PHP 7

Por que usar versões atualizadas do PHP?

Mais de 90% da internet atual opera em servidores de alojamentos que utilizam o PHP como linguagem base, seja instalado em servidores Linux ou Windows. O PHP é a linguagem utilizada na criação da maioria dos sistemas de CMS que conhecemos: WordPress, Drupal, Joomla, Magento, Opencart, Moodle e outros mais. Atualizamos sempre as plataformas desses sistemas, a partir das áreas de administração de nossos sites.

Contudo, em relação ao PHP, que opera em server side, cabe ao provedor do alojamento manter o sistema atualizado. A má notícia: a maioria deles não o faz…

PHP 7 – melhor desempenho

A primeira grande razão para atualizar a versão do PHP em uso é o desempenho. Recebemos mensalmente diversos pedidos de cotação para melhoria do desempenho de websites em WordPress e outras plataformas, e dúvidas a esse respeito. Claro, cada caso é diferente, mas de um modo geral, a simples atualização para PHP 7.0 ou superior já é capaz de criar uma melhoria de até 50% na velocidade e fluxo de carregamento de um site.

O PHP 7 lida melhor com a alocação de memória e possui compatibilidade maior com algumas extensões de servidores que têm como fim melhorar a velocidade de transmissão de dados. Testes realizados por ícones do segmento de programação e desenvolvimento mostram que, em alguns casos, scripts podem rodar até 9 VEZES mais rápido em PHP 7.0, quando comparados à execução em ambiente PHP 5.6.

PHP 7 – mais seguro

De um modo geral, atualizações de softwares e sistemas são, em grande parte, realizadas por questões de segurança. Embora a evolução do PHP não tenha necessariamente ocorrido apenas por essa razão, a verdade é que o PHP 7 corrige uma série de falhas e problemas que eram expostos a hackers e programadores mal intencionados em versões anteriores. Além disso, novas ferramentas de criptografia mais avançadas estão agora à disposição do desenvolvedor.

O PHP 7 também possui uma lógica que facilita o tratamento de erros para o desenvolvedor. No caso do usuário, como sua empresa, isso significa que erros podem ser tratados e solucionados sem que os scripts e programas sejam impedidos de carregar e executar. Em outras palavras, é possível corrigir e lidar com uma série de falhas sem meter tudo abaixo.

PHP 7 – mais acesso

O campo da programação é extraordinariamente dinámico. Isso significa que, a cada dia, novas implementações, softwares e recursos estão a surgir. Obviamente, a grande maioria dos desenvolvedores prefere sempre trabalhar com as versões mais modernas de cada linguagem e framework e isso significa que, ao permanecer em versões mais antigas, às vezes não é possível utilizar determinadas ferramentas.

A atualização para o PHP 7 (ou posterior, uma vez que nosso servidor, por exemplo, já opera em PHP 7.2) permite que estejamos sempre em linha com novas versões também de softwares como o WordPress, bem como todas as suas extensões e plugins.

PHP 7 – como atualizar

Bem, isso dependerá do alojamento que utiliza. Alguns alojamentos mais modernos e competentes, que utilizam painéis padronizados, como o cPanel ou o Plesk, permitem que o próprio usuário selecione a versão do PHP 7 a rodar no servidor. Em geral, é sempre bom contar com o apoio de um informático antes de efetuar a mudança, já que alguns scripts mais antigos podem não rodar sob a atualização.

Ainda assim, a grande maioria dos scripts desenvolvidos para operar em PHP 5.6 roda de forma normal sob o PHP 7.0 e mesmo versões posteriores. Agora, se o seu provedor de alojamento não oferece qualquer possibilidade de atualização, seja pelo painel ou mediante solicitação ao suporte, então o melhor não é trocar a versão do PHP – mas talvez cogitar a possibilidade de migrar seu website para um provedor que realmente tenha qualidade em seu serviço.

 

SEO bnext1

SEO – a diferença entre 100 clientes e 100 usuários

Gerar tráfego não é algo fácil. Exige, em geral, um site bem estruturado, bonito, com conteúdo frequente e boas funcionalidades. O SEO é parte do trabalho aqui, mas não necessariamente é colocado como prioridade. O erro, para a maioria das pessoas, é achar que o SEO é apenas mais um aliado para conseguir aumento de tráfego em um site na web – e elas não poderiam estar mais enganadas.

O Search Engine Optimization, ou SEO, surgiu em função do domínio das ferramentas de busca, como Google e Bing, em relação à forma com que pessoas acedem a informações pela web. Como tais ferramentas possuem mecanismos e critérios para tornar buscas inteligentes e gerar hierarquias a partir do que usuários procuram, o SEO apareceu como uma forma de alinhar conteúdos a esses critérios.

Sim, primeiramente, o objetivo puro do SEO era o de gerar tráfego – fazer sites “aparecerem” no topo da lista. E, em muitos aspetos, continua a ser esse o objetivo. Porém, os profissionais do ramo que levam seu trabalho a sério sabem de duas coisas:

  1. Ranquear em primeiro é algo que depende da palavra-chave à qual nos referimos – e nem sempre é essa a mais procurada pelos usuários
  2. Gerar tráfego em termos de volume chama a atenção, mas isso não significa que esse tráfego é formado por usuários qualificados

Por maior que seja o tráfego em um site, orgânico ou provocado, a conversão pode tornar números gigantescos em esforços caros e desnecessários – em outras palavras, tudo o que foi gasto gerou enorme público, mas ninguém de fato está comprando ou consumindo algo por ali.

SEO – que caminho devemos trilhar?

O parceiro Cristiano Gomes, da Bnext1 Web Consulting, especialista em SEO e SEM e com experiência em marketing digital em diversos segmentos, explica que muitas vezes a falta de foco é o problema que leva a grandes gastos e poucos resultados. Apenas colocar dinheiro em AdWords ou utilizar-se das já batidas receitas de SEO, que estão a ficar para trás, pode levar a pouco retorno sobre o investimento. Alguns pontos que muitas vezes são colocados de lado, nesse sentido, são essenciais:

SEO bnext1

Foco – Decidir qual é o targeting

Cristiano Gomes, da Bnext1 Web Consulting, aponta que a falta de definição de alvos leva a estratégias ineficazes de SEO e SEM. “Com uma boa análise da concorrência, conseguimos compreender quais os comportamentos lineares entre as marcas, e que focos eles seguem online. Com isto, e um bom outreach, conseguem entender onde a vossa marca se pode destacar no mercado (o valor da diferenciação é fundamental nos mercados de hoje), e assim, criar uma estratégia web, que vá atingir o público alvo do nosso produto.”

O mito do “primeiro no Google”

Planeamento e análise não são tempo jogado fora, promete Gomes, da Bnext1 Web Consulting. “Quando as pessoas procuram no Google, procuram para resolver o problema. Como experts em SEO, temos de nos focar nisso, em ajudar as pessoas a resolver os problemas. Se querem vender mais nas vossas lojas online e pensam que comprar um produto específico e estar em primeiro lugar no Google é o que vai fazer com que consigam vender cada vez mais, estão enganados.”

“Quando as pessoas procuram por um produto específico, caso o utilizador pretenda comprar na hora , ou seja, agindo com reação e não consegue, ele vai sempre procurar alguém, alguém que o influencie, que dê uma opinião indicando que aquela marca é a melhor. Dessa forma, o utilizador vai procurar de imediato no Google a solução. E qual é a solução? O utilizador vai querer perceber se aquilo que recomendaram tem o fator veracidade.”

SEO – popularidade não é conversão

Uma empresa não pode ter o mesmo foco online de um Youtuber ou blogger. Embora a popularidade seja bem-vinda sempre, ela deve ser uma consequência de um trabalho de marketing bem feito, e não seu ponto de partida. A conversão é a chave para um site ou campanha de sucesso para uma empresa. Ter um milhão de visitas em uma loja online e apenas 100 clientes a comprar algum produto é praticamente um case de como NÃO desenvolver uma estratégia de marketing digital.

A grande questão é o comportamento. Quando um trabalho de marketing percebe o comportamento do usuário, conseguindo assim torná-lo um cliente, o mecanismo de conversão é desvendado. Com um bom planeamento, o mesmo milhão de visitas pode gerar um fluxo de 10 mil ou 20 mil clientes de facto convertidos. Ainda assim, o comportamento é algo em constante mudança. “Não se trata de um serviço único (SEO), mas sim um serviço de acompanhamento, que permite análise de data de comportamento do cliente e permite à empresa entender qual o comportamento humano por detrás de cada visita aos websites”, Gomes, da Bnext1 Web Consulting.

Conheça nosso parceiro

Bnext1 Web Consulting

A Bnext1 é uma empresa especializada no desenvolvimento e acompanhamento de marketing online (branding), ou seja, através da implementação de medidas de construção e consolidação de uma marca no mercado.

Web Design Conversão

Web design sem conversão é inútil

O web design é, comumente, uma área associada à arte. Sem dúvida que o objetivo dessa disciplina é sempre o de criar algo belo, prático e inovador. Contudo, há um objetivo muito mais crucial e importante no web design, o qual por vezes é esquecido. O web design precisa gerar conversões.

Ainda quando não se trata de uma loja ou site corporativo, todo website tem sempre uma meta. Há sempre algo que deseja-se por parte do usuário ou leitor: seja uma maior permanência, ou cliques em áreas específicas, ou que transfira ficheiros ou ainda compre produtos. A função do web design, nesse caso, não é a de “deixar tudo bonitinho”. Ao contrário, há sites não tão bonitos que geram resultados esperados – outros são lindos, mas não atendem às metas que são estabelecidas.

Web design com conversão

O web design com conversão implica no estudo do público-alvo, do cliente que está a desenvolver um novo site e até mesmo das práticas e plataformas em voga no momento em que o site é desenvolvido. O erro comum está em “fragmentar” o raciocínio no campo do design. Ou faz-se primeiro algo bonito ou vistoso, para somente depois pensar no uso prático dessa peça, ou pensa-se demais na prática, utilizando o design somente à posteriori para “consertar” o que realmente não é aceitável.

A visão holística dentro da criação de sites ainda é algo raro. Dificilmente opta-se pelo simples e direto e, tanto da parte de clientes quanto de agências, prima-se pelo aspeto do projeto em termos de gosto, não de usabilidade ou resultados. Enxergar a conversão, com base nas intenções do cliente e comportamento de seus usuários, é uma das principais funções do web designer.

Características do bom web design

Seguir tendências, estar com uma “cara” moderna ou aplicar modelos prontos que estejam em alta não constitui um bom web design – ao menos não necessariamente. A união do útil, do agradável e do lucrativo precisa ocorrer sempre. A visão completa de Dieter Ram a respeito dos “mandamentos” do bom design traduzem, de forma primorosa, o que qualquer empresa ou dono de site deve esperar de seus web designers. Contudo, é preciso deixá-los trabalhar, para que alcancem uma peça que atenda a 10 itens essenciais:

  1. Um bom web design é INOVADOR. O bom web design faz uso, sempre que conveniente, de tecnologias que sejam inovadoras e atuais. Desenvolvimento de sites com padrões de um, dois ou dez anos atrás é algo que não é cabível e nem mesmo profissional. O bom web design cria produtos que tenham uma vida útil considerável, e portanto precisam ser inovadores em relação a seus antecessores.
  2. Um bom web design é ÚTIL. Isso significa que todo elemento, estético, artístico ou visual, precisa de utilidade. Vivemos em uma época na qual usuários são imediatistas e práticos, e qualquer aspeto sem utilidade é simplesmente ignorado ou deixado de lado.
  3. Um bom web design é ESTÉTICO. Sim, a beleza ainda é importante. De um modo geral, o “high-end” do trabalho do web designer é criar produtos belos a partir de todas as demais limitações e necessidades existentes num projeto.
  4. Um bom web design é EXPLICATIVO. Tal qual o design tradicional, um produto de web design que precise de explicações ou manuais para que seja compreendido pelo usuário é algo que certamente fracassou. Se leitores e usuários não percebem o que determinado design quer dizer, é hora de trocar por algo mais compreensível.
  5. Um bom web design é DISCRETO. É possível ser apelativo sem atropelar a personalidade do próprio usuário ou a importância do conteúdo. Quando o web design interfere de maneira a limitar a compreensão do conteúdo ou impedir a manifestação e engajamento do usuário, ele simplesmente não funciona.
  6. Um bom web design é HONESTO. O web design de qualidade não tenta “parecer” algo diferente daquilo que é. Um site não pode manipular o usuário com promessas que não é capaz de cumprir ou oferecendo funcionalidades que simplesmente não possui.
  7. Um bom web design é DURADOURO. O web design e suas tendências estão em constante evolução e mudança. O web designer precisa, desse modo, garantir que o produto entregue a seus clientes seja atual e cabível pelo maior tempo possível. O bom web design sobrevive a tendências menores.
  8. Um bom web design é PRECISO. Não se pode deixar a interpretação e o design por conta do acaso. Cada reação e intenção deve ser, sempre que possível, prevista pelo web designer e usada de modo a tornar o site algo mais eficaz.
  9. Um bom web design adapta-se ao AMBIENTE. No caso de Dieter Ram, isso diz respeito ao atributo “environmentally friendly” de um design. No contexto do web design, pode-se traduzir como algo que não crie incômodos e poluição visual em relação àquilo com que o usuário já está habituado, conforme a respetiva plataforma.
  10. Um bom web design é MÍNIMO. O web design tem como função organizar e dispor informações e conteúdo relevante, para criar uma visualização funcional, útil, prática e agradável. Quanto maior o número de elementos e variáveis, mais difícil torna-se atingir tal objetivo.

Saleable design

A MeuPPT trabalha com uma filosofia dentro de seus projetos de design e web design que vai além dos conceitos que já abordámos. A verdade é que o design de qualidade, além de criar conversão e gerar resultados para o cliente, pode inclusive gerar receita. Marcas bem constituídas são capazes de criar fontes alternativas e complementares de receita simplesmente com base em seu design e estilo.

No campo offline, a Apple, a Ferrari, a Starbucks, são todas bons exemplos disso. Seu design é tão marcante, útil e agradável, que chega a ser vendido e criar faturação para essas empresas. A Ferrari vende perfumes, camisetas, jaquetas e acessórios de vestuário. Em tese, trata-se de uma marca de automóveis. Entretanto, seu design é tão bem planejado e construído que passa, por si só, a ter valor.

No campo do web design isso é, de certo modo, uma novidade. Ainda assim, pensamos com esse objetivo. Amanhã, aspetos e módulos de programação e web design usados em um site empresarial poderão ser vendidos aos usuários. Plataformas personalizadas e com design mais sofisticado podem ser alternativa paga a websites mais simples e comuns. Ebooks, apresentações, animações – tudo isso pode gerar receita financeira suplementar. Como designers, temos de pensar no valor do que criámos – inclusive sob o aspeto financeiro.

O Saleable Design é o design que pode ser vendido. A partir dele, podem ser criados produtos e serviços específicos, que antes sequer eram imaginados. Para concluir a ideia da conversão, basta encerrar com uma simples frase:

 

 

Design sem conversão é apenas mero desenho.

MeuPPT Comunicação

Funcionamento do CDN

Como escolher um host – o que é CDN?

Mais um sigla para lidar. Muitos serviços de alojamento hoje em dia oferecem, gratuitamente ou mediante cobrança, a possibilidade de uso de um CDN. Mas o que é CDN, afinal?

Antes de explicar mais a fundo, é preciso dar destaque ao tipo de problema que um CDN pretende resolver. A verdade é que há muita gente a utilizar serviços de CDN em sites comuns desavisadamente, e pelos motivos errados.

O que é CDN?

Mais uma sigla, correspondente ao inglês “Content Delivery Network“. Grosseiramente, seria uma “rede de entrega de conteúdo”. A verdade é que é isso mesmo que essa ferramenta faz.

Grande parte dos websites modernos, mesmo no caso de lojas online ou sites de notícias e ampla circulação, compreende elementos ditos “estáticos”. Esses elementos incluem desde imagens e vídeos até ficheiros específicos e necessários para a visualização de sites, como aqueles com extensões CSS ou JS.

Conforme o local onde o usuário está no mundo, a velocidade de comunicação e transferência com servidores pode mudar. Em outras palavras: se há um site alojado em Portugal, é mais provável que um usuário espanhol o abra de forma mais rápida do que um usuário chinês. A distância entre o usuário e o servidor no qual o site e os ficheiros estão alojados pode afetar de forma nítida a rapidez de uma página. E quanto mais dados e conteúdo a página possui, mais nítida se torna a diferença.

Assim sendo, o CDN pega o conteúdo estático de um website que utilize o serviço e cria cópias em diversos servidores espalhados pelo mundo. Assim, quando o usuário espanhol acede ao site, recebe o conteúdo diretamente do servidor original. Contudo, o usuário chinês recebe o conteúdo estático desde um servidor do CDN, mais próximo de si. Visualmente, no entanto, é mais fácil perceber como funciona o CDN:

Funcionamento do CDN

O que é CDN – ao invés de distribuir o conteúdo de um site ou aplicação a partir de um único servidor, o CDN cria cópias-espelho desses ficheiros em diversos servidores, que fornecem o conteúdo de forma mais próxima para o usuário, encurtando o tempo de transferência e comunicação.

Um CDN deixa um website mais rápido?

Em tese sim, porém os ganhos de velocidade em sites mais simples são, em geral, praticamente imperceptíveis. Quanto mais recursos e ficheiros um site ou aplicação tiver de carregar, maior tornar-se-á a vantagem do CDN. Em outras palavras, beneficiam mais dessa ferramenta empresas e organizações que possuem websites com muito conteúdo, especialmente em multimédia. Vídeos em geral precisam utilizar algum recurso de CDN, para viabilizar seu streaming e evitar lentidão a depender do local no qual o usuário se encontra. Todos os grandes portais e redes de vídeos, como Youtube e Vimeo, utilizam recursos dessa natureza.

Para empresas pequenas e sites mais simples, no entanto, o CDN é um custo desnecessário. Mesmo quando gratuito, pode ser uma complicação a mais que não trará qualquer vantagem mensurável. Para resumir: se possui uma pequena empresa ou negócio, sem lojas online ou uso intenso de vídeos, melhor simplificar e evitar o uso do CDN para já.

Principais serviços de CDN

Há imensos provedores de serviços de CDN na internet, porém alguns são mais indicados, tanto em termos de simplicidade de uso quanto confiabilidade. A maioria oferece períodos de gratuidade para testes, portanto é melhor ambientar-se ao sistema e seu funcionamento antes de formalizar contratos e aderir a serviços. São cinco os CDNs mais utilizados atualmente:

 

Métricas de velocidade do website

3 ferramentas para medir a velocidade do website

Já discutimos por vezes aqui a importância da velocidade do website, seja em termos de marketing e SEO ou mesmo na questão da usabilidade e desempenho. Um site precisa ser veloz. Contudo, muitos apenas usam a ferramenta do Google para efetuar avaliações – o PageSpeed Insights.

Embora o PageSpeed Insights aponte alguns aspetos importantes para melhoria em websites, sua análise muitas vezes é superficial. Alguns critérios relevantes não são ali listados, enquanto perde-se tempo demais em outros fatores que não estão a influir de forma decisiva no carregamento.

Particularmente, há dois aspetos do PageSpeed Insights que são apontados de maneira leviana e sem muitas explicações: o tempo de resposta do servidor e também os scripts e estilos de “bloqueio”. Em ambos os casos, as melhorias podem acarretar problemas maiores. No caso do tempo de resposta, a alternativa muitas vezes obriga à troca do alojamento ou hospedagem. Além disso, critérios técnicos que não são ali explicados estão envolvidos nisso:

  • Módulos do Apache ou Nginx
  • Alterações no .htaccess
  • Suporte para HTTP/2
  • Armazenamento em drives SSD, etc.

O usuário médio simplesmente não tem como “adivinhar” quais desses problemas estão levando a velocidade do website a aumentar. Testes mais elaborados precisam ser feitos e todas as demais alterações indicadas, muitas vezes, acabam por não fazer qualquer diferença. Assim sendo, o melhor é medir o desempenho de seu website por meio de ferramentas mais completas, que realmente são capazes de indicar problemas estruturalmente – o que pode, inclusive, ser de enorme serventia na hora de contratar profissionais para resolver os dilemas.


Velocidade do website – GTMetrix

Essa é, talvez, a melhor de todas as ferramentas para análise de desempenho em websites. Embora algumas ofereçam um diagnóstico ainda mais completo, a exibição de relatórios da GTMetrix é concisa e ajuda a identificar focos de lentidão num passar de olhos. Para conduzir seus testes, a GTMetrix utiliza, ao mesmo tempo, duas APIs de avaliação de desempenho – PageSpeed e YSlow. A primeira todos conhecem, mas a GTMetrix a utiliza de forma ainda mais detalhada que o próprio Google.

GTMetrix

Nosso desempenho no GTMetrix. YSlow “obriga” uso de CDN e praticamente proíbe elementos externos que não podem ser objeto de caching. Itens são descritos de forma detalhada, o que permite a cada webmaster decidir que pontos de melhoria devem ser implementados, e quais simplesmente não valem a pena, seja pela insignificância da melhoria ou pelo uso de recursos essenciais na plataforma.

A ferramenta do YSlow avalia 23 aspectos dentre 34 identificados pela Yahoo!, entre os fatores que influem na velocidade de um website. Essa é uma ferramenta mais exigente. Embora seja possível atingir níveis muito bons, alguns aspectos irão depender da forma com que o website é construído e seus recursos. Por exemplo, não utilizamos CDN, uma vez que nossos testes apontaram que não haveria melhoria em fazê-lo. Outros sites podem atingir algum progresso usando esse tipo de expediente. O YSlow “reduz” a nota para sites que não usam CDN, mas com o GTMetrix, isso aparece descrito com precisão.


Velocidade do website – Pingdom

O Pingdom Tools é outra boa ferramenta para análise de desempenho em seu website. A vantagem do Pingdom são os gráficos que são traçados a partir da análise. Um diagrama mostra o carregamento de ficheiros e recursos, redirecionamentos e a resposta do servidor, tudo em função do tempo. Com o Pingdom Tools, é possível ver, por exemplo, que a opção pelo uso de conexões seguras e os redirecionamentos HTTPS criam uma latência maior. Simplesmente leva mais tempo até que cliente e servidor “dialoguem”.

Nosso desempenho no Pingdom. A análise é mais baseada nos tempos de carregamento de cada recurso, e também analisa redirecionamentos. Como forçamos o HTTPS, um tempo um pouco maior costuma ser registrado.

Entretanto, para a maioria dos sites, o uso de SSL oferece vantagens. O próprio Google começa a utilizar esse aspeto como relevante em suas buscas. Aliás, um ponto que causa certa “lentidão” em websites, porém melhora o desempenho, o nível de confiança do usuário e mesmo o SEO. Trata-se de um recado para os perseguidores frenéticos do “100/100” no PageSpeed. O Pingdom oferece também um score geral, além de detalhes sobre a estrutura do site.


Velocidade do website – WebPagetest

Não é uma plataforma bonita, como as duas anteriores. Contudo, em termos de informação, talvez seja a mais rica delas. O WebPagetest avalia aspetos particulares envolvidos no carregamento de sites, a linha do tempo de tudo o que ocorre desde a requisição até a renderização de todo o conteúdo e também ignora itens à medida que possam não ser essenciais na estratégia de seu website. Para quem decide efetuar um trabalho minucioso, pesquisar ficheiro por ficheiro e script por script, essa é uma ferramenta melhor indicada.

Nosso site no WebPagetest. Notas A em todos os quesitos e engine ignorando o aspeto do CDN, uma vez que não o utilizamos.

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Velocidade e SEO caminham juntos

Há empresas a gastar fortunas em SEO. Apesar de melhorarem seu ranqueamento no Google, parecem não conseguir retorno do investimento com clientes. Seus clientes reclamam da demora e lentidão das páginas. Velocidade e SEO caminham juntos e, em alguns aspetos, o próprio Google beneficia empresas com sites mais rápidos e que rodem em telemóveis.

A velocidade é um fator sobre o qual existem dois atributos básicos em um website – sobre um deles, podemos ter controlo direto, sobre o outro… nem tanto. Em suma, a velocidade de carregamento e navegação de um website é determinado por dois fatores principais:

  1. O frontend, ou seja, a programação e forma com que iamgens, conteúdo e código estão dispostos no próprio site e sua visualização
  2. O backend, que é a parte relativa ao servidor, ou seja, a qualidade e recursos do alojamento ou host que está a utilizar

Para lidar com o segundo item, temos de aprender a selecionar serviços de alojamento que ofereçam melhores recursos, menos limitações e sejam otimizados para o tipo de website que estamos a planejar. Há hosts especializados em WordPress, por exemplo, enquanto outros especializam-se em abrigar lojas online e serviços de e-commerce. A verdade é que há serviços de host melhores e piores, mas como a maioria dos websites atuais empregam o WordPress em alguma instância, é melhor usar isso como ponto de partida para escolher um bom host. Em outro artigo recomendamos alguns que trabalham bem e apresentam bom desempenho com o WordPress.

Mais algumas dicas? Pois bem, na hora de fechar negócio com seu alojamento, há algumas “regrinhas” que deve seguir:

  • Opte sempre por servidores Linux para sites e aplicações comuns
  • Verifique com cuidado não apenas o espaço em disco, mas limitações ao fluxo de dados (bandwidth) e número de visitantes ao website
  • Prefira hosts que oferecem SSL gratuito
  • Os melhores servidores usam cPanel – fuja de “paineis próprios”. O benchmark é melhor e mais fácil de trabalhar
  • Armazenamento SSD – seu site irá rodar melhor e mais rápido
  • Descubra se o host possui suporte para HTTP/2 – não precisa compreender, apenas perguntar
  • Finalmente, tente sondar o suporte logo que fecha o negócio – tempo e qualidade das respostas

Afora isso, o melhor que se pode fazer em termos de backend é seguir recomendações. Busque referências, avaliações de grandes veículos do setor, como PC Magazine ou o próprio site do WordPress e experiências de conhecidos.

Velocidade e SEO – problemas no frontend

Aqui, nesta parte, temos de fato tudo aquilo que é possível melhorar em termos de performance sem haver necessidade de mudança de host. Ferramentas de análise diversas apontam os principais aspetos a melhorar. Contudo, embora existam muitos plugins que dizem fazer o milagre, cada site é diferente, possui ficheiros em particular e utiliza recursos que demandam estruturas diferentes. Assim sendo, a otimização quase sempre é parcial.

Para otimizar um site para ganhos de velocidade e, consequentemente SEO, é preciso avaliar cada caso individualmente. Otimizar imagens e usar plugins de cache pode resolver parte do problema, mas há que se considerar os temas modernos, cheios de recursos imensos que nunca são utilizados, e a forma com que o código está estruturado. Por melhor que seja seu trabalho de SEO, alguns fatores podem pesar contra o bom marketing:

  • Tamanho de imagens e elementos, em KB
  • Uso de cache do navegador e também no servidor
  • Velocidade de seu host, em tempo de resposta
  • Organização e número de ficheiros Javascript e CSS em seu site
  • Compactação e concatenação de ficheiros do site

Alguns plugins resolvem parte do problema. Entretanto, às vezes isso impede que determinadas funcionalidades em seu site funcionem perfeitamente, ou cria novos problemas distintos com velocidade. Outras questões que melhoram o desempenho de um site não são tão facilmente operáveis, como o uso de GZIP, habilitação de módulos do Apache, eliminação de bibliotecas e rotinas ociosas, entre outros.

Infelizmente para o público em geral, lidar com profissionais de SEO resolve apenas a questão do conteúdo e do marketing e publicidade frente a mecanismos de busca. E, ao lidar com programadores e técnicos, problemas de velocidade são por vezes resolvidos, porém com pouca atenção à parte de usabilidade e marketing do seu website.

Velocidade e SEO – como medir?

É importante medir a velocidade de seu website, embora isso não deva ser usado como uma métrica absoluta, principalmente no caso do Google PageSpeed. Embora seja uma boa referência, a verdade é que o PageSpeed, em muitos aspectos, penaliza algumas páginas rápidas com perda de pontos em razão de scripts e rotinas que são de seus próprios serviços. Exato – fontes do Google Fonts renderizadas em sua página, scripts de rastreamento do Google Analytics e AdSense e outros. Apesar de a própria empresa dar instruções de como inserir esses serviços em seu site, penaliza-os depois no PageSpeed. Um contrassenso.

Uma boa base, mas se quer mesmo medir direito a velocidade de seu website e detectar problemas com detalhes, deverá usar algumas ferramentas mais completas, que ajudarão velocidade e SEO em seu site:

Velocidade e SEO – feedbacks

Há mais uma coisa: nem todos possuem a mesma conexão e velocidade de acesso à internet. Talvez seu website seja razoavelmente rápido em sua conexão de alta velocidade, ou em 4G, mas isso não basta. Muitos de seus clientes possuem conexões piores, ou utilizam o site em condições não tão favoráveis. É preciso ouvir os usuários e efetuar correções e melhorias, para que não se perca nenhum cliente.

Outras dicas aqui são válidas: páginas mais leves e objetivas, conteúdo rápido e de fácil leitura e um design equilibrado, mas sem muita complexidade.

 

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Compressão de imagens

6 plugins para otimização de imagens no WordPress

Otimização de imagens é uma necessidade. Torná-las mais leves permite que seu site carregue mais depressa, o que evita lentidão, melhora o SEO e agrada mais aos clientes. Imagens de qualidade e alta resolução tê, sem dúvida, seu lugar – mas não é seu site ou blog. Contudo, como nem todos podem se dar ao luxo de ajustar tudo o que precisam em termos de imagens no Photoshop, acaba havendo três maneiras de fazer isso:

  1. Já selecionando, de antemão, fotos mais leves (mas correr o risco de ter uma visualização pobre)
  2. Instalar plugins que oferecem otimização já no WordPress (ou outro CMS)
  3. Usar serviços online nas imagens, antes de postá-las (falaremos disto em outro artigo)

Otimização de imagens – selecionar imagens mais leves

Não há muito segredo aqui. O ideal é optar por imagens mais leves na hora de montar posts ou mesmo seu site na internet. Imagens com mais de 100kb, em geral, provavelmente causarão ao seu site algum tipo de prejuízo na renderização, quando usuários acessarem o endereço. E, mesmo que a velocidade permaneça boa, pode haver penalização em termos de análise por parte de mecanismos de busca.

Uma dica útil aqui, para conseguir imagens leves, mas sem prejuízos à visualização, é atentar às dimensões dessas imagens. Por exemplo, fotos com 2000 x 1000 pixels são desnecessárias. Geralmente a maioria das imagens são exibidas em sites com tamanhos muito menores. A melhor maneira é adicionar fotos que tenham dimensões parecidas ou iguais àquelas que serão de fato exibidas. Por exemplo, se a imagem de destaque em seus posts possui por volta de 700 pixels de largura, tente incluir imagens com essas características – e não gigantes de 2 mil ou 3 mil pixels.

Do mesmo modo, é recomendável que fotos tiradas em câmeras de celulares mais modernos ou em câmeras digitais sejam redimensionadas antes de usadas em sites. Essas imagens são grandes e ocupam muito espaço, e apesar de terem qualidade irão atrasar a abertura de seu site.

Otimização de imagens – uso de plugins

Há imensos plugins que oferecem a possibilidade de otimizar imagens, para quem tem um site em WordPress. O problema é que a grande maioria deles oferece limitações quanto ao número de imagens que podem ser otimizadas. Para otimizar mais imagens, é preciso abrir uma conta nesses serviços e pagar. Simples assim.

Se você não importa-se em gastar um pouco mais, talvez seja uma boa opção. Mas vale lembrar também que, em termos gerais, quanto maior o número de plugins instalados em seu WordPress, pior será o desempenho da página. Às vezes, pode ser que você esteja a ficar na mesma. De todo modo, se prefere automatizar a otimização, os plugins são uma boa forma de fazê-lo. Há plugins melhores e piores, mas separamos aqui os mais utilizados e que oferecem ferramentas que DE FATO otimizam e reduzem o peso das imagens.

EWWW Optimizer

EWWW Image Optimizer – página do plugin

Esse plugin possui excelente desempenho e, como todos os que mostramos nesta lista, irá automaticamente otimizar todas as imagens JPG, PNG ou GIF que você possa subir para seu website. Ele também oferece possibilidades de “bulk optimization”, ou seja, de otimizar de uma só vez todas as imagens que você possua na seção de mídias de seu WordPress. A grande vantagem deste plugin é que não há limitações quanto ao tamanho de cada imagem a otimizar, embora haja limitações quanto ao uso – a menos que seja feita a assinatura da API do EWWW (e nesse caso é preciso instalar outro plugin ao invés deste… confuso).

Smush, da WPMU

Smush Image Compression and Optimization – página do plugin

Um dos otimizadores de imagens mais populares, porém bastante limitado. Os recursos são ótimos – otimização em bloco (mas na versão gratuita, apenas 50 imagens de cada vez), redimensionamento e configuração de tamanhos máximos para novas imagens. Outros recursos exigem algum conhecimento técnico, mas são igualmente úteis. Contudo, a diferença de desempenho e melhoria parece brutal… talvez a WPMU tenha deixado vantagens demais para a versão paga do produto – que só pode ser liberada caso assine todo o pacote de melhorias da WPMU Dev. Caso venha a usar todos os plugins da marca, talvez seja algo a estudar – mas são US$ 49,00 ao mês, sem direito a negociações ou descontos.

Kraken.io

Kraken.io Image Optimizer – página do plugin

Bom otimizador, mas com uma cota gratuita que depende do volume em MB de imagens, não do número de ficheiros. Gratuitamente, é possível otimizar até 100 MB de imagens ao mês – o suficiente para blogs mais simples. Contudo, se quiser mais que isso, só mesmo assinando a API da Kraken.io e inserindo a API Key na instalação do plugin. A partir daí, paga-se um inicial de 5 dólares ao mês, com uma cota de 500MB em ficheiros, mas há planos para um volume maior.

Na verdade, o Kraken.io pode ser vantajoso para aqueles que precisam otimizar imagens de maior peso ou em volume realmente assustador. A API torna-se mais barata conforme o volume avança. O plano mais avançando permite até 60GB mensais de imagens por 79 dólares, e cobra apenas 1 dólar adicional por cada Gigabyte a mais.

Shortpixel

Shortpixel Image Optimizer – página do plugin

Outro dos mais populares, é bastante simples de usar e também possui cota mensal, mas dessa vez de 100 imagens. Para a maioria dos sites WordPress, isso é suficiente. Novamente, há boa vantagem para volumes maiores. Cinco mil imagens mensais por US$ 4,99, doze mil imagens mensais por US$ 9,99, e por aí. Entidades sem fins lucrativos e ONGs ainda podem entrar em contacto com a empresa via e-mail (e em inglês), e assim conseguir acesso gratuito ao sistema.

TinyPNG

Compress JPG & PNG Images – página do plugin

Plugin interessante, de fácil uso e também com limitações em formato de “créditos”, relacionados ao número de imagens. O interessante desse plugin é que, muitas vezes, ele acaba permitindo que uma imagem seja “reotimizada” algumas vezes, e com ganhos. Algumas instalações do WordPress e alguns temas, contudo, podem fazer com que o plugin rode de forma “estranha”, conforme alguns relatos que ouvimos.

resmush-it

reSmush-it Image Optimizer – página do plugin

Esse é o único dos plugins de otimização de imagens que é REALMENTE grátis. A API é pública e não oferece limitações nenhumas em termos do número de imagens, seja por mês ou por tamanho dos ficheiros. Entretanto, pode apresentar alguns problemas de compatibilidade e nem sempre funciona de maneira rápida ou boa no WordPress, a depender da instalação. Ainda assim, o custo (ou ausência dele) vale o teste.

Otimização de imagens – teste rápido

Claro que fizemos um breve teste. A partir de cada um dos 6 plugins de otimização de imagens, aplicamos a ferramenta em uma mesma imagem – a versão original da foto a seguir, com 81,5KB em seu tamanho original. Vale lembrar que, quando subimos uma imagem ao WordPress, o tamanho original geralmente é ignorado – o WP cria versões em diversos tamanhos, para usos específicos, os chamados “thumbnails”. Nesse caso, os otimizadores precisa agir em cada um desses thumbnails.

Imagem para testes

Tiramos a “média” de otimização das ferramentas em cada uma das imagens, ou de suas derivações em thumbnails, em porcentagem de melhoria. Vejamos como cada plugin se comportou:

Nome do plugin Redução da imagem em %
EWWW IMAGE OPTIMIZER 7.2%
SHORTPIXEL IMAGE OPTIMIZER 6.2%
RESMUSH-IT IMAGE OPTIMIZER 5.2%
SMUSH IMAGE COMPRESSION AND OPTIMIZATION 4%
KRAKEN.IO IMAGE OPTIMIZER 3.7%
COMPRESS JPG & PNG IMAGES 2%

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