas sem tirar a importância ou relevância do texto ou conteúdo em si.


Tendências em web design – assimetria

A simetria é algo supervalorizado atualmente – o web design parece ter-se revoltado em relação à óptica sempre simétrica e “certinha” dos websites. A assimetria, juntamente com o uso e sobreposição de imagens e textos, é uma das grandes tendências para 2018. Mais do que simplesmente uma forma de quebrar a monotonia, a assimetria vem sendo utilizada para criar sequências de telas e histórias mais engajadoras no web design – uma forma de deslocar e dirigir a atenção do leitor e reduzir abandonos de páginas.

Tendências em web design

Palavras quebradas em linhas distintas, tamanhos diferentes de fontes, sobreposição com imagens e falta de paralelismo. O uso mais assimétrico dos elementos é uma grande tendência, especialmente quando relacionada ao uso do storytelling na comunicação online.


Tendências em web design – vídeos como fundo

Ainda na tendência de imprimir mais movimento a websites e contar histórias, o uso de vídeos como background é uma tendência crescente. É preciso apenas observar que, como vídeos consomem recursos para renderização e exibição, o mais prudente é utilizar trechos de vídeos mais curtos e em “looping”, ou seja, que se repetem após alguns segundos, eliminando a necessidade de carregamento constante.

Tendências em web design

Vídeos de fundo eliminam a necessidade de muito texto – a perceção do significado dá-se de modo automático e o usuário sente-se como que colocado em uma jornada.

Page Builders para Wordpress - Divi

7 page builders para WordPress em análise

A grande maioria dos temas atuais para WordPress possui ferramentas para que o usuário construa suas páginas e posts. Esses são os famosos page builders. Alguns deles possuem recursos que tornam os temas praticamente acessórios, enquanto outros funcionam bem com determinados temas específicos.

Há hoje diversos page builders para WordPress excelentes. Alguns funcionam bem em qualquer situação, outros nem tanto, mas a maioria deles possui versões gratuitas razoáveis. Em alguns casos, vale inclusive adquirir as versões premium, especialmente para quem quer caprichar no visual e no marketing de seu website.

Ainda assim, alguns page builders para WordPress vendem uma facilidade, mas são demasiado complicados de usar. Alguns vendem dinámica, porém são lentos para carregar e criam problemas de velocidade no próprio site. Avaliamos os pontos positivos e negativos de 8 dos page builders para WordPress mais populares da atualidade, e temos o nosso vencedor. Lembre-se, contudo, que nossa análise é feita sob a óptica do utilizador, e não do designer ou programador.

Alguns builders podem ser excelentes para quem cria websites por profissão, mas não é isso que quisemos avaliar aqui. Queremos indicar a melhor opção para quem não vive de web design, mas precisa dele para viver e vender.

Page Builders para WordPress – Elementor

O Elementor é um page builder para WordPress relativamente novo. Sua versão gratuita já é bastante poderosa e possui opção para edição profunda das páginas. A despeito do tema que esteja a utilizar, é possível criar landing pages e páginas completamente diferentes e personalizadas, ou por outro lado seguir o design que já existe. O Elementor possui, entretanto, um pequeno inconveniente: a depender do modo que as páginas são montadas, a visualização torna-se bastante confusa em dispositivos móveis.

Elementor Page Builder para WordPress

Ainda assim, a ferramenta é razoavelmente rápida e muito poderosa. Há, inclusive, algumas extensões e add-ons gratuitos que podem ser encontrados no diretório de plugins do WordPress. Ao utilizar o Elementor, ressaltamos como aspetos mais positivos:

  • Óptimo banco de layouts gratuitos prontos que podem ser carregados dentro da própria ferramenta
  • Lógica de arrastar e soltar simples e fácil de entender

  • Configurações detalhadas de cada elemento individualmente falando

  • Atualizações frequentes e novidades de quando em quando

Page Builders para WordPress – Visual Composer

Os temas pagos do Themeforest usam com enorme frequência essa ferramenta, em sua versão premium, geralmente. O Visual Composer é bastante rico e dinâmico, e talvez seja o editor com a maior riqueza e variedade de módulos para construção de páginas. Contudo, é um pouco complicado de “montar”, com módulos e botões de opções aqui e ali, linhas, colunas, módulos e semimódulos…

Visual Composer - page builders para WordPress

Quando a página é mais extensa, o usuário praticamente se perde. A foto acima mostra uma listagem dos módulos existentes, mas quando temos a página montada essa confusão do ecrã fica ainda mais difícil de compreender para quem não está acostumado. Ainda assim, é uma ferramenta veloz e bastante versátil, mesmo considerando a versão para download grátis presente no site da marca. Em nível de utilização, podemos ressaltar, como principais qualidades do Visual Composer:

  • Variedade e riqueza de módulos
  • Edição em backend e frontend
  • Extensões boas existentes, porém pagas
  • Presente na maioria dos temas pagos de hoje em dia
  • Facilidade para criar módulos e layouts próprios e reutilizá-los

Page Builders para WordPress – Divi

O Divi Builder, da Elegant Themes, é um dos builders mais populares da atualidade para WordPress. Ele realmente é capaz de criar páginas e sites complexos com relativa facilidade. Como o exemplo anterior, o número de módulos disponibilizados é, sem dúvida, um ponto positivo. Entretanto, o Divi Builder não possui versão gratuita. Para aceder ao plugin, é preciso assinar o serviço da Elegant Themes – o preço é razoável, de US$ 89 por ano.

Page Builders para WordPress - Divi

A interface do builder é uma das melhores do mercado, mas a ausência de ferramentas de edição claras em frontend dificulta um pouco a visualização das alterações que vão sendo feitas. Atualmente na versão 3, o Divi anteriormente possuía uma série de problemas de compatibilidade, que em sua maioria foram resolvidos. Entretanto, embora a marca não divulgue, há ainda problemas em relação a temas mais antiquados.

Page Builders para WordPress – Site Origin

Também bastante popular, especialmente pela grande compatibilidade, o Page Builder Plugin da Site Origin é uma ferramenta razoável. Produz bom visual e possui vários módulos e funcionalidades, além de uma série de add-ons que podem ser encontrados entre os plugins do WordPress.

Em termos de interface, contudo, é bastante pobre. Consiste basicamente num “empilhado” de caixas na área de edição dos posts e páginas. Com o acúmulo de módulos em uma mesma página, a operação torna-se difícil e confusa, para não dizer quase impossível. Apesar disso, possui alguns modelos e oferece possibilidades que podem fazer a diferença no layout. A versão gratuita oferece limitações, porém tem o pacote básico em dia.

Em termos de opção gratuita, contudo, dificilmente equipara-se a plugins mais visuais e ricos, como o Elementor ou o Motopress Content Editor.

Page Builders para WordPress – Themify

O Themify possui uma versão Lite gratuita, com algumas limitações. Em geral, possui interface e operação razoáveis, mas não é um editor bom em termos técnicos. Possui erros que são aparentes, especialmente em alguns temas e, caso haja desativação do plugin por qualquer razão, desaparece completamente o conteúdo. Em termos de design, para além da aparência, há uma série de práticas desatualizadas em código e no que tange ao próprio comportamento dos módulos.

Talvez a interface o leve a considerar o Themify uma boa opção, mas para além disso, será melhor optar por outros dos editores gratuitos deste post.

Page Builders para WordPress – King Composer

Poucos ainda falam desse builder, relativamente recente, mas a verdade é que tem tudo para tornar-se um dos melhores e mais populares para WordPress em pouco tempo. O King Composer possui uma versão gratuita, já poderosa, e outra paga, a partir de um pagamento único de 39 dólares. A interface é bonita e parecida com a já conhecida do Visual Composer. Contudo, há duas grandes vantagens no King Composer: o fato de possuir boa interface para edição em backend e frontend, e sua óptima velocidade.

Além disso, ao contrário de muitas outras ferramentas, o King Composer oferece um teste em tempo real a partir de seu website. Assim, o usuário pode avaliar a ferramenta em funcionamento, tanto para backend quanto para frontend, antes mesmo de efetuar a transferência do plugin. Se ainda não optou por outra ferramenta ou seu tema não possui um builder específico, vale o teste.

Page Builders para WordPress – Motopress

O Motopress Content Editor talvez não disponha do número infindável de módulos do Divi ou Visual Composer. Entretanto, possui uma vantagem essencial que o torna, para nós, a melhor das ferramentas aqui listadas: a simplicidade. Fácil de usar e operar, sem inúmeras opções que não fazem qualquer sentido para quem não é web designer e com algumas extensões gratuitas existentes.

O Motopress Content Editor é compatível com a grande maioria dos temas e roda mesmo em versões mais antigas do WordPress. Mesmo após a edição, permite também facilidade de alterações de código para designers e programadores, o que torna a ferramenta um ponto médio perfeito entre um builder para leigos e um builder para profissionais. Não há excessos e a ferramenta concentra-se no necessário, possuindo também um editor que REALMENTE é visual, poupando o usuário de perder horas em tutoriais.

Mesmo a versão gratuita já oferece poder suficiente para montar belas páginas, mas o preço da versão premium também não é nada absurdo: 29 dólares pagos uma única vez.

Criação de sites em Portugal – guia rápido

A criação de sites em Portugal é algo atrasada em relação ao que vemos em outros cantos do mundo. Há ainda muito apelo regionalista, o que impede empresas de conseguir bons profissionais e serviços, em favor daquele fornecedor que “está ao lado”.

Na web mundial, muitos da criação de sites ocorre de maneira remota. Bons web designers do Leste Europeu são contratados para trabalhos por empresas americanas, assim como agências americanas atendem a empresas asiáticas, sem nunca tomar um único voo sequer.

É preciso superar o tradicionalismo estagnante, para que sua empresa possa aceder a serviços de primeira linha – alguns deles sequer em Portugal. A criação de sites é um projeto que esbarra em uma série de itens. Não é preciso, necessariamente, adquiri-los todos num mesmo lugar. Concordamos que, em algumas instâncias, migrar para fornecedores “desconhecidos” ou “longínquos” ainda cause medo. Assim sendo, vamos separar a coisa por partes – e daí avaliar cada um desses aspectos no contexto do fornecedor-remoto:

  • Aquisição e gestão de domínios
  • Alojamento e hospedagem de sites
  • Arte, design e web design
  • Programação e desenvolvimento web
  • SEO e marketing digital
  • Produção de conteúdo

Criação de sites em Portugal – domínios

Há empresas em Portugal, tradicionais, que oferecem por vezes boas promoções para aquisição de domínios. Em outros casos, o próprio fornecedor do alojamento web oferecerá o primeiro ano de domínio gratuito. Entretanto, no geral, há uma grande verdade no mercado português: domínios são caros demais.

Especialmente quando refere-se a domínios .PT, preços vão à altura, ainda que ao primeiro ano consiga-se gratuidade. A recomendação – e algo que do ponto de vista publicitário e comercial faz até mais sentido, é optar por um domínio principal .COM. Mais globalizado, com prerrogativas internacionais e mais barato.

Os fornecedores web de alojamento e domínios em Portugal ainda têm complicações adicionais. Exigem procedimentos sem qualquer necessidade para mudanças de DNS ou “transferência” de domínio. Absurdos que resultam em cobranças inexistentes em outros países e apenas dificultam a vida da empresa e também de profissionais que lidam com o segmento. Ao adquirir um domínio .COM por uma empresa de varejo mundial na área, como o GoDaddy, por exemplo, é possível apontar o DNS para qualquer alojamento em segundos. Dois ou três cliques. E a mudança entra em efeito em alguns poucos minutos.

Tente fazer o mesmo em um domínio adquirido no DNS.pt…

De qualquer maneira, há imensas opções mundo afora, baratas e de qualidade – basta deixar de lado a busca pelo domínio .PT e preferir um .COM.

Criação de sites em Portugal – alojamento

Sempre ideal escolher alojamento se o domínio já está incluído, certo? Na verdade, o cerne do problema hoje é outro. Alojamentos oferecem boa capacidade de armazenamento, mas limitam seu uso de outras formas que fogem ao conhecimento do usuário leigo. Recomenda-se a busca de alojamento não apenas em Portugal. A despeito da sanha desgrenhada de manter negócios “com empresas patrícias”, a verdade é que 90% das empresas de alojamento utilizam servidores e serviços na nuvem que não encontram-se no território nacional.

Aumente o raio de ação e consiga melhores fornecedores, buscando em todo canto do mundo. Se terminar com uma empresa de alojamento portuguesa, que seja porque é a melhor e maus vantajosa – e não porque está cá ao lado. Para todos os efeitos, para empresas de pequeno e médio porte na atualidade que desejam efetuar a criação de sites, é preciso verificar, na hora de cotar alojamento:

  1. Condições de preço para domínio e alojamento APÓS o primeiro ano
  2. Limitações “escondidas” em relação ao número de contas de e-mail ou fluxo de dados
  3. Se há ou não certificado SSL incluso, ou quanto custará adicioná-lo no futuro
  4. Limitações ao número de bases de dados MySQL
  5. Avaliações online e de clientes em relação à velocidade e desempenho

Outro aspeto fundamental é o suporte. Prefira aqueles em seu idioma, caso não fale inglês, mas lembre-se de que isso limita seu poder de negociação. Se fala inglês, pode contratar alojamento em qualquer lugar praticamente. Empresas como a Amen, em Portugal, a Arsys, na Espanha, ou a americana Bluehost são destaques em termos de suporte e atendimento.

Criação de sites em Portugal – web design e desenvolvimento

Uma dica gratuita para qualquer um que queira criar um site: tente não dissociar por completo design e programação. Nada é mais demorado, frustrante e também ineficaz do ponto de vista de custo, prazo e produto final do que montar desenhos e conceitos com um, e pedir que os transforme em algo que resulte com outro.

Programação e design precisam de caminhar juntos.

Tenha em mente que o desenvolvimento web hoje é, de uma forma ou de outra, um universo de plataformas pré-configuradas, frameworks, modelos e templates. Ao separar demais as coisas, corremos o risco de misturar muita coisa num mesmo lugar. A melhor política para criação de sites empresariais rápidos e funcionais envolve, por parte do cliente, alguns passos importantes.

  1. Saber o que quer. Use modelos, aponte referências realistas e explique detalhadamente o que busca e que resultado quer atingir.
  2. Exija previews e modelos, uma vez iniciado o projeto, navegáveis. Um JPG ou uma imagem parada não reflete o que será um website, especialmente para quem não desenvolve para a web.
  3. Prefira designers que desenvolvam bem e tenham portfólio, ou programadores com projetos avançados, que tenham boa noção estética. Não contrate dois profissionais que nunca se viram para realizar juntos um serviço unificado.
  4. Desconfie de quem não utiliza o que já provou-se mais eficaz. Hoje a criação de sites é feita em plataformas como o WordPress ou sistemas como WooCommerce, Opencart, Magento, no caso de lojas online. Na questão de design, sites responsivos e otimizados para telemóveis não são um luxo, são uma obrigação. Se uma empresa ou agência não o oferece, não merecerá sequer atenção.

Ademais, prefira o simples. Esqueça conceitos retrógrados e não tente repetir sua linguagem corporativa usual e impressa em sua faceta digital. A comunicação na internet não ocorre de forma idêntica àquela feita em termos físicos. É preciso objetivo, brevidade e, acima de tudo, um pouco de rompimento com os estamentos do corporativo secular.

Criação de sites em Portugal – SEO e marketing digital e conteúdo

Este é o caso no qual o profissional poderá estar sim a atuar remotamente, mas deve ter contacto frequente consigo. Um profissional de marketing precisa compreender e entender uma empresa, de modo a formular campanhas e estratégias que resultem melhor. Aprenda algo aqui: ser visto por mais pessoas não necessariamente é o melhor do marketing no meio digital. Ser visto pela PESSOA CERTA o é.

SEO bem feito exige conhecimento profundo do mercado-alvo

Profissionais de SEO, além disso, precisam de compreender o mercado no qual atuam e no qual sua empresa está a atuar. E, convenhamos, o mercado português é bastante característico e muito distinto de outros mercados mundiais, como Estados Unidos ou Inglaterra. De nada adiantará usar de técnicas e ferramentas que multipliquem acessos e visitas, quando não está a atingir o público que realmente comprará seus produtos.

O mesmo se dá em relação ao conteúdo, porém de modo um pouco diferente. Sempre prefira que o conteúdo venha a ser produzido por pessoas que conheçam o mercado-alvo. Se vai vender cá em Portugal, prefira portugueses, mas ao vender no Brasil, procure por brasileiros. O mesmo se aplica a quaisquer outros mercados.