Os melhores serviços de host para WordPress

Escolher um serviço de hospedagem ou alojamento de websites parecia algo fácil, mas isso mudou. Atualmente, há muito o que olhar além de volume de tráfego permitido, espaço em disco ou número de contas de e-mail. Muitas empresas vêm firmando contratos com serviços de host péssimos e relativamente baratos, sem saber que a velocidade, segurança e mesmo posicionamento de seu site WordPress no Google estarão prejudicados.

O WordPress é um sistema de gestão de conteúdo em PHP. Isso significa que geralmente roda em qualquer tipo de serviço de host, seja baseado em Linux ou Windows. O problema é que as novas versões do WordPress e alguns temas e plugins específicos são extraordinários, mas consomem imensos recursos. É aí que os serviços de host ruins começam a ganhar dinheiro ou mostrar-se ineficientes.

A maioria dos serviços de host baratos exclui alguns atributos que melhorariam o desempenho de seu website em termos de performance, segurança e também SEO, entre eles:

  • Opções de uso de certificados SSL gratuitos
  • Acesso a extensões específicas do PHP
  • Recursos de cache e CDN
  • Acesso ao protocolo HTTP/2
  • Sistemas de segurança voltados ao WordPress em server-side
  • Ferramentas para gestão por desenvolvedores, como acesso ao WP-CLI
  • Acesso mínimo a configurações Apache

A enganação vai além: cobranças de transferências de websites, custos adicionais por contas de e-mail, serviços instáveis a partir de determinado fluxo (sem que isso seja avisado), certificados SSL caríssimos, sem opção gratuita. Além disso, são serviços compartilhados genéricos, ao invés de algo customizado para WordPress. O seu site roda do mesmo jeito, mas seu desempenho deixa muito a desejar, elevando seus custos com desenvolvimento e informáticos e espantando clientes.

Entretanto, há algumas opções de host voltado a WordPress bastante acessíveis em termos de preços e com recursos compatíveis com o que um site comum precisa. Há, inclusive, alguns serviços voltados a sites WordPress que utilizam estruturas específicas, tais como lojas online criadas com o plugin do WooCommerce. Nesses casos, velocidade é fundamental inclusive para as vendas, assim como a segurança.

Os melhores serviços de host para WordPress

Há muitos bons serviços de host para WordPress, mas se procura algo estável, com bom suporte e garantia de manutenção das condições contratuais, o melhor é buscar líderes globais ou empresas que ofereçam bom suporte logo no primeiro contacto. Uma boa ideia é também usar recomendações feitas por desenvolvedores de plugins e temas com grande volume de vendas, ou mesmo dos criadores do próprio WordPress – a empresa Automattic.

FastComet – visite o site

Grande no Reino Unido, esse serviço de host possui grande suporte em seu plano para WordPress, oferece migração gratuita e mecanismos completos de segurança e velocidade que irão, em grande parte, dispensar o uso de imensos plugins de sua parte. Para desenvolvedores, além de acesso via WP-CLI, oferece suporte para Node.js, Git pré-instalado e também suporte para Bash Script, Perl, Python e mesmo frameworks PHP, como Symphony e Laravel.

SiteGround – visite o site

Um dos melhores preços da internet, com óptimos recursos na modalidade de host para WordPress. O espaço em disco oferecido é pouco no plano básico, 10GB, assim como o volume médio máximo de visitas ao mês, de 10 mil. Contudo, ofereço bons recursos para o desempenho de sites em WordPress e acesso a um serviço de cache próprio, que realmente acelera websites de forma visível. Ainda em termos de desempenho, possui suporte para HTTP/2, especialmente indicado para quem possui websites mais pesados, temas muito complexos ou lojas em WooCommerce.

O suporte não é tão rápido, mas parece feito por pessoas e funcionários que realmente conhecem o produto e as peculiaridades do WordPress, mesmo em nível mais técnico.

WP Engine – visite o site

Talvez o melhor e mais poderoso serviço de managed host para WordPress, porém caro. Oferece ferramentas próprias para gerenciamento de websites em WordPress, melhoria de desempenho, suporte realmente especializado, em todos os aspetos. Para quem não dispõe, ou não quer dispor de um técnico na área, é uma opção segura e com atendimento realmente irrepreensível. Contudo, se seu website é algo mais simples ou possui um especialista que já trabalha consigo, outras opções menos custosas e igualmente boas são melhor saída.

Bluehost – visite o site

Para quem busca um serviço barato ou estável entre os grande, a Bluehost talvez seja a melhor das opções para sites WordPress. Com vários recursos amigáveis ao desenvolvedor e promoções sendo oferecidas a todo momento, esse serviço possui boa velocidade e desempenho e raramente deixa clientes na mão. Entretanto, melhor optar por um serviço melhor focado caso necessite de um suporte mais técnico, pois o suporte da Bluehost para WordPress especificamente deixa bastante a desejar.

Vale ressaltar, contudo, que o Bluehost é um serviço recomendado tanto pela Automattic, idealizadora do WordPress, quanto pelo próprio WooCommerce, uma das mais populares plataformas de e-commerce para esse CMS.

Cloudways – visite o site

Há quem busque, contudo, soluções escaláveis de host. Especificamente para quem usa WordPress e quer um desempenho escalável como o do Google Cloud ou Amazon AWS, a Cloudways é uma excelente opção. Oferece tudo o que um site WordPress precisa para obter bom desempenho e segurança, além de ferramentas que auxiliam na gestão e manutenção de lojas em WooCommerce, como ativação facilitada do Elasticsearch. Oferece também soluções completas em caching – Varnish, Memcached, Apache, Nginx, PHP-FPM.

Para seus clientes

Bem, pode ser que, como nós, possua clientes na área de web design e desenvolvimento e criação de sites. Continue a ler. Ajudamos também a concorrência, não se preocupe. Além de todos os serviços de host enumerados aqui, há uma saída interessante para quem lida com diversos clientes no segmento e pretende mantê-los em um servidor próprio ou não gerir contas dos mesmos em diversos serviços de alojamento distintos.

A Pressable é uma empresa que oferece bons serviços de host gerenciado para WordPress, com uma particularidade: voltados para quem irá manter 5 ou mais websites distintos com o CMS. Assim, poderá hospedar sites de diversos clientes em um ambiente que beneficia o uso do WordPress e possui vantagens de segurança e otimização, além de extras como o acesso gratuito à versão premium do plugin Jetpack.

Sua empresa precisa de um site responsivo

Talvez já tenha ouvido isso algures, que sua empresa precisa de um site responsivo. Entre o empresariado, atualmente, pede-se a web designers e agência que o site seja responsivo. Mas o que isso quer dizer exatamente e por que precisamos que sites corporativos tenham essas características?

Antes de seguir adiante neste artigo, um aviso: qualquer projeto ou proposta para criação de websites hoje em dia que NÃO ENVOLVA um site responsivo simplesmente não vale a pena. E veremos o porquê disso.

Site responsivo – o que é?

A internet evoluiu, mas principalmente a forma com que a acedemos evoluiu. No ano 2000, a internet era exclusivamente usada a partir de computadores. A grande maioria deles, por sinal, possuía configurações muito semelhantes de ecrã e dimensões de tela. Em outras palavras, quando um website era criado, ele respondia às necessidades de visualização praticamente uniformes de um monitor ou do ecrã de um laptop.

De 10 anos para cá, esse perfil de acesso mudou completamente. Na maioria dos países com ampla difusão do acesso à internet, pelo menos metade dos usuários está sempre a aceder sites e aplicações por meio do telemóvel ou de tablets. Mesmo TVs agora possuem ferramentas para aceder a websites e aplicações e uma enorme gama de telas, monitores e ecrãs hoje apresenta dimensões e formatos completamente diferentes. Ao todo, há centenas de dimensões de tela em uso no mercado.

O que isso quer dizer?

Significa que, se ao criarmos um website, otimizarmos sua visualização para uma tela de, digamos, 1440 x 900 pixels, estaremos a deixar para segundo plano centenas de outros dispositivos, nos quais a visualização se dará de modo irregular ou até mesmo inexistente.

Os sites responsivos foram criados para solucionar esse problema. Considere que cada parte de um website – textos, imagens, menus, barras – é um elemento individual. Cada um deles pode ser reorganizado e redimensionado, de modo a adaptar-se ao dispositivo com o qual acedemos ao conteúdo. O responsivo “responde” às necessidades do dispositivo do usuário, adaptando-se à medida do necessário para beneficiar a visualização. Um bom site responsivo precisa levar em consideração cinco fatores:

  1. O dispositivo ou aparelho usado por quem visualiza
  2. O software, no caso browser ou navegador
  3. O idioma e aspectos regionais do usuário
  4. A orientação do ecrã, se vertical ou horizontal
  5. O modo com que o usuário navega

Site responsivo – prioridades

Redimensionar e adaptar não é o único aspeto observado por um site responsivo. Pense: quando acedemos a algo pelo telemóvel, não estamos a buscar detalhes, queremos algo mais rápido e objetivo. O site ou conteúdo responsivo também é algo que estabelece prioridades: alguns elementos simplesmente não são exibidos em algumas plataformas, e isso o empresariado ainda tem dificuldades para perceber.

Sites responsivos competentes simplesmente ocultam alguns elementos descritivos e rebuscados em plataformas menores e mais breves, e assim melhoram velocidade, visualização e experiência do usuário. Isso também é uma “resposta”, agora não apenas ao dispositivo ou ecrã, mas aos hábitos de leitura do usuário.

Site responsivo – referência de mercado

Muitas agências cobram o “serviço” de criação de sites responsivos, como se fosse algo “à parte” do próprio processo de criação de websites em si. A verdade é que hoje é mais complexo criar um site que NÃO SEJA responsivo em algum grau do que o contrário. A grande maioria da internet de hoje opera com sistemas de gestão de conteúdo – são tipos de softwares que rodam online e funcionam como o motor de seu website. Tecnicamente, são chamados de Content Management Systems (CMS).

O mais popular deles, e sobre o qual mais de metade dos websites corporativos hoje são construídos, é o WordPress. Mas há uma série de outros sistemas com aplicações específicas: Joomla, Drupal, Opencart, Moodle, etc. Além disso, há quem recorra a soluções baratas em um dos muitos sistemas de “site building” por aí afora, tais como o Wix. O resultado é bem mais pobre nesses casos, mas ainda assim responsivo em algum grau.

Se a agência ou fornecedor que arrumou está a cobrar extras para que o site seja “responsivo”, talvez seja melhor cotar com mais gente…

Site responsivo – ouça os profissionais

Um site é como uma montra ou um poster – uma peça de design que sempre envolve algum gosto por parte do cliente. Contudo, como há para tais peças físicas, um website possui melhores práticas. Profissionais de web design, de marketing digital e programadores podem dizer quais são essas premissas, e evitar que sua empresa esteja a perder clientes simplesmente por respaldar-se apenas no gosto.

Gostar da imagem digital de sua empresa é um direito seu, como empresário. Entretanto, pense no que resulta ou não: ouça conselhos e abra mão de seu gosto em parte, em favor daquilo que pode gerar mais negócios e resultados.

E-commerce em Portugal – por que investir?

Há sempre dados a mostrar crescimento do e-commerce em Portugal, mas quando perguntamos nas ruas, mesmo para os mais jovens, não há consenso. O e-commerce ainda é “temido” por muitos portugueses. Falta confiança, não há o hábito e a comparação com outros países nos deixa milhas atrás.

Contudo, ao invés de entender porque portugueses ainda são tão avessos às compras online, talvez seja melhor entender o porquê deve-se investir nesse canal de vendas. O primeiro aspeto a considerar, sendo esse o caso, é o de fugir de modismos. O computador ainda é muito mais importante que o telemóvel.

E-commerce em Portugal – responsivo, mas sem exageros

Pesquisas ao final de 2016 mostravam que ainda mais de 80% das compras de quaisquer itens online em Portugal davam-se por intermédio de computadores. Telemóveis respondiam apenas por 11% das compras. Quando analisamos esses dados, vale lembrar que a experiência do usuário é sumamente em ecrãs de maior porte, e portanto é neles que devemos inicialmente nos concentrar. Ainda assim, vale ressaltar dois aspetos:

  1. Qualquer projeto web que, atualmente, não preveja um site ou plataforma responsivos (que são optimizados para telemóveis ou tablets) é um projeto obsoleto
  2. A apresentação em telemóveis deve priorizar a velocidade de abertura e tópicos centrais, detalhes ficam por conta da apresentação em computadores

Em outras palavras – sua loja online deve prever o acesso por telemóveis, mas não ater-se somente a ele. É preciso criar uma loja que em sua dinámica promova a venda para clientes que estejam a buscas produtos em seus computadores, e utilizem telemóveis mais como ponto de referência, para depois realizar compras em dispositivos tradicionais.

E-commerce em Portugal – custo baixo e retorno alto

O mais provável é que, ao menos de início, vendas online venham a representar apenas uma pequena fração da faturação total. Contudo, as possibilidades de lucro podem ser maiores. Sem o esforço de vendas, pagamento de comissões e despesas de exposição e alocação física, produtos online podem representar um grande lucro.

Plataformas de lojas prontas e eficazes, como o Shopkit, podem maximizar ganhos

 

Para tanto, o investimento precisa ser pequeno e rápido. Há serviços específicos na internet dirigidos àqueles que desejam montar suas lojas online em questão de dias, sem pesados investimentos e com rápido retorno. Temos um artigo especialmente sobre essa questão aqui no blog. Com menos de 30 euros mensais, é possível colocar ao ar uma loja funcional, que aceite pagamentos em Multibanco e até PayPal e tenha automatizada sua rotina de entregas e logística.

E-commerce em Portugal – contorno de problemas culturais

Culturalmente, o português é desconfiado. Não confia em sistemas de compra online e cria barreiras para adquirir produtos na internet. Há algumas maneiras de contornar isso, seja com conscientização ou com o uso de ferramentas específicas:

  • Lojas online precisam de certificados SSL
  • Ferramentas de check-out transparente e Multibanco avançadas
  • Garantias de devolução e pós-venda precisam ser concedidas

Além disso, a própria organização das residências não beneficia entregas de produtos online. Ao contrário de outros países, a maioria das residências portuguesas não está simplesmente preparada para o recebimento de produtos comprados online de forma simples. Em países como o Brasil e os Estados Unidos, a maioria dos edifícios dispõem de portarias que podem receber produtos de maior porte, mesmo na ausência dos moradores. Em Portugal, produtos chegam e não há ninguém para recebê-los.

Algumas lojas online contam com pontos de entrega alternativos, nos quais o cliente pode retirar seu produto à posteriori. Ainda assim, no caso de frigoríficos, móveis e outras peças, isso pode ser um problema. Se possível, lojas que lidem com produtos maiores precisam prever esses problemas, e oferecer ao cliente modalidades de entrega programada ou fora de horas. A prática pode criar maior conforto para o cliente e resolver problemas de idas e vindas que encarecem a logística de produtos.

E-commerce em Portugal – SEO e marketing

Investir em uma loja online é algo infrutífero se não a damos a conhecer junto aos clientes. Qualquer projeto que contemple um e-commerce precisa prever gastos consideráveis em marketing e optimização para motores de busca (SEO). Em primeiro lugar, clientes precisam dar a conhecer a loja online. Mesmo o mais fiel dos clientes precisa saber em primeiro lugar que agora poderá aceder aos produtos pela web.

Para tanto, é necessário adequar seu e-commerce às melhores práticas, tanto em termos de programação do website, quanto em termos de conteúdo e propagação no Google e outros sites de buscas. Para aceder novos clientes, algum gasto em publicidade no próprio Google, via AdWords, ou em redes sociais como o Facebook poderá ser a diferença entre o sucesso e o fracasso da empreitada.

E-commerce em Portugal – o futuro

As vendas online têm o potencial de reduzir gastos que afetam muitos negócios. Comissões podem ser, por exemplo, automaticamente revertidas ao marketing, sem alterar lucros e margens. Custos de estocagem podem ser racionalizados, com pedidos colocados ao fornecedor apenas na ocorrência da venda. A internet é um caminho sem volta e, embora o português médio ainda resista às compras online, em comparação a outros povos, dobrar-se-á à prática em algum momento.

Custos de manutenção de lojas físicas poderão ser evitados e o comércio que hoje opera regionalmente poderá ganhar clientes em qualquer canto do país. O e-commerce é um investimento que não apenas vale a pena, é uma necessidade para os próximos 5 anos ou mais.

Criação de sites em Portugal – guia rápido

A criação de sites em Portugal é algo atrasada em relação ao que vemos em outros cantos do mundo. Há ainda muito apelo regionalista, o que impede empresas de conseguir bons profissionais e serviços, em favor daquele fornecedor que “está ao lado”.

Na web mundial, muitos da criação de sites ocorre de maneira remota. Bons web designers do Leste Europeu são contratados para trabalhos por empresas americanas, assim como agências americanas atendem a empresas asiáticas, sem nunca tomar um único voo sequer.

É preciso superar o tradicionalismo estagnante, para que sua empresa possa aceder a serviços de primeira linha – alguns deles sequer em Portugal. A criação de sites é um projeto que esbarra em uma série de itens. Não é preciso, necessariamente, adquiri-los todos num mesmo lugar. Concordamos que, em algumas instâncias, migrar para fornecedores “desconhecidos” ou “longínquos” ainda cause medo. Assim sendo, vamos separar a coisa por partes – e daí avaliar cada um desses aspectos no contexto do fornecedor-remoto:

  • Aquisição e gestão de domínios
  • Alojamento e hospedagem de sites
  • Arte, design e web design
  • Programação e desenvolvimento web
  • SEO e marketing digital
  • Produção de conteúdo

Criação de sites em Portugal – domínios

Há empresas em Portugal, tradicionais, que oferecem por vezes boas promoções para aquisição de domínios. Em outros casos, o próprio fornecedor do alojamento web oferecerá o primeiro ano de domínio gratuito. Entretanto, no geral, há uma grande verdade no mercado português: domínios são caros demais.

Especialmente quando refere-se a domínios .PT, preços vão à altura, ainda que ao primeiro ano consiga-se gratuidade. A recomendação – e algo que do ponto de vista publicitário e comercial faz até mais sentido, é optar por um domínio principal .COM. Mais globalizado, com prerrogativas internacionais e mais barato.

Os fornecedores web de alojamento e domínios em Portugal ainda têm complicações adicionais. Exigem procedimentos sem qualquer necessidade para mudanças de DNS ou “transferência” de domínio. Absurdos que resultam em cobranças inexistentes em outros países e apenas dificultam a vida da empresa e também de profissionais que lidam com o segmento. Ao adquirir um domínio .COM por uma empresa de varejo mundial na área, como o GoDaddy, por exemplo, é possível apontar o DNS para qualquer alojamento em segundos. Dois ou três cliques. E a mudança entra em efeito em alguns poucos minutos.

Tente fazer o mesmo em um domínio adquirido no DNS.pt…

De qualquer maneira, há imensas opções mundo afora, baratas e de qualidade – basta deixar de lado a busca pelo domínio .PT e preferir um .COM.

Criação de sites em Portugal – alojamento

Sempre ideal escolher alojamento se o domínio já está incluído, certo? Na verdade, o cerne do problema hoje é outro. Alojamentos oferecem boa capacidade de armazenamento, mas limitam seu uso de outras formas que fogem ao conhecimento do usuário leigo. Recomenda-se a busca de alojamento não apenas em Portugal. A despeito da sanha desgrenhada de manter negócios “com empresas patrícias”, a verdade é que 90% das empresas de alojamento utilizam servidores e serviços na nuvem que não encontram-se no território nacional.

Aumente o raio de ação e consiga melhores fornecedores, buscando em todo canto do mundo. Se terminar com uma empresa de alojamento portuguesa, que seja porque é a melhor e maus vantajosa – e não porque está cá ao lado. Para todos os efeitos, para empresas de pequeno e médio porte na atualidade que desejam efetuar a criação de sites, é preciso verificar, na hora de cotar alojamento:

  1. Condições de preço para domínio e alojamento APÓS o primeiro ano
  2. Limitações “escondidas” em relação ao número de contas de e-mail ou fluxo de dados
  3. Se há ou não certificado SSL incluso, ou quanto custará adicioná-lo no futuro
  4. Limitações ao número de bases de dados MySQL
  5. Avaliações online e de clientes em relação à velocidade e desempenho

Outro aspeto fundamental é o suporte. Prefira aqueles em seu idioma, caso não fale inglês, mas lembre-se de que isso limita seu poder de negociação. Se fala inglês, pode contratar alojamento em qualquer lugar praticamente. Empresas como a Amen, em Portugal, a Arsys, na Espanha, ou a americana Bluehost são destaques em termos de suporte e atendimento.

Criação de sites em Portugal – web design e desenvolvimento

Uma dica gratuita para qualquer um que queira criar um site: tente não dissociar por completo design e programação. Nada é mais demorado, frustrante e também ineficaz do ponto de vista de custo, prazo e produto final do que montar desenhos e conceitos com um, e pedir que os transforme em algo que resulte com outro.

Programação e design precisam de caminhar juntos.

Tenha em mente que o desenvolvimento web hoje é, de uma forma ou de outra, um universo de plataformas pré-configuradas, frameworks, modelos e templates. Ao separar demais as coisas, corremos o risco de misturar muita coisa num mesmo lugar. A melhor política para criação de sites empresariais rápidos e funcionais envolve, por parte do cliente, alguns passos importantes.

  1. Saber o que quer. Use modelos, aponte referências realistas e explique detalhadamente o que busca e que resultado quer atingir.
  2. Exija previews e modelos, uma vez iniciado o projeto, navegáveis. Um JPG ou uma imagem parada não reflete o que será um website, especialmente para quem não desenvolve para a web.
  3. Prefira designers que desenvolvam bem e tenham portfólio, ou programadores com projetos avançados, que tenham boa noção estética. Não contrate dois profissionais que nunca se viram para realizar juntos um serviço unificado.
  4. Desconfie de quem não utiliza o que já provou-se mais eficaz. Hoje a criação de sites é feita em plataformas como o WordPress ou sistemas como WooCommerce, Opencart, Magento, no caso de lojas online. Na questão de design, sites responsivos e otimizados para telemóveis não são um luxo, são uma obrigação. Se uma empresa ou agência não o oferece, não merecerá sequer atenção.

Ademais, prefira o simples. Esqueça conceitos retrógrados e não tente repetir sua linguagem corporativa usual e impressa em sua faceta digital. A comunicação na internet não ocorre de forma idêntica àquela feita em termos físicos. É preciso objetivo, brevidade e, acima de tudo, um pouco de rompimento com os estamentos do corporativo secular.

Criação de sites em Portugal – SEO e marketing digital e conteúdo

Este é o caso no qual o profissional poderá estar sim a atuar remotamente, mas deve ter contacto frequente consigo. Um profissional de marketing precisa compreender e entender uma empresa, de modo a formular campanhas e estratégias que resultem melhor. Aprenda algo aqui: ser visto por mais pessoas não necessariamente é o melhor do marketing no meio digital. Ser visto pela PESSOA CERTA o é.

SEO bem feito exige conhecimento profundo do mercado-alvo

Profissionais de SEO, além disso, precisam de compreender o mercado no qual atuam e no qual sua empresa está a atuar. E, convenhamos, o mercado português é bastante característico e muito distinto de outros mercados mundiais, como Estados Unidos ou Inglaterra. De nada adiantará usar de técnicas e ferramentas que multipliquem acessos e visitas, quando não está a atingir o público que realmente comprará seus produtos.

O mesmo se dá em relação ao conteúdo, porém de modo um pouco diferente. Sempre prefira que o conteúdo venha a ser produzido por pessoas que conheçam o mercado-alvo. Se vai vender cá em Portugal, prefira portugueses, mas ao vender no Brasil, procure por brasileiros. O mesmo se aplica a quaisquer outros mercados.