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Por que fugir de “soluções próprias” em web design?

No começo da década de 1980, havia dezenas de microcomputadores a disputar mercado. Apple, IBM-PC, MSX, ZX Spectrum, Commodore 64, CP-400, Sinclair… a lista parecia infindável. Cada um deles possuía processador e arquitetura próprios, uma linguagem particular e softwares que eram exclusivos para uso em suas respetivas plataformas. Hoje, trinta e poucos anos depois, apenas dois deles permanecem.

Por que todos os outros se foram?

A questão é que, para o usuário, o fato de utilizar máquinas que não possam “dialogar” com sistemas de seu vizinho, amigos ou colegas, torna essas máquinas completamente inúteis. No mundo da internet, a capacidade de intercomunicação dos computadores tornou-se ainda mais vital. Documentos e ficheiros são compartilhados por todo lado e até mesmo atualizados por mais de uma pessoa, e portanto precisam seguir um mesmo padrão.

Os padrões, nesse caso, seguiram adiante com as plataformas que possuíam melhor suporte e manutenção, mais segurança, porte e escalabilidade. Em outras palavras: aquelas que eram mais bem feitas. O mesmo ocorreu com softwares nos anos 1990, incluindo navegadores de internet. O benchmark é estabelecido por uma série de razões – e aqueles que permanecem fora dele correm o risco de ser esquecidos e ultrapassados.

Que isso tem a ver com web design?

Toda essa longa história para chegar ao web design. Na era atual, centenas de plataformas para organização de conteúdo e criação de websites foram criadas e difundidas. Algumas delas sequer chegaram a ter algum destaque, outras tiveram seu auge e logo em seguida declínio. A questão é que, mesmo no momento atual, no qual benchmarks já foram estabelecidos, ainda há aqueles que operam na banda obsoleta do web design.

Como clientes, é difícil perceber quando nos deparamos com algo completamente ultrapassado. Contudo, ter em mente aquilo que está realmente em alta e uso na internet dos dias de hoje pode ser útil. Em primeiro lugar, há que se diferenciar conteúdo estático do dinámico. Para quem não sabe a diferença, ela é, na verdade, bastante simples:

  • Sites de conteúdo estático são aqueles criados em HTML para visualização, cujo conteúdo inserido não varia ou não pode ser atualizado e inserido por qualquer espécie de sistema. Nessas páginas estáticas, alterações no conteúdo têm de ser feitas a partir dos próprios ficheiros HTML.
  • Quando o conteúdo é dinámico, o HTML é apenas uma espécie de “modelo”. Esse esqueleto formado pelo HTML recebe um conteúdo enviado por uma aplicação que roda em um servidor. Esse tipo de sistema geralmente opera em duas frentes: a primeira delas, o frontend, ou seja, a própria visualização para o usuário. O segundo é o backend – uma plataforma a partir da qual o proprietário do site insere e altera o conteúdo, que é dinamicamente inserido nos modelos HTML.

Em termos de frontend, ambos os sites possuem características semelhantes: uma estrutura construída em HTML, uma formatação feita a partir de ficheiros ou instruções CSS e efeitos e interações produzidos a partir de rotinas em Javascript. Quando têm-se um conteúdo dinámico, no entanto, esses modelos de frontend são “recheados” com conteúdo que é enviado a partir de um servidor, geralmente com o uso de sistemas programados em PHP e outras linguagens, os chamados CMS (Content Management Systems).

Como identificar “soluções próprias” em frontend?

Montar modelos HTML ou sites em HTML para exibição estática exige, nos dias de hoje, toneladas de estilos em CSS e rotinas Javascript para eventos como a abertura de pop-ups, processamento de formulários, animações e outros. “Soluções próprias”, nesse caso, são projetos construídos geralmente do zero, sem seguir qualquer padrão, boas práticas ou sistemas mais universais. O grande problema, além do grau de confiabilidade dos web designers que operam assim, é a falta de “diálogo” com outros sistemas.

Quando projetamos um website que utiliza modelos, frameworks e estilos mais universais, isso permite que outros designers possam operar igualmente o website, que atualizações possam ser feitas de maneira simples e que melhores práticas seguidas por web designers de todo o mundo estejam presentes em seu site. O CSS é parte importante desse processo de padronização, o que geralmente implica no uso de frameworks com amplo suporte e adesão no mercado:

  • Twitter Bootstrap
  • ZURB Foundation
  • Bulma
  • Semantic UI

Fora a grande adesão, todos esses frameworks possuem uma documentação. Isso quer dizer que qualquer outro profissional que venha a lidar com o website (inclusive seu dono, caso pretenda meter-se em programação e design) será capaz de perceber o que ali foi feito. Quando a “solução própria” aparece, quem quer que venha a mexer com o site no futuro estará em maus bocados.

Finalmente, esses sistemas são modernos. Todos estão em versões adiantadas, e evoluíram conforme a própria web evoluiu, adicionando com o tempo funcionalidades técnicas para uso e aplicação em mobile, compatibilização com navegadores, inserção de novas tecnologias e outros.

Soluções próprias muitas vezes não utilizam tais modelos. Isso não implica necessariamente num trabalho ruim, porém cria certa dificuldade para que novos ou outros profissionais lidem com o conteúdo e layout no futuro. Além disso, esses frameworks são constantemente atualizados e aprimorados por uma comunidade de dezenas de milhares de profissionais – o mesmo não se pode dizer de layouts criados a partir de modelos próprios, sem padronização ou avanço conforme melhores práticas do web design.

Como identificar “soluções próprias” em backend?

Para simplificar: o dito “backend” é basicamente a parte na qual os proprietários do site utilizam seu login para efetuar mudanças, inserir conteúdo, instalar aplicações e funcionalidades e outros. Todos os sistemas de CMS ou e-commerce possuem uma plataforma de backend. WordPress, Drupal, Magento, Moodle – todos possuem uma área na qual o dono de um website é capaz de gerenciar seus recursos principais.

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Sistemas de gestão de sites desenvolvidos como “soluções próprias” geralmente parecem algo improvisado e não atentam para necessidades do usuário e de UI.

Essas áreas de administração são pensadas no sentido de facilitar a operação do website por pessoas que não são especialistas ou informáticos. Por anos, versões foram sendo avaliadas, aprimoradas, criticadas, de forma a alterar e evoluir ferramentas que hoje permitem que praticamente qualquer um efetue mudanças quase que totais em seu website. No time das soluções próprias, contudo, temos muitas vezes plataformas de inserção de conteúdo improvisadas, não testadas, que utilizam modelos não amigáveis e são destituídas de qualquer óptica do usuário.

Muitos argumentam a respeito da “segurança”, como forma de justificar a criação de plataformas próprias improvisadas em lugar de sistemas como o do WordPress. O engano não poderia ser maior: todo código possui falhas e brechas que podem ser exploradas, mas apenas aqueles em constante atualização podem ser considerados seguros. É simplesmente difícil acreditar que uma plataforma mantida por milhares de programadores e com mais de uma década de sucesso seja “menos segura” do que um website construído em meses por dois ou três programadores de vinte e tantos anos.

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Áreas de administração como a do WordPress são pensadas sob a óptica do usuário, mas ainda assim permitem interação para desenvolvedores e programadores.

As soluções próprias são facilmente identificáveis, mesmo na fase de proposta por parte dos criadores e programadores. Para identificá-las (e delas fugir), o empresário pode atentar nos seguintes tópicos:

  • Necessidade de “contactar” com os desenvolvedores quando novos conteúdos precisam de ser incluídos
  • Cobranças de taxas de “manutenção” que não incluem qualquer serviço (o que é irónico, pois todos os CMS de sucesso no mercado são open source, gratuitos e possuem manutenção frequente… sem cobrar um cêntimo para tal)
  • Plataformas de login e acesso sem qualidade visual e amigabilidade para o operador

Há ainda o argumento do preço. Alguns desenvolvedores afirmam a clientes que criar sites em sistemas como o WordPress é algo “caro”. Bem, quando compra-se plugins e temas para qualquer ajuste ou acerto no site, realmente o WordPress torna-se dispendioso. No entanto, se são eles programadores, cabe a pergunta: por que estão a instalar módulos prontos para tudo quando os podiam desenvolver?

O caminho da solução própria aponta, em geral, para sites sem possibilidade futura de evolução, sem liberdade de operação para as empresas e com suporte zero em termos de segurança. Em situações como a entrada em vigor das regras do GDPR europeu, eles podem se tornar inclusive uma bomba-relógio.

 

5 razões para criar um novo website

Estamos em 2018. Apenas mais um ano. No entanto, muitas empresas operam hoje com websites desenvolvidos em 2016, 2015, 2010… ou mesmo mais antigos. Estão na web, é o que dirão. O mais engraçado é que essas mesmas empresas, num horizonte de 10 anos, modificaram suas lojas, montras e vitrinas e mesmo marcas duas, três ou mais vezes. O website, porém, segue o mesmo de sempre.

Vivemos numa era na qual mais de 50% da população mundial possui acesso à internet. Quando falamos de países em desenvolvimento de ponta, como o Brasil ou o México, esse número sobe a mais de 60% com facilidade. Quando finalmente chegamos à Europa ou aos Estados Unidos, descobrimos que praticamente toda a população a partir dos 8 anos de idade interage com a web de algum modo.

Criar um novo website – só “melhorar” não serve

Talvez. A verdade é que, em termos de custos, melhorar websites obsoletos leva a apenas duas possibilidades:

  1. Um orçamento ainda mais caro do que a criar um novo website, por conta da incompatibilidade e necessidade de substituição de sistemas, plugins, efeitos e tecnologias
  2. Um orçamento barato, mas que basicamente deixa tudo na mesma – um site “mudado”, porém ainda obsoleto

Para além do uso de tecnologias abandonadas ou simplesmente extintas pelos próprios desenvolvedores delas, como Macromedia Flash ou applets Java, os sites com mais de cinco anos de idade foram pensados para um público e um uso totalmente diferentes. Mais do que algo que está “fora de moda”, são sites que não funcionam nos dias de hoje.

Criar um novo website – clientes de uma nova geração

A internet começou a se tornar algo popular por volta dos anos 1995 e 1996. Naquela altura, ainda usava-se conexão discada, por meio de linhas telefónicas. Por volta do ano 2000, a maioria dos países do mundo já possuía serviços de banda larga de internet razoáveis, o que permitiu que novas fronteiras fossem conquistadas. A internet começou a deixar de ser um ambiente apenas para “informáticos” ou para pesquisas em trabalhos escolares e projetos profissionais, e virou algo que todos queriam acompanhar e usar.

Bancos, serviços públicos, imprensa, canais de televisão, varejistas… todos começaram a ver possibilidades na web. Com isso, empresas começaram desenvolver todo um mercado de serviços e venda de produtos, até então inexistente. Agora pense um pouco no que estamos falando – isso foi no ano 2000 ou 2001.

Jovens com menos de 25 anos já foram criados, desde os primeiros anos escolares, acostumados a utilizar a internet como parte de suas vidas. Para estudos, para falar com amigos, para conversar com familiares distantes e, mais recentemente, para fazer compras, conhecer pretendentes, aceder a serviços públicos e governamentais e tudo mais. Em Portugal, o uso da internet em termos comportamentais ainda é pequeno, se comparado a outros países. Mesmo assim, já há quem apenas assista “TV” usando a internet, em plataformas como Youtube ou Netflix. Nosso próprio governo tornou-se digital em diversos aspetos.

A nova geração está toda online. E quando um website não é capaz de impressioná-la, pode botar todo um negócio a perder para os anos vindouros.

Criar um novo website – telemóveis

Pode bater pé e dizer asneiras. Nada do que falar mudará a realidade: em Portugal já 50% dos usuários estão a aceder a internet por telemóvel. Em países como o Brasil, a proporção é ainda maior. Um website que não adapta-se de modo satisfatório a telemóveis é uma máquina de perder clientes… e dinheiro. Muito se fala hoje em responsivo, assim como em aplicativos para telemóvel. A verdade é que 99% das empresas não precisam de apps – mas 100% delas têm de possuir websites que sejam apresentáveis em um ecrã de telemóvel ou tablet.

“Ajustar” um website obsoleto para visualização em telemóveis, além de ser uma tarefa ingrata para designers e programadores, é um esforço inútil. Hoje, quase a totalidade das soluções para criar um website existentes oferecem pré-configurações que facilitam a visão em dispositivos móveis. Meter um quebra-galho numa plataforma que não foi pensada para tal é o mesmo que abastecer um automóvel a gasolina com gasóleo – pode até rodar um tanto, mas criará problemas maiores logo mais.

Criar um novo website – automatização e machine learning

Possuir um website deixou de ser apenas um versão digital de um cartão de visitas. Hoje, um website bem construído permite a uma empresa automatizar uma série de tarefas, que vão desde a captação de clientes até o atendimento de pós-venda. Chats online, formulários de pesquisa, registos para o usuário, lojas online, sistemas de entrega e busca – é possível oferecer aos clientes comodidades com custos muito menores do que os equivalentes físicos desses serviços.

Criar um novo website

E a coisa vai além. O próprio comportamento dos usuários em um website pode ser medido, registado, armazenado e processado, de modo a auxiliar uma empresa em suas projeções e estratégias. Por meio do machine learning, é possível determinar áreas do país mais propensas ao consumo de seus produtos, faixas etárias de clientes que gastam mais, horários mais vantajosos para a abertura e fechamento de lojas e muito mais.

Criar um novo website – valorização de marca

Finalmente, como somos designers por formação e de coração, não poderia faltar: criar um novo website é algo que pode gerar mais-valia para sua marca. As marcas mais respeitadas do mundo hoje reforçam ou criam sua “aura” por meio de ações digitais e do conteúdo que oferecem a clientes, usuários e até fãs no segmento digital. Do mesmo modo, um site antiquado e obsoleto deduz pontos de sua marca – especialmente entre os mais jovens.

Um bom design e um web design competente são ferramentas cada vez mais essenciais para conduzir um negócio ao sucesso. E para os clientes da era digital, não lhes importa se a empresa é uma padaria da freguesia ou uma multinacional de telecomunicações – é o conteúdo e comunicação da marca que importam.

Sua empresa precisa de um site responsivo

Talvez já tenha ouvido isso algures, que sua empresa precisa de um site responsivo. Entre o empresariado, atualmente, pede-se a web designers e agência que o site seja responsivo. Mas o que isso quer dizer exatamente e por que precisamos que sites corporativos tenham essas características?

Antes de seguir adiante neste artigo, um aviso: qualquer projeto ou proposta para criação de websites hoje em dia que NÃO ENVOLVA um site responsivo simplesmente não vale a pena. E veremos o porquê disso.

Site responsivo – o que é?

A internet evoluiu, mas principalmente a forma com que a acedemos evoluiu. No ano 2000, a internet era exclusivamente usada a partir de computadores. A grande maioria deles, por sinal, possuía configurações muito semelhantes de ecrã e dimensões de tela. Em outras palavras, quando um website era criado, ele respondia às necessidades de visualização praticamente uniformes de um monitor ou do ecrã de um laptop.

De 10 anos para cá, esse perfil de acesso mudou completamente. Na maioria dos países com ampla difusão do acesso à internet, pelo menos metade dos usuários está sempre a aceder sites e aplicações por meio do telemóvel ou de tablets. Mesmo TVs agora possuem ferramentas para aceder a websites e aplicações e uma enorme gama de telas, monitores e ecrãs hoje apresenta dimensões e formatos completamente diferentes. Ao todo, há centenas de dimensões de tela em uso no mercado.

O que isso quer dizer?

Significa que, se ao criarmos um website, otimizarmos sua visualização para uma tela de, digamos, 1440 x 900 pixels, estaremos a deixar para segundo plano centenas de outros dispositivos, nos quais a visualização se dará de modo irregular ou até mesmo inexistente.

Os sites responsivos foram criados para solucionar esse problema. Considere que cada parte de um website – textos, imagens, menus, barras – é um elemento individual. Cada um deles pode ser reorganizado e redimensionado, de modo a adaptar-se ao dispositivo com o qual acedemos ao conteúdo. O responsivo “responde” às necessidades do dispositivo do usuário, adaptando-se à medida do necessário para beneficiar a visualização. Um bom site responsivo precisa levar em consideração cinco fatores:

  1. O dispositivo ou aparelho usado por quem visualiza
  2. O software, no caso browser ou navegador
  3. O idioma e aspectos regionais do usuário
  4. A orientação do ecrã, se vertical ou horizontal
  5. O modo com que o usuário navega

Site responsivo – prioridades

Redimensionar e adaptar não é o único aspeto observado por um site responsivo. Pense: quando acedemos a algo pelo telemóvel, não estamos a buscar detalhes, queremos algo mais rápido e objetivo. O site ou conteúdo responsivo também é algo que estabelece prioridades: alguns elementos simplesmente não são exibidos em algumas plataformas, e isso o empresariado ainda tem dificuldades para perceber.

Sites responsivos competentes simplesmente ocultam alguns elementos descritivos e rebuscados em plataformas menores e mais breves, e assim melhoram velocidade, visualização e experiência do usuário. Isso também é uma “resposta”, agora não apenas ao dispositivo ou ecrã, mas aos hábitos de leitura do usuário.

Site responsivo – referência de mercado

Muitas agências cobram o “serviço” de criação de sites responsivos, como se fosse algo “à parte” do próprio processo de criação de websites em si. A verdade é que hoje é mais complexo criar um site que NÃO SEJA responsivo em algum grau do que o contrário. A grande maioria da internet de hoje opera com sistemas de gestão de conteúdo – são tipos de softwares que rodam online e funcionam como o motor de seu website. Tecnicamente, são chamados de Content Management Systems (CMS).

O mais popular deles, e sobre o qual mais de metade dos websites corporativos hoje são construídos, é o WordPress. Mas há uma série de outros sistemas com aplicações específicas: Joomla, Drupal, Opencart, Moodle, etc. Além disso, há quem recorra a soluções baratas em um dos muitos sistemas de “site building” por aí afora, tais como o Wix. O resultado é bem mais pobre nesses casos, mas ainda assim responsivo em algum grau.

Se a agência ou fornecedor que arrumou está a cobrar extras para que o site seja “responsivo”, talvez seja melhor cotar com mais gente…

Site responsivo – ouça os profissionais

Um site é como uma montra ou um poster – uma peça de design que sempre envolve algum gosto por parte do cliente. Contudo, como há para tais peças físicas, um website possui melhores práticas. Profissionais de web design, de marketing digital e programadores podem dizer quais são essas premissas, e evitar que sua empresa esteja a perder clientes simplesmente por respaldar-se apenas no gosto.

Gostar da imagem digital de sua empresa é um direito seu, como empresário. Entretanto, pense no que resulta ou não: ouça conselhos e abra mão de seu gosto em parte, em favor daquilo que pode gerar mais negócios e resultados.

MeuPPT e ANPME – parceria com benefícios para associados

A MeuPPT, especializada no desenvolvimento de apresentações, websites e outros serviços de comunicação e design, firmou parceria com a ANPME. A Associação Nacional das Pequenas e Médias Empresas é um entidade cujo objetivo é o de representar e defender os interesses dos pequenos e médios empresários portugueses.

A ANPME oferece a seus associados apoio jurídico, fiscal e contábil gratuito, além de apoio no desenvolvimento de projetos e modelos de negócio. Com a parceria firmada com a MeuPPT, a ANPME passa também a estender benefícios imensos em serviços de comunicação para seus associados e parceiros.

Objetivo da parceria com a ANPME

A MeuPPT e a ANPME concluíram que os serviços em comunicação e design de qualidade prestados em território português para pequenas e médias empresas são, muitas vezes, caros e inacessíveis. Ao final das tratativas, ambas definiram que associados da entidade beneficiariam de um acordo que lhes fornecesse serviços de qualidade a um custo amigável. Pretende-se, a partir desse acordo, garantir que pequenos empresários portugueses possam apelar de forma mais eficiente ao público e enfrentar uma concorrência cada vez mais acirrada.

Dentre os muitos benefícios oferecidos a partir da união das duas entidades em prol do empresário, a MeuPPT dispôs-se a:

  • Oferecer a associados da ANPME um preçário diferenciado, com descontos exclusivos (AINDA MAIS BAIXOS QUE NOSSOS PREÇOS ATUAIS!!)
  • Apoiar a ANPME em suas estratégias de comunicação, colaborando no desenvolvimento das mesmas
  • Promover a ANPME como entidade líder no apoio a iniciativas de empreendedores de Portugal
  • Compartilhar conhecimento, experiência e know-how em comunicação e design com a ANPME e seus membros
  • Participar ativamente dos processos de modernização e apoio à competitividade dos empresários portugueses no cenário regional e global

Atendimento a necessidades especiais

Além dos serviços de web design e comunicação oferecidos a custo vantajoso, a MeuPPT recomenda a associação à ANPME. As iniciativas da entidade já beneficiaram milhares de empresários portugueses e podem ser decisivas no crescimento de seu negócio.

A MeuPPT oferece aos associados da entidade um atendimento diferenciado. Criámos websites de forma mais rápido, operamos junto a gráficas e fornecedores para conseguir melhores preços para membros e possuímos instrumentos informáticos modernos e simples para formações e comparticipação de conhecimentos.

Assim como a ANPME, a MeuPPT deseja apenas uma coisa: o sucesso de seus clientes e parceiros. A própria manutenção de nosso modelo depende, diretamente, do quão bem-sucedidos nossos clientes possam ser. Trabalhamos sempre de forma incessante para que os serviços que fornecemos estejam atualizados, em linha com referências de mercado e otimizados para aqueles que os utilizam.

Se você precisa de um trabalho em design, web design e comunicação eficiente e rápido, mas preocupa-se com os custos, o caminho está agora mais fácil.

Primeiro, ponha-se em contacto com a ANPME. Beneficie-se com a associação a uma das entidades de apoio empresarial que mais crescem em solo português, acedendo a vantagens que o colocarão muito à frente da concorrência. Uma vez associado, usufrua também de nossos serviços em caráter especial e exclusivo, contando connosco para qualquer problema ou dilema que poderá ter em seu cotidiano.

Esperamos por você e pelo seu sucesso!