SEO bnext1

SEO – a diferença entre 100 clientes e 100 usuários

Gerar tráfego não é algo fácil. Exige, em geral, um site bem estruturado, bonito, com conteúdo frequente e boas funcionalidades. O SEO é parte do trabalho aqui, mas não necessariamente é colocado como prioridade. O erro, para a maioria das pessoas, é achar que o SEO é apenas mais um aliado para conseguir aumento de tráfego em um site na web – e elas não poderiam estar mais enganadas.

O Search Engine Optimization, ou SEO, surgiu em função do domínio das ferramentas de busca, como Google e Bing, em relação à forma com que pessoas acedem a informações pela web. Como tais ferramentas possuem mecanismos e critérios para tornar buscas inteligentes e gerar hierarquias a partir do que usuários procuram, o SEO apareceu como uma forma de alinhar conteúdos a esses critérios.

Sim, primeiramente, o objetivo puro do SEO era o de gerar tráfego – fazer sites “aparecerem” no topo da lista. E, em muitos aspetos, continua a ser esse o objetivo. Porém, os profissionais do ramo que levam seu trabalho a sério sabem de duas coisas:

  1. Ranquear em primeiro é algo que depende da palavra-chave à qual nos referimos – e nem sempre é essa a mais procurada pelos usuários
  2. Gerar tráfego em termos de volume chama a atenção, mas isso não significa que esse tráfego é formado por usuários qualificados

Por maior que seja o tráfego em um site, orgânico ou provocado, a conversão pode tornar números gigantescos em esforços caros e desnecessários – em outras palavras, tudo o que foi gasto gerou enorme público, mas ninguém de fato está comprando ou consumindo algo por ali.

SEO – que caminho devemos trilhar?

O parceiro Cristiano Gomes, da Bnext1 Web Consulting, especialista em SEO e SEM e com experiência em marketing digital em diversos segmentos, explica que muitas vezes a falta de foco é o problema que leva a grandes gastos e poucos resultados. Apenas colocar dinheiro em AdWords ou utilizar-se das já batidas receitas de SEO, que estão a ficar para trás, pode levar a pouco retorno sobre o investimento. Alguns pontos que muitas vezes são colocados de lado, nesse sentido, são essenciais:

SEO bnext1

Foco – Decidir qual é o targeting

Cristiano Gomes, da Bnext1 Web Consulting, aponta que a falta de definição de alvos leva a estratégias ineficazes de SEO e SEM. “Com uma boa análise da concorrência, conseguimos compreender quais os comportamentos lineares entre as marcas, e que focos eles seguem online. Com isto, e um bom outreach, conseguem entender onde a vossa marca se pode destacar no mercado (o valor da diferenciação é fundamental nos mercados de hoje), e assim, criar uma estratégia web, que vá atingir o público alvo do nosso produto.”

O mito do “primeiro no Google”

Planeamento e análise não são tempo jogado fora, promete Gomes, da Bnext1 Web Consulting. “Quando as pessoas procuram no Google, procuram para resolver o problema. Como experts em SEO, temos de nos focar nisso, em ajudar as pessoas a resolver os problemas. Se querem vender mais nas vossas lojas online e pensam que comprar um produto específico e estar em primeiro lugar no Google é o que vai fazer com que consigam vender cada vez mais, estão enganados.”

“Quando as pessoas procuram por um produto específico, caso o utilizador pretenda comprar na hora , ou seja, agindo com reação e não consegue, ele vai sempre procurar alguém, alguém que o influencie, que dê uma opinião indicando que aquela marca é a melhor. Dessa forma, o utilizador vai procurar de imediato no Google a solução. E qual é a solução? O utilizador vai querer perceber se aquilo que recomendaram tem o fator veracidade.”

SEO – popularidade não é conversão

Uma empresa não pode ter o mesmo foco online de um Youtuber ou blogger. Embora a popularidade seja bem-vinda sempre, ela deve ser uma consequência de um trabalho de marketing bem feito, e não seu ponto de partida. A conversão é a chave para um site ou campanha de sucesso para uma empresa. Ter um milhão de visitas em uma loja online e apenas 100 clientes a comprar algum produto é praticamente um case de como NÃO desenvolver uma estratégia de marketing digital.

A grande questão é o comportamento. Quando um trabalho de marketing percebe o comportamento do usuário, conseguindo assim torná-lo um cliente, o mecanismo de conversão é desvendado. Com um bom planeamento, o mesmo milhão de visitas pode gerar um fluxo de 10 mil ou 20 mil clientes de facto convertidos. Ainda assim, o comportamento é algo em constante mudança. “Não se trata de um serviço único (SEO), mas sim um serviço de acompanhamento, que permite análise de data de comportamento do cliente e permite à empresa entender qual o comportamento humano por detrás de cada visita aos websites”, Gomes, da Bnext1 Web Consulting.

Conheça nosso parceiro

Bnext1 Web Consulting

A Bnext1 é uma empresa especializada no desenvolvimento e acompanhamento de marketing online (branding), ou seja, através da implementação de medidas de construção e consolidação de uma marca no mercado.

One page para PME

Por que um site “one page” é melhor para uma PME

Talvez não esteja familiarizado ao termo, mas o encontrará com facilidade ao cotar um novo website: “one page“. Se é uma PME ou unipessoal, é bom conhecer mais sobre essa lógica, pois ela é fundamental para determinar uma série de aspeto de seu marketing e visibilidade online.

“One page” significa “uma página”, em português. É disso mesmo que tal lógica se trata. Ao invés de sites com dezenas de abas aqui e ali, ou muitas páginas divididas em categorias, o site one page traz tudo numa só página, dividido em seções.

Para uma PME, possuir conteúdo ou informações é algo, muitas vezes, até difícil. Não há muito o que descrever ou especificar, o serviço prestado ou produto vendido é objetivo e não há muito o que escrever. Ainda assim, a maioria das PME opta por meter online sites com barras e páginas na lógica óbvia de “home”, “quem somos”, “nossos produtos”, “contacto” e outras páginas mais. Neste post, contudo, mostrar-lhe-emos  porque uma PME pode beneficiar de uma abordagem mais direta e integrada com uma “one page“, além de apontar as decorrências negativas da visão tradicional de web design.

“One page” para PME – taxas de abandono e comportamento do público

Pense sobre seu próprio uso da internet, especialmente ao telemóvel. Após aceder a um website, quantas vezes procura por links ou busca informações em outras páginas e abas? Realmente lê tudo o que está publicado em várias páginas do site ou, simplesmente, descarta a opção quando não encontra o que precisa nos primeiros cinco segundos.

As respostas são óbvias e poucos discordam: quem acessa hoje a web passa de página a página em velocidade incrível. O leitor dos dias de hoje procura por títulos, destaques e imagens. E, uma vez que não enxerga o que busca nos primeiros segundos, simplesmente procura noutro canto qualquer. Sob tal aspeto, objetividade é o que conta – se toda a informação crucial está à mostra, não há o que errar.

“One page” para PME – orientação a clientes

A lógica de menus e abas obriga o usuário a clicar no “lugar certo” todas as vezes em que muda de página. Embora imaginemos, em tese, um “caminho ideal” que o leitor percorrerá, isso nem sempre ocorre. Com a estrutura de one page, podemos orientar a leitura sequencial e criar um raciocínio sobre o conteúdo, uma história. Primeiro, o usuário chega ao site. Vê no banner o que a empresa faz e sua oferta, desde um tanto e enxerga ali as vantagens e preços, e talvez encontre um botão para transferir algum manual ou conteúdo sobre o produto. Logo depois de conhecer o negócio e seus produtos, encontra um formulário de contacto ou um botão no qual pode inscrever-se – e ponto.

A lógica da one page conduz o usuário a um chamado “call to action” (CTA). Apresenta-se determinada sequência e, ao final dela, pede-se ao usuário que realize uma ação. Essa ação pode variar conforme o objetivo do negócio ou natureza do produto ou serviço, mas poderá incluir:

  • Um formulário de contacto
  • Um campo para subscrição via e-mail
  • Um material para download
  • Um botão para dar gosto em redes sociais
  • Telefones, nome Skype ou outra forma de contacto via voz ou mensagem
  • Um vídeo para que o usuário assista

A estratégia de marketing definirá o CTA. Contudo, é importante que toda a informação esteja disposta de forma sequencial e conduza até ele. Claro que as “abas” do menu ainda podem existir, mas elas atenderão, na maior parte do tempo, a clientes que já buscariam mais informações naturalmente. As demais páginas do site são secundárias, e podem conduzir a um blog, textos explicativos mais detalhados sobre a oferta de serviço ou outras informações, como a equipa da empresa, sua localização geográfica ou de suas unidades e assim por diante. Afinal de contas, quando lidamos com empresas PME, não há assim tanta informação a dar para além dos produtos ou oferta de serviços.

“One page” para PME – custo e velocidade

Outro problema enfrentado por empresas PME é a questão do orçamento limitado. Não há milhares de euros a gastar com web design e, em geral, não se pode esperar por meses a fio até que o website esteja concluído. É preciso uma solução rápida, que gere faturação logo a seguir e que não custe rios de dinheiro. A lógica da one page facilita a construção do website e sua colocação no ar. Como 90% do conteúdo estratégico irá figurar numa única página, não há tanto o que aprovar e exige-se menos do web designer.

Os custos também são consideravelmente mais baixos, uma vez que se obedeça a uma estrutura limpa e objetiva. Empresas PME geralmente são o inferno dos web designers, pois quase não possuem conteúdo na maior parte dos casos. Profissionais web têm de “inventar” o que colocar em várias abas e páginas, espalhando conteúdo e dando ao usuário, posteriormente, a impressão de um site “vazio” e sem nada que ver.

Quando usa-se a lógica de uma única página, é possível criar websites apelativos e que resultem sem dispor de enorme conteúdo e quantidade de informação.

Velocidade e SEO caminham juntos

Há empresas a gastar fortunas em SEO. Apesar de melhorarem seu ranqueamento no Google, parecem não conseguir retorno do investimento com clientes. Seus clientes reclamam da demora e lentidão das páginas. Velocidade e SEO caminham juntos e, em alguns aspetos, o próprio Google beneficia empresas com sites mais rápidos e que rodem em telemóveis.

A velocidade é um fator sobre o qual existem dois atributos básicos em um website – sobre um deles, podemos ter controlo direto, sobre o outro… nem tanto. Em suma, a velocidade de carregamento e navegação de um website é determinado por dois fatores principais:

  1. O frontend, ou seja, a programação e forma com que iamgens, conteúdo e código estão dispostos no próprio site e sua visualização
  2. O backend, que é a parte relativa ao servidor, ou seja, a qualidade e recursos do alojamento ou host que está a utilizar

Para lidar com o segundo item, temos de aprender a selecionar serviços de alojamento que ofereçam melhores recursos, menos limitações e sejam otimizados para o tipo de website que estamos a planejar. Há hosts especializados em WordPress, por exemplo, enquanto outros especializam-se em abrigar lojas online e serviços de e-commerce. A verdade é que há serviços de host melhores e piores, mas como a maioria dos websites atuais empregam o WordPress em alguma instância, é melhor usar isso como ponto de partida para escolher um bom host. Em outro artigo recomendamos alguns que trabalham bem e apresentam bom desempenho com o WordPress.

Mais algumas dicas? Pois bem, na hora de fechar negócio com seu alojamento, há algumas “regrinhas” que deve seguir:

  • Opte sempre por servidores Linux para sites e aplicações comuns
  • Verifique com cuidado não apenas o espaço em disco, mas limitações ao fluxo de dados (bandwidth) e número de visitantes ao website
  • Prefira hosts que oferecem SSL gratuito
  • Os melhores servidores usam cPanel – fuja de “paineis próprios”. O benchmark é melhor e mais fácil de trabalhar
  • Armazenamento SSD – seu site irá rodar melhor e mais rápido
  • Descubra se o host possui suporte para HTTP/2 – não precisa compreender, apenas perguntar
  • Finalmente, tente sondar o suporte logo que fecha o negócio – tempo e qualidade das respostas

Afora isso, o melhor que se pode fazer em termos de backend é seguir recomendações. Busque referências, avaliações de grandes veículos do setor, como PC Magazine ou o próprio site do WordPress e experiências de conhecidos.

Velocidade e SEO – problemas no frontend

Aqui, nesta parte, temos de fato tudo aquilo que é possível melhorar em termos de performance sem haver necessidade de mudança de host. Ferramentas de análise diversas apontam os principais aspetos a melhorar. Contudo, embora existam muitos plugins que dizem fazer o milagre, cada site é diferente, possui ficheiros em particular e utiliza recursos que demandam estruturas diferentes. Assim sendo, a otimização quase sempre é parcial.

Para otimizar um site para ganhos de velocidade e, consequentemente SEO, é preciso avaliar cada caso individualmente. Otimizar imagens e usar plugins de cache pode resolver parte do problema, mas há que se considerar os temas modernos, cheios de recursos imensos que nunca são utilizados, e a forma com que o código está estruturado. Por melhor que seja seu trabalho de SEO, alguns fatores podem pesar contra o bom marketing:

  • Tamanho de imagens e elementos, em KB
  • Uso de cache do navegador e também no servidor
  • Velocidade de seu host, em tempo de resposta
  • Organização e número de ficheiros Javascript e CSS em seu site
  • Compactação e concatenação de ficheiros do site

Alguns plugins resolvem parte do problema. Entretanto, às vezes isso impede que determinadas funcionalidades em seu site funcionem perfeitamente, ou cria novos problemas distintos com velocidade. Outras questões que melhoram o desempenho de um site não são tão facilmente operáveis, como o uso de GZIP, habilitação de módulos do Apache, eliminação de bibliotecas e rotinas ociosas, entre outros.

Infelizmente para o público em geral, lidar com profissionais de SEO resolve apenas a questão do conteúdo e do marketing e publicidade frente a mecanismos de busca. E, ao lidar com programadores e técnicos, problemas de velocidade são por vezes resolvidos, porém com pouca atenção à parte de usabilidade e marketing do seu website.

Velocidade e SEO – como medir?

É importante medir a velocidade de seu website, embora isso não deva ser usado como uma métrica absoluta, principalmente no caso do Google PageSpeed. Embora seja uma boa referência, a verdade é que o PageSpeed, em muitos aspectos, penaliza algumas páginas rápidas com perda de pontos em razão de scripts e rotinas que são de seus próprios serviços. Exato – fontes do Google Fonts renderizadas em sua página, scripts de rastreamento do Google Analytics e AdSense e outros. Apesar de a própria empresa dar instruções de como inserir esses serviços em seu site, penaliza-os depois no PageSpeed. Um contrassenso.

Uma boa base, mas se quer mesmo medir direito a velocidade de seu website e detectar problemas com detalhes, deverá usar algumas ferramentas mais completas, que ajudarão velocidade e SEO em seu site:

Velocidade e SEO – feedbacks

Há mais uma coisa: nem todos possuem a mesma conexão e velocidade de acesso à internet. Talvez seu website seja razoavelmente rápido em sua conexão de alta velocidade, ou em 4G, mas isso não basta. Muitos de seus clientes possuem conexões piores, ou utilizam o site em condições não tão favoráveis. É preciso ouvir os usuários e efetuar correções e melhorias, para que não se perca nenhum cliente.

Outras dicas aqui são válidas: páginas mais leves e objetivas, conteúdo rápido e de fácil leitura e um design equilibrado, mas sem muita complexidade.

 

Quer uma análise do seu site?

Fazemos gratuitamente o diagnóstico

Clique no botão, receba novidades e dicas e uma análise grátis de seu website. Basta inscrever-se em nossa newsletter.

Compressão de imagens

6 plugins para otimização de imagens no WordPress

Otimização de imagens é uma necessidade. Torná-las mais leves permite que seu site carregue mais depressa, o que evita lentidão, melhora o SEO e agrada mais aos clientes. Imagens de qualidade e alta resolução tê, sem dúvida, seu lugar – mas não é seu site ou blog. Contudo, como nem todos podem se dar ao luxo de ajustar tudo o que precisam em termos de imagens no Photoshop, acaba havendo três maneiras de fazer isso:

  1. Já selecionando, de antemão, fotos mais leves (mas correr o risco de ter uma visualização pobre)
  2. Instalar plugins que oferecem otimização já no WordPress (ou outro CMS)
  3. Usar serviços online nas imagens, antes de postá-las (falaremos disto em outro artigo)

Otimização de imagens – selecionar imagens mais leves

Não há muito segredo aqui. O ideal é optar por imagens mais leves na hora de montar posts ou mesmo seu site na internet. Imagens com mais de 100kb, em geral, provavelmente causarão ao seu site algum tipo de prejuízo na renderização, quando usuários acessarem o endereço. E, mesmo que a velocidade permaneça boa, pode haver penalização em termos de análise por parte de mecanismos de busca.

Uma dica útil aqui, para conseguir imagens leves, mas sem prejuízos à visualização, é atentar às dimensões dessas imagens. Por exemplo, fotos com 2000 x 1000 pixels são desnecessárias. Geralmente a maioria das imagens são exibidas em sites com tamanhos muito menores. A melhor maneira é adicionar fotos que tenham dimensões parecidas ou iguais àquelas que serão de fato exibidas. Por exemplo, se a imagem de destaque em seus posts possui por volta de 700 pixels de largura, tente incluir imagens com essas características – e não gigantes de 2 mil ou 3 mil pixels.

Do mesmo modo, é recomendável que fotos tiradas em câmeras de celulares mais modernos ou em câmeras digitais sejam redimensionadas antes de usadas em sites. Essas imagens são grandes e ocupam muito espaço, e apesar de terem qualidade irão atrasar a abertura de seu site.

Otimização de imagens – uso de plugins

Há imensos plugins que oferecem a possibilidade de otimizar imagens, para quem tem um site em WordPress. O problema é que a grande maioria deles oferece limitações quanto ao número de imagens que podem ser otimizadas. Para otimizar mais imagens, é preciso abrir uma conta nesses serviços e pagar. Simples assim.

Se você não importa-se em gastar um pouco mais, talvez seja uma boa opção. Mas vale lembrar também que, em termos gerais, quanto maior o número de plugins instalados em seu WordPress, pior será o desempenho da página. Às vezes, pode ser que você esteja a ficar na mesma. De todo modo, se prefere automatizar a otimização, os plugins são uma boa forma de fazê-lo. Há plugins melhores e piores, mas separamos aqui os mais utilizados e que oferecem ferramentas que DE FATO otimizam e reduzem o peso das imagens.

EWWW Optimizer

EWWW Image Optimizer – página do plugin

Esse plugin possui excelente desempenho e, como todos os que mostramos nesta lista, irá automaticamente otimizar todas as imagens JPG, PNG ou GIF que você possa subir para seu website. Ele também oferece possibilidades de “bulk optimization”, ou seja, de otimizar de uma só vez todas as imagens que você possua na seção de mídias de seu WordPress. A grande vantagem deste plugin é que não há limitações quanto ao tamanho de cada imagem a otimizar, embora haja limitações quanto ao uso – a menos que seja feita a assinatura da API do EWWW (e nesse caso é preciso instalar outro plugin ao invés deste… confuso).

Smush, da WPMU

Smush Image Compression and Optimization – página do plugin

Um dos otimizadores de imagens mais populares, porém bastante limitado. Os recursos são ótimos – otimização em bloco (mas na versão gratuita, apenas 50 imagens de cada vez), redimensionamento e configuração de tamanhos máximos para novas imagens. Outros recursos exigem algum conhecimento técnico, mas são igualmente úteis. Contudo, a diferença de desempenho e melhoria parece brutal… talvez a WPMU tenha deixado vantagens demais para a versão paga do produto – que só pode ser liberada caso assine todo o pacote de melhorias da WPMU Dev. Caso venha a usar todos os plugins da marca, talvez seja algo a estudar – mas são US$ 49,00 ao mês, sem direito a negociações ou descontos.

Kraken.io

Kraken.io Image Optimizer – página do plugin

Bom otimizador, mas com uma cota gratuita que depende do volume em MB de imagens, não do número de ficheiros. Gratuitamente, é possível otimizar até 100 MB de imagens ao mês – o suficiente para blogs mais simples. Contudo, se quiser mais que isso, só mesmo assinando a API da Kraken.io e inserindo a API Key na instalação do plugin. A partir daí, paga-se um inicial de 5 dólares ao mês, com uma cota de 500MB em ficheiros, mas há planos para um volume maior.

Na verdade, o Kraken.io pode ser vantajoso para aqueles que precisam otimizar imagens de maior peso ou em volume realmente assustador. A API torna-se mais barata conforme o volume avança. O plano mais avançando permite até 60GB mensais de imagens por 79 dólares, e cobra apenas 1 dólar adicional por cada Gigabyte a mais.

Shortpixel

Shortpixel Image Optimizer – página do plugin

Outro dos mais populares, é bastante simples de usar e também possui cota mensal, mas dessa vez de 100 imagens. Para a maioria dos sites WordPress, isso é suficiente. Novamente, há boa vantagem para volumes maiores. Cinco mil imagens mensais por US$ 4,99, doze mil imagens mensais por US$ 9,99, e por aí. Entidades sem fins lucrativos e ONGs ainda podem entrar em contacto com a empresa via e-mail (e em inglês), e assim conseguir acesso gratuito ao sistema.

TinyPNG

Compress JPG & PNG Images – página do plugin

Plugin interessante, de fácil uso e também com limitações em formato de “créditos”, relacionados ao número de imagens. O interessante desse plugin é que, muitas vezes, ele acaba permitindo que uma imagem seja “reotimizada” algumas vezes, e com ganhos. Algumas instalações do WordPress e alguns temas, contudo, podem fazer com que o plugin rode de forma “estranha”, conforme alguns relatos que ouvimos.

resmush-it

reSmush-it Image Optimizer – página do plugin

Esse é o único dos plugins de otimização de imagens que é REALMENTE grátis. A API é pública e não oferece limitações nenhumas em termos do número de imagens, seja por mês ou por tamanho dos ficheiros. Entretanto, pode apresentar alguns problemas de compatibilidade e nem sempre funciona de maneira rápida ou boa no WordPress, a depender da instalação. Ainda assim, o custo (ou ausência dele) vale o teste.

Otimização de imagens – teste rápido

Claro que fizemos um breve teste. A partir de cada um dos 6 plugins de otimização de imagens, aplicamos a ferramenta em uma mesma imagem – a versão original da foto a seguir, com 81,5KB em seu tamanho original. Vale lembrar que, quando subimos uma imagem ao WordPress, o tamanho original geralmente é ignorado – o WP cria versões em diversos tamanhos, para usos específicos, os chamados “thumbnails”. Nesse caso, os otimizadores precisa agir em cada um desses thumbnails.

Imagem para testes

Tiramos a “média” de otimização das ferramentas em cada uma das imagens, ou de suas derivações em thumbnails, em porcentagem de melhoria. Vejamos como cada plugin se comportou:

Nome do plugin Redução da imagem em %
EWWW IMAGE OPTIMIZER 7.2%
SHORTPIXEL IMAGE OPTIMIZER 6.2%
RESMUSH-IT IMAGE OPTIMIZER 5.2%
SMUSH IMAGE COMPRESSION AND OPTIMIZATION 4%
KRAKEN.IO IMAGE OPTIMIZER 3.7%
COMPRESS JPG & PNG IMAGES 2%

Quer uma análise do seu site?

Fazemos gratuitamente o diagnóstico

Clique no botão, receba novidades e dicas e uma análise grátis de seu website. Basta inscrever-se em nossa newsletter.