temas de wordpress

Vale a pena comprar temas de WordPress?

Depende. Bem, certamente não escreveríamos um artigo inteiro a esse respeito se a resposta fosse um simples SIM ou um NÃO. A verdade é que existe uma infinidade de temas “premium” disponíveis para o Wordpres e alguns deles são, de facto, bastante bons. Outros, contudo, só fazem deprimir. Os temas atuais vêm cheios de recursos e com imensas ferramentas – o que pode parecer positivo, mas em alguns casos é o grande problema.

Imensos recursos apenas são uma mais-valia quando queremos um website que UTILIZE tais recursos. Caso compremos um tema que possui mil e uma ferramentas, para apenas usarmos meia dúzia delas, estamos a usar um navio cargueiro para transportar alguns poucos turistas através do Atlântico. Custoso, demorado, pesado e trabalhoso – como ocorre com temas assim no WordPress.

Vale a pena comprar temas de WordPress – não programadores

Se não é programador e pretende desenvolver um website sozinho, a compra de um tema em marketplaces como o Themeforest pode ser uma boa ideia. Apenas é preciso ter alguns cuidados em relação à escolha, para não ter mais problemas do que soluções:

  1. Escolha um tema cuja aparência já seja praticamente aquela que quer dar ao site. Apesar de customizáveis, mudanças muito agressivas nos temas podem causar problemas de layout e desempenho.
  2. Usar as capacidades e ferramentas presentes no próprio tema, ao invés de entupir a instalação de plugins. A maioria dos temas hoje vêm com muitas funcionalidades. Baseie sua escolha nelas e utilize as ferramentas já inseridas no tema, em vez de optar por plugins que façam aquilo que já pode ser feito sem a sua instalação.
  3. Analise suporte e popularidade, percorrendo os fóruns de discussões. Alguns temas têm falhas e erros frequentes que são apontados pelos compradores – é possível ver isso nos fóruns. Selecione aqueles que tenham atualizações frequentes e boa análise dos utilizadores.

Em outras palavras – em casos nos quais se tem exatamente a ideia do que pretende-se criar, um tema que aproxime-se desse ideal pode ser uma boa escolha. Em casos nos quais há incertezas ou a intenção de usar determinado tema, mas modificá-lo profundamente, é melhor consultar um profissional antes de realizar qualquer compra.

Vale a pena comprar temas de WordPress – programadores e desenvolvedores

Comprar um tema para um programador precisa ser um investimento em longo prazo e de caráter técnico. Se um tema determinado atende a requisitos que a maioria dos clientes procura e oferece flexibilidade para alterações profundas e modificações, desde a inclusão de plugins até a revisão completa de ficheiros, templates e estruturas, ele pode ser uma boa adição.

Programadores e desenvolvedores geralmente utilizam um número limitado de temas – alguns deles “starter“, de alta flexibilidade, para a montagem de temas “de raiz”. Outros podem ser temas comerciais, especialmente para utilização com serviços padronizados aos clientes – entregando sites mais rapidamente, quando os clientes já possuem um briefing bem delineado.

Vale a pena comprar temas de WordPress – não programadores

Para designers e web designers, a preferência na busca por temas prontos deve, se possível, limitar-se àqueles que possuam ficheiros PSD para a elaboração dos layouts. Ao pedir a programadores determinado layout e obrigá-los, ao mesmo tempo, a trabalhar com temas estanques, difíceis de modificar e com excesso de recursos que jamais serão utilizados, designers abrem espaço para o erro e imperfeições que serão cobradas pelo cliente posteriormente.

O designer precisa, por definição, criar layouts e apresentações tendo em conta as LIMITAÇÕES. Não é o que vemos em todo lugar – designers muitas vezes criam layouts lindos, mas totalmente incompatíveis com as plataformas nas quais pretendem desenvolver. Em outras situações, criam-se tantas mudanças em relação ao tema inicialmente escolhido que seria mais fácil simplesmente deitar tudo fora e começar do zero, “de raiz”.

 

WooCommerce RGPD All Around Notices

WooCommerce 3.4 – uma mão para o GDPR europeu em sua loja

Até agora o empresário que possui uma loja online a vender na Europa apenas teve motivos para preocupações e desespero em relação do GDPR europeu. Em Portugal, a falta de soluções locais do ponto de vista tecnológico (há imensas formações e explicações, mas pouca ferramenta) não abrandou o cenário de ansiedade. Entretanto, os desenvolvedores do WooCommerce, ferramenta de e-commerce mais popular do WordPress, resolveram de facto ajudar com a situação.

Se possui uma loja a rodar em WooCommerce, é recomendado que imediatamente migre para a última versão: atualmente a 3.4.1. Para aproveitar a inserção das ferramentas de privacidade, incluídas pelo próprio WordPress em sua versão 4.9.6, o WooCommerce agora traz a possibilidade de maior controlo sobre pedidos de encerramento de contas por usuário, com imensas opções nesse sentido.

A seção de “Contas e privacidade” do WooCommerce ainda permite aos gestores de lojas online uma série de outras definições, de grande utilidade para conformidade com as normas do GDPR europeu:

  • Configuração do tempo de retenção de dados de clientes e subscritos
  • Controlo sobre a exibição da política de privacidade, tanto na criação do perfil como na finalização das compras
  • Recolha de consentimentos do usuário no checkout (como falamos em outro post)

GDPR europeu – há mais alertas e avisos a colocar

Infelizmente, em alguns casos, lojas terão de meter avisos e alertas ao usuário em todo canto. A depender de que dados requisitam, de que plugins e cookies utilizam e mesmo de que tipo de serviço ou produto estão a vender, algumas lojas terão de meter textos em páginas de produtos, loja, carrinhos e afins. O WooCommerce é um plugin sofisticado, que permite a inserção de conteúdo em diversas partes de seus templates com comandos chamados “hooks“.

Contudo, convenhamos: quantos lojistas também são programadores? A menos que saibamos lidar com as APIs do WordPress e WooCommerce, tais comandos são inúteis. Pensando em facilitar e economizar os euros que empresários já estão a gastar com advogados, a MeuPPT, em parceria com a Bnext1, criou um simples plugin que adiciona mais um item ao menu do WooCommerce no backoffice do WordPress: WC RGPD Notices.

GDPR europeu – alertas “all around”

Foi exatamente esse nosso intuito: um plugin simples e fácil de operar que permitisse aos gestores de lojas meter avisos e alertas, inclusive com botões pré-configurados, em 24 diferentes posições nas páginas padrão do WooCommerce. Nas próximas versões, iremos incluir a possibilidade de também inserir avisos, alertas e links para páginas de Política de Privacidade nos e-mails enviados automaticamente pelo sistema do WooCommerce.

Criámos o plugin para quem NÃO é designer, e portanto há indicações visuais de onde cada posição selecionada irá corresponder nas páginas de Minha Conta, Carrinho, Checkout e Loja. As imagens mostram um pouco do aspeto do plugin na área de administração.

WooCommerce RGPD All Around Notices

WooCommerce RGPD All Around Notices

Nosso plugin é gratuito e foi testado para as mais recentes versões do WooCommerce e WordPress. Avisaremos sempre por meio do sistema de update do WordPress a respeito de melhorias e novas funcionalidades. Esperamos haver contribuído!

 

WOOCOMMERCE GDPR ALL AROUND NOTICES

Clique aqui para transferir a primeira versão estável do plugin – 1.0.6.

PHP 7

Por que usar versões atualizadas do PHP?

Mais de 90% da internet atual opera em servidores de alojamentos que utilizam o PHP como linguagem base, seja instalado em servidores Linux ou Windows. O PHP é a linguagem utilizada na criação da maioria dos sistemas de CMS que conhecemos: WordPress, Drupal, Joomla, Magento, Opencart, Moodle e outros mais. Atualizamos sempre as plataformas desses sistemas, a partir das áreas de administração de nossos sites.

Contudo, em relação ao PHP, que opera em server side, cabe ao provedor do alojamento manter o sistema atualizado. A má notícia: a maioria deles não o faz…

PHP 7 – melhor desempenho

A primeira grande razão para atualizar a versão do PHP em uso é o desempenho. Recebemos mensalmente diversos pedidos de cotação para melhoria do desempenho de websites em WordPress e outras plataformas, e dúvidas a esse respeito. Claro, cada caso é diferente, mas de um modo geral, a simples atualização para PHP 7.0 ou superior já é capaz de criar uma melhoria de até 50% na velocidade e fluxo de carregamento de um site.

O PHP 7 lida melhor com a alocação de memória e possui compatibilidade maior com algumas extensões de servidores que têm como fim melhorar a velocidade de transmissão de dados. Testes realizados por ícones do segmento de programação e desenvolvimento mostram que, em alguns casos, scripts podem rodar até 9 VEZES mais rápido em PHP 7.0, quando comparados à execução em ambiente PHP 5.6.

PHP 7 – mais seguro

De um modo geral, atualizações de softwares e sistemas são, em grande parte, realizadas por questões de segurança. Embora a evolução do PHP não tenha necessariamente ocorrido apenas por essa razão, a verdade é que o PHP 7 corrige uma série de falhas e problemas que eram expostos a hackers e programadores mal intencionados em versões anteriores. Além disso, novas ferramentas de criptografia mais avançadas estão agora à disposição do desenvolvedor.

O PHP 7 também possui uma lógica que facilita o tratamento de erros para o desenvolvedor. No caso do usuário, como sua empresa, isso significa que erros podem ser tratados e solucionados sem que os scripts e programas sejam impedidos de carregar e executar. Em outras palavras, é possível corrigir e lidar com uma série de falhas sem meter tudo abaixo.

PHP 7 – mais acesso

O campo da programação é extraordinariamente dinámico. Isso significa que, a cada dia, novas implementações, softwares e recursos estão a surgir. Obviamente, a grande maioria dos desenvolvedores prefere sempre trabalhar com as versões mais modernas de cada linguagem e framework e isso significa que, ao permanecer em versões mais antigas, às vezes não é possível utilizar determinadas ferramentas.

A atualização para o PHP 7 (ou posterior, uma vez que nosso servidor, por exemplo, já opera em PHP 7.2) permite que estejamos sempre em linha com novas versões também de softwares como o WordPress, bem como todas as suas extensões e plugins.

PHP 7 – como atualizar

Bem, isso dependerá do alojamento que utiliza. Alguns alojamentos mais modernos e competentes, que utilizam painéis padronizados, como o cPanel ou o Plesk, permitem que o próprio usuário selecione a versão do PHP 7 a rodar no servidor. Em geral, é sempre bom contar com o apoio de um informático antes de efetuar a mudança, já que alguns scripts mais antigos podem não rodar sob a atualização.

Ainda assim, a grande maioria dos scripts desenvolvidos para operar em PHP 5.6 roda de forma normal sob o PHP 7.0 e mesmo versões posteriores. Agora, se o seu provedor de alojamento não oferece qualquer possibilidade de atualização, seja pelo painel ou mediante solicitação ao suporte, então o melhor não é trocar a versão do PHP – mas talvez cogitar a possibilidade de migrar seu website para um provedor que realmente tenha qualidade em seu serviço.

 

Como pagar menos em projetos de web design

Todo mundo quer tudo barato – ao mesmo tempo, quando se trata de seus próprios produtos e serviços, quer vender caro. É muito fácil regatear preços, mas por vezes o pagar pouco reflete em receber pouco. Projetos de web design podem variar em preço de forma brutal – faz-se um site por dezenas de euros, ou pode o mesmo projeto custar milhares e milhares de euros. O dito “low cost” soa ótimo à maioria dos empresários, mas para que ele reflita em qualidade, é preciso compreender alguns aspetos que o cercam.

Projetos de web design são, em geral, avaliados e orçados em horas. E, na verdade, creia: não poderia haver maneira mais ineficaz de mensurar o valor desses projetos.

Projetos de web design

Projetos de web design – briefing

Quando não há um briefing bem desenvolvido, paga-se em geral por aquilo que nunca será feito. A culpa, por mais que empresas possam argumentar, não é do web designer. Se alguém liga para uma agência a dizer apenas que quer “uma viagem”, não poderá reclamar do destino ou dos preços quando lhe façam uma oferta. O mesmo ocorre com web design. Quando uma empresa não sabe o que quer e não partilha seus planos e estratégias, o designer ou não acerta a mão ou lhe cobra para ser adivinho.

Há muita gente que não sabe montar um briefing. Isso não é um falhanço – afinal, seus negócios são outros. No entanto, não informar-se minimamente é uma falta grave. Um bom briefing imprime foco ao seu projeto e faz com que o web designer ou desenvolvedor saiba exatamente o que está a cotar. Tente incluir informações ricas e objetivas e não opiniões pessoais que apenas fazem sentido para que lhe conhece há décadas. Todo pedido de cotação para projetos de web design deveria conter:

  • Dados, ficheiros e manuais da identidade visual da marca ou empresa, com o maior detalhamento possível
  • Fontes e recursos usados na comunicação gráfica da empresa
  • Detalhamento sobre o público-alvo e público pretendido
  • Referências de websites e estilos próximos ao que se deseja
  • Volume razoável de conteúdo que irá figurar no website
  • Prazos pretendidos
  • Aspetos particulares de estrutura, como onde deve figurar o menu ou barra, onde pretende meter botões de redes sociais e se trabalhará vídeos, imagens ou banners, e como o fará
  • Um briefing da empresa e seu modelo de negócio
  • Dados e informações sobre os produtos e serviços que a empresa comercializa
  • Nome e contactos da pessoa que é, de facto, a RESPONSÁVEL por apreciar e aprovar os avanços no projeto

Muita coisa? Claro que é possível montar um briefing com menos. Contudo, se pretende saber de antemão o quanto irá pagar e que esse montante corresponda de facto ao que lhe será entregue, é bom perder algum tempo a elaborar tal documento.

Projetos de web design – tecnologias benchmark

Designers que trabalham com tecnologias que são um padrão no mercado, por incrível que pareça, costumam cobrar menos. Não deveria haver muito sentido nisso, mas a verdade é que os mais careiros não raramente optam por soluções exóticas, softwares que não mais são usados pelos melhores e técnicas que geralmente podem ser resumidos à expressão “feito no braço”. O ruim é que, como muitos ainda estimam seus orçamentos em horas, estará a pagar imensas horas e valores por um serviço já de início obsoleto e desatualizado.

Informe-se dentro daquilo que necessita, quais as tecnologias em uso atualmente e mantenha em mãos para análise apenas orçamentos que congreguem o que há de melhor e mais moderno. O velho papo do “é mais confiável” não se aplica muito ao meio digital. Na web, o que é ultrapassado não é “tradicional”, é apenas velho.

Projetos de web design – freelancers

Portugueses ainda têm muita desconfiança em relação a freelancers e profissionais que atuam com recibos verdes. Ao virar a cara para a modernidade, pagam fortunas e, embora não o saibam, acabam atendidos por esses mesmos freelancers.

Embora empresas não contratem diretamente profissionais por desconfiança, e prefiram assim contratar agências com nomes pomposos ou discursos cheios de conceitos que prometem o mundo, pagam ouro e recebem o serviço desses mesmos profissionais. Agências CONTRATAM freelancers para que façam o SEU trabalho. A diferença é que esses profissionais liberais, mal pagos pela agência, realizam trabalhos inferiores. Em resumo: o empresário paga mais e recebe o mesmo ou menos.

Sim, nós somos formados por freelancers e trabalhamos com freelancers – mas nosso preço não traz custos implícitos de “grifes” de agências ou gerentes de atendimento que nada têm a ver com o projeto contratado, sendo pagos apenas para responder e-mails com respostas vagas.

Projetos de web design

 

Projetos de web design – não invente a roda

Em termos empresariais, o que funciona na web é geralmente o simples. Claro que há páginas, animações fantásticas, projetos revolucionários de grandes empresas que ganham o mundo e tornam-se falados por toda gente. Todos nós queremos campanhas online como as da Coca-Cola, IBM, Microsoft, Google e outros. Porém, é preciso lembrar de uma coisa: essas empresas gastam centenas de milhares de dólares ou euros (ou mesmo milhões) em uma simples campanha. Dito isso, o empresário que quer o mesmo ao desembolsar €500 ou €600 no mínimo perdeu o juízo.

Seja realista e não invente a roda. Vá pelo que funciona, administre seus custos e dê um passo por vez – isso torna o desenvolvimento web mais barato e permite que diversos projetos de web design sejam conduzidos ao longo de um ano, a abrir espaço para testes e consolidações. Pagar demais por um projeto “pronto e definitivo” cria orçamentos e também decepções maiores. Tudo está a mudar o tempo todo no mundo online – se o seu site é “definitivo”, definitivamente sua empresa está a deitar um bom dinheiro fora.

O que é Twitter Bootstrap e porque usar em seu site

Web designers e programadores – podem ir ler para outro lado. Ao contrário da maioria dos textos sobre o Bootstrap, este artigo é para quem realmente USA o produto final criado por esse framework: empresas que possuem websites. Muitas delas já ouviram falar sobre tal plataforma e até mesmo a exigem. Outras, contudo, ainda sofrem com customizações sem sentido criadas em CSS sem padrão, e pagam o caro preço da falta de organização futuramente.

O Bootstrap não é o único framework CSS competente usado atualmente na construção de sites, templates e temas. Outros mais, como o ZURB Foundation ou o Bulma ganham espaço e possuem funcionalidades sensacionais. No entanto, em termos de popularidade e comunidade, o Bootstrap é, de longe, o benchmark para qualquer um que trabalhe com a construção de websites.

Bootstrap – para que serve?

Para perceber qual a utilidade do Bootstrap e outros frameworks no web design, primeiro precisa-se compreender como funciona um website, sob a óptica do usuário. Qualquer website utiliza, na sua visualização no browser, uma tríade de fatores:

  1. O HTML, uma linguagem de tags que fornece ao navegador uma espécie de esqueleto, com quadros e subquadros, que determinam a hierarquia dos elementos e do conteúdo que é inserido.
  2. O CSS, pois o esqueleto não tem qualquer formatação. O HTML apenas oferece a estrutura, mas é o CSS que determina onde cada elemento vai, em que cores e padrões será exibido, com que fontes, efeitos mínimos, tamanhos, etc. O CSS responde pela formatação do conteúdo e da estrutura da página.
  3. O Javascript, que processa os elementos, aplica efeitos, interage com o usuário e seu comportamento e responde por outras aplicações que podem ser desenvolvidas durante a exibição de um site – como a gravação de cookies no navegador, por exemplo, ou a validação de campos em um formulário de contacto ou pagamento.

Os frameworks, como o Bootstrap, compreendem uma série de “regras” padronizadas, que são capazes de organizar e formatar um site minimamente a partir do HTML fornecido, sem que haja necessidade de criar um CSS do zero. Os frameworks mais desenvolvidos inclusive já possuem também ferramentas integradas para validar formulários, ativar recursos a partir de cliques e ações do usuário e, literalmente, “dar vida” à formatação.

Elementos HTML como títulos, tabelas, botões, quadros, menus e imagens já possuem uma formatação base quando usa-se o Bootstrap. Além disso, frameworks desse tipo favorecem a distribuição desses elementos, usando uma lógica de grelha para ecrãs. Isso não apenas permite que designers coloquem os elementos exatamente onde pretendem, mas também automatiza as mudanças quando o ecrã muda de tamanho, ou o usuário abre o site em outro dispositivo, como o telemóvel.

Bootstrap 4

Lógica de grelhas – frameworks como o Bootstrap aplicam ao CSS uma lógica de divisão do ecrã,. Com isso, posicionar elementos em um site, independentemente das medidas do ecrã, torna~se algo mais rápido e obedece sempre a um mesmo padrão, podendo inclusive variar conforme o dispositivo de acesso ao site.

Bootstrap – sistema universal

Popular e usado no mundo inteiro, em qualquer linguagem, plataforma ou aplicação, mesmo em aplicativos e softwares, o Bootstrap é um sistema universal. Para o empresário, isso significa que qualquer que seja o profissional ou prestador de serviços de desenvolvimento ou web design que ele venha a contratar no futuro, saber-se-á lidar com seu site ou aplicação. Muitos empresários têm de recomeçar sites do zero em alguns casos, pois plataformas e programação utilizados por web designers anteriores são destituídos de qualquer organização ou lógica.

Claro, muitos web designers produzem peças excelentes, de forma muito organizada. Contudo, o uso do Bootstrap reduz monstruosamente as chances de que um site tenha de ser completamente descartado em modernizações ou atualizações.

O resumo da ópera? O Bootstrap dá liberdade ao proprietário do website. Ele pode contratar quem desejar, quando desejar e até mesmo estudar e lidar com o web design e montagem de páginas por si próprio, uma vez que o sistema do framework é universalmente e muito bem documentado.

Bootstrap – custos menores

Muitos web designers dirão o contrário, mas é mentira. Ao usar sistemas como o Bootstrap, o trabalho de um web designer é simplificado sobremaneira – e ele PODE cobrar mais barato. Isso não significa que ele o fará, mas implica que, ao saber que determinada proposta envolve esse framework, o empresário pode argumentar para chegar a valores mais justos e em linha com o emprego de tal tecnologia.

O custo de manutenção é igualmente menor – o Bootstrap é atualizado de forma constante e a cada versão ganha novas correções e funcionalidades, o que permite maior flexibilidade e até mesmo evolução dos websites, para acompanhar novas tendências tecnológicas e de design.

E, para terminar, o fato de um site ser criado em WordPress, Drupal, Opencart ou qualquer outra plataforma não implica, de maneira alguma, que o Bootstrap não possa ser utilizado. Os CMS, como os sistemas citados, são gestores de conteúdo e aplicações que funcionam em um alojamento ou servidor – eles “montam” de forma dinámica as páginas de um site e enviam para o navegador do usuário. Mas ali, no ponto final, o site continua a ser exibido em HTML, CSS e Javascript.

Em outras palavras: se vosso web designer diz que não pode utilizar o Bootstrap ou outra tecnologia de web design por conta da plataforma de criação ou outro motivo qualquer, sua empresa está a ser enganada…