Sua empresa precisa de um site responsivo

Talvez já tenha ouvido isso algures, que sua empresa precisa de um site responsivo. Entre o empresariado, atualmente, pede-se a web designers e agência que o site seja responsivo. Mas o que isso quer dizer exatamente e por que precisamos que sites corporativos tenham essas características?

Antes de seguir adiante neste artigo, um aviso: qualquer projeto ou proposta para criação de websites hoje em dia que NÃO ENVOLVA um site responsivo simplesmente não vale a pena. E veremos o porquê disso.

Site responsivo – o que é?

A internet evoluiu, mas principalmente a forma com que a acedemos evoluiu. No ano 2000, a internet era exclusivamente usada a partir de computadores. A grande maioria deles, por sinal, possuía configurações muito semelhantes de ecrã e dimensões de tela. Em outras palavras, quando um website era criado, ele respondia às necessidades de visualização praticamente uniformes de um monitor ou do ecrã de um laptop.

De 10 anos para cá, esse perfil de acesso mudou completamente. Na maioria dos países com ampla difusão do acesso à internet, pelo menos metade dos usuários está sempre a aceder sites e aplicações por meio do telemóvel ou de tablets. Mesmo TVs agora possuem ferramentas para aceder a websites e aplicações e uma enorme gama de telas, monitores e ecrãs hoje apresenta dimensões e formatos completamente diferentes. Ao todo, há centenas de dimensões de tela em uso no mercado.

O que isso quer dizer?

Significa que, se ao criarmos um website, otimizarmos sua visualização para uma tela de, digamos, 1440 x 900 pixels, estaremos a deixar para segundo plano centenas de outros dispositivos, nos quais a visualização se dará de modo irregular ou até mesmo inexistente.

Os sites responsivos foram criados para solucionar esse problema. Considere que cada parte de um website – textos, imagens, menus, barras – é um elemento individual. Cada um deles pode ser reorganizado e redimensionado, de modo a adaptar-se ao dispositivo com o qual acedemos ao conteúdo. O responsivo “responde” às necessidades do dispositivo do usuário, adaptando-se à medida do necessário para beneficiar a visualização. Um bom site responsivo precisa levar em consideração cinco fatores:

  1. O dispositivo ou aparelho usado por quem visualiza
  2. O software, no caso browser ou navegador
  3. O idioma e aspectos regionais do usuário
  4. A orientação do ecrã, se vertical ou horizontal
  5. O modo com que o usuário navega

Site responsivo – prioridades

Redimensionar e adaptar não é o único aspeto observado por um site responsivo. Pense: quando acedemos a algo pelo telemóvel, não estamos a buscar detalhes, queremos algo mais rápido e objetivo. O site ou conteúdo responsivo também é algo que estabelece prioridades: alguns elementos simplesmente não são exibidos em algumas plataformas, e isso o empresariado ainda tem dificuldades para perceber.

Sites responsivos competentes simplesmente ocultam alguns elementos descritivos e rebuscados em plataformas menores e mais breves, e assim melhoram velocidade, visualização e experiência do usuário. Isso também é uma “resposta”, agora não apenas ao dispositivo ou ecrã, mas aos hábitos de leitura do usuário.

Site responsivo – referência de mercado

Muitas agências cobram o “serviço” de criação de sites responsivos, como se fosse algo “à parte” do próprio processo de criação de websites em si. A verdade é que hoje é mais complexo criar um site que NÃO SEJA responsivo em algum grau do que o contrário. A grande maioria da internet de hoje opera com sistemas de gestão de conteúdo – são tipos de softwares que rodam online e funcionam como o motor de seu website. Tecnicamente, são chamados de Content Management Systems (CMS).

O mais popular deles, e sobre o qual mais de metade dos websites corporativos hoje são construídos, é o WordPress. Mas há uma série de outros sistemas com aplicações específicas: Joomla, Drupal, Opencart, Moodle, etc. Além disso, há quem recorra a soluções baratas em um dos muitos sistemas de “site building” por aí afora, tais como o Wix. O resultado é bem mais pobre nesses casos, mas ainda assim responsivo em algum grau.

Se a agência ou fornecedor que arrumou está a cobrar extras para que o site seja “responsivo”, talvez seja melhor cotar com mais gente…

Site responsivo – ouça os profissionais

Um site é como uma montra ou um poster – uma peça de design que sempre envolve algum gosto por parte do cliente. Contudo, como há para tais peças físicas, um website possui melhores práticas. Profissionais de web design, de marketing digital e programadores podem dizer quais são essas premissas, e evitar que sua empresa esteja a perder clientes simplesmente por respaldar-se apenas no gosto.

Gostar da imagem digital de sua empresa é um direito seu, como empresário. Entretanto, pense no que resulta ou não: ouça conselhos e abra mão de seu gosto em parte, em favor daquilo que pode gerar mais negócios e resultados.

E-commerce em Portugal – por que investir?

Há sempre dados a mostrar crescimento do e-commerce em Portugal, mas quando perguntamos nas ruas, mesmo para os mais jovens, não há consenso. O e-commerce ainda é “temido” por muitos portugueses. Falta confiança, não há o hábito e a comparação com outros países nos deixa milhas atrás.

Contudo, ao invés de entender porque portugueses ainda são tão avessos às compras online, talvez seja melhor entender o porquê deve-se investir nesse canal de vendas. O primeiro aspeto a considerar, sendo esse o caso, é o de fugir de modismos. O computador ainda é muito mais importante que o telemóvel.

E-commerce em Portugal – responsivo, mas sem exageros

Pesquisas ao final de 2016 mostravam que ainda mais de 80% das compras de quaisquer itens online em Portugal davam-se por intermédio de computadores. Telemóveis respondiam apenas por 11% das compras. Quando analisamos esses dados, vale lembrar que a experiência do usuário é sumamente em ecrãs de maior porte, e portanto é neles que devemos inicialmente nos concentrar. Ainda assim, vale ressaltar dois aspetos:

  1. Qualquer projeto web que, atualmente, não preveja um site ou plataforma responsivos (que são optimizados para telemóveis ou tablets) é um projeto obsoleto
  2. A apresentação em telemóveis deve priorizar a velocidade de abertura e tópicos centrais, detalhes ficam por conta da apresentação em computadores

Em outras palavras – sua loja online deve prever o acesso por telemóveis, mas não ater-se somente a ele. É preciso criar uma loja que em sua dinámica promova a venda para clientes que estejam a buscas produtos em seus computadores, e utilizem telemóveis mais como ponto de referência, para depois realizar compras em dispositivos tradicionais.

E-commerce em Portugal – custo baixo e retorno alto

O mais provável é que, ao menos de início, vendas online venham a representar apenas uma pequena fração da faturação total. Contudo, as possibilidades de lucro podem ser maiores. Sem o esforço de vendas, pagamento de comissões e despesas de exposição e alocação física, produtos online podem representar um grande lucro.

Plataformas de lojas prontas e eficazes, como o Shopkit, podem maximizar ganhos

 

Para tanto, o investimento precisa ser pequeno e rápido. Há serviços específicos na internet dirigidos àqueles que desejam montar suas lojas online em questão de dias, sem pesados investimentos e com rápido retorno. Temos um artigo especialmente sobre essa questão aqui no blog. Com menos de 30 euros mensais, é possível colocar ao ar uma loja funcional, que aceite pagamentos em Multibanco e até PayPal e tenha automatizada sua rotina de entregas e logística.

E-commerce em Portugal – contorno de problemas culturais

Culturalmente, o português é desconfiado. Não confia em sistemas de compra online e cria barreiras para adquirir produtos na internet. Há algumas maneiras de contornar isso, seja com conscientização ou com o uso de ferramentas específicas:

  • Lojas online precisam de certificados SSL
  • Ferramentas de check-out transparente e Multibanco avançadas
  • Garantias de devolução e pós-venda precisam ser concedidas

Além disso, a própria organização das residências não beneficia entregas de produtos online. Ao contrário de outros países, a maioria das residências portuguesas não está simplesmente preparada para o recebimento de produtos comprados online de forma simples. Em países como o Brasil e os Estados Unidos, a maioria dos edifícios dispõem de portarias que podem receber produtos de maior porte, mesmo na ausência dos moradores. Em Portugal, produtos chegam e não há ninguém para recebê-los.

Algumas lojas online contam com pontos de entrega alternativos, nos quais o cliente pode retirar seu produto à posteriori. Ainda assim, no caso de frigoríficos, móveis e outras peças, isso pode ser um problema. Se possível, lojas que lidem com produtos maiores precisam prever esses problemas, e oferecer ao cliente modalidades de entrega programada ou fora de horas. A prática pode criar maior conforto para o cliente e resolver problemas de idas e vindas que encarecem a logística de produtos.

E-commerce em Portugal – SEO e marketing

Investir em uma loja online é algo infrutífero se não a damos a conhecer junto aos clientes. Qualquer projeto que contemple um e-commerce precisa prever gastos consideráveis em marketing e optimização para motores de busca (SEO). Em primeiro lugar, clientes precisam dar a conhecer a loja online. Mesmo o mais fiel dos clientes precisa saber em primeiro lugar que agora poderá aceder aos produtos pela web.

Para tanto, é necessário adequar seu e-commerce às melhores práticas, tanto em termos de programação do website, quanto em termos de conteúdo e propagação no Google e outros sites de buscas. Para aceder novos clientes, algum gasto em publicidade no próprio Google, via AdWords, ou em redes sociais como o Facebook poderá ser a diferença entre o sucesso e o fracasso da empreitada.

E-commerce em Portugal – o futuro

As vendas online têm o potencial de reduzir gastos que afetam muitos negócios. Comissões podem ser, por exemplo, automaticamente revertidas ao marketing, sem alterar lucros e margens. Custos de estocagem podem ser racionalizados, com pedidos colocados ao fornecedor apenas na ocorrência da venda. A internet é um caminho sem volta e, embora o português médio ainda resista às compras online, em comparação a outros povos, dobrar-se-á à prática em algum momento.

Custos de manutenção de lojas físicas poderão ser evitados e o comércio que hoje opera regionalmente poderá ganhar clientes em qualquer canto do país. O e-commerce é um investimento que não apenas vale a pena, é uma necessidade para os próximos 5 anos ou mais.

M-commerce e vendas em telemóveis

7 coisas que todo e-commerce precisa ter

Montar uma loja online é algo cada vez mais fácil. Dezenas de aplicações na web, tais como o Shopkit, para quem está em Portugal, permitem que se crie uma loja simples em poucos minutos. Mas há determinadas coisas que todo e-commerce precisa ter. Ao não possui-las, uma empresa colocará em risco suas vendas, sua marca e até mesmo a sobrevivência de seu negócio.

Suponhamos que uma marca em Viana do Castelo decide colocar online um site de e-commerce. Trata-se de uma cidade de menor porte, longe dos maiores centros urbanos portugueses, como Lisboa, Porto e apenas razoavelmente próximo de Braga. O comércio português, tradicionalmente, possui um foco regionalista muito grande. Apelar para essa característica na internet é um erro. Contudo, para garantir que vendas resultem em nível nacional (ou mesmo internacional), todo site de e-commerce precisa ter algumas características peculiares.

1. Priorização

Ao ler folhetos e cartazes de empresas em Portugal, podemos em geral estabelecer algo em comum entre eles todos: a falta de priorização. Parece-nos que comerciantes desejam ocupar todo o espaço possível em um pedaço de papel, metendo ali o maior número possível de produtos e informações. Como já abordamos, o excesso de informação pode levar ao desinteresse. A maioria dos consumidores possui desejos simples e necessidades imediatas – induzi-los a muitas opções é algo que afasta o impulso. E isso não queremos.

Foco e destaque naquilo que é mais importante – sem “chuva de produtos”.

Lojas online e sites de e-commerce podem possuir bancos de dados sem fim de produtos e serviços. Entretanto, as páginas de entrada desses sites precisam de um foco. Prioridade em poucas linhas de produtos e em diferenciais, não simplesmente na quantidade. A grande maioria dos sites de e-commerce do mundo, e isso inclui gigantes como a Amazon, têm 95% de suas vendas concentradas em não mais do que 10% de sua oferta total de produtos.

2. Design

Ninguém quer entrar em um estabelecimento aos pedaços. Quando vemos uma loja em estado de abandono nas ruas, evitaremos comprar ali qualquer coisa que seja. Agora pense – por que diabos um cliente compraria produtos em um site que também parece abandonado? Um site funciona como a fachada de um estabelecimento e suas páginas iniciais como uma boa montra. E, do mesmo modo que nas ruas, uma fachada tem apenas alguns segundos para captar a atenção de um possível consumidor – ou afastá-lo para todo o sempre.

Vistoso, apelativo e direto – páginas iniciais têm de funcionar como uma boa montra

Um design caprichoso e uma boa apresentação não são pormenores no marketing digital. Um e-commerce precisa de um design inteligente, que possa resultar e maravilhar. E, se estamos dispostos a investir ao colocar produtos à vista em nossa loja, por que não iríamos querer o mesmo para nossa versão digital?

3. Formas de pagamento

Estamos na era digital. Exigir que vosso cliente efetue pagamentos apenas por transferência bancária não apenas é ridículo, mas reduzirá suas vendas. Claro que, uma vez que estamos em Portugal, transferência e alternativas como o Multibanco são uma necessidade, mas é preciso oferecer hipóteses de pagamento com o uso de cartões de crédito em geral (mesmo internacionais) e sistemas como o PayPal. Lembre-se de que a cada alternativa não oferecida, está a dar um convite para que seus clientes procurem produtos noutro canto.

4. Entregas em e-commerce

Cobrar  fortunas para entregar produtos é coisa do passado. Além disso, há que considerar o valor médio de seus produtos. Lojas online que possuam itens mais caros, como eletrodomésticos, eletrónicos ou móveis, podem cobrar pela entrega, até porque os fretes têm valores muito abaixo daqueles pagos em seus produtos. Entretanto, já pudemos verificar que algumas das grandes marcas em Portugal praticam preços exorbitantes de fretes – recentemente tivemos o exemplo de uma cadeira para secretária, cujo preço com IVA incluso atingir não mais do que € 60, mas cuja entrega custaria € 45 (do Porto para Viana do Castelo). Obviamente, procurámos noutro lugar.

5. Visualização em telemóvel

Metade dos consumidores acede à internet via telemóvel, mas sua loja apenas possui boa visualização em computadores. Resultado? Irá perdê-los todos para sites que sejam “responsivos”. Desenvolver hoje um site de e-commerce que não possua suporte para acesso e visualização em telemóvel é um absurdo. Melhor seria nem investir, nesse caso. Garanta, ao contratar um web designer, que sua loja possua bom suporte para telemóveis e outros dispositivos, como tablets.

Versões otimizadas para telemóvel não são apenas uma “mais-valia”, mas sim uma obrigação

6. Atendimento no e-commerce

Sites de e-commerce ainda geram imensa desconfiança no público português. A razão é muito simples: a maioria deles possui pouco ou nenhum atendimento. É preciso dispor de linhas telefónicas de atendimento, canais via e-mail que realmente funcionem e sistemas de atendimento imediato, por chats e sistemas de mensagens, como o Whatsapp ou Facebook Messenger. Especialmente clientes que acedem vossos serviços e produtos em telemóveis precisam de atenção imediata.

7. SEO

Explicaremos mais a fundo esse tópico em outros artigos, mas o SEO é algo fundamental em lojas online. A otimização para mecanismos de busca é o que faz com que seu site apareça de forma mais frequente para o público e seja de facto encontrado por possíveis clientes quando estes buscam por palavras que têm a ver com vossos produtos. O SEO é um conjunto de técnicas relacionadas ao marketing digital, e colocar sites em linha com esses parâmetros exige algum investimento. Soluções “home made” ou “low cost” podem custar o sucesso de seu negócio.

 

 

 

 

 

3 peças de design gráfico de impressão low-cost

Existe impressão low-cost? Impressões em Portugal geralmente são algo custoso. Gráficas regionais cobram fortunas, mesmo para impressão de peças padronizadas e comuns, como cartões de visita ou flyers e panfletos. Se ainda está a gastar centenas de euros para conseguir o básico de seu estacionário é hora de começar a recorrer a serviços online.

A 360imprimir é uma gráfica online de qualidade, opera mesmo fora de Portugal e constantemente oferece promoções que lhe permitirão gasta metade ou mesmo um terço do valor que costuma pagar. Acredite: em alguns casos que avaliamos, custos de € 1.000 ou mais em gráficas poderiam cair para € 400-450 se as impressões fossem feitas ali. Além de qualidade e preço, a 360imprimir oferece entrega em qualquer canto de Portugal – a preço justo e com rastreamento online da carrinha.

Agora ao final do ano, muitas empresas imprimem catálogos, agendas, calendários e peças promocionais. Em alguns casos, a encantar clientes já para 2018. Em outros casos, a acelerar vendas de Natal. Qualquer que seja, é hora de imprimir – e REALMENTE usufruir de bons serviços em “low-cost”.

Especialmente se está em regiões mais afastadas do eixo Lisboa-Porto, poderá economizar até 50% ou mais de seus custos com gráfica. Faça as contas e veja por si. Gráficas em regiões como as de Braga, Viana do Castelo, Bragança, Vila Real, Viseu e outras operam sem maior concorrência de grandes players dos centros urbanos maiores. Com isso, acabam por cobrar o que lhes vem à cabeça. E sua empresa o paga…

Bem, comecemos então pelo básico do estacionário – um dos pontos de gasto de dinheiro que, aos poucos, causa prejuízos e reduz resultados…

3 peças de impressão low-cost – cartões de visita

Faça um orçamento de 500 cartões de visita por aí: o normal. Cores em frente e verso, sem qualquer revestimento especial, em dimensões 85mm x 55mm. Chegamos a ouvir o valor de € 57,00 – e isso se os pegássemos ali na gráfica. Online os conseguirá por € 20-25 cada 500 unidades. Veja por si.

Agora suponhamos uma empresa com 10 comerciais – a imprimir 1.000 cartões de visita para cada um deles. Com o milheiro de cartões por aí ao redor de € 80-90 ou mais, seria uma despesa de € 900. Ao pagar os preços praticados por gráficas online, poderia estar a economizar até 400 ou 500 euros em um único pedido! Além disso, poderá criar designs mais ousados e modernos para os cartões e personalizá-los e atualizá-los de modo mais frequente, beneficiando de um sistema rápido e barato de produção de impressos para vendas e promoção.

Poderia, por exemplo, usar uma pequena parte das centenas de euros que economizou e fazer connosco uma cotação para cartões mais apelativos e profissionais. Que acha?

3 peças de impressão low-cost – flyers e folhetos

Um cliente nosso outro dia nos comentou: um de seus parceiros havia pago quase € 90 para imprimir 2 mil folhetos tamanho A5. Três dias antes, havíamos efetuado um pedido para outro cliente: 4 mil folhetos A6 a € 33,50. Por que tanta diferença? Embora o tamanho A5 consista basicamente no dobro do A6, os valores são exorbitantes. Foram impressos metade dos flyers e pagou-se quase três vezes mais.

Portugal ainda é um país no qual a publicidade regionalmente ocorre de porta em porta, muito mais do que em outros países mundo afora. Especialmente no contexto regional, folhetos ainda são um pilar da propaganda. Gráficas e designers o sabem, e terminam por cobrar, novamente, quanto lhes parece crível por parte dos clientes.

A MeuPPT oferece aos clientes uma proposta com a qual podem beneficiar de custos baixos de impressão, diagramações e artes que podem ser usadas em mais de uma campanha e acompanhamento de resultados. Uma ação com 20 mil folhetos, nos preços absurdos pagos no primeiro exemplo, tem de gerar enorme retorno, ou é apenas gasto. Supondo que seus clientes em geral gastam 20 ou 30 euros em sua loja, por exemplo, seria necessário que a campanha trouxesse mais de 30 cliente para seu estabelecimento. E isso apenas para conseguir faturação bastante para pagar pelos impressos.

3 peças de impressão low-cost – cartazes

Imprimir cartazes online também é algo barato. Esse tipo de peça é óptima quando tem-se bom relacionamento com outros estabelecimentos e comerciantes, ou quando atua-se em sítios específicos. Ideal para anunciar seus produtos e serviços em escolas, centros comerciais, universidades, comércios de bairro, restaurantes, clubes e outros. Hoje é possível imprimir mais de 200 cartazes tamanho A3 por menos de € 50, usando serviços online. Isso já inclui IVA e entrega, é claro.

O cartaz é uma peça de sinalética, muito mais do que um item de estacionário ou uma propaganda entregue em mãos, como um flyer. Precisa possuir um design profissional, conteúdo direto e apelativo e diferenciar-se de tudo mais que há ao redor. Somente assim é possível captar a atenção de potenciais clientes e, no intervalo de poucos segundos em que permanecem com olhos em sua publicidade, vender uma ideia.

Economizar na impressão é uma estratégia inteligente para reduzir custos e dirigir parte do investimento a peças mais ousadas e apelativa. E nisso a MeuPPT poderá sempre ajudar. Fale connosco e surpreenda-se com o quão pouco terá de gastar para acelerar suas vendas e resultados.