gastar menos em adwords

Como gastar menos em AdWords?

As AdWords e outras formas de publicidade vinculadas a buscas ou redes sociais revolucionaram a propaganda. Hoje, pequenas empresas podem figurar lado a lado com grandes. Tudo excelente, mas essa ferramenta tem um preço – e, ao contrário do que muitos que atuam no marketing possam dizer, não é nada barata.

A facilidade de operação e investimento em AdWords faz com que muitos empresários elevem o tráfego em seus websites, mas misteriosamente, clientes que é bom, nada. E, enquanto toda gente clica sem comprar, a empresa segue a pagar por cliques – e acumula dívidas imensas com o Google.

Como gastar menos em AdWords – keywords negativas

A maioria das empresas que embarca no AdWords por conta própria acaba a pagar por cliques que jamais converterão. Isso porque se esquecem de incluir as chamadas “keywords negativas” na configuração dos anúncios. Essas keywords são “deduzidas” dos resultados. Por exemplo, se uma empresa está a vender livros didáticos em formato impresso, poderá excluir resultados para “livros digitais” ao adicionar essa keywords de forma negativa. Isso evita que usuários que não estão interessados nos livros impressos venham a clicar nos anúncios, gerando custos com cliques sem possibilidade de conversão. Para adicionar as palavras-chave negativas, basta seguir os passos no editor do AdWords:

  1. Selecione Palavras-chave e segmentação > Palavras-chave, Negativo.
  2. Clique em Adicionar palavra-chave negativa e selecione Palavra-chave negativa do grupo de anúncios ou Palavra-chave negativa da campanha.
  3. Se solicitado, selecione o destino para a nova palavra-chave negativa e clique em OK.
  4. Introduza a palavra-chave negativa no painel de edição.

Como gastar menos em AdWords – investir na cauda longa

O “long tail” em keywords é um conceito razoavelmente simples, mas também pouco observado por aqueles que investem no AdWords por conta. A cauda longa define keywords mais alongadas e específicas que, embora gerem menos cliques, resultam mais em termos de conversões. Isso pode parecer ruim para o empresário iniciante na publicidade digital (gerar menos cliques é negativo… ou não), mas o facto é que isso possibilita que gastemos menos ao pagar cliques que em nada ajudarão, concentrando todos os cliques em usuários que realmente procuram o produto que estamos a vender.

keywords negativas

Cauda longa – em outras palavras, ser mais específico na escolha das keywords, para concentrar cliques em usuários que realmente procuram o que está a oferecer.

Como gastar menos em AdWords – fazer experiências

Para todo e qualquer anúncio, é melhor criar duas ou três variações com baixo investimento para medir resultados. Isso impede que grandes somas sejam gastas em anúncios que resultam pouco, ou naqueles que custarão caro em termos dos lances em palavras-chave, para pouco retorno em termos de conversão. E, no que toca às experiências, não adianta de nada fazê-las apenas de início. As métricas são as melhores amigas da empresa que anuncia online e, para qualquer campanha, experimentos devem ser colocados no ar e medidos antes que as peças e anúncios definitivos recebam um investimento mais pesado. Para gastar menos em AdWords é preciso testar sempre.

Como gastar menos em AdWords – alta concorrência não é melhor

Temos uma predisposição natural em apostar naquilo que toda gente aposta. Com keywords ocorre algo parecido. Ao estudar as palavras-chave possíveis para determinado termo, geralmente priorizamos aquelas com maior concorrência. Sem dúvida que elas serão mais buscadas pelos usuários, mas também lhe custarão mais nos cliques e lances, além de rivalizar com diversas outras empresas que já estão a investir nelas.

Ao contrário do que muitas agências prometem, “estar em primeiro no Google” é praticamente impossível com palavras-chave de alta concorrência. Imagine do seguinte modo: se uma agência prometer o primeiro lugar em determinada keyword para cinco de seus clientes ao mesmo tempo, qual deles irá aparecer em primeiro? A concorrência fará com que sua empresa apareça menos em destaque, para que as demais investidoras da keyword também figurem. Isso resultará em uma imensidade de visualizações e buscas, mas em pouco resultado em termos de cliques e conversões.

Como gastar menos em AdWords – atenção aos horários

Algumas horas do dia geram mais buscas, mais cliques e mais conversões. A única maneira de chegar a esses horários é ao fazer os experimentos que sugerimos antes. Uma vez que os horários de maior atividade tenham sido medidos e definidos, o AdWords permite a programação dos anúncios conforme hora do dia e dia da semana. Pode utilizar a programação de anúncios para:

  • Especificar determinadas horas ou dias da semana para apresentar os seus anúncios.
  • Definir ajustes de lance para aumentar ou diminuir os lances para horas e dias específicos.

A segunda opção é muito interessante – ela não deixa de exibir seus anúncios nas horas de menor procura, mas reduz os gastos com cliques e lances nesses períodos nos quais o seu público tem menor interesse.

Melhorar desempenho no PageSpeed – cache do navegador

O PageSpeed do Google é uma ferramenta online que mostra como e quão rápido um site é carregado. Entretanto, ele não apenas mede velocidade. O desempenho no PageSpeed leva em conta práticas mais eficazes de programação, um uso melhor de imagens e estilos e a qualidade do serviço de alojamento. Há empresas que prometem “atingir os 100”, mas a verdade é que a depender do website e do serviço de alojamento ou servidor, isso é bastante irreal.

É importante, contudo, manter os scores do PageSpeed razoáveis e, principalmente, resolver os problemas que são ali apontados pela ferramenta. Infelizmente, não é tarefa fácil resolvê-los todos e isso exige, em algumas circunstâncias, o uso de plugins e ferramentas adicionais no WordPress, ou conhecimento de programação mínimo. Em outros sistemas de CMS, o mesmo se aplica – Magento, Opencart, Drupal, Joomla e afins.

Desempenho no PageSpeed – uso de cache do navegador

Há diversas maneiras de utilizar o cache do navegador em websites. Esse cache serve para guardar alguns elementos e ficheiros carregados em sua página, assim quando entrar novamente nela, o browser apenas terá de carregar parte dos dados. Isso torna o site mais rápido e melhora o desempenho no PageSpeed. Entretanto, há alguns plugins de caching para WordPress que são muito pesados e acabam botando a perder os ganhos de velocidade. Outros são complicados e difíceis de lidar. Há ainda maneiras de ajustar o cache do navegador diretamente a partir do alojamento web ou servidor – mas isso é uma questão mais avançada.

POR MEIO DE PLUGINS

Há uma lista imensa de plugins de cache. Tente optar por um plugin simples e sem muitas configurações se não percebe muito de programação. Se tem mais vivência, poderá optar por plugins que sejam mais configuráveis – assim poderá arranjar os períodos de expiração do cache e melhorar ainda mais o desempenho. Dentre os plugins de cache, alguns são mais populares e têm melhores avaliações:

Há quem prefira uma solução mais profissional. Se possui um website com muito conteúdo, tem boa desenvoltura em configurações do WordPress e quer desempenho máximo, há plugins pagos de excelente qualidade e bom suporte. Na área de cache, um deles é o plugin da Borlabs. Além de cache, lida com problemas em bancos de dados, otimiza vários outros fatores que geram lentidão e erros e maximiza o desempenho no PageSpeed.

DIRETO NO SERVIDOR

Há como gerenciar e modular seu cache no navegador diretamente no servidor, por meio do ficheiro chamado .htaccess. Já abordamos esse tópico no artigo “7 maneiras de melhorar a velocidade no WordPress“. Esse tipo de abordagem deve ser realizada apenas por quem tem algum domínio não apenas de WordPress, mas de configurações Apache e de PHP. É preciso algum domínio de programação e cuidado na hora de realizar mudanças desse nível, que poderão afetar todo o desempenho do site e até tirá-lo do ar.

OFERECIDO PELO ALOJAMENTO

Há alguns alojamentos web que oferecem ferramentas próprias de geração de cache para melhorar a velocidade de um website. Há imensos tipos de cache e técnicas para realizá-los – alguns são gerados no browser e outros no próprio servidor. De um modo geral, serviços de host que oferecem soluções próprias de cache merecem atenção, porém é preciso questionar a respeito de como esses caches são configurados e, se possível, realizar testes com e sem as ferramentas para avaliar o desempenho.

 

 

Conteúdo estruturado e útil

Conteúdo – mais importante do que nunca na Europa

A nova legislação do GDPR, ou em Portugal, o Regulamento Geral de Proteção de Dados, trará uma série de desafios no campo do marketing digital. O conteúdo será a chave para garantir fluxo e manutenção de clientes e o explicaremos neste post.

Os direitos agora concedidos ao usuário e de obrigação de toda empresa e negócio online irão tornar a prática de anúncios e rastreamento de usuários na internet, no mínimo, mais desafiadora. Embora tecnicamente positiva no que se refere à privacidade do usuário, a verdade é que com sites a seguir as normas, a paciência do leitor online irá diminuir ainda mais.

Quem lida com marketing digital sabe que a grande maioria dos usuários fica apenas uns poucos segundos em cada página. Verificam se ali encontram o que querem e, se não, simplesmente vão embora. Com as janelas, caixas de opção e botões sem fim que o GDPR exigirá para colher consentimentos imensos de cada usuário, a tendência natural é que muitos deles simplesmente percam a paciência e vão procurar a informação que desejam noutro sítio.

Conteúdo como fator de permanência

Na nova guerra contra o “bounce rate” causado pelo excesso de confirmações, pop-ups e consentimentos do GDPR aparece o conteúdo. Quanto mais relevante, essencial e único, melhor será a justificativa para que o usuário de fato esteja disposto a gastar seus valiosos segundos iniciais a preencher ou clicar aqui e ali para habilitar o acesso ao website. Noticiazinhas sem valor, descrições de produtos e serviços lugar-comum, como os textos institucionais que ainda são usados pela grande maioria das empresas, não terão qualquer chance.

Ninguém irá perder seu tempo a preencher formulários para saber da história sem qualquer curiosidade da fundação de sua empresa ou sobre notícias que, na melhor das hipóteses, dizem respeito apenas aos vossos empregados. Parece uma crítica dura e absurda, mas se pretende vender e ganhar tração para o seu negócio sob as novas regras que irão gerir a internet na União Europeia, guarde no bolso o orgulho e veja isso como uma oportunidade de melhorar a comunicação de uma vez por todas.

Todos já sabiam que um bom conteúdo é o fator central para elevar a permanência do usuário em um website. Contudo, algumas empresas ainda consideravam “caro” investir nesse quesito. Engraçadamente, muitas delas seguem a gastar milhares de euros mensais em AdWords e publicidade em redes sociais, tudo para captar uma meia dúzia de potenciais clientes a partir desses investimentos.

Investir em conteúdo deixará de ser um luxo – e o fator de permanência que essa estratégia criará é a única forma de lidar de maneira inteligente com o GDPR.

Conteúdo como oportunidade no GDPR

Apesar de amplamente difundido e, em tese, em favor dos direitos do usuário, a verdade é que o usuário mede sequer sabe ao certo que vem a ser o tal GDPR. Do mesmo modo, alguns dos direitos que ele teoricamente possui não fazem sequer sentido em sua visão de como funciona ou para que serve a web. Por exemplo, quanto ao direito de portabilidade de dados. Para seus clientes, a MeuPPT irá dispor de formas para que usuários em seus websites possam transferir seus dados e informações desde a base de dados até seus dispositivos, em formatos amigáveis para esse fim – como XML ou JSON.

Isso soa óptimo – contudo a maioria dos usuários sequer sabe o que poderá ou não fazer com esses dados transferidos. Que dirá dos formatos XML e JSON…

Claro que a obrigação coloca a necessidade em primeiro lugar, e manter um sistema que faça essa transferência é essencial para o compliance de qualquer empresa. Mas estamos a falar de vendas e negócios neste artigo – e para tal o GDPR certamente não é algo que vem para contribuir. Mas há uma forma de, apenas talvez, ganhar com o GDPR. A falta de conhecimento do usuário médio sobre as normas e a obrigatoriedade de inserção de conteúdo e políticas em websites está levando muitas empresas a inserir somente textos produzidos por advogados aqui e ali – aqueles mesmos textos de política de privacidade já existente em sites de todo o mundo, que ninguém quer ou pretende ler (a maioria é simplesmente inútil e desinteressante para a maioria do público).

Mas eis aqui uma pequena sugestão: e se, para além do palavrório legal e sem qualquer interesse humano de políticas e disclaimers, sua empresa usasse a necessidade comunicar tais aspetos como uma oportunidade para falar melhor com o público? Há sim a obrigação, mas ela pode estar em conjunção com o entretenimento e o interesse. Para nós, há algumas maneiras de o fazer:

  1. Criando áreas específicas dentro do site que expliquem de forma divertida e inusitada os direitos que o usuário de fato possui e como pode lançar mão deles.
  2. Utilizando recursos gráficos interessantes para identificar os formulários de consentimento e botões que serão requeridos para conformidade com a nova lei.
  3. Incluindo imagens e vídeos nas políticas de privacidade e explicações.
  4. Colocando o DPO, quando a empresa tiver a necessidade de apontar um, como alguém disponível DE FATO para solucionar dúvidas de usuários. Criar práticas que humanizem a figura desse profissional, retirando seu caráter burocrático e gerando uma imagem mais dinâmica. O bom DPO será aquele que escreve costumeiramente artigos para orientar leitores, responde a dúvidas em chats e canais de comunicação, aparece em vídeos explicativos.
  5. Tornando o compliance com o GDPR algo de fato valioso para seu usuário. Para além das obrigações impostas, oferecer ao usuário medidas de segurança e privacidade exclusivas – como rotinas de encriptação mais eficazes nas bases de dados, canais de atendimento e informação ao cliente a respeito de seus direitos, informações frequentes a respeito de novas implementações informáticas, etc.

Conteúdo como impulso em SEO

Palavras-chave são importantes, avaliar a concorrência igualmente, tal como uma observância de regras e boas práticas de SEO. Contudo, sem conteúdo de qualidade, tudo isso é inútil e não compensa no longo prazo. O conteúdo já é algo essencial para impulsionar o SEO de um website – sob a égide do GDPR, isso tornará ainda mais evidente. Técnicas ditas “black hat“, além de punidas pelo Google, terão implicações perigosas no tocante à privacidade de dados. Poderão levar a multas e a desconformidades.

Oferecer conteúdo para leitura, sem qualquer tipo de condição, será sempre algo livre. Pode-se inclusive levar o usuário a ações que não impliquem na coleta de dados pessoais dele de forma direta – compras, download de produtos digitais, indicação de links para sites associados ou lojas.

O GDPR é, sob muitos aspetos, uma enorme barreira para departamentos de marketing de empresas de diversos segmentos. No entanto, poderá ser uma excelente desculpa para produzir, de uma vez por todas, conteúdo que o usuário de facto esteja disposto a consumir.

 

SEO bnext1

SEO – a diferença entre 100 clientes e 100 usuários

Gerar tráfego não é algo fácil. Exige, em geral, um site bem estruturado, bonito, com conteúdo frequente e boas funcionalidades. O SEO é parte do trabalho aqui, mas não necessariamente é colocado como prioridade. O erro, para a maioria das pessoas, é achar que o SEO é apenas mais um aliado para conseguir aumento de tráfego em um site na web – e elas não poderiam estar mais enganadas.

O Search Engine Optimization, ou SEO, surgiu em função do domínio das ferramentas de busca, como Google e Bing, em relação à forma com que pessoas acedem a informações pela web. Como tais ferramentas possuem mecanismos e critérios para tornar buscas inteligentes e gerar hierarquias a partir do que usuários procuram, o SEO apareceu como uma forma de alinhar conteúdos a esses critérios.

Sim, primeiramente, o objetivo puro do SEO era o de gerar tráfego – fazer sites “aparecerem” no topo da lista. E, em muitos aspetos, continua a ser esse o objetivo. Porém, os profissionais do ramo que levam seu trabalho a sério sabem de duas coisas:

  1. Ranquear em primeiro é algo que depende da palavra-chave à qual nos referimos – e nem sempre é essa a mais procurada pelos usuários
  2. Gerar tráfego em termos de volume chama a atenção, mas isso não significa que esse tráfego é formado por usuários qualificados

Por maior que seja o tráfego em um site, orgânico ou provocado, a conversão pode tornar números gigantescos em esforços caros e desnecessários – em outras palavras, tudo o que foi gasto gerou enorme público, mas ninguém de fato está comprando ou consumindo algo por ali.

SEO – que caminho devemos trilhar?

O parceiro Cristiano Gomes, da Bnext1 Web Consulting, especialista em SEO e SEM e com experiência em marketing digital em diversos segmentos, explica que muitas vezes a falta de foco é o problema que leva a grandes gastos e poucos resultados. Apenas colocar dinheiro em AdWords ou utilizar-se das já batidas receitas de SEO, que estão a ficar para trás, pode levar a pouco retorno sobre o investimento. Alguns pontos que muitas vezes são colocados de lado, nesse sentido, são essenciais:

SEO bnext1

Foco – Decidir qual é o targeting

Cristiano Gomes, da Bnext1 Web Consulting, aponta que a falta de definição de alvos leva a estratégias ineficazes de SEO e SEM. “Com uma boa análise da concorrência, conseguimos compreender quais os comportamentos lineares entre as marcas, e que focos eles seguem online. Com isto, e um bom outreach, conseguem entender onde a vossa marca se pode destacar no mercado (o valor da diferenciação é fundamental nos mercados de hoje), e assim, criar uma estratégia web, que vá atingir o público alvo do nosso produto.”

O mito do “primeiro no Google”

Planeamento e análise não são tempo jogado fora, promete Gomes, da Bnext1 Web Consulting. “Quando as pessoas procuram no Google, procuram para resolver o problema. Como experts em SEO, temos de nos focar nisso, em ajudar as pessoas a resolver os problemas. Se querem vender mais nas vossas lojas online e pensam que comprar um produto específico e estar em primeiro lugar no Google é o que vai fazer com que consigam vender cada vez mais, estão enganados.”

“Quando as pessoas procuram por um produto específico, caso o utilizador pretenda comprar na hora , ou seja, agindo com reação e não consegue, ele vai sempre procurar alguém, alguém que o influencie, que dê uma opinião indicando que aquela marca é a melhor. Dessa forma, o utilizador vai procurar de imediato no Google a solução. E qual é a solução? O utilizador vai querer perceber se aquilo que recomendaram tem o fator veracidade.”

SEO – popularidade não é conversão

Uma empresa não pode ter o mesmo foco online de um Youtuber ou blogger. Embora a popularidade seja bem-vinda sempre, ela deve ser uma consequência de um trabalho de marketing bem feito, e não seu ponto de partida. A conversão é a chave para um site ou campanha de sucesso para uma empresa. Ter um milhão de visitas em uma loja online e apenas 100 clientes a comprar algum produto é praticamente um case de como NÃO desenvolver uma estratégia de marketing digital.

A grande questão é o comportamento. Quando um trabalho de marketing percebe o comportamento do usuário, conseguindo assim torná-lo um cliente, o mecanismo de conversão é desvendado. Com um bom planeamento, o mesmo milhão de visitas pode gerar um fluxo de 10 mil ou 20 mil clientes de facto convertidos. Ainda assim, o comportamento é algo em constante mudança. “Não se trata de um serviço único (SEO), mas sim um serviço de acompanhamento, que permite análise de data de comportamento do cliente e permite à empresa entender qual o comportamento humano por detrás de cada visita aos websites”, Gomes, da Bnext1 Web Consulting.

Conheça nosso parceiro

Bnext1 Web Consulting

A Bnext1 é uma empresa especializada no desenvolvimento e acompanhamento de marketing online (branding), ou seja, através da implementação de medidas de construção e consolidação de uma marca no mercado.

Ferramentas de busca

10 ferramentas de busca além do Google

Sim, o Google é certamente a melhor e mais popular das ferramentas de busca online, ao menos no Ocidente. Entretanto, há outras delas. Além de beneficiar disso submetendo seu site, em termos de SEO, há ferramentas de busca com determinadas especialidades. Isso quer dizer que, em alguns casos, poderão funcionar melhor do que o próprio Google.

Além de ferramentas de busca generalistas, listaremos alguns sites com buscas especializadas neste artigo. Afinal, pode ser que esteja a procurar algo muito específico ou em determinada área, e os imensos resultados mostrados pelo Google tendem a atrapalhar.

O Google é uma ferramenta poderosa de SEO e o mecanismo de buscas mais completo da atualidade. Entretanto, em alguns países do mundo, ferramentas de busca rivalizam com o gigante de igual para igual. Podemos citar:

Inscrever seu website nessas ferramentas de busca pode reverter em melhores resultados no próprio Google. Mas para além disso, muitas vezes quando buscar por conteúdo presente nesses países em particular, essas outras ferramentas podem resultar melhor.

Ferramentas de busca

Mas não é só isso. Ferramentas de busca específicas podem ajudá-lo a encontrar, sem passar por milhares de cliques, exatamente aquilo que precisa. O Google, assim como as três opções regionais que citamos, são aplicações generalistas, e buscam, como eles mesmos propagandeiam, absolutamente tudo. Para buscas específicas, é melhor procurar o lugar certo.

Ferramentas de busca – teses e trabalhos académicos

Se procura teses e referências para trabalhos académicos, utilizar diretamente o Google pode ser um pesadelo. A grande maioria das fontes mostradas não são necessariamente confiáveis. Entretanto, o Google possui uma ferramenta de buscas particular, apenas para procurar esse tipo de material. O Google Académico oferece um sistema de buscas em grandes universidades, publicações técnicas e setoriais, livros e compêndios e outros. Quem hoje está a fazer um trabalho de pesquisa universitário sem esse sistema à mão está a perder tempo.

Ferramentas de busca – dúvidas e perguntas

Quer a resposta para qualquer tipo de pergunta que tenha. Bem, o Google ficou recentemente famoso pelas memes onde perguntas são feitas e respostas dadas na barra de buscas. Entretanto, se quer respostas mais objetivas e sempre atinentes ao que realmente procura, há duas grandes fontes de conhecimento a esperar por si:

  1. Quora – majoritariamente em inglês, o Quora funciona à base de perguntas. Usuários oferecem respostas e, não raramente, é possível encontrar grandes especialistas de diversas áreas a comentar as dúvidas dos usuários. Se procura algo que possa, efetivamente, utilizar do ponto de vista técnico, esta será sua fonte.
  2. Yahoo! Respostas – funciona de modo similar ao Quora. Contudo, grande parte das respostas são de caráter bastante duvidoso. Entretanto, pode ser uma fonte de consulta na qual uma pergunta é facilmente encontrada.

Ferramentas de busca – recursos multimédia grátis

Há um coringa à manga para quem busca todo tipo de multimédia sem direitos reservados, grátis ou de domínio público. O Archive.org possui incontáveis recursos de áudio, vídeo, livros, imagens e até mesmo softwares que podem ser usados, baixados e reproduzidos livremente, sem qualquer restrição. Claro que é possível encontrá-los todos no Google, porém nunca separados por categorias ou organizados conforme direitos autorais de modo tão facilitado.

Para os que buscam particularmente por imagens, outra boa dica é o Pixabay. Nesse site, centenas de milhares de fotos e imagens são disponibilizadas de forma gratuita, de modo que poderá usar sem problemas em seu website ou como mais quiser.

Ferramentas de busca – cálculos e informações

O WolframAlpha é uma ferramenta de buscas completamente diferente de tudo. A partir de palavras e dados informados pelo usuário, é capaz de fazer cálculos, esboçar cenários e pesquisas dados. Apesar de ser uma ferramenta técnica, tem sua utilidade em diversas áreas e não pode ser ignorada. Para facilitar a navegação, o WolframAlpha também oferece botões onde é possível buscar ferramentas de cálculo conforme categorias.

Ferramentas de busca

WolframAlpha – uma infinidade de sistemas, ferramentas e bases de dados e cálculos para todo e qualquer fim.

Ferramentas de busca – sites parecidos

Há uma forma simples e rápida de encontrar sites e aplicações parecidas com alguma que tenhamos em vista. O Similarsites é uma ferramenta de buscas que procura sites similares, segundo uma série de fatores. Basta entrar com o nome do site ou aplicação online e diversos resultados aparecem. Ao clicar em qualquer um deles, o usuário ainda recebe várias informações a respeito, e um link para aceder.

O Similarsites possui inclusive um plugin para uso no Chrome e outros navegadores webkit. Com ele poderá sempre buscar, a partir da página em que está, sites similares para uso e consulta.

Velocidade e SEO caminham juntos

Há empresas a gastar fortunas em SEO. Apesar de melhorarem seu ranqueamento no Google, parecem não conseguir retorno do investimento com clientes. Seus clientes reclamam da demora e lentidão das páginas. Velocidade e SEO caminham juntos e, em alguns aspetos, o próprio Google beneficia empresas com sites mais rápidos e que rodem em telemóveis.

A velocidade é um fator sobre o qual existem dois atributos básicos em um website – sobre um deles, podemos ter controlo direto, sobre o outro… nem tanto. Em suma, a velocidade de carregamento e navegação de um website é determinado por dois fatores principais:

  1. O frontend, ou seja, a programação e forma com que iamgens, conteúdo e código estão dispostos no próprio site e sua visualização
  2. O backend, que é a parte relativa ao servidor, ou seja, a qualidade e recursos do alojamento ou host que está a utilizar

Para lidar com o segundo item, temos de aprender a selecionar serviços de alojamento que ofereçam melhores recursos, menos limitações e sejam otimizados para o tipo de website que estamos a planejar. Há hosts especializados em WordPress, por exemplo, enquanto outros especializam-se em abrigar lojas online e serviços de e-commerce. A verdade é que há serviços de host melhores e piores, mas como a maioria dos websites atuais empregam o WordPress em alguma instância, é melhor usar isso como ponto de partida para escolher um bom host. Em outro artigo recomendamos alguns que trabalham bem e apresentam bom desempenho com o WordPress.

Mais algumas dicas? Pois bem, na hora de fechar negócio com seu alojamento, há algumas “regrinhas” que deve seguir:

  • Opte sempre por servidores Linux para sites e aplicações comuns
  • Verifique com cuidado não apenas o espaço em disco, mas limitações ao fluxo de dados (bandwidth) e número de visitantes ao website
  • Prefira hosts que oferecem SSL gratuito
  • Os melhores servidores usam cPanel – fuja de “paineis próprios”. O benchmark é melhor e mais fácil de trabalhar
  • Armazenamento SSD – seu site irá rodar melhor e mais rápido
  • Descubra se o host possui suporte para HTTP/2 – não precisa compreender, apenas perguntar
  • Finalmente, tente sondar o suporte logo que fecha o negócio – tempo e qualidade das respostas

Afora isso, o melhor que se pode fazer em termos de backend é seguir recomendações. Busque referências, avaliações de grandes veículos do setor, como PC Magazine ou o próprio site do WordPress e experiências de conhecidos.

Velocidade e SEO – problemas no frontend

Aqui, nesta parte, temos de fato tudo aquilo que é possível melhorar em termos de performance sem haver necessidade de mudança de host. Ferramentas de análise diversas apontam os principais aspetos a melhorar. Contudo, embora existam muitos plugins que dizem fazer o milagre, cada site é diferente, possui ficheiros em particular e utiliza recursos que demandam estruturas diferentes. Assim sendo, a otimização quase sempre é parcial.

Para otimizar um site para ganhos de velocidade e, consequentemente SEO, é preciso avaliar cada caso individualmente. Otimizar imagens e usar plugins de cache pode resolver parte do problema, mas há que se considerar os temas modernos, cheios de recursos imensos que nunca são utilizados, e a forma com que o código está estruturado. Por melhor que seja seu trabalho de SEO, alguns fatores podem pesar contra o bom marketing:

  • Tamanho de imagens e elementos, em KB
  • Uso de cache do navegador e também no servidor
  • Velocidade de seu host, em tempo de resposta
  • Organização e número de ficheiros Javascript e CSS em seu site
  • Compactação e concatenação de ficheiros do site

Alguns plugins resolvem parte do problema. Entretanto, às vezes isso impede que determinadas funcionalidades em seu site funcionem perfeitamente, ou cria novos problemas distintos com velocidade. Outras questões que melhoram o desempenho de um site não são tão facilmente operáveis, como o uso de GZIP, habilitação de módulos do Apache, eliminação de bibliotecas e rotinas ociosas, entre outros.

Infelizmente para o público em geral, lidar com profissionais de SEO resolve apenas a questão do conteúdo e do marketing e publicidade frente a mecanismos de busca. E, ao lidar com programadores e técnicos, problemas de velocidade são por vezes resolvidos, porém com pouca atenção à parte de usabilidade e marketing do seu website.

Velocidade e SEO – como medir?

É importante medir a velocidade de seu website, embora isso não deva ser usado como uma métrica absoluta, principalmente no caso do Google PageSpeed. Embora seja uma boa referência, a verdade é que o PageSpeed, em muitos aspectos, penaliza algumas páginas rápidas com perda de pontos em razão de scripts e rotinas que são de seus próprios serviços. Exato – fontes do Google Fonts renderizadas em sua página, scripts de rastreamento do Google Analytics e AdSense e outros. Apesar de a própria empresa dar instruções de como inserir esses serviços em seu site, penaliza-os depois no PageSpeed. Um contrassenso.

Uma boa base, mas se quer mesmo medir direito a velocidade de seu website e detectar problemas com detalhes, deverá usar algumas ferramentas mais completas, que ajudarão velocidade e SEO em seu site:

Velocidade e SEO – feedbacks

Há mais uma coisa: nem todos possuem a mesma conexão e velocidade de acesso à internet. Talvez seu website seja razoavelmente rápido em sua conexão de alta velocidade, ou em 4G, mas isso não basta. Muitos de seus clientes possuem conexões piores, ou utilizam o site em condições não tão favoráveis. É preciso ouvir os usuários e efetuar correções e melhorias, para que não se perca nenhum cliente.

Outras dicas aqui são válidas: páginas mais leves e objetivas, conteúdo rápido e de fácil leitura e um design equilibrado, mas sem muita complexidade.

 

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Compressão de imagens

6 plugins para otimização de imagens no WordPress

Otimização de imagens é uma necessidade. Torná-las mais leves permite que seu site carregue mais depressa, o que evita lentidão, melhora o SEO e agrada mais aos clientes. Imagens de qualidade e alta resolução tê, sem dúvida, seu lugar – mas não é seu site ou blog. Contudo, como nem todos podem se dar ao luxo de ajustar tudo o que precisam em termos de imagens no Photoshop, acaba havendo três maneiras de fazer isso:

  1. Já selecionando, de antemão, fotos mais leves (mas correr o risco de ter uma visualização pobre)
  2. Instalar plugins que oferecem otimização já no WordPress (ou outro CMS)
  3. Usar serviços online nas imagens, antes de postá-las (falaremos disto em outro artigo)

Otimização de imagens – selecionar imagens mais leves

Não há muito segredo aqui. O ideal é optar por imagens mais leves na hora de montar posts ou mesmo seu site na internet. Imagens com mais de 100kb, em geral, provavelmente causarão ao seu site algum tipo de prejuízo na renderização, quando usuários acessarem o endereço. E, mesmo que a velocidade permaneça boa, pode haver penalização em termos de análise por parte de mecanismos de busca.

Uma dica útil aqui, para conseguir imagens leves, mas sem prejuízos à visualização, é atentar às dimensões dessas imagens. Por exemplo, fotos com 2000 x 1000 pixels são desnecessárias. Geralmente a maioria das imagens são exibidas em sites com tamanhos muito menores. A melhor maneira é adicionar fotos que tenham dimensões parecidas ou iguais àquelas que serão de fato exibidas. Por exemplo, se a imagem de destaque em seus posts possui por volta de 700 pixels de largura, tente incluir imagens com essas características – e não gigantes de 2 mil ou 3 mil pixels.

Do mesmo modo, é recomendável que fotos tiradas em câmeras de celulares mais modernos ou em câmeras digitais sejam redimensionadas antes de usadas em sites. Essas imagens são grandes e ocupam muito espaço, e apesar de terem qualidade irão atrasar a abertura de seu site.

Otimização de imagens – uso de plugins

Há imensos plugins que oferecem a possibilidade de otimizar imagens, para quem tem um site em WordPress. O problema é que a grande maioria deles oferece limitações quanto ao número de imagens que podem ser otimizadas. Para otimizar mais imagens, é preciso abrir uma conta nesses serviços e pagar. Simples assim.

Se você não importa-se em gastar um pouco mais, talvez seja uma boa opção. Mas vale lembrar também que, em termos gerais, quanto maior o número de plugins instalados em seu WordPress, pior será o desempenho da página. Às vezes, pode ser que você esteja a ficar na mesma. De todo modo, se prefere automatizar a otimização, os plugins são uma boa forma de fazê-lo. Há plugins melhores e piores, mas separamos aqui os mais utilizados e que oferecem ferramentas que DE FATO otimizam e reduzem o peso das imagens.

EWWW Optimizer

EWWW Image Optimizer – página do plugin

Esse plugin possui excelente desempenho e, como todos os que mostramos nesta lista, irá automaticamente otimizar todas as imagens JPG, PNG ou GIF que você possa subir para seu website. Ele também oferece possibilidades de “bulk optimization”, ou seja, de otimizar de uma só vez todas as imagens que você possua na seção de mídias de seu WordPress. A grande vantagem deste plugin é que não há limitações quanto ao tamanho de cada imagem a otimizar, embora haja limitações quanto ao uso – a menos que seja feita a assinatura da API do EWWW (e nesse caso é preciso instalar outro plugin ao invés deste… confuso).

Smush, da WPMU

Smush Image Compression and Optimization – página do plugin

Um dos otimizadores de imagens mais populares, porém bastante limitado. Os recursos são ótimos – otimização em bloco (mas na versão gratuita, apenas 50 imagens de cada vez), redimensionamento e configuração de tamanhos máximos para novas imagens. Outros recursos exigem algum conhecimento técnico, mas são igualmente úteis. Contudo, a diferença de desempenho e melhoria parece brutal… talvez a WPMU tenha deixado vantagens demais para a versão paga do produto – que só pode ser liberada caso assine todo o pacote de melhorias da WPMU Dev. Caso venha a usar todos os plugins da marca, talvez seja algo a estudar – mas são US$ 49,00 ao mês, sem direito a negociações ou descontos.

Kraken.io

Kraken.io Image Optimizer – página do plugin

Bom otimizador, mas com uma cota gratuita que depende do volume em MB de imagens, não do número de ficheiros. Gratuitamente, é possível otimizar até 100 MB de imagens ao mês – o suficiente para blogs mais simples. Contudo, se quiser mais que isso, só mesmo assinando a API da Kraken.io e inserindo a API Key na instalação do plugin. A partir daí, paga-se um inicial de 5 dólares ao mês, com uma cota de 500MB em ficheiros, mas há planos para um volume maior.

Na verdade, o Kraken.io pode ser vantajoso para aqueles que precisam otimizar imagens de maior peso ou em volume realmente assustador. A API torna-se mais barata conforme o volume avança. O plano mais avançando permite até 60GB mensais de imagens por 79 dólares, e cobra apenas 1 dólar adicional por cada Gigabyte a mais.

Shortpixel

Shortpixel Image Optimizer – página do plugin

Outro dos mais populares, é bastante simples de usar e também possui cota mensal, mas dessa vez de 100 imagens. Para a maioria dos sites WordPress, isso é suficiente. Novamente, há boa vantagem para volumes maiores. Cinco mil imagens mensais por US$ 4,99, doze mil imagens mensais por US$ 9,99, e por aí. Entidades sem fins lucrativos e ONGs ainda podem entrar em contacto com a empresa via e-mail (e em inglês), e assim conseguir acesso gratuito ao sistema.

TinyPNG

Compress JPG & PNG Images – página do plugin

Plugin interessante, de fácil uso e também com limitações em formato de “créditos”, relacionados ao número de imagens. O interessante desse plugin é que, muitas vezes, ele acaba permitindo que uma imagem seja “reotimizada” algumas vezes, e com ganhos. Algumas instalações do WordPress e alguns temas, contudo, podem fazer com que o plugin rode de forma “estranha”, conforme alguns relatos que ouvimos.

resmush-it

reSmush-it Image Optimizer – página do plugin

Esse é o único dos plugins de otimização de imagens que é REALMENTE grátis. A API é pública e não oferece limitações nenhumas em termos do número de imagens, seja por mês ou por tamanho dos ficheiros. Entretanto, pode apresentar alguns problemas de compatibilidade e nem sempre funciona de maneira rápida ou boa no WordPress, a depender da instalação. Ainda assim, o custo (ou ausência dele) vale o teste.

Otimização de imagens – teste rápido

Claro que fizemos um breve teste. A partir de cada um dos 6 plugins de otimização de imagens, aplicamos a ferramenta em uma mesma imagem – a versão original da foto a seguir, com 81,5KB em seu tamanho original. Vale lembrar que, quando subimos uma imagem ao WordPress, o tamanho original geralmente é ignorado – o WP cria versões em diversos tamanhos, para usos específicos, os chamados “thumbnails”. Nesse caso, os otimizadores precisa agir em cada um desses thumbnails.

Imagem para testes

Tiramos a “média” de otimização das ferramentas em cada uma das imagens, ou de suas derivações em thumbnails, em porcentagem de melhoria. Vejamos como cada plugin se comportou:

Nome do plugin Redução da imagem em %
EWWW IMAGE OPTIMIZER 7.2%
SHORTPIXEL IMAGE OPTIMIZER 6.2%
RESMUSH-IT IMAGE OPTIMIZER 5.2%
SMUSH IMAGE COMPRESSION AND OPTIMIZATION 4%
KRAKEN.IO IMAGE OPTIMIZER 3.7%
COMPRESS JPG & PNG IMAGES 2%

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Site da MeuPPT segundos depois, com "pacote" de otimizações de código simplesmente ativado no painel de plugins

Por que melhorar a velocidade de um website?

Não se trata apenas de uma questão de capricho. Melhorar a velocidade e desempenho de um website é algo fundamental. A velocidade de um website determina o sucesso de muitas estratégias de marketing e vendas, ou mesmo de um negócio como um todo.

Muitas soluções, especialmente no popular WordPress, envolvem a instalação de novos plugins, gastos com ferramentas online e pagamento de horas sem fim para informáticos. A verdade é que o processo de otimização pode ser mais simples e envolver menos gente, dinheiro e recursos.

A velocidade de um website tem três implicações principais:

  1. É medida pelo Google, em termos de otimização, e influencia no ranking da página nas buscas
  2. Quando lento demais, um site é rapidamente abandonado pelos usuários
  3. Se já há lentidão, a tendência é que isso piore com o tempo, à medida que agregamos conteúdo e funcionalidades

Velocidade de um website – Google PageSpeed

O Google PageSpeed é uma referência para medir a velocidade de um website, bem como ajuda a detectar os principais problemas que causam lentidão. O importante, no entanto, é não cair na conversa dos milagreiros do “100 no PageSpeed”. A verdade é que muitos recursos atuais não permitem que determinadas otimizações sejam feitas (sob risco de problemas na navegação do site). Além disso, há problemas que o PageSpeed aponta que dependem do serviço de alojamento usado – ou seja, não podem ser melhorados diretamente pelo proprietário do site.

Ainda assim, o PageSpeed é importante. Em tese, quanto melhor o desempenho de um site ali, melhor será seu posicionamento no Google. O algoritmo atual das buscas não leva em conta apenas SEO, mas também qualidade do código nos sites e melhores práticas de programação e otimização de ficheiros.

O Google PageSpeed trabalha, grosso modo, com a análise de alguns itens em seu website:

  1. Uso de cache no navegador
  2. Tempo de resposta do servidor
  3. Javascript e CSS “de bloqueio”
  4. Otimização de imagens
  5. Redução de HTML
  6. Redução de CSS
  7. Compactação de CSS, JS e outros

Outros fatores podem influir na velocidade de um site. A maneira correta de lidar com os problemas é, primeiramente, identificar a origem de cada um deles. Posteriormente, otimizações podem ser planejadas e concentradas todas em um mesmo lugar – como por exemplo um único plugin. Ao acionar esse “pacote” de melhorias, todas as otimizações operam juntas e melhoram o PageSpeed e a velocidade de uma só vez.

Na MeuPPT, dispensamos todos os plugins de cache, memória, compactação, otimização e outros. Criámos um pacote de otimizações de código e processo e encapsulamos tudo dentro de um plugin que opera em nosso site – ao ativá-lo, tudo é colocado em ação, sem configurações e perguntas. As imagens mostram, primeiro, o desempenho de nosso site no Google PageSpeed Insights sem o plugin ativado. Na segunda imagem, ativamos o plugin.

Site da MeuPPT sem trabalho de otimização em nível de código

Site da MeuPPT segundos depois, com “pacote” de otimizações de código simplesmente ativado no painel de plugins

Velocidade de um website – nem todos são iguais

Os plugins de otimização existentes no mercado não são ruins. Na verdade, alguns deles são óptimos. A questão é que, de duas uma: ou necessitam de configurações complexas para atuar melhor em seu website, ou se aplicam bem a determinados sites e a outros nem tanto.

A solução, como deve estar a pensar, é algo customizado e individual. Cada site tem problemas únicos e característicos, e alguns deles precisam ser trabalhados de forma totalmente distinta. A MeuPPT está a inaugurar um serviço de análise e optimização de websites em nível de programação, para aqueles que possuem sistemas em WordPress. Em nossa análise, plugins prontos e soluções compradas não se aplicam. Nosso processo envolve quatro passos simples:

  1. Mediante seu contacto, avaliámos seu website e estabelecemos algumas linhas de ação
  2. Com acesso à sua instalação e alojamento via FTP, efetuamos testes e concluímos que módulos podem ou não ser optimizados, e como isso deve ser feito
  3. Concentramos todas as optimizações em um plugin leve e único – somente o seu site contará com esse plugin, pois aplica-se apenas aos problemas que seu website possuía
  4. O plugin é ativado e, no horizonte de 30, 60 e 90 dias, realizamos novos testes para verificar se novas optimizações poderão ser agregadas

Se tem dúvidas a respeito de como isso pode ser feito em seu website ou se já tentou outras possibilidades e não obteve sucesso, entre em contacto connosco e peça sua análise e orçamento. Garanta um melhor posicionamento de sua empresa e pare de simplesmente gastar fortunas em AdWords e publicidade, quando parte do trabalho poderia estar a ser feito no piloto automático.

 

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Como incluir sua empresa no Google Maps

Especialmente em cidades pequenas de Portugal ainda é difícil orientar-se pelo Google Maps. Seu negócio pode beneficiar da inclusão no mapa, particularmente para clientes estrangeiros. Contudo, como incluir sua empresa no Google Maps? Este pequeno guia irá lhe mostrar como é simples e rápido fazê-lo. Em primeiro lugar, é preciso aceder ao Google Maps normalmente.

Como incluir sua empresa no Google Maps – apontar um novo local

Esse é o primeiro passo que deverá dar. Ao ingressar no Google Maps pelo computador, há no canto superior esquerdo do navegador um ícone de três linhas, que aciona as opções principais do mapa. Ao clicar e abrir essas opções, basta encontrar o item “Adicionar um local em falta”.

Procure a opção para incluir novos locais

Ao clicar na opção de adicionar locais, um formulário relativamente simples irá abrir-se na mesma região da tela. Nele, basta preencher com os dados da sua empresa. Os campos com asterisco são de preenchimento obrigatório. De todo modo, quanto mais informação melhor. Esse formulário ainda não garante, contudo, que a empresa esteja associada à sua pessoa em particular. Para que seja possível reivindicar a propriedade do negócio, é preciso clicar no link que possui essa informação. Veja que na parte de baixo do formulário, ao lado do botão “Enviar”, pode localizar essa ligação.

Ignore o preenchimento dos campos e clique diretamente na ligação “Reivindicar este negócio”.

Como incluir sua empresa no Google Maps – reivindicar um negócio

Ao clicar nessa opção, uma nova aba do navegador será aberta. Nela terá de preencher basicamente os mesmos dados do formulário de antes, com apenas alguns dados a mais. Preencha tudo e clique em continuar, e verá que enquanto adiciona sua morada, o mapa já o localiza e aponta.

Abrir-se-á nova aba, onde terá de preencher os dados de sua empresa e clicar em “Continuar”

Como incluir sua empresa no Google Maps – confirmação por correio

Caso uma empresa esteja em um conjunto comercial, shopping center ou similar, é provável que ao clicar em “Continuar” apareçam outras empresas. Se a empresa que aparecer for a sua, siga adiante, caso contrário poderá clicar no botão “Não, esta não é minha empresa”. Se tudo correr bem, tudo que restará agora será a confirmação do registo. Ao confirmar o registo online, o Google enviará uma carta para sua morada – nela encontrará um código de confirmação. A carta, em geral, demora em torno de uma semana até chegar, ao menos em Portugal.

Como incluir sua empresa no Google Maps – confirmação de propriedade

Com a carta em mãos, bastará usar o código nela impresso no endereço web indicado, do Google My Business. A carta é simples, direta e não dá margem a erros. Ao entrar com o código online, uma série de novas opções de personalização para seu negócio serão abertas, e sempre poderá alterá-las ou atualizá-las a partir do computador.

Basta entrar no endereço web indicado e digitar o código de cinco números