RGPD

GDPR e WordPress – o que esperar das próximas versões

O WordPress é o sistema de CMS mais popular do mundo… de longe. Com milhares de programadores em sua comunidade, novas versões sempre visam não apenas introduzir novas funcionalidades, mas corrigir defeitos, falhas de segurança e também alinhar o software às necessidades legais e protocolares.

O GDPR, o Regulamento Geral de Proteção de Dados, vem causando certo terror. Justificadamente, devemos dizer. Isso porque, convenhamos, as entidades que serão responsáveis pela fiscalização – e consequente e eventual aplicação de multas – não demonstram possuir domínio amplo a respeito dos patamares das tecnologias hoje utilizadas. Exigir compliance parece fácil quando barreiras técnicas e dificuldades processuais são completamente ignoradas.

GDPR e WordPress – o que está a acontecer nos bastidores?

Dezenas de plugins, patches e soluções estão a surgir. Grande parte não soluciona problema algum, outro tanto delas simplesmente atende a um ou a outro aspeto da nova norma. A verdade é que a solução para a questão do GDPR se dará, inevitavelmente, em partes e sob um processo contínuo de alinhamento e aprimoramento.

Mas, como dizíamos, o WordPress é hoje o CMS mais popular do mundo. E como tal, parecia impossível que sua comunidade não preocupasse a respeito da questão da nova lei europeia. A verdade, de facto, é que estão todos a trabalhar noites a fio para lidar com a situação. A próxima versão do WordPress, a versão 4.9.6, deverá adicionar um submenu à aba de “Opções” no backoffice. Ali constará uma aba de “Privacidade”, que inclusive deverá possuir a automatização para um texto de política de privacidade sugerido.

Na aba “Ferramentas”, a versão provavelmente contará com dois submenus – um para permitir a exportação de dados dos usuários que o requisitarem e outra ainda para garantir a possibilidade de remoção de dados (sob o exigido pelo “Direito a Ser Esquecido”, que consta no GDPR). Testámos a versão beta e ainda há inconsistências no funcionamento dessas novas ferramentas, o que deverá, contudo, ser solucionado até a data limite para entrada da lei em vigor.

GDPR e WordPress – por que é tão desafiador?

A nova regra do GDPR não implica em implementações simples, como era o caso do “Cookie Law”. Não basta ali meter apenas um botão ao canto e está tudo pronto. Se analisarmos sob o ponto de vista da comunicação online e do desenvolvimento e progresso dos negócios na web, o GDPR é sim extremamente negativo. É como se, de repente, trouxéssemos toda a morosidade das conservatórias para um ambiente que parecia estar a funcionar muito bem sem que nele mexessem.

Mas é lei – e embora isso implique em algumas escolhas, não aderir não é uma delas. Sob os ditames do GDPR, empresas a manter sites e sistemas em WordPress e outras plataformas têm de desenvolver funcionalidades e ferramentas que, minimamente, possam permitir:

  1. Que usuários e clientes corrijam ou peçam correção, transfiram ou migrem seus dados, possam apagar definitivamente seus perfis e dados e tenham um contacto sempre disponível para reclamações ou apontamentos.
  2. Que usuários optem ou não por estar sob a influência de cookies quando visitam os sites. Apenas avisar que os usa não mais é suficiente. O problema? Praticamente toda a aplicação ou ferramenta online

GDPR e WordPress – como lidar daqui para frente?

O WordPress é o CMS que mais rapidamente evolui e oferece ferramentas e plugins, vindos de uma imensa comunidade. Não desesperar é uma boa forma de começar. A flexibilidade do WordPress em termos de adaptações e reprogramações é um marco, e bastará programadores capazes para que sites possam ser ajustados até coincidir com as normas do GDPR. O prazo da entrada da lei em vigor está próximo – mas ainda há muito o regulamentar e, em termos práticos, muito ainda está por definir.

Para aqueles que já querem antecipar seus trabalhos, tenham de possuir um DPO ou não, sejam grandes ou pequenas empresas, podem estabelecer algumas prioridades em seus websites:

  • Comunicados e avisos mais claros ao usuário, com opções de saída ou não aceite visíveis
  • Melhorias na política de privacidade e detalhamento dos processos internos do site, ferramentas usadas e dados armazenados
  • Cuidados maiores com a segurança dos dados – backups em servidores, firewalls, ferramentas de encriptação
  • Um design mais intuitivo, que seja claro ao usuário e não tente enganá-lo em termos do que pode ou não esperar do conteúdo ali contido e do que é ou não feito com seus dados e informações a respeito de sua visita ao site

 

RGPD

GDPR – algumas ferramentas para preparar-se melhor

A MeuPPT, junto com seus parceiros, tem trabalhado em soluções para lidar com os desafios da adaptação do GDPR. Nossas soluções estão principalmente focadas, mas não apenas, no WordPress. Entretanto, outros desenvolvedores também vêm colocando no mercado plugins, scripts e serviços rápidos para lidar com o GDPR – e que não limitam-se apenas ao falatório que estão a propagar aqui e ali.

Há soluções para WordPress e outros sistemas – algumas delas bastante baratas e que lidam com parte dos inconvenientes das novas regras, especialmente no caso de pequenos sites e empresas.

GDPR – Plugins para WordPress

Em qualquer caso, é preciso avaliar funcionalidades e o que há de mudar. Nenhum plugin dispensa uma boa análise de seu website e processos de tráfego e armazenamento de dados, mas algumas obrigações dos webmasters e empresas com sites na internet serão globais. Para esses casos, há alguns plugins já em funcionamento. Nós mesmos já estamos a oferecer algum auxílio para nossos leitores usuários de WordPress, mais especificamente de lojas em WooCommerce, com um plugin que oferece algumas funcionalidades ligadas ao GDPR, à segurança e privacidade de dados.

Ultimate GDPR Compliance Toolkit for WordPress

Plugin para WordPress com diversas funcionalidades que ajudam a lidar com o GDPR. Desde o “rights to be forgotten”, passando pela política de cookies e privacidade e assessorando na emissão de relatórios e notificações sobre brechas de segurança. Hoje um dos plugins mais bem servidos para o GDPR e com um preço relativamente acessível, de cerca de € 35.

GDPR WordPress


 

GDPR – Módulos para Prestashop

O Prestashop é outro sistema de CMS para lojas online bastante usado na Europa e no mundo. Há já alguns sistemas desenvolvidos para lidar com a questão do GDPR. No caso de lojas online, que lidam com dados por vezes sensíveis de clientes e alimentam newsletters e similares, adaptações ao GDPR podem ser ainda mais urgentes do que no caso de sites em WordPress.

GDPR PRO – Complete EU compliant integration

Em nossa análise, um plugin um pouco mais fraquinho. Embora cumpra os itens que promete, oferece algumas funcionalidades incompletas e esparsas – parece-nos que não está 100% desenvolvido para já. No entanto, oferece promessas de atualizações que parecem estar a ser cumpridas e é uma opção para testes nesse caso.

GDPR WordPress


 

GDPR – Grandes Empresas

Muitas grandes empresas terão custos realmente grandes com o compliance ao GDPR. Desde a contratação ou nomeação de um DPO, o profissional que responsabilizar-se-á por atender às normas, até a emissão de relatórios e documentos sem fim, que terão de ser constantemente atualizados. Nesses casos, não há muito plugin ou módulo que resolva a questão.

No entanto, algumas empresas começam a oferece softwares online que auxiliam o tracking e gestão de toda essa documentação (onde há burocratas, há novas oportunidades de fazer dinheiro com plataformas que facilitem a papelada). A inglesa GDPR Portal é um exemplo disso – embora com uma aplicação online que em muitos aspetos parece ainda somente razoável, conta com boa estrutura, excelente tutoriais em vídeo e uma lógica que parece realmente facilitar o trabalho de um DPO e o compliance para grandes empresas e processadores de dados.

Woocommerce gdpr

WooCommerce – o box de termos e condições no checkout

O Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) trará, em breve, necessidades imensas de segurança na web. Mas não é só isso: para muitas empresas (principalmente aquelas de e-commerce, que usam plataformas como o WooCommerce), é nos detalhes que problemas aparecerão e coimas farão sombra e ameaça a uma antes rentável atividade online.

Muitos dos plugins, temas e sistemas utilizados – tanto para WordPress e WooCommerce, como tratamos aqui, quanto para outras plataformas, simplesmente trazem muitas opções. Configurações que não mais acabam e dificuldades em flexibilizar-se a novos parâmetros, nesse caso a norma. (Leia até o final e confira nosso plugin WooCommerce GDPR Basics).

O WooCommerce é uma plataforma maravilhosa de vendas online, com imensa flexibilidade e funcionalidades poderosas, mesmo sem contar plugins e extensões. Entretanto, alguns detalhes simples podem deixar uma loja bem preparada à mercê de multas e punições. Como funcionalidade nativa, o WooCommerce permite ao administrador de um site colocar, no sopé da página de checkout, uma caixa de clicar na qual o usuário precisa assinalar, para que siga adiante.

Essa caixa pode ainda ser vinculada, em seu texto, a qualquer página existente do WordPress – a sugestão é meter um link para uma página de política de privacidade ou termos e condições, na qual todo tipo de informação a ser cobrada pelo RGPD, no futuro, tenha explícito consentimento do usuário.

De qualquer modo, as configurações do próprio WooCommerce dão conta de inserir de forma automatizada a caixa de seleção. Há, ainda assim, um único problema: quando o cliente clica e dá seu consentimento através do botão, ele passa à faturação na loja – contudo seu consentimento não é guardado pelo sistema. Ou seja, o usuário concede sua concordância com as condições, porém o empresário não guarda qualquer prova digital datada desse consentimento.

GDPR ou RGPD – é preciso resolver problemas

A grande maioria das formações e consultorias que vêm se multiplicando no entorno do novo regulamento europeu certamente apontará esse problema. Contudo, para além de dizer o que está errado, provavelmente não será oferecido um modo simples de contornar o inconveniente.

Woocommerce gdpr

Ferramenta e código simples permite que o consentimento do cliente seja armazenado na própria encomenda – expresso e com data.

Como falamos, o WooCommerce é um plugin poderoso e, principalmente, flexível e amigável a customizações e ao desenvolvimento de extensões e add-ons. Tendo isso dito, a MeuPPT resolveu oferecer um plugin simples. Começamos por atacar esse simples inconveniente nesse plugin, com duas simples configurações:

  1. Permitir ao proprietário de uma loja em WooCommerce guardar o registo do consentimento do cliente – que passa a figurar, datado, no registo da encomenda efetuada.
  2. Permitir que o mesmo registo seja enviado por e-mail para o respetivo cliente, uma vez confirmada sua encomenda.

Com esses dois simples passos, talvez economizemos para si algumas horas de programação ou sugestões que dariam voltas sem parar para chegar ao mesmo ponto. Claro que ainda é cedo: novos problemas surgirão. E, desde agora, estaremos sempre nos propondo a oferecer respostas simples – o RGPD ou GDPR pode ser importante, mas para o cotidiano do já exigido empresário médio, é apenas mais um grande problema com o qual terá de lidar.

woocommerce Gdpr basics 1.1.0

Transfira agora a versão 1.1.0 do plugin WooCommerce GDPR Basics, resolva seu problema conforme apontado no texto e aguarde por atualizações e novidades.

RGPD e plugins

RGPD ou GDPR – quanto menos plugins melhor

O WordPress é uma plataforma sensacional. Criado inicialmente como ferramenta de CMS, ou gestão de conteúdos, hoje faz bem mais que isso. Os plugins são capazes de adicionar novas funcionalidades ao sistema e transformar o WordPress em verdadeiras aplicações na nuvem.

Entretanto, à luz do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD), a versão portuguesa do GDPR europeu, todos esses plugins terão de cumprir com as disposições do novo regulamento. Isso significa que websites e portais que utilizam 20, 30 ou mesmo mais de 50 plugins (e são comuns), terão de garantir que todos eles cumprem com as normas. Sempre que um plugin, add-on ou software não cumprir com os requisitos de privacidade e segurança, será penalizado não o desenvolvedor desse sistema – mas sim a empresa que o utiliza.

A MeuPPT lida com WordPress quase desde o início da plataforma. E, emitindo uma opinião a respeito da possibilidade de garantir que todos esses plugins estejam em compliance: é IMPOSSÍVEL.

Plugins e RGPD

Os plugins atualmente não parecem estar particularmente preparados para atender ao RGPD e às novas regras de privacidade na Europa. O fato é que a maioria dos principais desenvolvedores dos plugins mais populares da comunidade WordPress estão nos Estados Unidos:

  • WooCommerce
  • Yoast SEO
  • Jetpack
  • Contact Form 7
  • Mailchimp for WordPress
  • WP Super Cache
  • WPML

Esses são apenas alguns dentre as dezenas de milhares de plugins existentes dentro da comunidade WordPress. Ainda assim, mesmo em se tratando dessas ferramentas extremamente populares e sempre bem atualizadas, não há ainda um suporte em particular para as regras do RGPD. A alternativa, para usuários desses sistemas, será ajustar a utilização e código para atender ao RGPD, ou simplesmente deixar de utilizar o plugin de maneira geral.

Aqui entra um problema: muitos websites DEPENDEM de plugins para manter suas funcionalidades mais básicas. Lojas online construídas sobre a plataforma do Woocommerce, por exemplo. Bem, chegaremos lá – mas primeiro, é preciso estabelecer algumas prioridades no que se relaciona a plugins, com vistas a aderir de forma tranquila e sem problemas ao RGPD.

RGPD – medidas em relação a plugins

Agora que as normas entram em vigor, em maio próximo, é preciso criar alguns passos para evitar problemas em seu website. Em relação a plugins, pode haver muito a ser feito. Contudo, alguns passos iniciais já poderão afastar uma empresa de possíveis problemas com usuários ou entidades reguladoras.

  1. Reduza o número de plugins. Alguns deles podem ser facilmente excluídos, mesmo por falta de uso. Outros possuem dezenas de funcionalidades, para que apenas uma delas seja de fato usada.
  2. Tente lidar com plugins completos, como o WooCommerce para lojas ou o WPML para traduções. Evite a utilização de 3 ou 4 plugins para realizar uma mesma coisa.
  3. Apenas instale plugins com origem discriminada e comprovável. Queremos dizer que plugins sem a assinatura de desenvolvedores capazes não oferecem suporte e responsabilidade, e portanto poderão criar brechas em sua situação de conformidade com o RGPD.
  4. Com o tempo, deverão surgir plugins declaradamente “compliant” com o RGPD ou GDPR. Quando a oportunidade apresentar-se, em alguns casos valerá a pena substituir plugins em uso por aqueles que cumpram com as disposições legais.
  5. Invista em segurança. Plugins podem ter problemas ou não conformidades, mas isso pode ser revertido por um bom trabalho de segurança da informação.
  6. Busque por soluções – formações e explicações em relação às disposições do RGPD são sempre úteis, mas apostilas ou apresentações em Powerpoint sozinhas não resolverão a situação de compliance de seu website.
  7. Ao nomear um encarregado pela privacidade de dados ou contratar profissionais de tecnologia, garanta que os mesmos estejam familiarizados não apenas com o RGPD, mas com todas plataformas que sua empresa utiliza, em WordPress, em plugins e também em outras plataformas, quando necessário.

RGPD – informações sensíveis

Muitos plugins lidam com informações sensíveis do usuário: dados pessoais que são informados em lojas, formulários de contacto que guardam mensagens e dados de usuários, plugins que utilizam cookies diversos para monitorar o comportamento do usuário. Tudo isso terá de ser informado ao usuário ANTES que o mesmo preencha seus dados ou abra informações. Em páginas documentais do RGPD, todos esses plugins terão de constar, assim como o modo com que colhem, processam e lidam com a informação.

Para cada plugin que é utilizado, é possível encontrar dados a respeito do respetivo desenvolvedor. Prefira utilizar plugins cujos desenvolvedores dispõem de forma completa e clara as documentações das aplicações que desenvolvem. Isso não apenas garante mais transparência, mas também facilitará o trabalho de pesquisa dos encarregados pela proteção de dados e também de programadores e informáticos que ajudarão sua empresa a criar soluções de acordo com a nova lei.

A MeuPPT, em parceria com outras empresas, está iniciando trabalhos no desenvolvimento de patches, complementos, aplicações e mesmo plugins que auxiliarão a comunidade a garantir que seus plugins mais essenciais estejam em cumprimento com as normas, além de agilizar e automatizar o trabalho que será necessário com a entrada das novas disposições. Em breve teremos novidades – portanto permaneça a acompanhar nossas publicações.

RGPD

O que é RGPD ou GDPR e como ele afeta websites?

As siglas RGPD ou GDPR estão a causar inquietação em Portugal – e também em outros países do bloco europeu. Poucos parecem perceber do que se trata realmente e, mesmo mediante explicações dadas aqui e ali, permanecem dúvidas.

Para muitos empresários, com razão, parece ser apenas mais um subterfúgio para que consultorias ganhem rios de dinheiro com formações empurradas por legislações engraçadas. Porém, é um pouco mais do que isso. RGPD refere-se a Regulamento Geral de Proteção de Dados. Trata-se da versão em português da sigla original, GDPR, que em inglês significa General Data Protection Regulation.

Até então, empresas e a grande maioria dos websites tinham de limitar-se a incluir um botão em alguma parte do ecrã para usuários, alertando-os a respeito da utilização de “cookies” por parte do website. Como a grande maioria dos sistemas de websites de hoje, construídos em WordPress, Joomla, Drupal, Magento e outras plataformas utilizam os tais “cookies” para colher informações de navegação e acesso dos usuários, o aviso em forma de botão tornou-se praticamente uma regra em toda a Europa.

O RGPD, contudo, vai muito além de um simples botão no topo do navegador. A norma entra em vigor a partir de 25 de maio de 2018 e páginas oficiais já começam, em Portugal e em todo lado, a exibir contagens regressivas. Consultorias já armaram-se de formações para tentar explicar a empresários o porquê deverão gastar nisso. Embora o RGPD em nível europeu e mundial seja extremamente positivo, a verdade é que sob o olhar empresarial o principal aspeto que torna o investimento necessário é o risco de pesadas coimas e punições.

O que é RGPD?

Sob o aspeto jurídico, O RGPD, aprovado no Parlamento Europeu ainda em abril de 2016, visa regular a proteção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais e à livre circulação desses dados. Com isso, cai a Diretiva 95/46/CE. Para os que lidam com o campo legal, cursos de formação podem ser uma boa maneira de atualizar-se. O mesmo se diz de informáticos especializados na área de segurança da informação. Para empresários pequenos e médios, por outro lado, gastar fortunas que podem atingir quase € 2 mil para umas poucas horas de palestra sobre o tema é algo aviltante.

Investimentos far-se-ão necessários, mas se qualquer loja de licores ou vinhos regionais online tiver de pagar cursos de milhares de euros, ainda que apenas para proprietários ou dirigentes, teremos poucas empresas em Portugal a operar de facto até o final de 2018.

A MeuPPT propõe auxiliar o público a conseguir mais informação a respeito dessas novas normas de proteção da privacidade e, logo mais, também auxiliar o público a efetuar os ajustes que se farão necessários para qualquer tipo ou natureza de website.

O que é RGPD – coimas

Antes de mais nada, é preciso saber em detalhes o motivo pelo qual a maioria dos empresários precisa aderir às novas regras: as coimas aplicadas a casos de desconformidade. Caso uma empresa falhe ao atender às disposições do RGPD, valores de coimas poder-se-ão aplicar em dois diferentes escalões:

  • Nos casos menos graves, a coima poderá ter um valor até 10 milhões de Euros ou 2% do volume de negócios anual a nível mundial, consoante o montante que for mais elevado.
  • Nos casos mais graves, a coima poderá ter um valor até 20 milhões de Euros ou 4% do volume de negócios anual a nível mundial, consoante o montante que for mais elevado.

São documentos e disposições imensas, que podem ser encontrados no portal Proteção de Dados – embora alguns deles sequer possuam versões em português para já. A verdade é que, para empresas que não utilizam dados pessoais de clientes e usuários de forma intensa, cumprir com as disposições não será tarefa impossível. Ler as disposições e compreendê-las, por outro lado, pode ser um esforço ingrato e sem recompensas.

O que é RGPD – em resumo

De forma direta e clara, o RGPD cria a necessidade de informações claras e objetivas a todo e qualquer usuário do qual um website ou serviço web exija dados pessoais. Esses dados podem ter natureza diversas e não abrangem apenas nome, apelido, moradas ou números de documentos, mas também números de IP, informações sobre softwares e hardware utilizados, entre outros. O RGPD está baseado em direitos garantidos a cidadãos e obrigações a cumprir por parte de empresas e órgãos. À luz do novo regulamento, revalidam-se e ampliam-se os direitos pessoais a:

  1. Um acesso facilitado aos dados pessoais e afins
  2. Portabilidade desses dados e sua consequente transferência
  3. Exclusão completa e absoluta desses dados
  4. Tomar conhecimento de ameaças ou violações que venham a atingir tais dados pessoais

Em outras palavras, como os dados pessoais são de propriedade do cidadão, esse possui o direito de acedê-los, apagá-los, fazer uso deles da maneira que lhe convier e tomar ciência de qualquer tipo de utilização indevida ou corrupção desses dados, em qualquer circunstância. Ainda que muitos desses direitos fossem “pressupostos” até então, o RGPD torna-os legítimos, claros e invioláveis, criando novas obrigações para empresas e instituições que mantenham, sob qualquer período, esses dados para qualquer que seja o fim.

Esse conjunto aparentemente simples de direitos ratificados em favor do cidadão europeu cria, do ponto de vista tecnológico, um verdadeiro pandemónio. Formações ajudarão advogados e profissionais experimentados a lidar com as mudanças, mas não tornam a vida de nenhum empresário mais fácil. Sempre é positivo tomar ciência das minúcias que cercam novas normativas, contudo uma empresa precisa de soluções – e formações esclarecerão o problema para os versados, mas não o resolverão para aqueles que ainda estão a desesperar com mais uma regra a lhes cair sobre as cabeças.

Em primeiro lugar, algumas obrigações estendem-se apenas a empresas de imenso porte, aquelas que lidam com informações do público em grande escala ou entidades da administração pública – como a necessidade de possuir um encarregado da proteção de dados. Para todas as empresas, sem exceção, cabe a obrigação de informar com clareza, garantir a segurança dos dados de usuários e também criar ferramentas para que esses dados possam ser deletados, utilizados ou transferidos por seus donos sempre que queiram. A conceção de consentimento também torna-se mais rigorosa, e exigirá de empresas de qualquer porte uma maior seriedade em suas comunicações digitais e pedidos claros de permissão para seus usuários.

Nesta série, publicaremos diversos textos que esclarecerão de maneira mais profunda como websites comuns podem e devem operar para cumprir com o RGPD, e ofereceremos no momento oportuno ferramentas que auxiliarão o empresariado a lidar com tais mudanças, sem que milhares de euros de seus lucros sejam deitados água abaixo de uma hora para outra.

O que é RGPD – o que todo site precisará

Ao que interessa: o que todo site precisará, mesmo que não seja da administração público ou de empresa de porte. A segurança do usuário entrou em destaque com o RGPD, e portanto haverão os sites que se preocupar mais com esse detalhe. Para tanto, um site, mesmo que de uma empresa de pequeno porte, deverá preferencialmente possuir:

  • Um certificado SSL, ainda que gratuito
  • Configurações que tornem esse certificado útil em termos de segurança digital
  • Acesso apenas a dados essenciais do usuário
  • Política de uso de cookies, como havia antes
  • Declarações por escrito de como dados de usuários são mantidos, porque isso é feito e como ocorre seu processamento
  • No caso de cessão dos dados para terceiros, informação a respeito
  • Recolhimento do consentimento do usuário TODA vez que dados forem solicitados ou registados

 

Quanto custa um website

Quanto custa um website?

Essa é a pergunta que toda nova empresa faz. Quanto custa um website nos dias de hoje? A resposta não é, em absoluto, simples. Basta dizer, para início, que tudo depende do que se deseja no website que pretende construir.

Para além de atributos de design ou comunicação, extremamente subjetivos, funcionalidades são em geral os itens que podem encarecer o projeto de um website. A MeuPPT especializou-se, em geral, na construção de websites simples, rápidos e baratos, mas isso não significa que alguns clientes não tenham de gastar mais com sua presença digital.

Quanto custa um website – o começo

Se possui um pequeno negócio, ainda assim é preciso que tenha um website. Entretanto, pode ser que apenas queira algo que reflita o negócio e área de atuação da empresa, com possibilidades, claro, de modificação quando queira e postagem de conteúdo em forma de posts e afins. Para esses casos, um website em WordPress simples e estilo “corporativo” é mais que suficiente. Se estamos falando em euros, cobrámos por volta de €200-250 para um novo site. Contudo, no mercado, preços podem variar até cerca de €1.000-1.500, a depender da agência ou web designer.

Há ainda a possibilidade de uso de construtores e soluções “faça por si”, como o Wix. Embora as ferramentas de customização do Wix e alguns concorrentes tenham evoluído imenso, a verdade é que o trabalho de um web designer é sempre uma falta. Pequenos detalhes e faltas podem afastar clientes e deixar seu negócio menos apelativo. Além disso, tais ferramentas envolvem pagamentos mensais – embora baratos, no horizonte de um ano e pouco a probabilidade é que tenha gasto o mesmo que gastaria com um profissional a construir seu website.

Quanto custa um website – funcionalidades

Pode ser que a intenção vá um pouco mais além. Se pretende um website que possua uma loja online, um sistema de subscrição ou assinaturas, plataformas de formação à distância e outros, terá de desembolsar maior valor na construção de um website. Para os clientes da MeuPPT, geralmente recomendámos soluções híbridas. Isso quer dizer que o website em si pode ser construído de forma rápida e barata em WordPress, enquanto que a loja online ou plataforma de ensino podem ser desenvolvidos em paralelo, por meio de alguns excelentes serviços existentes na web.

Esse tipo de “bifurcação” na estratégia permite que avalie-se ganhos e lucros a partir de cada estratégia, impedem websites pesados e de lento carregamento e permite rapidez e baixo custo no desenvolvimento de soluções diversas. Temos um texto específico que mostra como é mais simples e barato montar lojas online a partir de plataformas prontas, bem como alternativas para uso do WordPress como site principal e plugins ou sistemas na nuvem para formações online.

O quanto custa um website depende ainda de como uma empresa é capaz de usufruir dos recursos e lucrar com eles enquanto desembolsa seu investimento inicial. Montar uma plataforma de ensino em Moodle, por exemplo, um sistema teoricamente gratuito, é algo que pode custar milhares de euros e demorar meses até que se possa, de fato, operar e faturar sobre a plataforma montada.

Quanto custa um website – manutenção

Webmasters que cobram mensalidades simplesmente para manter um website inalterado “no ar” são coisa do passado. O sistema do WordPress e outros softwares de CMS foi concebido para que empresas e proprietários de um website possam atualizar por conta própria seu conteúdo, tendo ou não um web designer envolvido na construção do site em si. Entretanto, manutenções têm algum custo e podem ser necessárias, e isso envolve:

  • Atualizações e compliance com novas normas e práticas de segurança
  • Melhorias no carregamento, layout e visualização
  • Alterações e adições após constatações realizadas junto ao próprio público
  • Atualizações de branding e relacionadas ao próprio negócio

Além disso, manter um website significa pagar, anualmente, pelos domínios selecionados. Também é preciso possuir alojamento para o website, o que pode representar um custo entre 3 e 10 euros mensais a pequenas empresas. De modo geral, é difícil manter um bom website sem que se gaste ao menos 100 euros por ano, entre domínios, alojamento, certificados SSL e outros. Gastar menos que isso significa que seu website perderá junto da concorrência, ou estará mal servido em termos de infraestrutura.

Quanto custa um website – marketing e SEO

Uma vez que um site está no ar, desde que inscrito e submetido a ferramentas de busca, ele pode ser encontrado no Google, Bing e outros. Isso não quer dizer que aparecerá em destaque ou de forma relevante nessas buscas. Após firmar a presença digital, uma empresa tem de garantir que seu conteúdo online será encontrado e consumido por potenciais clientes. Para tanto, além de pequenos detalhes técnicos realizados durante a criação do website, precisa-se investir em marketing.

Serviços de SEO e ferramentas de marketing podem custar algumas dezenas ou centenas de euros ao mês. Tudo depende do quanto pretende investir e qual o tamanho da visibilidade que deseja. Aplicar dinheiro diretamente em Google Ads ou em publicidade em redes como o Facebook é sempre algo que ajuda. Contudo, investir sem conhecimento pode tornar seus gastos irrelevantes – por isso estimamos que uma pequena empresa, com website simples e gastos módicos em marketing precisaria de algo entre €100-200 mensais, de modo a conseguir retorno e pode gastar o mínimo em publicidade, apoiada por um profissional da área.

Quanto custa um website – conclusão

O centro da preocupação do empresariado parece estar na criação de um website. Mesmo custos baixos, como os €200-250 que oferecemos para sites simples muitas vezes parecem altos para pequenas empresas. No entanto, ao optar por improvisos e soluções de caráter próprio, acabam gastando algumas dezenas de euros mensais que seriam dispensáveis se houvesse um serviço profissional – em um par de anos, terão gasto o suficiente para criar um website primoroso, mas estarão com sites amadores e resposta quase que inexistente de seu público.

Um website é um investimento – um pequeno investimento que abre espaço para variadas estratégias de marketing, possibilidades novas de faturação e até mesmo descoberta de novos públicos. Quanto custa um website? A resposta, quase que invariavelmente, é “menos do que os lucros que ele poderá gerar”.

O que é Wordpress

Afinal, o que é o WordPress?

O WordPress é o sistema de “criação de sites” que mais cresce no mundo. Estima-se que quase 40% de todos os principais sites da rede mundial já utilizem de alguma forma a plataforma. Porém, embora saibam que seus websites ou os de concorrentes são criados em WordPress, muita gente não sabe exatamente do que se trata ou para que serve. O que é WordPress, afinal das contas?

Para entender melhor o WordPress, é preciso voltar um pouco no tempo e compreender como o WordPress surgiu e como ele evoluiu para a plataforma que hoje é utiliza para praticamente qualquer tipo de desenvolvimento na web.

O que é WordPress?

O WordPress possui, ainda hoje, duas facetas: é um sistema para publicação de blogs online e, além disso, uma plataforma open source de CMS (Content Management System). Embora a base da tecnologia seja a mesma, atualmente o WordPress, enquanto plataforma, vai muito além da mera publicação de blogs. A confusão ainda afeta, entretanto, alguns dos que não conhecem bem a tecnologia. Mas não se deixe enganar: o WordPress não é “para criar blogs”.

A verdade é que foi assim que tudo começou. Quem buscar por WordPress no Google, encontrará em destaque duas grandes vertentes da Automattic, a produtora do sistema:

  • O WordPress.com, site no qual é possível criar registos e publicar blogs, totalmente na nuvem – algo muito parecido com os antigos Blogspot e Blogger.
  • O WordPress.org, site no qual é possível baixar a plataforma open source que pode ser utilizada para criação de websites de qualquer espécie.

Para compreender o WordPress no que se relaciona à criação de websites, é preciso antes de tudo esquecer o WordPress.com – não é sobre ele que falaremos. No tocante ao web design e desenvolvimento de sites, o que importa mesmo é o software open source que pode ser encontrado no WordPress.org. O sistema de CMS livre do WordPress teve sua primeira versão lançada em 2004 – hoje ela parece um resquício retrô da internet, mas foi uma manobra que influenciaria mundialmente a internet e seu uso.

O que é WordPress?

Versão 1.0 do WordPress. Plataforma praticamente toda baseada em texto, simplicidade para gestão de conteúdo, sem muitos recursos. Visual não era o aspeto essencial, mas sim a praticidade.

Inicialmente, a versão open source nada mais era do que uma forma de utilizar uma plataforma semelhante àquela para a publicação de blogs no WordPress.com, porém em um alojamento próprio. Com o tempo, no entanto, o sistema foi ganhando novos e impressionantes recursos. Em 2011, a “cara” da plataforma já era totalmente diferente, e já contava com diversos plugins e temas que eram construídos por empresas e usuários e podiam ser agregados ou utilizados em novos websites montados sob a plataforma.

O que é WordPress

Versão 3.2, de 2011. melhor editor e visual, além das abas de plugins e “aparência”, para personalização e adição de recursos. Nesse ponto, o WordPress já não era uma plataforma voltada apenas à construção de blogs.

O que é WordPress – plugins e temas para tudo

A partir da versão 3.0 do WordPress, os blogs passaram a ser apenas parte dos websites que podiam ser construídos em cima da plataforma. Temas ou “templates” traziam recursos fáceis para sites corporativos, portfólios, sistemas de comunicação e contacto com o usuário e até mesmo lojas online. A combinação de temas construídos para fins específicos e plugins com recursos poderosos, como WooCommerce ou WP-Members, permitiam a empresas e usuários criar verdadeiros portais sem ter de utilizar nenhum outro recurso a não aqueles relacionados ao WordPress.

Hoje, o WordPress já aproxima-se de sua versão 5.0. Em todo o mundo, sistemas de classificados, lojas virtuais, websites de grandes empresas e até mesmo aplicativos são totalmente construídos a partir desse CMS e seus inúmeros plugins e temas. Nos últimos anos, o visual da plataforma vem sendo também melhorado, o que inclui poderosíssimos plugins para edição visual de conteúdo, os chamados page builders. Pode-se tranquilamente dizer que, no tocante a websites, hoje não há qualquer tipo de aplicação web que não possa ser desenvolvida na plataforma. Isso inclui:

  • Sites de e-commerce
  • Sistemas de ensino à distância
  • Classificados e diretórios
  • Landing pages e páginas de marketing
  • Plataformas com assinantes e serviços por assinatura
  • Sites de reservas e marcações
  • Multisites e sistemas com múltiplos perfis e blogs
  • Mini redes sociais

As próximas versões do WordPress tendem a avançar ainda mais nesse sentido, provavelmente abrindo maior compatibilidade da plataforma com o desenvolvimento de aplicações mobile também, além de ainda mais integrações com outros serviços presentes na web e APIs diversas.

Page Builders para Wordpress - Divi

7 page builders para WordPress em análise

A grande maioria dos temas atuais para WordPress possui ferramentas para que o usuário construa suas páginas e posts. Esses são os famosos page builders. Alguns deles possuem recursos que tornam os temas praticamente acessórios, enquanto outros funcionam bem com determinados temas específicos.

Há hoje diversos page builders para WordPress excelentes. Alguns funcionam bem em qualquer situação, outros nem tanto, mas a maioria deles possui versões gratuitas razoáveis. Em alguns casos, vale inclusive adquirir as versões premium, especialmente para quem quer caprichar no visual e no marketing de seu website.

Ainda assim, alguns page builders para WordPress vendem uma facilidade, mas são demasiado complicados de usar. Alguns vendem dinámica, porém são lentos para carregar e criam problemas de velocidade no próprio site. Avaliamos os pontos positivos e negativos de 8 dos page builders para WordPress mais populares da atualidade, e temos o nosso vencedor. Lembre-se, contudo, que nossa análise é feita sob a óptica do utilizador, e não do designer ou programador.

Alguns builders podem ser excelentes para quem cria websites por profissão, mas não é isso que quisemos avaliar aqui. Queremos indicar a melhor opção para quem não vive de web design, mas precisa dele para viver e vender.

Page Builders para WordPress – Elementor

O Elementor é um page builder para WordPress relativamente novo. Sua versão gratuita já é bastante poderosa e possui opção para edição profunda das páginas. A despeito do tema que esteja a utilizar, é possível criar landing pages e páginas completamente diferentes e personalizadas, ou por outro lado seguir o design que já existe. O Elementor possui, entretanto, um pequeno inconveniente: a depender do modo que as páginas são montadas, a visualização torna-se bastante confusa em dispositivos móveis.

Elementor Page Builder para WordPress

Ainda assim, a ferramenta é razoavelmente rápida e muito poderosa. Há, inclusive, algumas extensões e add-ons gratuitos que podem ser encontrados no diretório de plugins do WordPress. Ao utilizar o Elementor, ressaltamos como aspetos mais positivos:

  • Óptimo banco de layouts gratuitos prontos que podem ser carregados dentro da própria ferramenta
  • Lógica de arrastar e soltar simples e fácil de entender
  • Configurações detalhadas de cada elemento individualmente falando
  • Atualizações frequentes e novidades de quando em quando

Page Builders para WordPress – Visual Composer

Os temas pagos do Themeforest usam com enorme frequência essa ferramenta, em sua versão premium, geralmente. O Visual Composer é bastante rico e dinâmico, e talvez seja o editor com a maior riqueza e variedade de módulos para construção de páginas. Contudo, é um pouco complicado de “montar”, com módulos e botões de opções aqui e ali, linhas, colunas, módulos e semimódulos…

Visual Composer - page builders para WordPress

Quando a página é mais extensa, o usuário praticamente se perde. A foto acima mostra uma listagem dos módulos existentes, mas quando temos a página montada essa confusão do ecrã fica ainda mais difícil de compreender para quem não está acostumado. Ainda assim, é uma ferramenta veloz e bastante versátil, mesmo considerando a versão para download grátis presente no site da marca. Em nível de utilização, podemos ressaltar, como principais qualidades do Visual Composer:

  • Variedade e riqueza de módulos
  • Edição em backend e frontend
  • Extensões boas existentes, porém pagas
  • Presente na maioria dos temas pagos de hoje em dia
  • Facilidade para criar módulos e layouts próprios e reutilizá-los

Page Builders para WordPress – Divi

O Divi Builder, da Elegant Themes, é um dos builders mais populares da atualidade para WordPress. Ele realmente é capaz de criar páginas e sites complexos com relativa facilidade. Como o exemplo anterior, o número de módulos disponibilizados é, sem dúvida, um ponto positivo. Entretanto, o Divi Builder não possui versão gratuita. Para aceder ao plugin, é preciso assinar o serviço da Elegant Themes – o preço é razoável, de US$ 89 por ano.

Page Builders para WordPress - Divi

A interface do builder é uma das melhores do mercado, mas a ausência de ferramentas de edição claras em frontend dificulta um pouco a visualização das alterações que vão sendo feitas. Atualmente na versão 3, o Divi anteriormente possuía uma série de problemas de compatibilidade, que em sua maioria foram resolvidos. Entretanto, embora a marca não divulgue, há ainda problemas em relação a temas mais antiquados.

Page Builders para WordPress – Site Origin

Também bastante popular, especialmente pela grande compatibilidade, o Page Builder Plugin da Site Origin é uma ferramenta razoável. Produz bom visual e possui vários módulos e funcionalidades, além de uma série de add-ons que podem ser encontrados entre os plugins do WordPress.

Em termos de interface, contudo, é bastante pobre. Consiste basicamente num “empilhado” de caixas na área de edição dos posts e páginas. Com o acúmulo de módulos em uma mesma página, a operação torna-se difícil e confusa, para não dizer quase impossível. Apesar disso, possui alguns modelos e oferece possibilidades que podem fazer a diferença no layout. A versão gratuita oferece limitações, porém tem o pacote básico em dia.

Em termos de opção gratuita, contudo, dificilmente equipara-se a plugins mais visuais e ricos, como o Elementor ou o Motopress Content Editor.

Page Builders para WordPress – Themify

O Themify possui uma versão Lite gratuita, com algumas limitações. Em geral, possui interface e operação razoáveis, mas não é um editor bom em termos técnicos. Possui erros que são aparentes, especialmente em alguns temas e, caso haja desativação do plugin por qualquer razão, desaparece completamente o conteúdo. Em termos de design, para além da aparência, há uma série de práticas desatualizadas em código e no que tange ao próprio comportamento dos módulos.

Talvez a interface o leve a considerar o Themify uma boa opção, mas para além disso, será melhor optar por outros dos editores gratuitos deste post.

Page Builders para WordPress – King Composer

Poucos ainda falam desse builder, relativamente recente, mas a verdade é que tem tudo para tornar-se um dos melhores e mais populares para WordPress em pouco tempo. O King Composer possui uma versão gratuita, já poderosa, e outra paga, a partir de um pagamento único de 39 dólares. A interface é bonita e parecida com a já conhecida do Visual Composer. Contudo, há duas grandes vantagens no King Composer: o fato de possuir boa interface para edição em backend e frontend, e sua óptima velocidade.

Além disso, ao contrário de muitas outras ferramentas, o King Composer oferece um teste em tempo real a partir de seu website. Assim, o usuário pode avaliar a ferramenta em funcionamento, tanto para backend quanto para frontend, antes mesmo de efetuar a transferência do plugin. Se ainda não optou por outra ferramenta ou seu tema não possui um builder específico, vale o teste.

Page Builders para WordPress – Motopress

O Motopress Content Editor talvez não disponha do número infindável de módulos do Divi ou Visual Composer. Entretanto, possui uma vantagem essencial que o torna, para nós, a melhor das ferramentas aqui listadas: a simplicidade. Fácil de usar e operar, sem inúmeras opções que não fazem qualquer sentido para quem não é web designer e com algumas extensões gratuitas existentes.

O Motopress Content Editor é compatível com a grande maioria dos temas e roda mesmo em versões mais antigas do WordPress. Mesmo após a edição, permite também facilidade de alterações de código para designers e programadores, o que torna a ferramenta um ponto médio perfeito entre um builder para leigos e um builder para profissionais. Não há excessos e a ferramenta concentra-se no necessário, possuindo também um editor que REALMENTE é visual, poupando o usuário de perder horas em tutoriais.

Mesmo a versão gratuita já oferece poder suficiente para montar belas páginas, mas o preço da versão premium também não é nada absurdo: 29 dólares pagos uma única vez.

Proteção e segurança no Wordpress

7 dicas para melhorar a segurança do WordPress

O WordPress é seguro. Nunca pense o contrário. Em relação a “soluções próprias” e websites programados do zero o sistema do WordPress é seguro e evolui rapidamente, sempre sujeito a atualizações e melhorias.

Entretanto, como trata-se de uma plataforma completamente customizável, é imperativo que possua flexibilidade para o desenvolvedor. Tudo pode ser alterado e personalizado, então os níveis de permissões e características abertas do código beneficiam essas mudanças e customizações. Ao terminar o website, por essa razão, é preciso em geral “fechar portas”, para que acessos indevidos não ocorram.

O problema é que a grande maioria das agências e desenvolvedores simplesmente deixam tudo isso escancarado.

Dicas para melhorar a segurança do WordPress – utilize um certificado SSL

Muitos donos de site e empresas não adquirem certificados SSL. A verdade é que em Portugal, Espanha e também no Brasil, países no quais atendemos clientes, a grande maioria das empresas de hosting são “espertas”. Usam do expediente de proibir o upload ou uso de certificados gratuitos, para além de não oferecê-los, e terminam por cobrar pequenas fortunas nesses certificados. Dois ou três dos serviços de alojamento mais famosos de Portugal cobram não menos que € 50 anuais para lhe dar o que teria de graça.

A dica aqui é buscar um alojamento que já ofereça tal certificado ou permita a utilização daqueles gerados gratuitamente. Temos um post inteiro explicando como poderá conseguir um certificado igualmente eficaz, sem ter de pagar um único centavo.

Dicas para melhorar a segurança do WordPress – livrar-se do “admin”

Um usuário “admin” é padrão nas instalações WordPress. Todos que trabalham com web design e desenvolvimento o sabem – especialmente hackers. Tentativas de sequestro de palavras-passe tornam-se muito mais fáceis quando um site ainda possui um usuário com esse nome. Crie sempre um usuário com status de administrador e, em seguida, livre-se do “admin” na aba de “Utilizadores”.

Dicas para melhorar a segurança do WordPress – prefixo da base de dados

Ao instalar o WordPress em um alojamento, pede-se nas configurações o nome da base de dados SQL, o usuário e sua palavra-passe e, ao final, o prefixo da base de dados. Por padrão, esse prefixo é “wp_”. Modifique-o para algo que tenha que ver com seu site ou empresa, mas evite deixar a coisa como está. Assim como ocorre com o usuário “admin”, ao saber dessa informação tentativas de injeção de códigos maliciosos em sua base de dados tornam-se muito mais fáceis para hackers mal-intencionados.

Dicas para melhorar a segurança do WordPress – erros de login

Mensagens de erro personalizadas na área de login podem dar dicas a hackers de como aceder ao seu website. Para melhorar isso e reduzir os riscos, a melhor política é uniformizar a mensagem de erro para falhas de autenticação. Para tanto, é possível incluir um trecho de código PHP simples, seja no ficheiro functions.php de seu tema ou em um plugin personalizado.

function meuppt_wordpress_errors(){
return 'Erro de autenticação - tente de novo';
}
add_filter( 'login_errors', 'meuppt_wordpress_errors' );

Dicas para melhorar a segurança do WordPress – atualizações

A grande maioria das atualizações, seja do próprio WordPress ou de plugins e temas, têm como objetivo corrigir falhas e mesmo problemas de segurança. A dica que todos dão é manter tudo sempre atualizado, mas preferimos ser mais cautelosos. Cuidado quando atualizar versões do WordPress – alguns plugins e temas podem não funcionar na versão mais recente. Antes de fazê-lo, consulte o site do desenvolvedor do plugin ou tema para verificar a compatibilidade.

Além disso, versões “quebradas” de atualização são menos arriscadas. Por exemplo: dificilmente terá problemas ao atualizar seu site da versão 4.0 do WordPress para a 4.0.2. O número de versão no terceiro dígito indica que apenas alterações e correções menores foram realizadas. Contudo, evite atualizar sem analisar os riscos quando o update parecer mais estrutural e relevante. Da versão 3.8 para a 4.3, por exemplo. As alterações são imensas e podem invalidar parte do que se utiliza no site.

Dicas para melhorar a segurança do WordPress – melhorias no .htaccess

O .htaccess é um ficheiro de sistema que indica ao servidor diretrizes que devem ser observadas em relação ao seu site ou aplicação. Há imensas alterações que podem nele ser feitas para melhorar a segurança. Contudo, sua operação é arriscada e exige algum conhecimento de programação e de funcionamento de servidores Apache ou Nginx. Abordaremos novamente esse aspeto no futuro, mas a otimização aqui pode resolver muitos dos problemas de segurança de alojamentos compartilhados.

Dicas para melhorar a segurança do WordPress – cabeçalhos HTTP

Outra melhoria tremenda em websites é a optimização e reformulação dos chamados cabeçalhos HTTP. Quando um site é consultado, o navegador da pessoa que o busca envia uma requisição ao alojamento ou servidor. O servidor responde e inicia a transferência de dados. Os cabeçalhos HTTP determinam que tipo de transferência deve ser realizada, se há redirecionamentos ou não, que recursos do navegador devem ou não ser acionados e, claro, diretrizes de segurança na manipulação e tratamento dos dados.

Há maneiras de aprimorar muito a segurança de um website e mesmo servidor apenas pelo modo com que se configuram os cabeçalhos. Entretanto, esse é um trabalho técnico e minucioso. A MeuPPT realiza optimizações desse nível e também em instalações WordPress e ficheiros de servidores. Se pretende aprimorar seu site de forma rápida e barata, fale connosco e diga seu problema.

Dicas para melhorar a segurança do WordPress – hosting certo

O hosting ou alojamento mais barato nem sempre é o melhor. Assim como o mais caro também pode não ser. Em termos de segurança, parte do trabalho precisa ser realizado pela empresa que presta o serviço de alojamento ou hospedagem. Planos que não incluem políticas de back-up, não possuem qualquer tipo de filtro ou proteção server-side ou proíbem o uso de certificados SSL próprios ou ferramentas e extensões de segurança e optimização devem ser automaticamente vetados.

Para sorte de quem precisa de um site e utiliza o WordPress, há excelentes hostings no mundo todo. Separámos uma lista dos mais fiáveis em nossa opinião, mas é possível encontrar na internet avaliações técnicas de revistas respeitadas sobre tais serviços. Sempre pesquise antes de formalizar ou migrar seu website.

Compressão de imagens

6 plugins para otimização de imagens no WordPress

Otimização de imagens é uma necessidade. Torná-las mais leves permite que seu site carregue mais depressa, o que evita lentidão, melhora o SEO e agrada mais aos clientes. Imagens de qualidade e alta resolução tê, sem dúvida, seu lugar – mas não é seu site ou blog. Contudo, como nem todos podem se dar ao luxo de ajustar tudo o que precisam em termos de imagens no Photoshop, acaba havendo três maneiras de fazer isso:

  1. Já selecionando, de antemão, fotos mais leves (mas correr o risco de ter uma visualização pobre)
  2. Instalar plugins que oferecem otimização já no WordPress (ou outro CMS)
  3. Usar serviços online nas imagens, antes de postá-las (falaremos disto em outro artigo)

Otimização de imagens – selecionar imagens mais leves

Não há muito segredo aqui. O ideal é optar por imagens mais leves na hora de montar posts ou mesmo seu site na internet. Imagens com mais de 100kb, em geral, provavelmente causarão ao seu site algum tipo de prejuízo na renderização, quando usuários acessarem o endereço. E, mesmo que a velocidade permaneça boa, pode haver penalização em termos de análise por parte de mecanismos de busca.

Uma dica útil aqui, para conseguir imagens leves, mas sem prejuízos à visualização, é atentar às dimensões dessas imagens. Por exemplo, fotos com 2000 x 1000 pixels são desnecessárias. Geralmente a maioria das imagens são exibidas em sites com tamanhos muito menores. A melhor maneira é adicionar fotos que tenham dimensões parecidas ou iguais àquelas que serão de fato exibidas. Por exemplo, se a imagem de destaque em seus posts possui por volta de 700 pixels de largura, tente incluir imagens com essas características – e não gigantes de 2 mil ou 3 mil pixels.

Do mesmo modo, é recomendável que fotos tiradas em câmeras de celulares mais modernos ou em câmeras digitais sejam redimensionadas antes de usadas em sites. Essas imagens são grandes e ocupam muito espaço, e apesar de terem qualidade irão atrasar a abertura de seu site.

Otimização de imagens – uso de plugins

Há imensos plugins que oferecem a possibilidade de otimizar imagens, para quem tem um site em WordPress. O problema é que a grande maioria deles oferece limitações quanto ao número de imagens que podem ser otimizadas. Para otimizar mais imagens, é preciso abrir uma conta nesses serviços e pagar. Simples assim.

Se você não importa-se em gastar um pouco mais, talvez seja uma boa opção. Mas vale lembrar também que, em termos gerais, quanto maior o número de plugins instalados em seu WordPress, pior será o desempenho da página. Às vezes, pode ser que você esteja a ficar na mesma. De todo modo, se prefere automatizar a otimização, os plugins são uma boa forma de fazê-lo. Há plugins melhores e piores, mas separamos aqui os mais utilizados e que oferecem ferramentas que DE FATO otimizam e reduzem o peso das imagens.

EWWW Optimizer

EWWW Image Optimizer – página do plugin

Esse plugin possui excelente desempenho e, como todos os que mostramos nesta lista, irá automaticamente otimizar todas as imagens JPG, PNG ou GIF que você possa subir para seu website. Ele também oferece possibilidades de “bulk optimization”, ou seja, de otimizar de uma só vez todas as imagens que você possua na seção de mídias de seu WordPress. A grande vantagem deste plugin é que não há limitações quanto ao tamanho de cada imagem a otimizar, embora haja limitações quanto ao uso – a menos que seja feita a assinatura da API do EWWW (e nesse caso é preciso instalar outro plugin ao invés deste… confuso).

Smush, da WPMU

Smush Image Compression and Optimization – página do plugin

Um dos otimizadores de imagens mais populares, porém bastante limitado. Os recursos são ótimos – otimização em bloco (mas na versão gratuita, apenas 50 imagens de cada vez), redimensionamento e configuração de tamanhos máximos para novas imagens. Outros recursos exigem algum conhecimento técnico, mas são igualmente úteis. Contudo, a diferença de desempenho e melhoria parece brutal… talvez a WPMU tenha deixado vantagens demais para a versão paga do produto – que só pode ser liberada caso assine todo o pacote de melhorias da WPMU Dev. Caso venha a usar todos os plugins da marca, talvez seja algo a estudar – mas são US$ 49,00 ao mês, sem direito a negociações ou descontos.

Kraken.io

Kraken.io Image Optimizer – página do plugin

Bom otimizador, mas com uma cota gratuita que depende do volume em MB de imagens, não do número de ficheiros. Gratuitamente, é possível otimizar até 100 MB de imagens ao mês – o suficiente para blogs mais simples. Contudo, se quiser mais que isso, só mesmo assinando a API da Kraken.io e inserindo a API Key na instalação do plugin. A partir daí, paga-se um inicial de 5 dólares ao mês, com uma cota de 500MB em ficheiros, mas há planos para um volume maior.

Na verdade, o Kraken.io pode ser vantajoso para aqueles que precisam otimizar imagens de maior peso ou em volume realmente assustador. A API torna-se mais barata conforme o volume avança. O plano mais avançando permite até 60GB mensais de imagens por 79 dólares, e cobra apenas 1 dólar adicional por cada Gigabyte a mais.

Shortpixel

Shortpixel Image Optimizer – página do plugin

Outro dos mais populares, é bastante simples de usar e também possui cota mensal, mas dessa vez de 100 imagens. Para a maioria dos sites WordPress, isso é suficiente. Novamente, há boa vantagem para volumes maiores. Cinco mil imagens mensais por US$ 4,99, doze mil imagens mensais por US$ 9,99, e por aí. Entidades sem fins lucrativos e ONGs ainda podem entrar em contacto com a empresa via e-mail (e em inglês), e assim conseguir acesso gratuito ao sistema.

TinyPNG

Compress JPG & PNG Images – página do plugin

Plugin interessante, de fácil uso e também com limitações em formato de “créditos”, relacionados ao número de imagens. O interessante desse plugin é que, muitas vezes, ele acaba permitindo que uma imagem seja “reotimizada” algumas vezes, e com ganhos. Algumas instalações do WordPress e alguns temas, contudo, podem fazer com que o plugin rode de forma “estranha”, conforme alguns relatos que ouvimos.

resmush-it

reSmush-it Image Optimizer – página do plugin

Esse é o único dos plugins de otimização de imagens que é REALMENTE grátis. A API é pública e não oferece limitações nenhumas em termos do número de imagens, seja por mês ou por tamanho dos ficheiros. Entretanto, pode apresentar alguns problemas de compatibilidade e nem sempre funciona de maneira rápida ou boa no WordPress, a depender da instalação. Ainda assim, o custo (ou ausência dele) vale o teste.

Otimização de imagens – teste rápido

Claro que fizemos um breve teste. A partir de cada um dos 6 plugins de otimização de imagens, aplicamos a ferramenta em uma mesma imagem – a versão original da foto a seguir, com 81,5KB em seu tamanho original. Vale lembrar que, quando subimos uma imagem ao WordPress, o tamanho original geralmente é ignorado – o WP cria versões em diversos tamanhos, para usos específicos, os chamados “thumbnails”. Nesse caso, os otimizadores precisa agir em cada um desses thumbnails.

Imagem para testes

Tiramos a “média” de otimização das ferramentas em cada uma das imagens, ou de suas derivações em thumbnails, em porcentagem de melhoria. Vejamos como cada plugin se comportou:

Nome do plugin Redução da imagem em %
EWWW IMAGE OPTIMIZER 7.2%
SHORTPIXEL IMAGE OPTIMIZER 6.2%
RESMUSH-IT IMAGE OPTIMIZER 5.2%
SMUSH IMAGE COMPRESSION AND OPTIMIZATION 4%
KRAKEN.IO IMAGE OPTIMIZER 3.7%
COMPRESS JPG & PNG IMAGES 2%

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