gastar menos em adwords

Como gastar menos em AdWords?

As AdWords e outras formas de publicidade vinculadas a buscas ou redes sociais revolucionaram a propaganda. Hoje, pequenas empresas podem figurar lado a lado com grandes. Tudo excelente, mas essa ferramenta tem um preço – e, ao contrário do que muitos que atuam no marketing possam dizer, não é nada barata.

A facilidade de operação e investimento em AdWords faz com que muitos empresários elevem o tráfego em seus websites, mas misteriosamente, clientes que é bom, nada. E, enquanto toda gente clica sem comprar, a empresa segue a pagar por cliques – e acumula dívidas imensas com o Google.

Como gastar menos em AdWords – keywords negativas

A maioria das empresas que embarca no AdWords por conta própria acaba a pagar por cliques que jamais converterão. Isso porque se esquecem de incluir as chamadas “keywords negativas” na configuração dos anúncios. Essas keywords são “deduzidas” dos resultados. Por exemplo, se uma empresa está a vender livros didáticos em formato impresso, poderá excluir resultados para “livros digitais” ao adicionar essa keywords de forma negativa. Isso evita que usuários que não estão interessados nos livros impressos venham a clicar nos anúncios, gerando custos com cliques sem possibilidade de conversão. Para adicionar as palavras-chave negativas, basta seguir os passos no editor do AdWords:

  1. Selecione Palavras-chave e segmentação > Palavras-chave, Negativo.
  2. Clique em Adicionar palavra-chave negativa e selecione Palavra-chave negativa do grupo de anúncios ou Palavra-chave negativa da campanha.
  3. Se solicitado, selecione o destino para a nova palavra-chave negativa e clique em OK.
  4. Introduza a palavra-chave negativa no painel de edição.

Como gastar menos em AdWords – investir na cauda longa

O “long tail” em keywords é um conceito razoavelmente simples, mas também pouco observado por aqueles que investem no AdWords por conta. A cauda longa define keywords mais alongadas e específicas que, embora gerem menos cliques, resultam mais em termos de conversões. Isso pode parecer ruim para o empresário iniciante na publicidade digital (gerar menos cliques é negativo… ou não), mas o facto é que isso possibilita que gastemos menos ao pagar cliques que em nada ajudarão, concentrando todos os cliques em usuários que realmente procuram o produto que estamos a vender.

keywords negativas

Cauda longa – em outras palavras, ser mais específico na escolha das keywords, para concentrar cliques em usuários que realmente procuram o que está a oferecer.

Como gastar menos em AdWords – fazer experiências

Para todo e qualquer anúncio, é melhor criar duas ou três variações com baixo investimento para medir resultados. Isso impede que grandes somas sejam gastas em anúncios que resultam pouco, ou naqueles que custarão caro em termos dos lances em palavras-chave, para pouco retorno em termos de conversão. E, no que toca às experiências, não adianta de nada fazê-las apenas de início. As métricas são as melhores amigas da empresa que anuncia online e, para qualquer campanha, experimentos devem ser colocados no ar e medidos antes que as peças e anúncios definitivos recebam um investimento mais pesado. Para gastar menos em AdWords é preciso testar sempre.

Como gastar menos em AdWords – alta concorrência não é melhor

Temos uma predisposição natural em apostar naquilo que toda gente aposta. Com keywords ocorre algo parecido. Ao estudar as palavras-chave possíveis para determinado termo, geralmente priorizamos aquelas com maior concorrência. Sem dúvida que elas serão mais buscadas pelos usuários, mas também lhe custarão mais nos cliques e lances, além de rivalizar com diversas outras empresas que já estão a investir nelas.

Ao contrário do que muitas agências prometem, “estar em primeiro no Google” é praticamente impossível com palavras-chave de alta concorrência. Imagine do seguinte modo: se uma agência prometer o primeiro lugar em determinada keyword para cinco de seus clientes ao mesmo tempo, qual deles irá aparecer em primeiro? A concorrência fará com que sua empresa apareça menos em destaque, para que as demais investidoras da keyword também figurem. Isso resultará em uma imensidade de visualizações e buscas, mas em pouco resultado em termos de cliques e conversões.

Como gastar menos em AdWords – atenção aos horários

Algumas horas do dia geram mais buscas, mais cliques e mais conversões. A única maneira de chegar a esses horários é ao fazer os experimentos que sugerimos antes. Uma vez que os horários de maior atividade tenham sido medidos e definidos, o AdWords permite a programação dos anúncios conforme hora do dia e dia da semana. Pode utilizar a programação de anúncios para:

  • Especificar determinadas horas ou dias da semana para apresentar os seus anúncios.
  • Definir ajustes de lance para aumentar ou diminuir os lances para horas e dias específicos.

A segunda opção é muito interessante – ela não deixa de exibir seus anúncios nas horas de menor procura, mas reduz os gastos com cliques e lances nesses períodos nos quais o seu público tem menor interesse.

SEO bnext1

SEO – a diferença entre 100 clientes e 100 usuários

Gerar tráfego não é algo fácil. Exige, em geral, um site bem estruturado, bonito, com conteúdo frequente e boas funcionalidades. O SEO é parte do trabalho aqui, mas não necessariamente é colocado como prioridade. O erro, para a maioria das pessoas, é achar que o SEO é apenas mais um aliado para conseguir aumento de tráfego em um site na web – e elas não poderiam estar mais enganadas.

O Search Engine Optimization, ou SEO, surgiu em função do domínio das ferramentas de busca, como Google e Bing, em relação à forma com que pessoas acedem a informações pela web. Como tais ferramentas possuem mecanismos e critérios para tornar buscas inteligentes e gerar hierarquias a partir do que usuários procuram, o SEO apareceu como uma forma de alinhar conteúdos a esses critérios.

Sim, primeiramente, o objetivo puro do SEO era o de gerar tráfego – fazer sites “aparecerem” no topo da lista. E, em muitos aspetos, continua a ser esse o objetivo. Porém, os profissionais do ramo que levam seu trabalho a sério sabem de duas coisas:

  1. Ranquear em primeiro é algo que depende da palavra-chave à qual nos referimos – e nem sempre é essa a mais procurada pelos usuários
  2. Gerar tráfego em termos de volume chama a atenção, mas isso não significa que esse tráfego é formado por usuários qualificados

Por maior que seja o tráfego em um site, orgânico ou provocado, a conversão pode tornar números gigantescos em esforços caros e desnecessários – em outras palavras, tudo o que foi gasto gerou enorme público, mas ninguém de fato está comprando ou consumindo algo por ali.

SEO – que caminho devemos trilhar?

O parceiro Cristiano Gomes, da Bnext1 Web Consulting, especialista em SEO e SEM e com experiência em marketing digital em diversos segmentos, explica que muitas vezes a falta de foco é o problema que leva a grandes gastos e poucos resultados. Apenas colocar dinheiro em AdWords ou utilizar-se das já batidas receitas de SEO, que estão a ficar para trás, pode levar a pouco retorno sobre o investimento. Alguns pontos que muitas vezes são colocados de lado, nesse sentido, são essenciais:

SEO bnext1

Foco – Decidir qual é o targeting

Cristiano Gomes, da Bnext1 Web Consulting, aponta que a falta de definição de alvos leva a estratégias ineficazes de SEO e SEM. “Com uma boa análise da concorrência, conseguimos compreender quais os comportamentos lineares entre as marcas, e que focos eles seguem online. Com isto, e um bom outreach, conseguem entender onde a vossa marca se pode destacar no mercado (o valor da diferenciação é fundamental nos mercados de hoje), e assim, criar uma estratégia web, que vá atingir o público alvo do nosso produto.”

O mito do “primeiro no Google”

Planeamento e análise não são tempo jogado fora, promete Gomes, da Bnext1 Web Consulting. “Quando as pessoas procuram no Google, procuram para resolver o problema. Como experts em SEO, temos de nos focar nisso, em ajudar as pessoas a resolver os problemas. Se querem vender mais nas vossas lojas online e pensam que comprar um produto específico e estar em primeiro lugar no Google é o que vai fazer com que consigam vender cada vez mais, estão enganados.”

“Quando as pessoas procuram por um produto específico, caso o utilizador pretenda comprar na hora , ou seja, agindo com reação e não consegue, ele vai sempre procurar alguém, alguém que o influencie, que dê uma opinião indicando que aquela marca é a melhor. Dessa forma, o utilizador vai procurar de imediato no Google a solução. E qual é a solução? O utilizador vai querer perceber se aquilo que recomendaram tem o fator veracidade.”

SEO – popularidade não é conversão

Uma empresa não pode ter o mesmo foco online de um Youtuber ou blogger. Embora a popularidade seja bem-vinda sempre, ela deve ser uma consequência de um trabalho de marketing bem feito, e não seu ponto de partida. A conversão é a chave para um site ou campanha de sucesso para uma empresa. Ter um milhão de visitas em uma loja online e apenas 100 clientes a comprar algum produto é praticamente um case de como NÃO desenvolver uma estratégia de marketing digital.

A grande questão é o comportamento. Quando um trabalho de marketing percebe o comportamento do usuário, conseguindo assim torná-lo um cliente, o mecanismo de conversão é desvendado. Com um bom planeamento, o mesmo milhão de visitas pode gerar um fluxo de 10 mil ou 20 mil clientes de facto convertidos. Ainda assim, o comportamento é algo em constante mudança. “Não se trata de um serviço único (SEO), mas sim um serviço de acompanhamento, que permite análise de data de comportamento do cliente e permite à empresa entender qual o comportamento humano por detrás de cada visita aos websites”, Gomes, da Bnext1 Web Consulting.

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Bnext1 Web Consulting

A Bnext1 é uma empresa especializada no desenvolvimento e acompanhamento de marketing online (branding), ou seja, através da implementação de medidas de construção e consolidação de uma marca no mercado.