cpanel

Como escolher um host – o que é cPanel?

Talvez já tenha ouvido falar. Entretanto, o que é cPanel, afinal?

Alguns serviços de alojamento web, hospedagem e hosting dizem, aos quatro ventos, incluir “cPanel” em seus planos de hosting compartilhado. A verdade é que, incluído ou não, o cPanel é um atributo raramente buscado por empresas e usuários na hora de contratar um serviço de alojamento. E diga-se de passagem: deveriam estar a prestar mais atenção a isso…

Como escolher um host – o que é cPanel?

O cPanel é um sistema que permite o gerenciamento de um alojamento ou hospedagem compartilhada. Para compreender mais a fundo, é preciso entender antes como são geridos e configurados os planos de shared hosting. Essa configuração ocorre em alguns diferentes níveis, dois, três ou até mesmo quatro deles. Para quem utiliza-se de planos de alojamento e hospedagem compartilhada, interessam quatro níveis de controlo:

  1. O servidor, ou seja, o computador em si no qual o alojamento compartilhado está alocado
  2. O sistema de controle e gerenciamento do servidor, no caso de planos de revenda ou VPS
  3. O painel de controlo do alojamento
  4. O website em si

O nível 2 de controlo apenas existe quando contratam-se planos que possibilitem a revenda de alojamento compartilhado a terceiros, ou ainda planos de VPS, ou “Virtual Private Server”. Este último é, grosso modo, uma alocação de espaço em um servidor, como o hosting compartilhado. Entretanto, opera como um servidor independente, permitindo total liberdade de configuração da máquina.

Tela cpanel

Ecrã base do cPanel. Ferramentas acessíveis e facilidade de operação do alojamento.

Assim sendo, para a grande maioria das empresas, restam os níveis 3 e 4 como sendo aqueles nos quais um website é, de fato, operado. O nível 3 é, em geral, administrado pelo dito cPanel. Esse sistema é padrão e utilizado no mundo inteiro. Alguns serviços de alojamento utilizam “soluções próprias” ao invés do cPanel. Um aspeto aqui: soluções que alcançam um padrão no mundo têm razões para tal. Dificilmente soluções próprias apresentam melhorias em relação a esse sistema – na maioria dos casos, trata-se meramente de economia descabida do alojamento, deixando de gastar com licenças para fornecer os cPanel para seus clientes.

O que o cPanel controla?

O cPanel controla tudo o que há para controlar em um plano de hospedagem compartilhada, à exceção da parte financeira e de faturação. A partir do cPanel, pode-se controlar:

  • A criação e gestão de novas contas de e-mail
  • Os diretórios nos quais estão os ficheiros do próprio website
  • Bases de dados, usuários e inclusive ações na base de dados realizadas em SQL
  • Configurações de segurança, filtros de e-mail, autoresponders e afins
  • Certificados SSL
  • Instalações de sistemas de CMS, LMS e similares, dentre eles WordPress, Joomla, Moodle, Opencart e tantos mais
  • Versões do Apache e PHP
  • Backups e restauros de ficheiros e pastas
  • Cron jobs
  • Zonas DNS e redirecionamentos
  • Domínios e subdomínios
  • Palavras-passe e acessos
  • Logs e registos de erros

Claro, a depender do plano ou condições oferecidas por cada empresa de alojamento, o cPanel pode incluir ou não alguns dos módulos. Porém, de modo universal, tudo o que se pode fazer em um hosting como cliente pode ser administrado a partir dessa plataforma. Soluções ditas “próprias” muitas vezes barram ou impedem o acesso a alguns recursos.

Como escolher um host – instalações facilitadas

A maioria dos cPanel hoje oferecidos por serviços de hosting vêm com uma plataforma que facilita a instalação de sistemas de CMS. O chamado Softaculous oferece mais de 400 aplicações que podem ser instaladas rapidamente, o que evita que se configure bases de dados e instalações manualmente. Entretanto, as versões oferecidas muitas vezes não são as mais recentes – no caso de alguns sistemas, se possível, é sempre melhor contar com apoio profissional, mesmo com a ferramenta de instalação facilitada.

Em resumo, o cPanel permite a praticamente qualquer um lidar com a operação de um alojamento web. Outras soluções o permitem, mas geralmente privam o usuário de recursos que são importantes no dia a dia de um website e da gestão de e-mails. Antes de contratar um serviço de hosting, convém sempre perguntar ao suporte, caso a informação não esteja explícita, se o cPanel é ou não oferecido como ferramenta.

 

 

7 maneiras de melhorar a velocidade no WordPress (AVANÇADO)

Como falamos brevemente em nosso artigo anterior, há maneiras avançadas de lidar com problemas de velocidade no WordPress. Listamos agora 7 outras maneiras de melhorar a velocidade no WordPress, mas agora para usuários avançados.

Entenda como avançados aqueles usuários capazes de inserir suas próprias funções nos ficheiros de temas e plugins, lidar com configurações e até mesmo interagir com o servidor Apache do alojamento. Essas dicas farão com que seu site, além de velocidade, possa lidar com alguns problemas de segurança. Entretanto, veremos esse tópico em futuros textos.

Lembramos que, se você é capaz de criar seus próprios plugins, algumas das configurações sugeridas aqui são feitas de modo melhor dessa forma. Entretanto, pode-se realizar modificações com base no ficheiro functions.php de seu tema. Se for esse caso, é preciso usar um tema “filho”, para que nas atualizações suas modificações não sejam descartadas.

Velocidade no WordPress – cache sem plugin

Quem entende um pouco mais de WordPress, sabe que algumas configurações podem ser implementadas por meio de um ficheiro de sistema no próprio cPanel ou equivalente do alojamento – o .htaccess. Esse ficheiro é uma ferramenta poderosa, mas que deve ser utilizada com cuidado. Ele altera uma série de diretrizes e modifica o comportamento do servidor, antes mesmo de exibir sua página na web.

A primeira grande alteração em prol da velocidade que pode ser implementada via .htaccess é a regulação da expiração do cache no navegador. Ao invés de utilizar pesadas configurações em plugins igualmente pesados, podemos configurar o cache do navegador adicionando poucas linhas a esse ficheiro. O trecho a seguir de código pode ser implementado, para otimizar o cache de recursos estáticos no navegador em seu website.

## CONFIG DO CACHING ##
ExpiresActive On
ExpiresByType image/jpg "access 1 year"
ExpiresByType image/jpeg "access 1 year"
ExpiresByType image/gif "access 1 year"
ExpiresByType image/png "access 1 year"
ExpiresByType text/css "access 1 month"
ExpiresByType application/pdf "access 1 month"
ExpiresByType text/x-javascript "access 1 month"
ExpiresByType application/x-shockwave-flash "access 1 month"
ExpiresByType image/x-icon "access 1 year"
ExpiresDefault "access 2 days"
## CONFIG DO CACHING ##

Também é possível alterar e modificar o .htaccess por meio de plugins, como realizado em nosso plugin de Segurança e Otimização, mas isso exige um bom conhecimento de PHP e de funções e hooks do WordPress.

Velocidade no WordPress – emojis da lentidão

Os emojis são espécies de ícones e figuras que são carregadas e exibidas por meio do reconhecimento de determinadas sequências de caracteres. Caso seu site não vá fazer uso deles, é preciso desabilitar o suporte automático do WordPress para esse tipo de conteúdo. Por quê? Simplesmente porque, como padrão, um código Javascript de suporte é carregado no cabeçalho de suas páginas. Ao eliminá-lo, nos livramos de um script JS que é carregado sem qualquer utilidade, melhorando a velocidade da página. Para livrar-se do suporte a emojis no WordPress de um modo geral (mantendo ele apenas para os botões do editor de posts), basta inserir o código a seguir no ficheiro functions.php de seu tema ou em um plugin personalizado, caso perceba melhor de programação.

// Desabilita emojis de um modo geral
function meuppt_disable_emojis() {
remove_action( 'wp_head', 'print_emoji_detection_script', 7 );
remove_action( 'admin_print_scripts', 'print_emoji_detection_script' );
remove_action( 'wp_print_styles', 'print_emoji_styles' );
remove_action( 'admin_print_styles', 'print_emoji_styles' );
remove_filter( 'the_content_feed', 'wp_staticize_emoji' );
remove_filter( 'comment_text_rss', 'wp_staticize_emoji' );
remove_filter( 'wp_mail', 'wp_staticize_emoji_for_email' );
}
add_action( 'init', 'meuppt_disable_emojis' );

Caso possua conhecimento, é sempre mais recomendado realizar esse tipo de alteração por intermédio de um plugin. Em um tema, use o functions.php do Child Theme para realizar as mudanças, ou poderá perdê-las durante atualizações do mesmo tema.

Velocidade no WordPress – revisões de posts

A revisão de posts no WordPress é uma espécie de “version control” para textos. O problema é que essas versões de um mesmo post geram requisições e são salvas no banco de dados, podendo criar lentidão e ocupando um espaço certamente indesejável. É possível limitar o número máximo de revisões por post, dessa vez utilizando uma única linha de código no ficheiro wp-config.php, no diretório raiz de sua instalação WordPress.

define( 'WP_POST_REVISIONS', 4 );

Essa definição limita a número de revisões para 4, no caso mostrado. Lembre-se, no entanto, de que modificações no wp-config.php tem de ser feitas com cuidado, ou podem colocar o site inteiro fora de serviço. Mantenha sempre um back-up da versão anterior, antes de efetuar suas modificações, no caso de erros de código, sintaxe ou problemas no servidor.

Velocidade no WordPress – compressão GZIP

O GZIP é um método de compressão que utiliza algoritmos avançados para reduzir o tamanho de ficheiros, como folhas de estilo CSS ou bibliotecas e rotinas Javascript. Em geral, ao habilitar a compressão via GZIP, pode-se gerar uma redução de até 30% a 40% no volume de dados a carregar na inicialização de um website comum. Há dezenas de plugins no WordPress que permitem habilitar e configurar esse tipo de compressão, mas para quem quer ganhar tempo (e velocidade), vale a pena habilitar om método via .htaccess. Para tanto, basta incluir as seguintes linhas no ficheiro:


# Comprime HTML, CSS, JavaScript, Text, XML e fontes
AddOutputFilterByType DEFLATE application/javascript
AddOutputFilterByType DEFLATE application/rss+xml
AddOutputFilterByType DEFLATE application/vnd.ms-fontobject
AddOutputFilterByType DEFLATE application/x-font
AddOutputFilterByType DEFLATE application/x-font-opentype
AddOutputFilterByType DEFLATE application/x-font-otf
AddOutputFilterByType DEFLATE application/x-font-truetype
AddOutputFilterByType DEFLATE application/x-font-ttf
AddOutputFilterByType DEFLATE application/x-javascript
AddOutputFilterByType DEFLATE application/xhtml+xml
AddOutputFilterByType DEFLATE application/xml
AddOutputFilterByType DEFLATE font/opentype
AddOutputFilterByType DEFLATE font/otf
AddOutputFilterByType DEFLATE font/ttf
AddOutputFilterByType DEFLATE image/svg+xml
AddOutputFilterByType DEFLATE image/x-icon
AddOutputFilterByType DEFLATE text/css
AddOutputFilterByType DEFLATE text/html
AddOutputFilterByType DEFLATE text/javascript
AddOutputFilterByType DEFLATE text/plain
AddOutputFilterByType DEFLATE text/xml
# Remove browser bugs (para navegadores muito antigos)
BrowserMatch ^Mozilla/4 gzip-only-text/html
BrowserMatch ^Mozilla/4\.0[678] no-gzip
BrowserMatch \bMSIE !no-gzip !gzip-only-text/html
Header append Vary User-Agent

Novamente: sempre que mexer com o .htaccess, especialmente no diretório raiz de seu alojamento web, copie a versão anterior em um editor de texto ou gere um back-up, no caso de haver algum problema de sintaxe ou erro de configuração. É possível ainda verificar se o seu site já possui compressão via GZIP, inserindo seu endereço web nesse site.

Velocidade no WordPress – desabilitar o hotlinking

O “hotlinking” ocorre quando alguém faz a inserção de imagens que estão em seu servidor em outro website, via links. Isso faz com que o outro site “empreste” parte de sua banda de dados e gere requisições extras em seu servidor, fora de seu controle. Novamente, há como desabilitar essa possibilidade por meio do .htaccess:

RewriteEngine on
RewriteCond %{HTTP_REFERER} !^$
RewriteCond %{HTTP_REFERER} !^http(s)?://(www\.)?yourdomain.com [NC]
RewriteRule \.(jpg|jpeg|png|gif)$ – [NC,F,L]

Apenas verifique se nenhum plugin que você possua já realiza esse tipo de bloqueio, ou caso use um serviço de CDN, se essa função não está habilita pelo serviço.

Velocidade no WordPress – desabilitar RSS feeds

Pode ser que você AINDA faça uso de feeds, mas pouca gente o faz. O WordPress, como padrão, habilita automaticamente uma série de feeds. Ao desabilitar esses feeds, ganhará performance e, para leitores que porventura visitem seus feeds, haverá uma mensagem de “favor aceder o website”.

function itsme_disable_feed() {
wp_die( __( 'Feed não disponível, favor aceder à homepage!' ) );
}
add_action('do_feed', 'itsme_disable_feed', 1);
add_action('do_feed_rdf', 'itsme_disable_feed', 1);
add_action('do_feed_rss', 'itsme_disable_feed', 1);
add_action('do_feed_rss2', 'itsme_disable_feed', 1);
add_action('do_feed_atom', 'itsme_disable_feed', 1);
add_action('do_feed_rss2_comments', 'itsme_disable_feed', 1);
add_action('do_feed_atom_comments', 'itsme_disable_feed', 1);

Como pode notar, nos argumentos em “wp_die”, há mensagem customizável orientando leitores a visitarem o website, em lugar de assinar os feeds.

Velocidade no WordPress – lidando com empresas de shared hosting

Se utiliza um host compartilhado em seu website, por vezes talvez tenha de lidar com o suporte de forma mais técnica para conseguir o que quer. Alguns temas mais atuais, bem como sites com mais conteúdo e fluxo, necessitam de maior memória no WordPress. Há maneiras de efetuar mudanças, tanto via .htaccess quanto por meio de ficheiros dentro do WordPress core ou do tema. Entretanto, alguns serviços de shared hosting podem inclusive derrubar seu website, caso tais valores sejam modificados acima dos já estabelecidos em configuração.

A dica a seguir serve para coletar argumentos para pedidos junto a serviços de hosting. Algumas configurações do PHP no servidor podem tornar sites mais pesados lentos. Para tanto, é necessário pedir o aumento e modificação de alguns atributos:

  • max_execution_time
  • max_file_uploads
  • max_input_vars
  • memory_limit

Do mesmo modo, para algumas aplicações ou mesmo para desenvolvimento de plugins ou rotinas PHP mais complexas e elaboradas, algumas extensões e propriedades precisam estar instaladas em seu servidor. São extensões como mbstring, mcrypt, Phar e outras. Para saber detalhes a respeito da versão, propriedades e extensões do PHP em seu servidor, basta criar em seu diretório raiz um novo ficheiro extensão PHP. Preferencialmente batize-o como servidor-teste.php ou algo do gênero, apagando assim que o utilizar. No ficheiro, apenas incluirá o seguinte:


// Teste de configurações PHP
php phpinfo();

Vá ao navegador e execute o ficheiro, digitando seu domínio, a “/” e o nome do ficheiro que criou. Isso dará a você um diagnóstico detalhado de todas as configurações PHP do seu serviço de alojamento web, permitindo que você discuta de igual para igual com o suporte quando necessário.

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7 maneiras de melhorar a velocidade no WordPress (INICIANTE)

Há muitas causas para lentidão em websites criados sobre a plataforma do WordPress. Algumas delas exigem conhecimento técnico, outras podem ser resolvidas de modo relativamente simples. Aqui listamos 7 maneiras de melhorar a velocidade no WordPress, seja com o uso de plugins ou por meio de simples alterações e adições no código. Há, basicamente, 10 formas de melhorar a velocidade no WordPress:

  1. Utilizando um plugin de caching
  2. Eliminando informações inúteis da seção HEAD das páginas
  3. Reduzindo o número de plugins ativos
  4. Aumentando a memória do WordPress
  5. Gerando novas configurações no Apache
  6. Utilizando um serviço de alojamento mais adequado
  7. Mantendo plugins e WordPress atualizados
  8. Utilizando a compactação de arquivos
  9. Usando imagens otimizadas
  10. Usando um serviço de CDN

Para usuários sem conhecimento robusto do WordPress, algumas dessas configurações podem criar problemas. Desse modo, incluiremos neste post apenas dicas que exigem um conhecimento básico da plataforma (em outro artigo iremos abordar dicas avançadas).

Velocidade no WordPress – utilizando o cache

O caching é uma forma de armazenar dados de um website, para que ele possa carregar de maneira mais rápida após um primeiro acesso. Há maneiras de habilitar mecanismos de caching mesmo sem o uso de plugins, mas para usuários iniciantes, optar pelo plugin é a melhor política. Dentre os plugins mais populares de caching para WordPress, podemos citar o W3 Total Cache e o WP Super Cache. Ambos são ótimos, mas possuem imensas opções de configuração, o que pode confundir ou até prejudicar iniciantes.

Há, entretanto, opções de plugin com bom desempenho e muito menor necessidade de configurações:

A MeuPPT está também a trabalhar em um plugin próprio de caching no estilo “plug and play”. Bastará instalar e ativar, sem configurações. Para mais informações e acompanhamento, basta registar-se em nossa newsletter na barra lateral.

Velocidade no WordPress – plugins ativos

É preciso selecionar bem os plugins para uso. Cada novo plugin instalado gera requisições todas as vezes em que alguém acessa o site. Quanto mais requisições, maior o tempo de carregamento. Além disso, mesmo web designers costumam instalar dezenas de plugins, mesmo que em cada um deles só estejam a usar uma ou duas funcionalidades. Isso reduz a velocidade e ainda aumenta as probabilidades de conflitos entre plugins, colocando a própria integridade do site em risco.

Se está a cuidar do site sozinho e pretende instalar novos plugins, pense duas vezes e primeiro avalie:

  • Opiniões e análises em sites especializados sobre o desempenho de cada plugin
  • Se já há outros plugins a desempenhar funções similares
  • Se o novo plugin a instalar torna obsoletos um ou mais plugins ativos
  • Plugins que ofereçam funcionalidades facilmente configuráveis de outras maneiras, como formatações, design e estilo e tracking do Google Analytics
  • Se o plugin suporta a versão mais atual do WordPress

Na dúvida consulte fóruns e profissionais da área, ou nos mande uma mensagem – teremos prazer em ajudar. De qualquer forma, um website simples, sem plataforma de e-commerce ou áreas de associados, geralmente opera perfeitamente com 10 ou menos plugins. Há, entretanto, sites com até 30 plugins ou mais. A velocidade, nesses casos, é amplamente prejudicada, assim como o SEO.

Velocidade no WordPress – imagens otimizadas

Há plugins e scripts capazes de compactar imagens, carregá-las após a entrada da página e outros. Tudo isso ajuda a otimizar imagens em seu site WordPress, mas há um modo bem mais fácil e rápido de contornar problemas dessa natureza: use imagens leves.

Ao selecionar fotos e imagens para colocar em seu website, sempre opte por imagens mais leves. Se você domina programas gráficos, como o Adobe Photoshop, melhor ainda. Poderá assim reduzir o tamanho das fotos e imagens para que não pesem muito na hora de carregar. Idealmente, imagens e fotos em posts não devem ter mais de 100 KB. As imagens que carregam na entrada do site ou em landing pages podem até ser um pouco maiores, assim como imagens de fundo, mas tente nunca utilizar qualquer imagem que supere os 300 KG.

Outra dica é usar imagens do tamanho que precisa. Quando carregamos uma imagem muito grande no WordPress, automaticamente são gerados tamanho alternativos, o que consome memória e também pode causar lentidão. Se for usar um logótipo pequeno no topo, próximo ao menu do site, não carregue uma imagem de 1 MB em alta definição. Seja coerente.

Aliás, no caso de logótipos e similares, é possível usar imagens em vetores, no formato SVG. O WordPress, por padrão, não aceita essas imagens, mas é possível usá-las no editor multimédia do WordPress. Em outra ocasião, iremos disponibilizar plugin específico para tal, inclusive com diretrizes para verificar a segurança dos ficheiros SVG usados.

Comprima imagens online

É possível ainda reduzir o peso de suas imagens usando um aplicativo online, seja ela PNG ou JPEG. Basta aceder ao site TinyPNG ou TinyJPG. O uso da ferramenta é praticamente autoexplicativo.

Velocidade no WordPress – vídeos no WordPress

Nunca faça o upload de vídeos diretamente no WordPress. Sempre prefira armazená-los em sistemas como o do Youtube, Vimeo e outros. A partir daí, pode-se obter um código de compartilhamento que poderá ser adicionado diretamente no editor do WordPress. Além de utilizar espaço no seu plano de alojamento, armazenar vídeos de forma local torna o carregamento de páginas muito mais lento quando se precisa exibir esse material.

Velocidade no WordPress – atualizações

Assim como ocorre com seu Windows, o próprio WordPress e seus plugins possuem falhas que eventualmente são corrigidas e aprimoradas pelos desenvolvedores. Ao manter tudo sempre atualizado, evita-se que falhas que tornam o site mais lento perdurem. Sempre verifique atualizações disponíveis e tente, antes de atualizar, dar uma pequena lida nas informações da atualização.

Velocidade no WordPress – sliders

Por mais que sejam bonitos e vistosos, alguns plugins de “sliders”, como o Slider Revolution, geram lentidão e problemas de visualização. São plugins complexos – quase editores de slides, como o Powerpoint. Além de serem complexos de mexer e configurar, ocupam muito espaço e exigem imagens pesadas para rodar bem. Acionam muitas rotinas e processos para seu funcionamento e tornam um site mais moroso.

Há ainda a possibilidade de falhas em telemóveis e tablets, pois alguns desses plugins exigem configurações muito específicas para funcionar bem em ecrãs mais reduzidos. Se o seu objetivo é velocidade, evite ou recorra a profissionais na instalação e configuração desse tipo de recurso.

Velocidade no WordPress – escolha de temas

Se está a montar um website por conta própria, tente selecionar temas que possuam boa velocidade. Se está a comprar um tema em marketplaces como a Envato e outros, há possibilidade sempre de aceder a um “demo” do tema em funcionamento. A partir dele, clique em links, carregue em vários navegadores e teste a velocidade e funcionamento antes de pagar. Tome especial cuidado com temas gratuitos, especialmente aqueles muito elaborados. O barato, nesses casos, pode sair muito caro.