temas de wordpress

Vale a pena comprar temas de WordPress?

Depende. Bem, certamente não escreveríamos um artigo inteiro a esse respeito se a resposta fosse um simples SIM ou um NÃO. A verdade é que existe uma infinidade de temas “premium” disponíveis para o Wordpres e alguns deles são, de facto, bastante bons. Outros, contudo, só fazem deprimir. Os temas atuais vêm cheios de recursos e com imensas ferramentas – o que pode parecer positivo, mas em alguns casos é o grande problema.

Imensos recursos apenas são uma mais-valia quando queremos um website que UTILIZE tais recursos. Caso compremos um tema que possui mil e uma ferramentas, para apenas usarmos meia dúzia delas, estamos a usar um navio cargueiro para transportar alguns poucos turistas através do Atlântico. Custoso, demorado, pesado e trabalhoso – como ocorre com temas assim no WordPress.

Vale a pena comprar temas de WordPress – não programadores

Se não é programador e pretende desenvolver um website sozinho, a compra de um tema em marketplaces como o Themeforest pode ser uma boa ideia. Apenas é preciso ter alguns cuidados em relação à escolha, para não ter mais problemas do que soluções:

  1. Escolha um tema cuja aparência já seja praticamente aquela que quer dar ao site. Apesar de customizáveis, mudanças muito agressivas nos temas podem causar problemas de layout e desempenho.
  2. Usar as capacidades e ferramentas presentes no próprio tema, ao invés de entupir a instalação de plugins. A maioria dos temas hoje vêm com muitas funcionalidades. Baseie sua escolha nelas e utilize as ferramentas já inseridas no tema, em vez de optar por plugins que façam aquilo que já pode ser feito sem a sua instalação.
  3. Analise suporte e popularidade, percorrendo os fóruns de discussões. Alguns temas têm falhas e erros frequentes que são apontados pelos compradores – é possível ver isso nos fóruns. Selecione aqueles que tenham atualizações frequentes e boa análise dos utilizadores.

Em outras palavras – em casos nos quais se tem exatamente a ideia do que pretende-se criar, um tema que aproxime-se desse ideal pode ser uma boa escolha. Em casos nos quais há incertezas ou a intenção de usar determinado tema, mas modificá-lo profundamente, é melhor consultar um profissional antes de realizar qualquer compra.

Vale a pena comprar temas de WordPress – programadores e desenvolvedores

Comprar um tema para um programador precisa ser um investimento em longo prazo e de caráter técnico. Se um tema determinado atende a requisitos que a maioria dos clientes procura e oferece flexibilidade para alterações profundas e modificações, desde a inclusão de plugins até a revisão completa de ficheiros, templates e estruturas, ele pode ser uma boa adição.

Programadores e desenvolvedores geralmente utilizam um número limitado de temas – alguns deles “starter“, de alta flexibilidade, para a montagem de temas “de raiz”. Outros podem ser temas comerciais, especialmente para utilização com serviços padronizados aos clientes – entregando sites mais rapidamente, quando os clientes já possuem um briefing bem delineado.

Vale a pena comprar temas de WordPress – não programadores

Para designers e web designers, a preferência na busca por temas prontos deve, se possível, limitar-se àqueles que possuam ficheiros PSD para a elaboração dos layouts. Ao pedir a programadores determinado layout e obrigá-los, ao mesmo tempo, a trabalhar com temas estanques, difíceis de modificar e com excesso de recursos que jamais serão utilizados, designers abrem espaço para o erro e imperfeições que serão cobradas pelo cliente posteriormente.

O designer precisa, por definição, criar layouts e apresentações tendo em conta as LIMITAÇÕES. Não é o que vemos em todo lugar – designers muitas vezes criam layouts lindos, mas totalmente incompatíveis com as plataformas nas quais pretendem desenvolver. Em outras situações, criam-se tantas mudanças em relação ao tema inicialmente escolhido que seria mais fácil simplesmente deitar tudo fora e começar do zero, “de raiz”.

 

Ferramentas grátis para lidar com vetores

4 ferramentas grátis para lidar com vetores

Alternativas ao Adobe Illustrator, Sketch ou para criar e editar imagens e animações em SVG? Parece improvável, mas a verdade é que há inúmeros softwares e mesmo ferramentas online que podem ajudar.

Há muito, muito mesmo o que usar. Entretanto, algumas dessas ferramentas são muito pobres. Outras delas tão complexas que é preferível contratar alguém para fazer o serviço. Contudo, alguns sistemas podem ser úteis tanto para designers e web designers quanto desenvolvedores e programadores. E separámos algumas tão simples que podem ser usadas por qualquer um, para fins pessoais ou comerciais.


Ferramentas grátis para lidar com vetores – Vectr

O Vectr é uma ferramenta rápida, gratuita e moderna para lidar com vetores. Embora esteja longe de possuir os recursos avançados de um Adobe Illustrator ou mesmo do também gratuito Inkscape, tem uma plataforma mais simples e dedutível. Para aqueles que não são especialistas, pode ser a melhor opção atual. O Vectr ainda tem mais uma vantagem: pode ser baixado e instalado no computador, mas também é possível utilizá-lo online.

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Ferramentas grátis para lidar com vetores – Gravit

O Gravit é um sistema que funciona também na nuvem e é destinado a criar ilustrações. Possui uma plataforma rica e também moderna, embora tenha custos para que possam ser utilizados alguns recursos. O Gravit foi adquirido pela Corel, software house do famoso CorelDraw. Porém, ao contrário do CorelDraw, possui uma plataforma mais simples e dedutível. O Gravit pode ser uma boa opção para aqueles que já possuem algum conhecimento de ferramentas de ilustração digital, mas não procuram grande complexidade.

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Ferramentas grátis para lidar com vetores – Inkscape

O Inkscape é um software grátis para ilustração já bastante tradicional. Possui amplos recursos e rivaliza inclusive, nesse aspeto, com algumas ferramentas pagas. A plataforma e a interface, contudo, são bastante complicadas e não é possível lançar mão de muitos recursos sem formação ou estudo profundo dos manuais e tutoriais. Além disso, o Inkscape precisa ser instalado no computador. Para quem tem paciência, pode ser uma ferramenta brutal – mas se quer resultados rápidos, melhor apostar em outra.

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Ferramentas grátis para lidar com vetores – Vecteezy

O site de imagens e elementos vetoriais gratuitos Vecteezy também possui um editor online de SVG que dá conta de trabalhos simples. Para aqueles que têm apenas necessidades pontuais de edição e não querem meter-se com ferramentas avançadas de edição pode ser uma ótima opção. Rápido, simples e, embora com poucos recursos comparativamente, é bom para a edição de elementos SVG para uso na web.

Ferramentas gratuitas

Como pagar menos em projetos de web design

Todo mundo quer tudo barato – ao mesmo tempo, quando se trata de seus próprios produtos e serviços, quer vender caro. É muito fácil regatear preços, mas por vezes o pagar pouco reflete em receber pouco. Projetos de web design podem variar em preço de forma brutal – faz-se um site por dezenas de euros, ou pode o mesmo projeto custar milhares e milhares de euros. O dito “low cost” soa ótimo à maioria dos empresários, mas para que ele reflita em qualidade, é preciso compreender alguns aspetos que o cercam.

Projetos de web design são, em geral, avaliados e orçados em horas. E, na verdade, creia: não poderia haver maneira mais ineficaz de mensurar o valor desses projetos.

Projetos de web design

Projetos de web design – briefing

Quando não há um briefing bem desenvolvido, paga-se em geral por aquilo que nunca será feito. A culpa, por mais que empresas possam argumentar, não é do web designer. Se alguém liga para uma agência a dizer apenas que quer “uma viagem”, não poderá reclamar do destino ou dos preços quando lhe façam uma oferta. O mesmo ocorre com web design. Quando uma empresa não sabe o que quer e não partilha seus planos e estratégias, o designer ou não acerta a mão ou lhe cobra para ser adivinho.

Há muita gente que não sabe montar um briefing. Isso não é um falhanço – afinal, seus negócios são outros. No entanto, não informar-se minimamente é uma falta grave. Um bom briefing imprime foco ao seu projeto e faz com que o web designer ou desenvolvedor saiba exatamente o que está a cotar. Tente incluir informações ricas e objetivas e não opiniões pessoais que apenas fazem sentido para que lhe conhece há décadas. Todo pedido de cotação para projetos de web design deveria conter:

  • Dados, ficheiros e manuais da identidade visual da marca ou empresa, com o maior detalhamento possível
  • Fontes e recursos usados na comunicação gráfica da empresa
  • Detalhamento sobre o público-alvo e público pretendido
  • Referências de websites e estilos próximos ao que se deseja
  • Volume razoável de conteúdo que irá figurar no website
  • Prazos pretendidos
  • Aspetos particulares de estrutura, como onde deve figurar o menu ou barra, onde pretende meter botões de redes sociais e se trabalhará vídeos, imagens ou banners, e como o fará
  • Um briefing da empresa e seu modelo de negócio
  • Dados e informações sobre os produtos e serviços que a empresa comercializa
  • Nome e contactos da pessoa que é, de facto, a RESPONSÁVEL por apreciar e aprovar os avanços no projeto

Muita coisa? Claro que é possível montar um briefing com menos. Contudo, se pretende saber de antemão o quanto irá pagar e que esse montante corresponda de facto ao que lhe será entregue, é bom perder algum tempo a elaborar tal documento.

Projetos de web design – tecnologias benchmark

Designers que trabalham com tecnologias que são um padrão no mercado, por incrível que pareça, costumam cobrar menos. Não deveria haver muito sentido nisso, mas a verdade é que os mais careiros não raramente optam por soluções exóticas, softwares que não mais são usados pelos melhores e técnicas que geralmente podem ser resumidos à expressão “feito no braço”. O ruim é que, como muitos ainda estimam seus orçamentos em horas, estará a pagar imensas horas e valores por um serviço já de início obsoleto e desatualizado.

Informe-se dentro daquilo que necessita, quais as tecnologias em uso atualmente e mantenha em mãos para análise apenas orçamentos que congreguem o que há de melhor e mais moderno. O velho papo do “é mais confiável” não se aplica muito ao meio digital. Na web, o que é ultrapassado não é “tradicional”, é apenas velho.

Projetos de web design – freelancers

Portugueses ainda têm muita desconfiança em relação a freelancers e profissionais que atuam com recibos verdes. Ao virar a cara para a modernidade, pagam fortunas e, embora não o saibam, acabam atendidos por esses mesmos freelancers.

Embora empresas não contratem diretamente profissionais por desconfiança, e prefiram assim contratar agências com nomes pomposos ou discursos cheios de conceitos que prometem o mundo, pagam ouro e recebem o serviço desses mesmos profissionais. Agências CONTRATAM freelancers para que façam o SEU trabalho. A diferença é que esses profissionais liberais, mal pagos pela agência, realizam trabalhos inferiores. Em resumo: o empresário paga mais e recebe o mesmo ou menos.

Sim, nós somos formados por freelancers e trabalhamos com freelancers – mas nosso preço não traz custos implícitos de “grifes” de agências ou gerentes de atendimento que nada têm a ver com o projeto contratado, sendo pagos apenas para responder e-mails com respostas vagas.

Projetos de web design

 

Projetos de web design – não invente a roda

Em termos empresariais, o que funciona na web é geralmente o simples. Claro que há páginas, animações fantásticas, projetos revolucionários de grandes empresas que ganham o mundo e tornam-se falados por toda gente. Todos nós queremos campanhas online como as da Coca-Cola, IBM, Microsoft, Google e outros. Porém, é preciso lembrar de uma coisa: essas empresas gastam centenas de milhares de dólares ou euros (ou mesmo milhões) em uma simples campanha. Dito isso, o empresário que quer o mesmo ao desembolsar €500 ou €600 no mínimo perdeu o juízo.

Seja realista e não invente a roda. Vá pelo que funciona, administre seus custos e dê um passo por vez – isso torna o desenvolvimento web mais barato e permite que diversos projetos de web design sejam conduzidos ao longo de um ano, a abrir espaço para testes e consolidações. Pagar demais por um projeto “pronto e definitivo” cria orçamentos e também decepções maiores. Tudo está a mudar o tempo todo no mundo online – se o seu site é “definitivo”, definitivamente sua empresa está a deitar um bom dinheiro fora.

O que é Twitter Bootstrap e porque usar em seu site

Web designers e programadores – podem ir ler para outro lado. Ao contrário da maioria dos textos sobre o Bootstrap, este artigo é para quem realmente USA o produto final criado por esse framework: empresas que possuem websites. Muitas delas já ouviram falar sobre tal plataforma e até mesmo a exigem. Outras, contudo, ainda sofrem com customizações sem sentido criadas em CSS sem padrão, e pagam o caro preço da falta de organização futuramente.

O Bootstrap não é o único framework CSS competente usado atualmente na construção de sites, templates e temas. Outros mais, como o ZURB Foundation ou o Bulma ganham espaço e possuem funcionalidades sensacionais. No entanto, em termos de popularidade e comunidade, o Bootstrap é, de longe, o benchmark para qualquer um que trabalhe com a construção de websites.

Bootstrap – para que serve?

Para perceber qual a utilidade do Bootstrap e outros frameworks no web design, primeiro precisa-se compreender como funciona um website, sob a óptica do usuário. Qualquer website utiliza, na sua visualização no browser, uma tríade de fatores:

  1. O HTML, uma linguagem de tags que fornece ao navegador uma espécie de esqueleto, com quadros e subquadros, que determinam a hierarquia dos elementos e do conteúdo que é inserido.
  2. O CSS, pois o esqueleto não tem qualquer formatação. O HTML apenas oferece a estrutura, mas é o CSS que determina onde cada elemento vai, em que cores e padrões será exibido, com que fontes, efeitos mínimos, tamanhos, etc. O CSS responde pela formatação do conteúdo e da estrutura da página.
  3. O Javascript, que processa os elementos, aplica efeitos, interage com o usuário e seu comportamento e responde por outras aplicações que podem ser desenvolvidas durante a exibição de um site – como a gravação de cookies no navegador, por exemplo, ou a validação de campos em um formulário de contacto ou pagamento.

Os frameworks, como o Bootstrap, compreendem uma série de “regras” padronizadas, que são capazes de organizar e formatar um site minimamente a partir do HTML fornecido, sem que haja necessidade de criar um CSS do zero. Os frameworks mais desenvolvidos inclusive já possuem também ferramentas integradas para validar formulários, ativar recursos a partir de cliques e ações do usuário e, literalmente, “dar vida” à formatação.

Elementos HTML como títulos, tabelas, botões, quadros, menus e imagens já possuem uma formatação base quando usa-se o Bootstrap. Além disso, frameworks desse tipo favorecem a distribuição desses elementos, usando uma lógica de grelha para ecrãs. Isso não apenas permite que designers coloquem os elementos exatamente onde pretendem, mas também automatiza as mudanças quando o ecrã muda de tamanho, ou o usuário abre o site em outro dispositivo, como o telemóvel.

Bootstrap 4

Lógica de grelhas – frameworks como o Bootstrap aplicam ao CSS uma lógica de divisão do ecrã,. Com isso, posicionar elementos em um site, independentemente das medidas do ecrã, torna~se algo mais rápido e obedece sempre a um mesmo padrão, podendo inclusive variar conforme o dispositivo de acesso ao site.

Bootstrap – sistema universal

Popular e usado no mundo inteiro, em qualquer linguagem, plataforma ou aplicação, mesmo em aplicativos e softwares, o Bootstrap é um sistema universal. Para o empresário, isso significa que qualquer que seja o profissional ou prestador de serviços de desenvolvimento ou web design que ele venha a contratar no futuro, saber-se-á lidar com seu site ou aplicação. Muitos empresários têm de recomeçar sites do zero em alguns casos, pois plataformas e programação utilizados por web designers anteriores são destituídos de qualquer organização ou lógica.

Claro, muitos web designers produzem peças excelentes, de forma muito organizada. Contudo, o uso do Bootstrap reduz monstruosamente as chances de que um site tenha de ser completamente descartado em modernizações ou atualizações.

O resumo da ópera? O Bootstrap dá liberdade ao proprietário do website. Ele pode contratar quem desejar, quando desejar e até mesmo estudar e lidar com o web design e montagem de páginas por si próprio, uma vez que o sistema do framework é universalmente e muito bem documentado.

Bootstrap – custos menores

Muitos web designers dirão o contrário, mas é mentira. Ao usar sistemas como o Bootstrap, o trabalho de um web designer é simplificado sobremaneira – e ele PODE cobrar mais barato. Isso não significa que ele o fará, mas implica que, ao saber que determinada proposta envolve esse framework, o empresário pode argumentar para chegar a valores mais justos e em linha com o emprego de tal tecnologia.

O custo de manutenção é igualmente menor – o Bootstrap é atualizado de forma constante e a cada versão ganha novas correções e funcionalidades, o que permite maior flexibilidade e até mesmo evolução dos websites, para acompanhar novas tendências tecnológicas e de design.

E, para terminar, o fato de um site ser criado em WordPress, Drupal, Opencart ou qualquer outra plataforma não implica, de maneira alguma, que o Bootstrap não possa ser utilizado. Os CMS, como os sistemas citados, são gestores de conteúdo e aplicações que funcionam em um alojamento ou servidor – eles “montam” de forma dinámica as páginas de um site e enviam para o navegador do usuário. Mas ali, no ponto final, o site continua a ser exibido em HTML, CSS e Javascript.

Em outras palavras: se vosso web designer diz que não pode utilizar o Bootstrap ou outra tecnologia de web design por conta da plataforma de criação ou outro motivo qualquer, sua empresa está a ser enganada…

Web Design Conversão

Web design sem conversão é inútil

O web design é, comumente, uma área associada à arte. Sem dúvida que o objetivo dessa disciplina é sempre o de criar algo belo, prático e inovador. Contudo, há um objetivo muito mais crucial e importante no web design, o qual por vezes é esquecido. O web design precisa gerar conversões.

Ainda quando não se trata de uma loja ou site corporativo, todo website tem sempre uma meta. Há sempre algo que deseja-se por parte do usuário ou leitor: seja uma maior permanência, ou cliques em áreas específicas, ou que transfira ficheiros ou ainda compre produtos. A função do web design, nesse caso, não é a de “deixar tudo bonitinho”. Ao contrário, há sites não tão bonitos que geram resultados esperados – outros são lindos, mas não atendem às metas que são estabelecidas.

Web design com conversão

O web design com conversão implica no estudo do público-alvo, do cliente que está a desenvolver um novo site e até mesmo das práticas e plataformas em voga no momento em que o site é desenvolvido. O erro comum está em “fragmentar” o raciocínio no campo do design. Ou faz-se primeiro algo bonito ou vistoso, para somente depois pensar no uso prático dessa peça, ou pensa-se demais na prática, utilizando o design somente à posteriori para “consertar” o que realmente não é aceitável.

A visão holística dentro da criação de sites ainda é algo raro. Dificilmente opta-se pelo simples e direto e, tanto da parte de clientes quanto de agências, prima-se pelo aspeto do projeto em termos de gosto, não de usabilidade ou resultados. Enxergar a conversão, com base nas intenções do cliente e comportamento de seus usuários, é uma das principais funções do web designer.

Características do bom web design

Seguir tendências, estar com uma “cara” moderna ou aplicar modelos prontos que estejam em alta não constitui um bom web design – ao menos não necessariamente. A união do útil, do agradável e do lucrativo precisa ocorrer sempre. A visão completa de Dieter Ram a respeito dos “mandamentos” do bom design traduzem, de forma primorosa, o que qualquer empresa ou dono de site deve esperar de seus web designers. Contudo, é preciso deixá-los trabalhar, para que alcancem uma peça que atenda a 10 itens essenciais:

  1. Um bom web design é INOVADOR. O bom web design faz uso, sempre que conveniente, de tecnologias que sejam inovadoras e atuais. Desenvolvimento de sites com padrões de um, dois ou dez anos atrás é algo que não é cabível e nem mesmo profissional. O bom web design cria produtos que tenham uma vida útil considerável, e portanto precisam ser inovadores em relação a seus antecessores.
  2. Um bom web design é ÚTIL. Isso significa que todo elemento, estético, artístico ou visual, precisa de utilidade. Vivemos em uma época na qual usuários são imediatistas e práticos, e qualquer aspeto sem utilidade é simplesmente ignorado ou deixado de lado.
  3. Um bom web design é ESTÉTICO. Sim, a beleza ainda é importante. De um modo geral, o “high-end” do trabalho do web designer é criar produtos belos a partir de todas as demais limitações e necessidades existentes num projeto.
  4. Um bom web design é EXPLICATIVO. Tal qual o design tradicional, um produto de web design que precise de explicações ou manuais para que seja compreendido pelo usuário é algo que certamente fracassou. Se leitores e usuários não percebem o que determinado design quer dizer, é hora de trocar por algo mais compreensível.
  5. Um bom web design é DISCRETO. É possível ser apelativo sem atropelar a personalidade do próprio usuário ou a importância do conteúdo. Quando o web design interfere de maneira a limitar a compreensão do conteúdo ou impedir a manifestação e engajamento do usuário, ele simplesmente não funciona.
  6. Um bom web design é HONESTO. O web design de qualidade não tenta “parecer” algo diferente daquilo que é. Um site não pode manipular o usuário com promessas que não é capaz de cumprir ou oferecendo funcionalidades que simplesmente não possui.
  7. Um bom web design é DURADOURO. O web design e suas tendências estão em constante evolução e mudança. O web designer precisa, desse modo, garantir que o produto entregue a seus clientes seja atual e cabível pelo maior tempo possível. O bom web design sobrevive a tendências menores.
  8. Um bom web design é PRECISO. Não se pode deixar a interpretação e o design por conta do acaso. Cada reação e intenção deve ser, sempre que possível, prevista pelo web designer e usada de modo a tornar o site algo mais eficaz.
  9. Um bom web design adapta-se ao AMBIENTE. No caso de Dieter Ram, isso diz respeito ao atributo “environmentally friendly” de um design. No contexto do web design, pode-se traduzir como algo que não crie incômodos e poluição visual em relação àquilo com que o usuário já está habituado, conforme a respetiva plataforma.
  10. Um bom web design é MÍNIMO. O web design tem como função organizar e dispor informações e conteúdo relevante, para criar uma visualização funcional, útil, prática e agradável. Quanto maior o número de elementos e variáveis, mais difícil torna-se atingir tal objetivo.

Saleable design

A MeuPPT trabalha com uma filosofia dentro de seus projetos de design e web design que vai além dos conceitos que já abordámos. A verdade é que o design de qualidade, além de criar conversão e gerar resultados para o cliente, pode inclusive gerar receita. Marcas bem constituídas são capazes de criar fontes alternativas e complementares de receita simplesmente com base em seu design e estilo.

No campo offline, a Apple, a Ferrari, a Starbucks, são todas bons exemplos disso. Seu design é tão marcante, útil e agradável, que chega a ser vendido e criar faturação para essas empresas. A Ferrari vende perfumes, camisetas, jaquetas e acessórios de vestuário. Em tese, trata-se de uma marca de automóveis. Entretanto, seu design é tão bem planejado e construído que passa, por si só, a ter valor.

No campo do web design isso é, de certo modo, uma novidade. Ainda assim, pensamos com esse objetivo. Amanhã, aspetos e módulos de programação e web design usados em um site empresarial poderão ser vendidos aos usuários. Plataformas personalizadas e com design mais sofisticado podem ser alternativa paga a websites mais simples e comuns. Ebooks, apresentações, animações – tudo isso pode gerar receita financeira suplementar. Como designers, temos de pensar no valor do que criámos – inclusive sob o aspeto financeiro.

O Saleable Design é o design que pode ser vendido. A partir dele, podem ser criados produtos e serviços específicos, que antes sequer eram imaginados. Para concluir a ideia da conversão, basta encerrar com uma simples frase:

 

 

Design sem conversão é apenas mero desenho.

MeuPPT Comunicação
One page para PME

Por que um site “one page” é melhor para uma PME

Talvez não esteja familiarizado ao termo, mas o encontrará com facilidade ao cotar um novo website: “one page“. Se é uma PME ou unipessoal, é bom conhecer mais sobre essa lógica, pois ela é fundamental para determinar uma série de aspeto de seu marketing e visibilidade online.

“One page” significa “uma página”, em português. É disso mesmo que tal lógica se trata. Ao invés de sites com dezenas de abas aqui e ali, ou muitas páginas divididas em categorias, o site one page traz tudo numa só página, dividido em seções.

Para uma PME, possuir conteúdo ou informações é algo, muitas vezes, até difícil. Não há muito o que descrever ou especificar, o serviço prestado ou produto vendido é objetivo e não há muito o que escrever. Ainda assim, a maioria das PME opta por meter online sites com barras e páginas na lógica óbvia de “home”, “quem somos”, “nossos produtos”, “contacto” e outras páginas mais. Neste post, contudo, mostrar-lhe-emos  porque uma PME pode beneficiar de uma abordagem mais direta e integrada com uma “one page“, além de apontar as decorrências negativas da visão tradicional de web design.

“One page” para PME – taxas de abandono e comportamento do público

Pense sobre seu próprio uso da internet, especialmente ao telemóvel. Após aceder a um website, quantas vezes procura por links ou busca informações em outras páginas e abas? Realmente lê tudo o que está publicado em várias páginas do site ou, simplesmente, descarta a opção quando não encontra o que precisa nos primeiros cinco segundos.

As respostas são óbvias e poucos discordam: quem acessa hoje a web passa de página a página em velocidade incrível. O leitor dos dias de hoje procura por títulos, destaques e imagens. E, uma vez que não enxerga o que busca nos primeiros segundos, simplesmente procura noutro canto qualquer. Sob tal aspeto, objetividade é o que conta – se toda a informação crucial está à mostra, não há o que errar.

“One page” para PME – orientação a clientes

A lógica de menus e abas obriga o usuário a clicar no “lugar certo” todas as vezes em que muda de página. Embora imaginemos, em tese, um “caminho ideal” que o leitor percorrerá, isso nem sempre ocorre. Com a estrutura de one page, podemos orientar a leitura sequencial e criar um raciocínio sobre o conteúdo, uma história. Primeiro, o usuário chega ao site. Vê no banner o que a empresa faz e sua oferta, desde um tanto e enxerga ali as vantagens e preços, e talvez encontre um botão para transferir algum manual ou conteúdo sobre o produto. Logo depois de conhecer o negócio e seus produtos, encontra um formulário de contacto ou um botão no qual pode inscrever-se – e ponto.

A lógica da one page conduz o usuário a um chamado “call to action” (CTA). Apresenta-se determinada sequência e, ao final dela, pede-se ao usuário que realize uma ação. Essa ação pode variar conforme o objetivo do negócio ou natureza do produto ou serviço, mas poderá incluir:

  • Um formulário de contacto
  • Um campo para subscrição via e-mail
  • Um material para download
  • Um botão para dar gosto em redes sociais
  • Telefones, nome Skype ou outra forma de contacto via voz ou mensagem
  • Um vídeo para que o usuário assista

A estratégia de marketing definirá o CTA. Contudo, é importante que toda a informação esteja disposta de forma sequencial e conduza até ele. Claro que as “abas” do menu ainda podem existir, mas elas atenderão, na maior parte do tempo, a clientes que já buscariam mais informações naturalmente. As demais páginas do site são secundárias, e podem conduzir a um blog, textos explicativos mais detalhados sobre a oferta de serviço ou outras informações, como a equipa da empresa, sua localização geográfica ou de suas unidades e assim por diante. Afinal de contas, quando lidamos com empresas PME, não há assim tanta informação a dar para além dos produtos ou oferta de serviços.

“One page” para PME – custo e velocidade

Outro problema enfrentado por empresas PME é a questão do orçamento limitado. Não há milhares de euros a gastar com web design e, em geral, não se pode esperar por meses a fio até que o website esteja concluído. É preciso uma solução rápida, que gere faturação logo a seguir e que não custe rios de dinheiro. A lógica da one page facilita a construção do website e sua colocação no ar. Como 90% do conteúdo estratégico irá figurar numa única página, não há tanto o que aprovar e exige-se menos do web designer.

Os custos também são consideravelmente mais baixos, uma vez que se obedeça a uma estrutura limpa e objetiva. Empresas PME geralmente são o inferno dos web designers, pois quase não possuem conteúdo na maior parte dos casos. Profissionais web têm de “inventar” o que colocar em várias abas e páginas, espalhando conteúdo e dando ao usuário, posteriormente, a impressão de um site “vazio” e sem nada que ver.

Quando usa-se a lógica de uma única página, é possível criar websites apelativos e que resultem sem dispor de enorme conteúdo e quantidade de informação.

Quanto custa um website

Quanto custa um website?

Essa é a pergunta que toda nova empresa faz. Quanto custa um website nos dias de hoje? A resposta não é, em absoluto, simples. Basta dizer, para início, que tudo depende do que se deseja no website que pretende construir.

Para além de atributos de design ou comunicação, extremamente subjetivos, funcionalidades são em geral os itens que podem encarecer o projeto de um website. A MeuPPT especializou-se, em geral, na construção de websites simples, rápidos e baratos, mas isso não significa que alguns clientes não tenham de gastar mais com sua presença digital.

Quanto custa um website – o começo

Se possui um pequeno negócio, ainda assim é preciso que tenha um website. Entretanto, pode ser que apenas queira algo que reflita o negócio e área de atuação da empresa, com possibilidades, claro, de modificação quando queira e postagem de conteúdo em forma de posts e afins. Para esses casos, um website em WordPress simples e estilo “corporativo” é mais que suficiente. Se estamos falando em euros, cobrámos por volta de €200-250 para um novo site. Contudo, no mercado, preços podem variar até cerca de €1.000-1.500, a depender da agência ou web designer.

Há ainda a possibilidade de uso de construtores e soluções “faça por si”, como o Wix. Embora as ferramentas de customização do Wix e alguns concorrentes tenham evoluído imenso, a verdade é que o trabalho de um web designer é sempre uma falta. Pequenos detalhes e faltas podem afastar clientes e deixar seu negócio menos apelativo. Além disso, tais ferramentas envolvem pagamentos mensais – embora baratos, no horizonte de um ano e pouco a probabilidade é que tenha gasto o mesmo que gastaria com um profissional a construir seu website.

Quanto custa um website – funcionalidades

Pode ser que a intenção vá um pouco mais além. Se pretende um website que possua uma loja online, um sistema de subscrição ou assinaturas, plataformas de formação à distância e outros, terá de desembolsar maior valor na construção de um website. Para os clientes da MeuPPT, geralmente recomendámos soluções híbridas. Isso quer dizer que o website em si pode ser construído de forma rápida e barata em WordPress, enquanto que a loja online ou plataforma de ensino podem ser desenvolvidos em paralelo, por meio de alguns excelentes serviços existentes na web.

Esse tipo de “bifurcação” na estratégia permite que avalie-se ganhos e lucros a partir de cada estratégia, impedem websites pesados e de lento carregamento e permite rapidez e baixo custo no desenvolvimento de soluções diversas. Temos um texto específico que mostra como é mais simples e barato montar lojas online a partir de plataformas prontas, bem como alternativas para uso do WordPress como site principal e plugins ou sistemas na nuvem para formações online.

O quanto custa um website depende ainda de como uma empresa é capaz de usufruir dos recursos e lucrar com eles enquanto desembolsa seu investimento inicial. Montar uma plataforma de ensino em Moodle, por exemplo, um sistema teoricamente gratuito, é algo que pode custar milhares de euros e demorar meses até que se possa, de fato, operar e faturar sobre a plataforma montada.

Quanto custa um website – manutenção

Webmasters que cobram mensalidades simplesmente para manter um website inalterado “no ar” são coisa do passado. O sistema do WordPress e outros softwares de CMS foi concebido para que empresas e proprietários de um website possam atualizar por conta própria seu conteúdo, tendo ou não um web designer envolvido na construção do site em si. Entretanto, manutenções têm algum custo e podem ser necessárias, e isso envolve:

  • Atualizações e compliance com novas normas e práticas de segurança
  • Melhorias no carregamento, layout e visualização
  • Alterações e adições após constatações realizadas junto ao próprio público
  • Atualizações de branding e relacionadas ao próprio negócio

Além disso, manter um website significa pagar, anualmente, pelos domínios selecionados. Também é preciso possuir alojamento para o website, o que pode representar um custo entre 3 e 10 euros mensais a pequenas empresas. De modo geral, é difícil manter um bom website sem que se gaste ao menos 100 euros por ano, entre domínios, alojamento, certificados SSL e outros. Gastar menos que isso significa que seu website perderá junto da concorrência, ou estará mal servido em termos de infraestrutura.

Quanto custa um website – marketing e SEO

Uma vez que um site está no ar, desde que inscrito e submetido a ferramentas de busca, ele pode ser encontrado no Google, Bing e outros. Isso não quer dizer que aparecerá em destaque ou de forma relevante nessas buscas. Após firmar a presença digital, uma empresa tem de garantir que seu conteúdo online será encontrado e consumido por potenciais clientes. Para tanto, além de pequenos detalhes técnicos realizados durante a criação do website, precisa-se investir em marketing.

Serviços de SEO e ferramentas de marketing podem custar algumas dezenas ou centenas de euros ao mês. Tudo depende do quanto pretende investir e qual o tamanho da visibilidade que deseja. Aplicar dinheiro diretamente em Google Ads ou em publicidade em redes como o Facebook é sempre algo que ajuda. Contudo, investir sem conhecimento pode tornar seus gastos irrelevantes – por isso estimamos que uma pequena empresa, com website simples e gastos módicos em marketing precisaria de algo entre €100-200 mensais, de modo a conseguir retorno e pode gastar o mínimo em publicidade, apoiada por um profissional da área.

Quanto custa um website – conclusão

O centro da preocupação do empresariado parece estar na criação de um website. Mesmo custos baixos, como os €200-250 que oferecemos para sites simples muitas vezes parecem altos para pequenas empresas. No entanto, ao optar por improvisos e soluções de caráter próprio, acabam gastando algumas dezenas de euros mensais que seriam dispensáveis se houvesse um serviço profissional – em um par de anos, terão gasto o suficiente para criar um website primoroso, mas estarão com sites amadores e resposta quase que inexistente de seu público.

Um website é um investimento – um pequeno investimento que abre espaço para variadas estratégias de marketing, possibilidades novas de faturação e até mesmo descoberta de novos públicos. Quanto custa um website? A resposta, quase que invariavelmente, é “menos do que os lucros que ele poderá gerar”.

Tendências em web design

5 tendências em web design em 2018

O web design está sempre a mudar. Boas práticas dos anos 2000 e 2001 hoje são risíveis, mas o fato é que as coisas mudam bem mais rápido do que se possa supor. Algumas tendências em web design em voga dois anos atrás já estão com cara de “retrô”, enquanto outras que já estiveram presentes no design voltam com tudo.

Nem toda empresa precisa mudar ou atualizar um website. Contudo, se já vão muitos anos desde a última modernização ou se sua empresa lida com o público mais jovem, é bom ler este artigo até o final.

Tendências em web design – tipografia

A tipografia está a ganhar foco no web design ao menos nos últimos três anos. O uso de textos como elemento gráfico torna o carregamento de websites mais rápido e também o impacto mais eficaz, especialmente em telemóveis. Fontes e textos em “bold”, poucas palavras em destaque, com cores contrastantes e fontes que se confundem com imagens. A tipografia deve seguir em alta este ano, como forma de destacar marcas e criar mais apelo junto ao usuário.

Tendências em Web Design

Tipografia forte e contraste em preto e branco – uma forma rápida e leve de impactar mais na web.

Tendências em web design

Fontes em tamanho extremo em conjunto com cores e transparências, mesclando imagens.


Tendências em web design – gradientes e degradês

Tidos por muito tempo como algo fora de moda, o uso dos “gradients” ou degradês voltou ano passado com força total. Transições entre cores semelhantes ou de mesmo tom, discretas e suaves. A ideia é criar certa perspetiva em imagens na web, oferecendo uma visualização quase tridimensional nos ecrãs. Os degradês podem ser aplicados ao fundo, mas também a elementos em específico. Mesmo na parte de identidade visual e criação de logótipos e marcas, o uso das transições de cores é cada vez mais comum, puxado por grandes marcas da web atual.

Tendências em web design

Degradês e transições vêm sendo aplicados a logótipos e elementos, para criar uma sensação de relevo e profundidade nos ecrãs e sugerir mais movimento.

Tendências em web design

A norte-americana de pagamentos Stripe é apenas um dos exemplos de grandes empresas da web que vêm “puxando” a tendência do uso de transições de cores e “gradients”.


Tendências em web design – duotone

“Duotone” é exatamente o que o nome sugere: o uso de dois tons de uma mesma cor, geralmente em par com elementos em branco ou preto. Especialmente quando o uso da cor possui uma intenção junto ao usuário, o impacto é maximizado e, após o contacto inicial do leitor com a composição, as cores deixam de ser o foco principal, passando a ser a mensagem o centro das atenções. O duotone é uma forma sofisticada e em alta de criar cenários dentro da lógica de storytelling de um site, com “cenas” em cores diferentes. Além disso, é um modo mais minimalista de usar cores e tons fortes.

Tendências em web design

O duotone permite que o uso de cores fortes e “berrantes” seja eficaz, mas sem tirar a importância ou relevância do texto ou conteúdo em si.


Tendências em web design – assimetria

A simetria é algo supervalorizado atualmente – o web design parece ter-se revoltado em relação à óptica sempre simétrica e “certinha” dos websites. A assimetria, juntamente com o uso e sobreposição de imagens e textos, é uma das grandes tendências para 2018. Mais do que simplesmente uma forma de quebrar a monotonia, a assimetria vem sendo utilizada para criar sequências de telas e histórias mais engajadoras no web design – uma forma de deslocar e dirigir a atenção do leitor e reduzir abandonos de páginas.

Tendências em web design

Palavras quebradas em linhas distintas, tamanhos diferentes de fontes, sobreposição com imagens e falta de paralelismo. O uso mais assimétrico dos elementos é uma grande tendência, especialmente quando relacionada ao uso do storytelling na comunicação online.


Tendências em web design – vídeos como fundo

Ainda na tendência de imprimir mais movimento a websites e contar histórias, o uso de vídeos como background é uma tendência crescente. É preciso apenas observar que, como vídeos consomem recursos para renderização e exibição, o mais prudente é utilizar trechos de vídeos mais curtos e em “looping”, ou seja, que se repetem após alguns segundos, eliminando a necessidade de carregamento constante.

Tendências em web design

Vídeos de fundo eliminam a necessidade de muito texto – a perceção do significado dá-se de modo automático e o usuário sente-se como que colocado em uma jornada.

Page Builders para Wordpress - Divi

7 page builders para WordPress em análise

A grande maioria dos temas atuais para WordPress possui ferramentas para que o usuário construa suas páginas e posts. Esses são os famosos page builders. Alguns deles possuem recursos que tornam os temas praticamente acessórios, enquanto outros funcionam bem com determinados temas específicos.

Há hoje diversos page builders para WordPress excelentes. Alguns funcionam bem em qualquer situação, outros nem tanto, mas a maioria deles possui versões gratuitas razoáveis. Em alguns casos, vale inclusive adquirir as versões premium, especialmente para quem quer caprichar no visual e no marketing de seu website.

Ainda assim, alguns page builders para WordPress vendem uma facilidade, mas são demasiado complicados de usar. Alguns vendem dinámica, porém são lentos para carregar e criam problemas de velocidade no próprio site. Avaliamos os pontos positivos e negativos de 8 dos page builders para WordPress mais populares da atualidade, e temos o nosso vencedor. Lembre-se, contudo, que nossa análise é feita sob a óptica do utilizador, e não do designer ou programador.

Alguns builders podem ser excelentes para quem cria websites por profissão, mas não é isso que quisemos avaliar aqui. Queremos indicar a melhor opção para quem não vive de web design, mas precisa dele para viver e vender.

Page Builders para WordPress – Elementor

O Elementor é um page builder para WordPress relativamente novo. Sua versão gratuita já é bastante poderosa e possui opção para edição profunda das páginas. A despeito do tema que esteja a utilizar, é possível criar landing pages e páginas completamente diferentes e personalizadas, ou por outro lado seguir o design que já existe. O Elementor possui, entretanto, um pequeno inconveniente: a depender do modo que as páginas são montadas, a visualização torna-se bastante confusa em dispositivos móveis.

Elementor Page Builder para WordPress

Ainda assim, a ferramenta é razoavelmente rápida e muito poderosa. Há, inclusive, algumas extensões e add-ons gratuitos que podem ser encontrados no diretório de plugins do WordPress. Ao utilizar o Elementor, ressaltamos como aspetos mais positivos:

  • Óptimo banco de layouts gratuitos prontos que podem ser carregados dentro da própria ferramenta
  • Lógica de arrastar e soltar simples e fácil de entender

  • Configurações detalhadas de cada elemento individualmente falando

  • Atualizações frequentes e novidades de quando em quando

Page Builders para WordPress – Visual Composer

Os temas pagos do Themeforest usam com enorme frequência essa ferramenta, em sua versão premium, geralmente. O Visual Composer é bastante rico e dinâmico, e talvez seja o editor com a maior riqueza e variedade de módulos para construção de páginas. Contudo, é um pouco complicado de “montar”, com módulos e botões de opções aqui e ali, linhas, colunas, módulos e semimódulos…

Visual Composer - page builders para WordPress

Quando a página é mais extensa, o usuário praticamente se perde. A foto acima mostra uma listagem dos módulos existentes, mas quando temos a página montada essa confusão do ecrã fica ainda mais difícil de compreender para quem não está acostumado. Ainda assim, é uma ferramenta veloz e bastante versátil, mesmo considerando a versão para download grátis presente no site da marca. Em nível de utilização, podemos ressaltar, como principais qualidades do Visual Composer:

  • Variedade e riqueza de módulos
  • Edição em backend e frontend
  • Extensões boas existentes, porém pagas
  • Presente na maioria dos temas pagos de hoje em dia
  • Facilidade para criar módulos e layouts próprios e reutilizá-los

Page Builders para WordPress – Divi

O Divi Builder, da Elegant Themes, é um dos builders mais populares da atualidade para WordPress. Ele realmente é capaz de criar páginas e sites complexos com relativa facilidade. Como o exemplo anterior, o número de módulos disponibilizados é, sem dúvida, um ponto positivo. Entretanto, o Divi Builder não possui versão gratuita. Para aceder ao plugin, é preciso assinar o serviço da Elegant Themes – o preço é razoável, de US$ 89 por ano.

Page Builders para WordPress - Divi

A interface do builder é uma das melhores do mercado, mas a ausência de ferramentas de edição claras em frontend dificulta um pouco a visualização das alterações que vão sendo feitas. Atualmente na versão 3, o Divi anteriormente possuía uma série de problemas de compatibilidade, que em sua maioria foram resolvidos. Entretanto, embora a marca não divulgue, há ainda problemas em relação a temas mais antiquados.

Page Builders para WordPress – Site Origin

Também bastante popular, especialmente pela grande compatibilidade, o Page Builder Plugin da Site Origin é uma ferramenta razoável. Produz bom visual e possui vários módulos e funcionalidades, além de uma série de add-ons que podem ser encontrados entre os plugins do WordPress.

Em termos de interface, contudo, é bastante pobre. Consiste basicamente num “empilhado” de caixas na área de edição dos posts e páginas. Com o acúmulo de módulos em uma mesma página, a operação torna-se difícil e confusa, para não dizer quase impossível. Apesar disso, possui alguns modelos e oferece possibilidades que podem fazer a diferença no layout. A versão gratuita oferece limitações, porém tem o pacote básico em dia.

Em termos de opção gratuita, contudo, dificilmente equipara-se a plugins mais visuais e ricos, como o Elementor ou o Motopress Content Editor.

Page Builders para WordPress – Themify

O Themify possui uma versão Lite gratuita, com algumas limitações. Em geral, possui interface e operação razoáveis, mas não é um editor bom em termos técnicos. Possui erros que são aparentes, especialmente em alguns temas e, caso haja desativação do plugin por qualquer razão, desaparece completamente o conteúdo. Em termos de design, para além da aparência, há uma série de práticas desatualizadas em código e no que tange ao próprio comportamento dos módulos.

Talvez a interface o leve a considerar o Themify uma boa opção, mas para além disso, será melhor optar por outros dos editores gratuitos deste post.

Page Builders para WordPress – King Composer

Poucos ainda falam desse builder, relativamente recente, mas a verdade é que tem tudo para tornar-se um dos melhores e mais populares para WordPress em pouco tempo. O King Composer possui uma versão gratuita, já poderosa, e outra paga, a partir de um pagamento único de 39 dólares. A interface é bonita e parecida com a já conhecida do Visual Composer. Contudo, há duas grandes vantagens no King Composer: o fato de possuir boa interface para edição em backend e frontend, e sua óptima velocidade.

Além disso, ao contrário de muitas outras ferramentas, o King Composer oferece um teste em tempo real a partir de seu website. Assim, o usuário pode avaliar a ferramenta em funcionamento, tanto para backend quanto para frontend, antes mesmo de efetuar a transferência do plugin. Se ainda não optou por outra ferramenta ou seu tema não possui um builder específico, vale o teste.

Page Builders para WordPress – Motopress

O Motopress Content Editor talvez não disponha do número infindável de módulos do Divi ou Visual Composer. Entretanto, possui uma vantagem essencial que o torna, para nós, a melhor das ferramentas aqui listadas: a simplicidade. Fácil de usar e operar, sem inúmeras opções que não fazem qualquer sentido para quem não é web designer e com algumas extensões gratuitas existentes.

O Motopress Content Editor é compatível com a grande maioria dos temas e roda mesmo em versões mais antigas do WordPress. Mesmo após a edição, permite também facilidade de alterações de código para designers e programadores, o que torna a ferramenta um ponto médio perfeito entre um builder para leigos e um builder para profissionais. Não há excessos e a ferramenta concentra-se no necessário, possuindo também um editor que REALMENTE é visual, poupando o usuário de perder horas em tutoriais.

Mesmo a versão gratuita já oferece poder suficiente para montar belas páginas, mas o preço da versão premium também não é nada absurdo: 29 dólares pagos uma única vez.

Raleway - Fontes Gratuitas

Fontes gratuitas – pare de usar Calibri e Arial

Calibri, Arial, Times New Roman… Há 25 anos, quando o Windows 3.1 era novidade, e todas essas fontes gratuitas inundaram textos e documentos mundo afora, isso representava variedade.

Vínhamos de uma era na qual máquinas de escrever, havia quase 100 anos, digitavam textos sempre no mesmo formato. Computadores imprimiam em uma fonte única também, e mesmo nos ecrãs, não havia qualquer variedade. O mundo era “Courier” e mesmo hoje ainda temos a “Courier New“.

Nesse cenário, a repentina possibilidade de usar 10 ou 12 fontes diferentes parecia maravilhoso. Além da já conhecida Courier, computadores agora ganhavam uma nova lista de fontes de texto que poderiam ser usadas em qualquer ocasião: Arial, Times New Roman, Georgia, Verdana, Tahoma, Impact e tantas mais. Textos chatos agora eram… um pouco menos chatos.

Fontes gratuitas – os primeiros websites

Os primeiros sites a ganhar a internet, ainda antes dos anos 2000, tinham de usar basicamente as mesmas fontes do Windows. Navegadores da época, como o Explorer e o Netscape, não possuíam bom suporte para recursos gráficos ricos. Além disso, o CSS, o HTML e o próprio web design em si engatinhavam.

Empresas que quisessem utilizar fontes diferentes daquelas do Windows em seus sites precisavam fazê-lo em formato de imagem. O que deixava as coisas mais lentas e até mesmo um pouco estranhas e fora de proporção. Felizmente, essa época já passou… mas há quem siga a usar fontes de 20 ou mesmo 30 anos atrás.


Fontes gratuitas – como utilizar?

Para além das fontes-padrão, é necessário que um site carregue as fontes que pretende utilizar. Para fazê-lo, é necessário habilitar a fonte para uso, para que a mesma seja acionada através de instruções CSS contidas nas páginas. Há quatro maneiras básicas de fazê-lo, embora não iremos detalhá-las neste artigo (o faremos em outra ocasião, de cunho mais técnico):

  1. Gerando uma requisição a partir do próprio HTML, na seção <head> da página.
  2. Utilizando a instrução @import, a partir de uma folha de estilo CSS.
  3. Carregando a fonte por meio de propriedades @font-face, também no CSS.
  4. Carregando a fonte por meio de Javascript ou Jquery.

Há mais um par de maneiras de implementar novas fontes, porém não são muito utilizadas. De um modo geral, em um site WordPress ou desenvolvido em outro tipo de CMS, o modo mais simples de diversificar fontes é implementá-las a partir do Google Fonts – uma imensa biblioteca de fontes do Google de livre utilização. As fontes podem ser baixadas ou apenas “renderizadas” no website, como webfonts. Atualmente são mais de 800 as fontes disponibilizadas.

Há outros bancos de fontes gratuitas existentes, os quais veremos a seguir.


Fontes gratuitas – Google Fonts

São 848 fontes e novas delas são sempre adicionadas. Quando seleciona-se uma das fontes, o programa do Google dá inclusive instruções de como deverá incluí-las em seu website, via HTML ou CSS. A simplicidade do Google Fonts tornou a ferramenta quase um padrão entre novos temas e templates para WordPress, Joomla, Magento e outras plataformas. Para quem é adepto de fontes quadradas e fora de moda como Calibri e Arial, eis algumas sugestões encontradas no Google Fonts para substituí-las:


Fontes Gratuitas – Adobe Edge Webfonts

Também gratuita, essa biblioteca de fontes gratuitas tem a assinatura da Adobe. São mais de 500 atualmente e elas também podem ser renderizadas em seu website. Entretanto, para tal, é necessário uma pequena requisição Javascript. Mas não se desespere, basta aceder ao rol de fontes da Adobe e clicar numa delas. Na parte de baixo do ecrã verá instruções claras de como deve implementar.

Fontes Gratuitas - Adobe Edge Fonts


Fontes Gratuitas – Fonts for Web

Outra biblioteca de fontes gratuitas para uso em sites. Esta, em particular, possui um plugin WordPress próprio, o que facilita ainda mais o uso das fontes. Entretanto, para aceder às fontes é preciso fazer um registo no site, embora esse seja gratuito. Preste também atenção – embora a ampla maioria das fontes desse banco sejam de livre uso, há aquelas que não poderão ser utilizadas para fins comerciais.


Fontes Gratuitas – Fontello

Não se trata bem de webfonts, mas este último site merece uma menção por um aspeto peculiar. Ele permite que sejam criadas webfonts para uso em sites com conjunto de ícones. Exato, basta escolher os ícones que formarão a fonte desejada e transferir o resultado. Após isso, basta implementar em seu website por meio de Javascript, plugins ou CSS @font-face (em outra oportunidade ensinaremos tudo isso).

Fontes Gratuitas - Fontello