PHP 7

Por que usar versões atualizadas do PHP?

Mais de 90% da internet atual opera em servidores de alojamentos que utilizam o PHP como linguagem base, seja instalado em servidores Linux ou Windows. O PHP é a linguagem utilizada na criação da maioria dos sistemas de CMS que conhecemos: WordPress, Drupal, Joomla, Magento, Opencart, Moodle e outros mais. Atualizamos sempre as plataformas desses sistemas, a partir das áreas de administração de nossos sites.

Contudo, em relação ao PHP, que opera em server side, cabe ao provedor do alojamento manter o sistema atualizado. A má notícia: a maioria deles não o faz…

PHP 7 – melhor desempenho

A primeira grande razão para atualizar a versão do PHP em uso é o desempenho. Recebemos mensalmente diversos pedidos de cotação para melhoria do desempenho de websites em WordPress e outras plataformas, e dúvidas a esse respeito. Claro, cada caso é diferente, mas de um modo geral, a simples atualização para PHP 7.0 ou superior já é capaz de criar uma melhoria de até 50% na velocidade e fluxo de carregamento de um site.

O PHP 7 lida melhor com a alocação de memória e possui compatibilidade maior com algumas extensões de servidores que têm como fim melhorar a velocidade de transmissão de dados. Testes realizados por ícones do segmento de programação e desenvolvimento mostram que, em alguns casos, scripts podem rodar até 9 VEZES mais rápido em PHP 7.0, quando comparados à execução em ambiente PHP 5.6.

PHP 7 – mais seguro

De um modo geral, atualizações de softwares e sistemas são, em grande parte, realizadas por questões de segurança. Embora a evolução do PHP não tenha necessariamente ocorrido apenas por essa razão, a verdade é que o PHP 7 corrige uma série de falhas e problemas que eram expostos a hackers e programadores mal intencionados em versões anteriores. Além disso, novas ferramentas de criptografia mais avançadas estão agora à disposição do desenvolvedor.

O PHP 7 também possui uma lógica que facilita o tratamento de erros para o desenvolvedor. No caso do usuário, como sua empresa, isso significa que erros podem ser tratados e solucionados sem que os scripts e programas sejam impedidos de carregar e executar. Em outras palavras, é possível corrigir e lidar com uma série de falhas sem meter tudo abaixo.

PHP 7 – mais acesso

O campo da programação é extraordinariamente dinámico. Isso significa que, a cada dia, novas implementações, softwares e recursos estão a surgir. Obviamente, a grande maioria dos desenvolvedores prefere sempre trabalhar com as versões mais modernas de cada linguagem e framework e isso significa que, ao permanecer em versões mais antigas, às vezes não é possível utilizar determinadas ferramentas.

A atualização para o PHP 7 (ou posterior, uma vez que nosso servidor, por exemplo, já opera em PHP 7.2) permite que estejamos sempre em linha com novas versões também de softwares como o WordPress, bem como todas as suas extensões e plugins.

PHP 7 – como atualizar

Bem, isso dependerá do alojamento que utiliza. Alguns alojamentos mais modernos e competentes, que utilizam painéis padronizados, como o cPanel ou o Plesk, permitem que o próprio usuário selecione a versão do PHP 7 a rodar no servidor. Em geral, é sempre bom contar com o apoio de um informático antes de efetuar a mudança, já que alguns scripts mais antigos podem não rodar sob a atualização.

Ainda assim, a grande maioria dos scripts desenvolvidos para operar em PHP 5.6 roda de forma normal sob o PHP 7.0 e mesmo versões posteriores. Agora, se o seu provedor de alojamento não oferece qualquer possibilidade de atualização, seja pelo painel ou mediante solicitação ao suporte, então o melhor não é trocar a versão do PHP – mas talvez cogitar a possibilidade de migrar seu website para um provedor que realmente tenha qualidade em seu serviço.

 

Teste HTTP2

Como escolher um host – o que é HTTP/2?

Cada vez mais, precisa-se estudar muito para saber como escolher um host. Serviços de alojamento que parecem vantajosos carecem, muitas vezes, de atributos essenciais na internet dos dias de hoje. Como a maioria dos clientes não possui conhecimento técnico, vendem “vantagens” imensas, quando deixam ao mesmo tempo de oferecer o que já está a ser tornar o básico.

Um dos atributos a buscar nos serviços atuais de alojamento é o suporte para o chamado HTTP/2. Em geral, não encontrará informação a esse respeito de maneira óbvia. Há, inclusive, serviços de host que dizem possuir tal atributo, porém não estendem tal possibilidade a seus clientes.

Mas não entre em desespero. Primeiro, vamos explicar o que é o tal HTTP/2 e, posteriormente, como escolher um host que possua tal suporte, sem margem para erros.

Como escolher um host – sites mais pesados

Por questões técnicas, publicitárias e relacionadas à própria tecnologia, sites tornaram-se mais pesados. É sempre possível optimizar uma série de fatores, mas a verdade é que a própria mecânica de funcionamento de websites tornou-se mais complexa. Fotos são mais pesadas, scripts e rotinas de programação mais extensas, as próprias informações de segurança demandam maior banda e tráfego de dados.

Um site, hoje, não é apenas um amontoado de textos e imagens. Possui códigos para rastreamento de acessos, integrações com redes sociais e outros programas, sistemas de animação, versões e ajustes distintos a depender do dispositivo. Tudo isso consome memória. Como navegadores basicamente efetuam o “download” dos ficheiros de seu site desde o servidor até o o computador do usuário, isso toma maior banda, mais tempo de processamento e causa lentidão e problemas de desempenho.

Optimizar nem sempre é a saída, uma vez que implica, em alguns episódios, livrar-se de recursos importantes para acelerar o carregamento.

Era preciso um protocolo de comunicação mais rápido. E, em poucas palavras, é exatamente isso que é o tal HTTP/2.

Como escolher um host – por que o HTTP/2 é mais rápido?

Pouparemos detalhes técnicos perniciosos. Entretanto, o protocolo HTTP/2 é mais rápido por três razões principais:

  1. Substituição do protocolo de comunicação textual do HTTP/1 e HTTP/1.1 por um protocolo binário
  2. Redução consistente no número de requisições ao servidor
  3. Possibilidade de uso do chamado “server push”, que antecipa o envio de ficheiros JS, CSS e outros necessários à renderização de sites

Alguns serviços de hosting argumentam que não há diferenças tão notáveis na velocidade. A questão é que, sim, usar um certificado SSL (que veremos que é necessário para essa tecnologia) pode ampliar o tempo de comunicação com o servidor. O HTTP/2 acelera a renderização, porém o tempo apenas compensaria o aumento gerado pelo certificado. Pense do seguinte modo: mesmo que isso fosse verdade em 100% dos casos, significa que seu website será muito mais seguro, e carregará pelo menos no mesmo tempo que leva para carregar atualmente.

Por outro lado, trata-se de um argumento fraco – na grande maioria dos websites mais simples e mesmo aplicações, o HTTP/2 cria uma aceleração facilmente detectável.

Como escolher um host – pressupostos do HTTP/2

Usar o HTTP/2 exige uma série de prerrogativas. Embora a tecnologia ainda não seja aceita por todos os navegadores, as versões mais modernas de todos eles já estão a absorver. Mas não é só: seu alojamento web precisa cumprir uma série de requisitos e, infelizmente, a grande maioria não os cumpre. Direta e indiretamente, benefícios e características negadas por serviços de host a clientes de alojamento compartilhado impedem o uso da tecnologia – já amplamente aceita.

Tabela de navegadores

Com exceção do Opera e algum suporte parcial do Safari e Explorer, todos os navegadores já trabalham com o HTTP/2.

A começar, o uso do protocolo HTTP/2 somente é possível se obedecida uma condição fundamental: seu website precisa possuir um certificado SSL. E aí está o maior dos problemas. Grande parte dos serviços de hosting atuais, tanto em Portugal como no Brasil, não permitem ao cliente utilizar um SSL gratuito (ensinamos a conseguir um aqui), bem como limitam opções de certificados a produtos muito, mas muito caros.

Outro pressuposto é o suporte do próprio hosting a essa tecnologia, bem como a um protocolo chamado ALPN, requerido por alguns navegadores para trabalhar com o HTTP/2. Um aviso aqui: mesmo que aparentemente seu alojamento afirme suportar o HTTP/2, efetue um teste para verificação, após possuir um certificado SSL em seu website. O teste leva segundos e pode ser feito apenas ao digitar o URL a partir deste link.

Teste HTTP2

Verifique se o alojamento realmente cumpre com sua palavra – efetue o teste já com seu certificado SSL. Além de apontar o suporte ao HTTP/2, essa aplicação indica se o servidor opera com ALPN.

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