gastar menos em adwords

Como gastar menos em AdWords?

As AdWords e outras formas de publicidade vinculadas a buscas ou redes sociais revolucionaram a propaganda. Hoje, pequenas empresas podem figurar lado a lado com grandes. Tudo excelente, mas essa ferramenta tem um preço – e, ao contrário do que muitos que atuam no marketing possam dizer, não é nada barata.

A facilidade de operação e investimento em AdWords faz com que muitos empresários elevem o tráfego em seus websites, mas misteriosamente, clientes que é bom, nada. E, enquanto toda gente clica sem comprar, a empresa segue a pagar por cliques – e acumula dívidas imensas com o Google.

Como gastar menos em AdWords – keywords negativas

A maioria das empresas que embarca no AdWords por conta própria acaba a pagar por cliques que jamais converterão. Isso porque se esquecem de incluir as chamadas “keywords negativas” na configuração dos anúncios. Essas keywords são “deduzidas” dos resultados. Por exemplo, se uma empresa está a vender livros didáticos em formato impresso, poderá excluir resultados para “livros digitais” ao adicionar essa keywords de forma negativa. Isso evita que usuários que não estão interessados nos livros impressos venham a clicar nos anúncios, gerando custos com cliques sem possibilidade de conversão. Para adicionar as palavras-chave negativas, basta seguir os passos no editor do AdWords:

  1. Selecione Palavras-chave e segmentação > Palavras-chave, Negativo.
  2. Clique em Adicionar palavra-chave negativa e selecione Palavra-chave negativa do grupo de anúncios ou Palavra-chave negativa da campanha.
  3. Se solicitado, selecione o destino para a nova palavra-chave negativa e clique em OK.
  4. Introduza a palavra-chave negativa no painel de edição.

Como gastar menos em AdWords – investir na cauda longa

O “long tail” em keywords é um conceito razoavelmente simples, mas também pouco observado por aqueles que investem no AdWords por conta. A cauda longa define keywords mais alongadas e específicas que, embora gerem menos cliques, resultam mais em termos de conversões. Isso pode parecer ruim para o empresário iniciante na publicidade digital (gerar menos cliques é negativo… ou não), mas o facto é que isso possibilita que gastemos menos ao pagar cliques que em nada ajudarão, concentrando todos os cliques em usuários que realmente procuram o produto que estamos a vender.

keywords negativas

Cauda longa – em outras palavras, ser mais específico na escolha das keywords, para concentrar cliques em usuários que realmente procuram o que está a oferecer.

Como gastar menos em AdWords – fazer experiências

Para todo e qualquer anúncio, é melhor criar duas ou três variações com baixo investimento para medir resultados. Isso impede que grandes somas sejam gastas em anúncios que resultam pouco, ou naqueles que custarão caro em termos dos lances em palavras-chave, para pouco retorno em termos de conversão. E, no que toca às experiências, não adianta de nada fazê-las apenas de início. As métricas são as melhores amigas da empresa que anuncia online e, para qualquer campanha, experimentos devem ser colocados no ar e medidos antes que as peças e anúncios definitivos recebam um investimento mais pesado. Para gastar menos em AdWords é preciso testar sempre.

Como gastar menos em AdWords – alta concorrência não é melhor

Temos uma predisposição natural em apostar naquilo que toda gente aposta. Com keywords ocorre algo parecido. Ao estudar as palavras-chave possíveis para determinado termo, geralmente priorizamos aquelas com maior concorrência. Sem dúvida que elas serão mais buscadas pelos usuários, mas também lhe custarão mais nos cliques e lances, além de rivalizar com diversas outras empresas que já estão a investir nelas.

Ao contrário do que muitas agências prometem, “estar em primeiro no Google” é praticamente impossível com palavras-chave de alta concorrência. Imagine do seguinte modo: se uma agência prometer o primeiro lugar em determinada keyword para cinco de seus clientes ao mesmo tempo, qual deles irá aparecer em primeiro? A concorrência fará com que sua empresa apareça menos em destaque, para que as demais investidoras da keyword também figurem. Isso resultará em uma imensidade de visualizações e buscas, mas em pouco resultado em termos de cliques e conversões.

Como gastar menos em AdWords – atenção aos horários

Algumas horas do dia geram mais buscas, mais cliques e mais conversões. A única maneira de chegar a esses horários é ao fazer os experimentos que sugerimos antes. Uma vez que os horários de maior atividade tenham sido medidos e definidos, o AdWords permite a programação dos anúncios conforme hora do dia e dia da semana. Pode utilizar a programação de anúncios para:

  • Especificar determinadas horas ou dias da semana para apresentar os seus anúncios.
  • Definir ajustes de lance para aumentar ou diminuir os lances para horas e dias específicos.

A segunda opção é muito interessante – ela não deixa de exibir seus anúncios nas horas de menor procura, mas reduz os gastos com cliques e lances nesses períodos nos quais o seu público tem menor interesse.

Estratégia

Estratégia é melhor que anúncios

Fórmula de Lançamento, cirandas de marketing digital, vendas no “automático”… tudo isso soa maravilhoso, mas se ganhar dinheiro ou fazer negócio fosse como sentar-se e ler o jornal, nenhum de nós sairia de casa todas as manhãs. O mercado digital trouxe oportunidades fenomenais e mudou completamente a economia, e anúncios online fizeram com que pequenos negócios pudessem rivalizar com grandes em algumas frentes. Ainda assim, não se engane:

ESTRATÉGIA É MELHOR QUE ANÚNCIOS… SEMPRE

Toda gente hoje investe euros e mais euros em Google Ads e Facebook Ads. De uns quantos euros aqui, para conseguir mais “gostos”, até outros tantos euros ali, para aumentar as visitas, gasta-se muito. O pequeno empresário enxergou no marketing digital a possibilidade de divulgar seu negócio para toda gente sem sair de casa, mas esqueceu de calcular o quão mais caro cada cliente que bate à sua porta se tornou.

Estratégia – o que vender?

Já reparou que as maiores lojas online do planeta costumam a dar destaque para alguns poucos itens em suas chamadas, campanhas e landing pages? Não é por acaso. A questão é que o varejo online repete a vida, e não raro 80% dos itens nem chegam a responder por 20% da faturação. Assim sendo, melhor meter seu foco nos produtos que de facto estão a vender do que enfiar dinheiro em campanhas genéricas do Facebook ou Google Ads.

Empresas de Portugal já aderiram aos ads digitais, mas o fazem sem qualquer critério, o que reflete apenas em gastos e não resultados.

Estratégia – design não é gosto

Ou melhor, não é o gosto do empresário e sim o dos clientes. A grande maioria dos pequenos empresários ainda confunde suas preferências pessoais com o caráter ou necessidade de seus negócios. A consequência são websites, e-mails e peças gráficas de talhos que lembram oficinas mecânicas, de centros de formação que lembram talhos e de oficinas mecânicas que lembram salões de beleza.

Ao atender o gosto pessoal e iludir o cliente, essas empresas atentam contra sua própria imagem e terminam por não resultar, fechando as portas eventualmente. Pode parecer exagero, mas mesmo as maiores empresas do mundo já passaram por reformulações de design e marca em função de decisões de cunho pessoal de donos e acionistas. O público não perdoa – se a sua imagem não tem significado ou não transmite confiança, clientes vão ter noutro sítio.

Estratégia – o dobro do esforço não é o dobro do lucro

Máquinas de vendas e fórmulas automatizadas… infelizmente, o mundo real não é tão matemático quanto se quer supor. Meter o dobro de investimento em publicidade não resulta necessariamente no dobro de vendas e, certamente, não resultará no dobro dos lucros. Isso porque, por mais que queiramos acreditar que clientes são todos iguais, não é o que ocorre. A estratégia substitui a matemática no marketing, digital ou não, e não raramente, é possível lucrar o dobro com METADE do esforço.

Não há lugar para suposições no meio digital – mas já deveríamos sabê-lo, pois no mundo “offline” também não há espaço para tal.

Qual a conclusão?

Tudo isso quer dizer apenas uma coisa: antes de enfiar dinheiro suado em Google Ads ou campanhas sem critério algum, sente-se, analise, ouça clientes e parceiros e trace seus planos e estratégias. Mesmo quando gastos impulsivos em marketing resultam de algo, os números não planeados podem levar a conclusões distorcidas, que colocadas à frente poderão ameaçar até mesmo a saúde financeira da sua empresa.

Conteúdo estruturado e útil

Conteúdo – mais importante do que nunca na Europa

A nova legislação do GDPR, ou em Portugal, o Regulamento Geral de Proteção de Dados, trará uma série de desafios no campo do marketing digital. O conteúdo será a chave para garantir fluxo e manutenção de clientes e o explicaremos neste post.

Os direitos agora concedidos ao usuário e de obrigação de toda empresa e negócio online irão tornar a prática de anúncios e rastreamento de usuários na internet, no mínimo, mais desafiadora. Embora tecnicamente positiva no que se refere à privacidade do usuário, a verdade é que com sites a seguir as normas, a paciência do leitor online irá diminuir ainda mais.

Quem lida com marketing digital sabe que a grande maioria dos usuários fica apenas uns poucos segundos em cada página. Verificam se ali encontram o que querem e, se não, simplesmente vão embora. Com as janelas, caixas de opção e botões sem fim que o GDPR exigirá para colher consentimentos imensos de cada usuário, a tendência natural é que muitos deles simplesmente percam a paciência e vão procurar a informação que desejam noutro sítio.

Conteúdo como fator de permanência

Na nova guerra contra o “bounce rate” causado pelo excesso de confirmações, pop-ups e consentimentos do GDPR aparece o conteúdo. Quanto mais relevante, essencial e único, melhor será a justificativa para que o usuário de fato esteja disposto a gastar seus valiosos segundos iniciais a preencher ou clicar aqui e ali para habilitar o acesso ao website. Noticiazinhas sem valor, descrições de produtos e serviços lugar-comum, como os textos institucionais que ainda são usados pela grande maioria das empresas, não terão qualquer chance.

Ninguém irá perder seu tempo a preencher formulários para saber da história sem qualquer curiosidade da fundação de sua empresa ou sobre notícias que, na melhor das hipóteses, dizem respeito apenas aos vossos empregados. Parece uma crítica dura e absurda, mas se pretende vender e ganhar tração para o seu negócio sob as novas regras que irão gerir a internet na União Europeia, guarde no bolso o orgulho e veja isso como uma oportunidade de melhorar a comunicação de uma vez por todas.

Todos já sabiam que um bom conteúdo é o fator central para elevar a permanência do usuário em um website. Contudo, algumas empresas ainda consideravam “caro” investir nesse quesito. Engraçadamente, muitas delas seguem a gastar milhares de euros mensais em AdWords e publicidade em redes sociais, tudo para captar uma meia dúzia de potenciais clientes a partir desses investimentos.

Investir em conteúdo deixará de ser um luxo – e o fator de permanência que essa estratégia criará é a única forma de lidar de maneira inteligente com o GDPR.

Conteúdo como oportunidade no GDPR

Apesar de amplamente difundido e, em tese, em favor dos direitos do usuário, a verdade é que o usuário mede sequer sabe ao certo que vem a ser o tal GDPR. Do mesmo modo, alguns dos direitos que ele teoricamente possui não fazem sequer sentido em sua visão de como funciona ou para que serve a web. Por exemplo, quanto ao direito de portabilidade de dados. Para seus clientes, a MeuPPT irá dispor de formas para que usuários em seus websites possam transferir seus dados e informações desde a base de dados até seus dispositivos, em formatos amigáveis para esse fim – como XML ou JSON.

Isso soa óptimo – contudo a maioria dos usuários sequer sabe o que poderá ou não fazer com esses dados transferidos. Que dirá dos formatos XML e JSON…

Claro que a obrigação coloca a necessidade em primeiro lugar, e manter um sistema que faça essa transferência é essencial para o compliance de qualquer empresa. Mas estamos a falar de vendas e negócios neste artigo – e para tal o GDPR certamente não é algo que vem para contribuir. Mas há uma forma de, apenas talvez, ganhar com o GDPR. A falta de conhecimento do usuário médio sobre as normas e a obrigatoriedade de inserção de conteúdo e políticas em websites está levando muitas empresas a inserir somente textos produzidos por advogados aqui e ali – aqueles mesmos textos de política de privacidade já existente em sites de todo o mundo, que ninguém quer ou pretende ler (a maioria é simplesmente inútil e desinteressante para a maioria do público).

Mas eis aqui uma pequena sugestão: e se, para além do palavrório legal e sem qualquer interesse humano de políticas e disclaimers, sua empresa usasse a necessidade comunicar tais aspetos como uma oportunidade para falar melhor com o público? Há sim a obrigação, mas ela pode estar em conjunção com o entretenimento e o interesse. Para nós, há algumas maneiras de o fazer:

  1. Criando áreas específicas dentro do site que expliquem de forma divertida e inusitada os direitos que o usuário de fato possui e como pode lançar mão deles.
  2. Utilizando recursos gráficos interessantes para identificar os formulários de consentimento e botões que serão requeridos para conformidade com a nova lei.
  3. Incluindo imagens e vídeos nas políticas de privacidade e explicações.
  4. Colocando o DPO, quando a empresa tiver a necessidade de apontar um, como alguém disponível DE FATO para solucionar dúvidas de usuários. Criar práticas que humanizem a figura desse profissional, retirando seu caráter burocrático e gerando uma imagem mais dinâmica. O bom DPO será aquele que escreve costumeiramente artigos para orientar leitores, responde a dúvidas em chats e canais de comunicação, aparece em vídeos explicativos.
  5. Tornando o compliance com o GDPR algo de fato valioso para seu usuário. Para além das obrigações impostas, oferecer ao usuário medidas de segurança e privacidade exclusivas – como rotinas de encriptação mais eficazes nas bases de dados, canais de atendimento e informação ao cliente a respeito de seus direitos, informações frequentes a respeito de novas implementações informáticas, etc.

Conteúdo como impulso em SEO

Palavras-chave são importantes, avaliar a concorrência igualmente, tal como uma observância de regras e boas práticas de SEO. Contudo, sem conteúdo de qualidade, tudo isso é inútil e não compensa no longo prazo. O conteúdo já é algo essencial para impulsionar o SEO de um website – sob a égide do GDPR, isso tornará ainda mais evidente. Técnicas ditas “black hat“, além de punidas pelo Google, terão implicações perigosas no tocante à privacidade de dados. Poderão levar a multas e a desconformidades.

Oferecer conteúdo para leitura, sem qualquer tipo de condição, será sempre algo livre. Pode-se inclusive levar o usuário a ações que não impliquem na coleta de dados pessoais dele de forma direta – compras, download de produtos digitais, indicação de links para sites associados ou lojas.

O GDPR é, sob muitos aspetos, uma enorme barreira para departamentos de marketing de empresas de diversos segmentos. No entanto, poderá ser uma excelente desculpa para produzir, de uma vez por todas, conteúdo que o usuário de facto esteja disposto a consumir.

 

SEO bnext1

SEO – a diferença entre 100 clientes e 100 usuários

Gerar tráfego não é algo fácil. Exige, em geral, um site bem estruturado, bonito, com conteúdo frequente e boas funcionalidades. O SEO é parte do trabalho aqui, mas não necessariamente é colocado como prioridade. O erro, para a maioria das pessoas, é achar que o SEO é apenas mais um aliado para conseguir aumento de tráfego em um site na web – e elas não poderiam estar mais enganadas.

O Search Engine Optimization, ou SEO, surgiu em função do domínio das ferramentas de busca, como Google e Bing, em relação à forma com que pessoas acedem a informações pela web. Como tais ferramentas possuem mecanismos e critérios para tornar buscas inteligentes e gerar hierarquias a partir do que usuários procuram, o SEO apareceu como uma forma de alinhar conteúdos a esses critérios.

Sim, primeiramente, o objetivo puro do SEO era o de gerar tráfego – fazer sites “aparecerem” no topo da lista. E, em muitos aspetos, continua a ser esse o objetivo. Porém, os profissionais do ramo que levam seu trabalho a sério sabem de duas coisas:

  1. Ranquear em primeiro é algo que depende da palavra-chave à qual nos referimos – e nem sempre é essa a mais procurada pelos usuários
  2. Gerar tráfego em termos de volume chama a atenção, mas isso não significa que esse tráfego é formado por usuários qualificados

Por maior que seja o tráfego em um site, orgânico ou provocado, a conversão pode tornar números gigantescos em esforços caros e desnecessários – em outras palavras, tudo o que foi gasto gerou enorme público, mas ninguém de fato está comprando ou consumindo algo por ali.

SEO – que caminho devemos trilhar?

O parceiro Cristiano Gomes, da Bnext1 Web Consulting, especialista em SEO e SEM e com experiência em marketing digital em diversos segmentos, explica que muitas vezes a falta de foco é o problema que leva a grandes gastos e poucos resultados. Apenas colocar dinheiro em AdWords ou utilizar-se das já batidas receitas de SEO, que estão a ficar para trás, pode levar a pouco retorno sobre o investimento. Alguns pontos que muitas vezes são colocados de lado, nesse sentido, são essenciais:

SEO bnext1

Foco – Decidir qual é o targeting

Cristiano Gomes, da Bnext1 Web Consulting, aponta que a falta de definição de alvos leva a estratégias ineficazes de SEO e SEM. “Com uma boa análise da concorrência, conseguimos compreender quais os comportamentos lineares entre as marcas, e que focos eles seguem online. Com isto, e um bom outreach, conseguem entender onde a vossa marca se pode destacar no mercado (o valor da diferenciação é fundamental nos mercados de hoje), e assim, criar uma estratégia web, que vá atingir o público alvo do nosso produto.”

O mito do “primeiro no Google”

Planeamento e análise não são tempo jogado fora, promete Gomes, da Bnext1 Web Consulting. “Quando as pessoas procuram no Google, procuram para resolver o problema. Como experts em SEO, temos de nos focar nisso, em ajudar as pessoas a resolver os problemas. Se querem vender mais nas vossas lojas online e pensam que comprar um produto específico e estar em primeiro lugar no Google é o que vai fazer com que consigam vender cada vez mais, estão enganados.”

“Quando as pessoas procuram por um produto específico, caso o utilizador pretenda comprar na hora , ou seja, agindo com reação e não consegue, ele vai sempre procurar alguém, alguém que o influencie, que dê uma opinião indicando que aquela marca é a melhor. Dessa forma, o utilizador vai procurar de imediato no Google a solução. E qual é a solução? O utilizador vai querer perceber se aquilo que recomendaram tem o fator veracidade.”

SEO – popularidade não é conversão

Uma empresa não pode ter o mesmo foco online de um Youtuber ou blogger. Embora a popularidade seja bem-vinda sempre, ela deve ser uma consequência de um trabalho de marketing bem feito, e não seu ponto de partida. A conversão é a chave para um site ou campanha de sucesso para uma empresa. Ter um milhão de visitas em uma loja online e apenas 100 clientes a comprar algum produto é praticamente um case de como NÃO desenvolver uma estratégia de marketing digital.

A grande questão é o comportamento. Quando um trabalho de marketing percebe o comportamento do usuário, conseguindo assim torná-lo um cliente, o mecanismo de conversão é desvendado. Com um bom planeamento, o mesmo milhão de visitas pode gerar um fluxo de 10 mil ou 20 mil clientes de facto convertidos. Ainda assim, o comportamento é algo em constante mudança. “Não se trata de um serviço único (SEO), mas sim um serviço de acompanhamento, que permite análise de data de comportamento do cliente e permite à empresa entender qual o comportamento humano por detrás de cada visita aos websites”, Gomes, da Bnext1 Web Consulting.

Conheça nosso parceiro

Bnext1 Web Consulting

A Bnext1 é uma empresa especializada no desenvolvimento e acompanhamento de marketing online (branding), ou seja, através da implementação de medidas de construção e consolidação de uma marca no mercado.

Sistema e-goi

E-goi – 22 dicas para ampliar sua base de dados

A E-goi é uma empresa de origem portuguesa que opera sistema de marketing online, com destaque para o sistema de mail marketing. Tendo ganho renome não apenas em Portugal e Brasil, mas em todo mundo, a E-goi dá 22 dicas para fazer crescer rapidamente a sua base de dados de e-mails.

Leia aqui em nosso blog e considere a E-goi como uma opção em seus planos de marketing. Há outras empresas que oferecem serviços competentes nessa área também, mas além de sua plataforma, a E-goi tem a vantagem de oferecer suporte em nosso idioma.

“Quero fazer e-mail marketing mas tenho uma base de dados muito pequena. Como posso fazê-la crescer?”

Não há uma única resposta mágica, mas a chave está sempre em promover a cadastro na sua newsletter. E para isso aqui deixamos 22 recomendações:

  1. Comece pelos seus instrumentos de contacto comercial direto. Assegure-se de que o seu cartão de empresa (bem como o de todos os seus colaboradores) inclui uma frase a convidar à cadastro na sua newsletter.
  2. Estimule a sua equipa comercial a obter autorização dos contatos telefônicos para os cadastrar na newsletter. Dê-lhes uma recompensa por cada e-mail válido captado com permissão desses contatos.
  3. Coloque na assinatura automática de todos os seus e-mails (e no de todos os seus colaboradores) um link de cadastro na sua newsletter.
  4. Confirme que há um link bem visível para cadastro na newsletter em todas as páginas do seu website. Considere também fazer aparecer automaticamente um convite ao cadastro (numa layer ou popup) se o visitante estiver mais do que um certo número de minutos no site.
  5. Dê algo de valor aos seus visitantes online para ficar com os contatos deles. Por exemplo, ofereça um estudo interessante em PDF no seu site imediatamente acessível só a quem se cadastrar na newsletter. Os autoresponders do E-goi são ideais para esta função.
  6. Anuncie no site promoções e descontos exclusivos para os visitantes que se inscrevam na newsletter.
  7. Quando alguém sair do seu site, considere a possibilidade de fazer aparecer automaticamente uma janela a relembrar o cadastro na newsletter.
  8. Inclua um botão “enviar a um amigo” em todas as páginas do site para potenciar o boca-a-boca e trazer mais visitas.
  9. Optimize o SEO do seu site para que apareça nos lugares cimeiros dos motores de busca. Quanto mais visitas, mais possíveis subscritores.
  10. Não se esqueça dos canais offline, como feiras e eventos. Leve sempre consigo fichas de cadastro na newsletter e incentive os visitantes do seu stand a preenchê-los para receberem informações sobre a sua empresa mais tarde.
  11. Durante o evento, sempre que alguém lhe deixar um cartão, pergunte à pessoa se a pode cadastrar na sua newsletter para ficar informada sobre a sua empresa. Depois do evento, copie para um ficheiro Excel (ou introduza directamente no E-goi) os dados dos cartões com que ficou.
  12. Promova o seu próprio evento. Pode ser a inauguração de uma nova loja, um workshop, uma exposição, etc. É óptimo para reunir os seus clientes e amigos e aproveitar para os convidar ao cadastro na sua newsletter.
  13. Tem uma base de dados de clientes com moradas postais mas muito poucos e-mails? Envie-lhes uma carta a oferecer um brinde caso se inscrevam na newsletter online.
  14. Faça uma parceria com associações empresariais com o objectivo de promover a sua empresa (e convidar à cadastro na newsletter) junto das respectivas bases de dados de associados.
  15. Faça uma parceria com uma empresa não-concorrente para que as newsletters de ambas as empresas tenham um espaço onde possam promover-se mutuamente. Por exemplo, reserve para si um espaço promocional na e-news dessa empresa com um convite ao cadastro na sua própria newsletter. A outra empresa fará o mesmo.
  16. Em cada newsletter enviada, não se esqueça de desenhar um botão bem grande e apelativo com a mensagem “Enviar a um amigo”. Use os códigos do E-goi para transformar esse botão num link de recomendação.
  17. Ofereça um desconto ou um presente a cada subscritor que recomende a newsletter e consiga que 10 amigos se inscrevam.
  18. Se o E-goi o avisar de clientes com e-mail inválido ou abandonado, e você tiver o número de celular desses clientes, envie-lhes uma SMS através do E-goi a pedir-lhes para atualizarem os seus dados de contato.
  19. Potencie a criação de uma comunidade interessada na sua empresa. Use, por exemplo, o Facebook ou o Ning para criar rapidamente uma comunidade online.
  20. Depois de criar a sua rede no Facebook, tente granjear o maior número possível de seguidores. Para isso, coloque regularmente informações no seu perfil que sejam suficientemente interessantes para que os seus seguidores as transmitam logo a outras pessoas. Sempre que possível, inclua nessas informações o link de cadastro na newsletter.
  21. Personalize a sua própria página do Facebook com um formulário de cadastro directo na sua newsletter.
  22. Por último, já que falamos de redes sociais, não se esqueça do Twitter. Abra uma conta nesta rede social e sempre que enviar uma newsletter faça também um tweet com o link respectivo.

E pronto! Esperamos que estas dicas lhe sejam úteis. Se as seguir rigorosamente, a sua base de dados de e-mail marketing tem todas as condições para crescer a um ritmo galopante a médio e longo prazo.

Site da MeuPPT segundos depois, com "pacote" de otimizações de código simplesmente ativado no painel de plugins

Por que melhorar a velocidade de um website?

Não se trata apenas de uma questão de capricho. Melhorar a velocidade e desempenho de um website é algo fundamental. A velocidade de um website determina o sucesso de muitas estratégias de marketing e vendas, ou mesmo de um negócio como um todo.

Muitas soluções, especialmente no popular WordPress, envolvem a instalação de novos plugins, gastos com ferramentas online e pagamento de horas sem fim para informáticos. A verdade é que o processo de otimização pode ser mais simples e envolver menos gente, dinheiro e recursos.

A velocidade de um website tem três implicações principais:

  1. É medida pelo Google, em termos de otimização, e influencia no ranking da página nas buscas
  2. Quando lento demais, um site é rapidamente abandonado pelos usuários
  3. Se já há lentidão, a tendência é que isso piore com o tempo, à medida que agregamos conteúdo e funcionalidades

Velocidade de um website – Google PageSpeed

O Google PageSpeed é uma referência para medir a velocidade de um website, bem como ajuda a detectar os principais problemas que causam lentidão. O importante, no entanto, é não cair na conversa dos milagreiros do “100 no PageSpeed”. A verdade é que muitos recursos atuais não permitem que determinadas otimizações sejam feitas (sob risco de problemas na navegação do site). Além disso, há problemas que o PageSpeed aponta que dependem do serviço de alojamento usado – ou seja, não podem ser melhorados diretamente pelo proprietário do site.

Ainda assim, o PageSpeed é importante. Em tese, quanto melhor o desempenho de um site ali, melhor será seu posicionamento no Google. O algoritmo atual das buscas não leva em conta apenas SEO, mas também qualidade do código nos sites e melhores práticas de programação e otimização de ficheiros.

O Google PageSpeed trabalha, grosso modo, com a análise de alguns itens em seu website:

  1. Uso de cache no navegador
  2. Tempo de resposta do servidor
  3. Javascript e CSS “de bloqueio”
  4. Otimização de imagens
  5. Redução de HTML
  6. Redução de CSS
  7. Compactação de CSS, JS e outros

Outros fatores podem influir na velocidade de um site. A maneira correta de lidar com os problemas é, primeiramente, identificar a origem de cada um deles. Posteriormente, otimizações podem ser planejadas e concentradas todas em um mesmo lugar – como por exemplo um único plugin. Ao acionar esse “pacote” de melhorias, todas as otimizações operam juntas e melhoram o PageSpeed e a velocidade de uma só vez.

Na MeuPPT, dispensamos todos os plugins de cache, memória, compactação, otimização e outros. Criámos um pacote de otimizações de código e processo e encapsulamos tudo dentro de um plugin que opera em nosso site – ao ativá-lo, tudo é colocado em ação, sem configurações e perguntas. As imagens mostram, primeiro, o desempenho de nosso site no Google PageSpeed Insights sem o plugin ativado. Na segunda imagem, ativamos o plugin.

Site da MeuPPT sem trabalho de otimização em nível de código

Site da MeuPPT segundos depois, com “pacote” de otimizações de código simplesmente ativado no painel de plugins

Velocidade de um website – nem todos são iguais

Os plugins de otimização existentes no mercado não são ruins. Na verdade, alguns deles são óptimos. A questão é que, de duas uma: ou necessitam de configurações complexas para atuar melhor em seu website, ou se aplicam bem a determinados sites e a outros nem tanto.

A solução, como deve estar a pensar, é algo customizado e individual. Cada site tem problemas únicos e característicos, e alguns deles precisam ser trabalhados de forma totalmente distinta. A MeuPPT está a inaugurar um serviço de análise e optimização de websites em nível de programação, para aqueles que possuem sistemas em WordPress. Em nossa análise, plugins prontos e soluções compradas não se aplicam. Nosso processo envolve quatro passos simples:

  1. Mediante seu contacto, avaliámos seu website e estabelecemos algumas linhas de ação
  2. Com acesso à sua instalação e alojamento via FTP, efetuamos testes e concluímos que módulos podem ou não ser optimizados, e como isso deve ser feito
  3. Concentramos todas as optimizações em um plugin leve e único – somente o seu site contará com esse plugin, pois aplica-se apenas aos problemas que seu website possuía
  4. O plugin é ativado e, no horizonte de 30, 60 e 90 dias, realizamos novos testes para verificar se novas optimizações poderão ser agregadas

Se tem dúvidas a respeito de como isso pode ser feito em seu website ou se já tentou outras possibilidades e não obteve sucesso, entre em contacto connosco e peça sua análise e orçamento. Garanta um melhor posicionamento de sua empresa e pare de simplesmente gastar fortunas em AdWords e publicidade, quando parte do trabalho poderia estar a ser feito no piloto automático.

 

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Como incluir sua empresa no Google Maps

Especialmente em cidades pequenas de Portugal ainda é difícil orientar-se pelo Google Maps. Seu negócio pode beneficiar da inclusão no mapa, particularmente para clientes estrangeiros. Contudo, como incluir sua empresa no Google Maps? Este pequeno guia irá lhe mostrar como é simples e rápido fazê-lo. Em primeiro lugar, é preciso aceder ao Google Maps normalmente.

Como incluir sua empresa no Google Maps – apontar um novo local

Esse é o primeiro passo que deverá dar. Ao ingressar no Google Maps pelo computador, há no canto superior esquerdo do navegador um ícone de três linhas, que aciona as opções principais do mapa. Ao clicar e abrir essas opções, basta encontrar o item “Adicionar um local em falta”.

Procure a opção para incluir novos locais

Ao clicar na opção de adicionar locais, um formulário relativamente simples irá abrir-se na mesma região da tela. Nele, basta preencher com os dados da sua empresa. Os campos com asterisco são de preenchimento obrigatório. De todo modo, quanto mais informação melhor. Esse formulário ainda não garante, contudo, que a empresa esteja associada à sua pessoa em particular. Para que seja possível reivindicar a propriedade do negócio, é preciso clicar no link que possui essa informação. Veja que na parte de baixo do formulário, ao lado do botão “Enviar”, pode localizar essa ligação.

Ignore o preenchimento dos campos e clique diretamente na ligação “Reivindicar este negócio”.

Como incluir sua empresa no Google Maps – reivindicar um negócio

Ao clicar nessa opção, uma nova aba do navegador será aberta. Nela terá de preencher basicamente os mesmos dados do formulário de antes, com apenas alguns dados a mais. Preencha tudo e clique em continuar, e verá que enquanto adiciona sua morada, o mapa já o localiza e aponta.

Abrir-se-á nova aba, onde terá de preencher os dados de sua empresa e clicar em “Continuar”

Como incluir sua empresa no Google Maps – confirmação por correio

Caso uma empresa esteja em um conjunto comercial, shopping center ou similar, é provável que ao clicar em “Continuar” apareçam outras empresas. Se a empresa que aparecer for a sua, siga adiante, caso contrário poderá clicar no botão “Não, esta não é minha empresa”. Se tudo correr bem, tudo que restará agora será a confirmação do registo. Ao confirmar o registo online, o Google enviará uma carta para sua morada – nela encontrará um código de confirmação. A carta, em geral, demora em torno de uma semana até chegar, ao menos em Portugal.

Como incluir sua empresa no Google Maps – confirmação de propriedade

Com a carta em mãos, bastará usar o código nela impresso no endereço web indicado, do Google My Business. A carta é simples, direta e não dá margem a erros. Ao entrar com o código online, uma série de novas opções de personalização para seu negócio serão abertas, e sempre poderá alterá-las ou atualizá-las a partir do computador.

Basta entrar no endereço web indicado e digitar o código de cinco números

 

Por que o Powerpoint está longe de acabar?

Todos prenunciam, especialmente no campo da futurologia de negócios, o fim de duas ferramentas amplamente utilizadas em business e também em vendas e marketing: o e-mail e o Powerpoint. Bem, no caso do e-mail, já preconizaram seu fim faz mais de 10 anos, e no entanto os e-mails são ainda hoje uma das principais ferramentas de venda e geração de leads, mesmo para  as mais modernas e vanguardistas empresas do mercado.

O mesmo parece ocorrer com apresentações. Contudo, ao contrário do e-mail, no qual a maioria das empresas parece estar se dando conta de que o errado, anteriormente, era o formato, em apresentações seguimos remando contra a maré. No âmbito comercial, a grande maioria das empresas quer enviar dezenas de slides com todos os seus produtos e a história de todos os fundadores da empresa desde o primeiro ciclo do ensino fundamental. Como não bastasse, ainda metem todo tipo de animação burlesca e efeito luminoso nos slides, criando um Oscar da poluição visual para clientes.

No segmento de formação, alunos dormem enquanto tutores mal conseguem ler os blocos monstruosos de texto que enfiaram em seus slides. Escolas promovem o uso da ferramenta, porém não impõem uniformidade em suas apresentações, e perdem desse modo uma excelente possibilidade de divulgar sua marca e metodologia de ensino.

Por essas razões, muitos juram que o Powerpoint está mesmo para acabar… só que…

Quais são as alternativas ao Powerpoint?

Claro, sempre há alternativas e outras opções, a começar pelo “PPT da Apple”, o Keynote. Embora possa parecer uma opção, o Keynote, a bem da verdade, nada mais é do que um clone do Powerpoint. Talvez alguns se sintam ofendidos, mas a verdade é que as funcionalidades e a operação do software é praticamente igual. Mesmo para quem defende suas vantagens em termos de recursos ou plataforma, é preciso encarar: o produto final é exatamente o mesmo.

Claro, existem alternativas mais sofisticadas – e geralmente mais caras. Produzir as apresentações em HTML5 é algo que certamente chama mais atenção e proporciona muito mais recursos e interação, mas não é algo que se possa fazer sozinho (embora nós, da MeuPPT, também o façamos, como mostra este exemplo, onde é possível navegar com o cursor ou com os dedos em telemóveis e tablets). Mas vamos listar todas as alternativas, para não sermos injustos:

Keynote

Fácil de usar e aprender, porém apenas disponível para Mac e basicamente um clone do Powerpoint. De qualquer modo, importa apresentações PPT para edição, o que oferece uma facilidade extra.

SlideRocket

É um programa bastante impressionante, com uma interface muito inovadora e muito mais rica do que a do Powerpoint, entretanto é caríssimo. Com os preços do sistema, é mais fácil aliar o Powerpoint a softwares com recursos gráficos muito mais poderosos, como os da Adobe.

HTML5

Recursos quase infinitos com uma boa noção de CSS3 e Javascript, porém exige conhecimento a respeito de desenvolvimento web e programação Frontend. É preciso geralmente contratar alguém para desenvolver mesmo as mais simples apresentações.

Prezi

Um dos queridinhos do momento, com seus recursos de zoom e giro. Embora visualmente impressionante, é bastante repetitivo. Pouca gente sabe, mas mesmo em animações o Powerpoint possui muito mais ferramentas do que o Prezi, embora subutilizadas. Além disso, como muitas das apresentações comerciais são geralmente enviadas como documentos em PDF, não se prestam a esse papel.

O que dizem os especialistas?

Em negócios? Bem, basta ver que a Harvard Business Review, uma das publicações de negócios e gestão mais respeitadas do mundo, recentemente incluiu em sua assinatura uma seção chamada “visual”, que basicamente compreende slides e apresentações. As apresentações, no caso, oferecem uma forma visual e de rápida consulta a leitores, e geralmente são baseadas em textos e artigos mais extensos e aprofundados.

O Powerpoint, nesse caso, é o ponto de partida para uma linguagem mais visual e direta, o equivalente à infografia em jornais ou a um folder, mas com conteúdo mais informativo e instrucional. O exemplo da Harvard Business Review, aliás, ilustra de modo soberbo o como deveríamos empregar o Powerpoint e outros sistemas de apresentações no segmento formacional e educacional. Hoje, infelizmente, o que vemos em aulas é geralmente uma série de slides desenhados pelos próprios formadores – sem uniformidade, sem critério e com uma simples cópia e repetição do conteúdo de livros de apoio.

Eddie Rice, dono de um dos negócios mais bem sucedidos da internet atual para redação de discursos, o Custom Speech Writing, é taxativo: “os seus slides devem ser o suporte do seu discurso”. De vendedores a formadores, o Powerpoint é uma ferramenta poderosa de acionamento da audiência e uma referência importante para manter o ritmo narrativo de uma aula, um curso, uma propaganda ou mesmo uma venda.

Novas aplicações?

Na verdade o software já possui há tempos uma série de funcionalidades que, infelizmente, as pessoas usam da forma errada. Apresentações são leves, breves e devem sustentar um discurso ou apontar para uma única ação. Contudo, o Powerpoint é também uma excelente ferramenta para produzir ebooks de forma simples, ou mesmo pequenos vídeos, a partir de suas ferramentas de animação.

Isso mesmo, é possível renderizar pequenos vídeos com o Powerpoint. Ao invés de utilizar as animações para montar apresentações horríveis e que enchem a caixa de e-mails de seus clientes, você pode usá-lo para reduzir os custos de produção de pequenos vídeos de vários milhares para a apenas algumas centenas de euros. Mais para frente mostraremos algumas dessas possibilidades também.

O fato é que apresentações em PDF, ebooks e pequenos vídeos são uma peça importante nos dias de hoje no marketing digital. E tudo mostra que essa relevância só deve aumentar. Bem, os futurólogos que previam o fim desse software, como é possível conferir em algumas apresentações online, continuam eles mesmos a usar o cataclísmico Powerpoint em seus discursos aqui e ali…