qr codes

5 razões para eliminar QR codes dos negócios

O empresário português, por alguma razão específica, adorou a cena dos QR codes. Metem em todo lado, querem de qualquer modo nos cartões de visita, em panfletos, banners, catálogos. A aparente aderência à inovação esconde uma visão equivocada do que é tecnologia – e ignora problemas óbvios de usabilidade no que concerne aos QR codes.

Toda a tecnologia que resulta necessariamente precisa de simplificar ou facilitar a vida dos seus usuários. Não fosse assim, ainda estaríamos a telegrafar ou conduzir viaturas movidas a vapor. A inovação que resulta sempre economiza recursos (entre eles o tempo), transforma processos longos em processos mais simples e com menos etapas e cria conforto e facilidade para os seus usuários.

Elimine os QR codes – estética

Primeiramente falemos de estética. Ao contrário dos códigos de barras tradicionais – que grosso modo são capazes de caber em qualquer tipo de design, embalagem ou contexto – QR codes são o que chamamos de “intrusivos”. Seu formato não permite muita modificação e, por conta do método de leitura, precisam de ter um tamanho mínimo.

qr codes

Sejamos francos – bonito ele de facto não é.

Vamos admitir a realidade: QR codes são simplesmente feios. E, além de feios, precisam ser minimamente grandes e interferir no design para que resultem em sua função inicial. Pode-se argumentar que isso é “conversa de designer”, mas quando temos a maioria esmagadora dos profissionais de uma mesma área a renegar determinado conceito ou elemento, há ali alguma coisa de errado.

Elimine os QR codes – inutilidade

Há sim uma série de informações que se pode agregar a um QR code. Contudo, um número limitado de informações. Para os defensores da tecnologia, parece o “máximo” que possamos simplesmente aceder a um link ou número de telefone ao apontar o telemóvel para o objeto.

A cena em si é realmente bastante forte, mas se analisamos cuidadosamente a realidade dos factos, chegamos à conclusão de que essa visão é um tanto romântica. A verdade é que, mesmo após fixar o telemóvel nos QR codes e aceder a um link, alguns usuários descobrem algo que não estavam a buscar ou mostra-se inútil em seu dispositivo. Por exemplo, QR codes que apontam para sites que não são responsivos, ou simplesmente QR codes que apontam números de telefone para que o cliente ligue, quando na verdade esse gostava de enviar um e-mail.

As complicações e frustrações relacionadas às informações de facto contidas nos QR codes tornam estes inúteis para a maioria daqueles que utilizam a tecnologia – e o número dos que realmente chegam a usar o código para algo, acredite, é muito menor do que esperamos que seja.

QR codes

Se é preciso explicar esse tanto apenas para que o usuário SAIBA como ler o código, é porque não está a resultar.

Elimine os QR codes – estatísticas mentirosas

O marketing em QR codes, como todo outro tipo de marketing, usa estatísticas aparentemente espetaculares, mas divulgadas às empresas pela metade. O empresariado português ainda acredita que o produto “físico” é o principal canal de comunicação com o público: daí a coqueluche dos QR codes e também dos autocolantes em viaturas e carrinhas. A verdade é que, se consideramos a proporção de retorno dos QR codes, toda a fé que se empresta a essa tecnologia vai por terra.

A Kellog’s, de cereais, lançou uma campanha do produto Crunchy Nut em 2011. As caixas do cereal traziam um QR code impresso que, quando lido, apontava para um vídeo da campanha. A marca comemorou os quase 40 mil views conseguidos com a campanha. No entanto, embora o número pareça impressionar, tal estatística ignora dois factos relevantes:

  1. Foram vendidas, no mesmo ano, quase 10 milhões de caixas do produto. Isso significa que menos de 0,004% dos compradores de facto se dispuseram a ler o QR code impresso na caixa.
  2. Um volume de 40 mil views em determinado vídeo, para uma marca desse poderio, é na realidade bastante baixo e aquém das expectativas.

Elimine os QR codes – e o RGPD?

Pois bem – a questão do RGPD obriga empresas a alertar e informar usuários a respeito do rastreio que estejam a fazer ou dos dados que estão a ser recolhidos, bem como o uso que será feito dessas informações. Mas como recolher consentimento claro a partir de um QR codes? Quererá mesmo o usuário que aponta para o código ser rastreado em relação à sua localização, dispositivo utilizado, IP, etc?

Ainda não há grande discussão sobre o assunto, porém o QR code pode se tornar, além de intrusivo e antiestético, um motivo para coimas ou punições. A interpretação é bastante vaga nesse caso, mas uma coisa é certa e líquida – quem quer que esteja a aceder um link por meio da leitura de um QR code não sabe quais dos seus dados e comportamentos estão a ser monitorados.

Elimine os QR codes – é só apontar!

Nada é mais mentiroso do que a suposta “facilidade” do processo de leitura de um QR code. Ainda que alguns telemóveis mais modernos tragam softwares em suas câmeras já configurados para a leitura dos códigos, há que se considerar alguns aspetos adicionais:

  1. Muito pouca gente possui tais telemóveis com leitura de QR codes “built-in”. Por quê? Simples: eles são os mais caros e modernos, com preços que facilmente excedem um ordenado mínimo em Portugal.
  2. Mesmo dentro daquele grupo de pessoas que possui um telemóvel com tal capacidade, é mínimo o número delas que SABE que seu aparelho possui tal recurso.
  3. Ok, a pessoa possui um telemóvel com o recurso e sabe disso. Agora, contudo, ela ainda precisará curvar-se, esticar os braços, aproximar-se da peça publicitária com o QR code ou mesmo descer da sua viatura, para conseguir apontar direito o leitor para o código impresso nas traseiras da carrinha que está à frente.

As barreiras são imensas. E, lembre-se, os itens anteriores referem-se apenas àquelas pessoas que possuem aparelhos capazes de ler os códigos sem qualquer tipo de instalação ou configuração adicional. A verdade, por outro lado, é ainda mais desanimadora. Para a grande maioria dos usuários, o processo normal para leitura de um QR code envolve:

  1. Verificar a existência de uma rede wi-fi ou possuir banda 3G ou 4G para aceder à web.
  2. Transferir e instalar um app que faça a leitura do QR code.
  3. Abrir o app, após a instalação, e apontar a câmera para o código impresso.
  4. Esperar a leitura (e rezar para que o sinal de internet ainda exista) da informação contida no QR code.
  5. Aceder ao website da empresa do QR code (se esse for responsivo), enviar um e-mail (novamente, se houver internet) ou telefonar para o número lido a partir do código (e, claro, pagar por essa ligação).

Não é necessariamente um “erro” usar um QR code, mas o problema está exatamente em jamais considerar todas essas possibilidades antes de optar pelo uso de tal tecnologia. Sim, muitos especialistas consideram o QR code uma tecnologia já ultrapassada, que sequer conseguiu grande aderência junto ao público em algum momento. As novas fronteiras da chamada realidade aumentada deverão tornar o código algo completamente dispensável nos próximos anos, de modo que qualquer empresas deveria estar pelo menos a perguntar: vale a pena investir ou acreditar em tal expediente?

gastar menos em adwords

Como gastar menos em AdWords?

As AdWords e outras formas de publicidade vinculadas a buscas ou redes sociais revolucionaram a propaganda. Hoje, pequenas empresas podem figurar lado a lado com grandes. Tudo excelente, mas essa ferramenta tem um preço – e, ao contrário do que muitos que atuam no marketing possam dizer, não é nada barata.

A facilidade de operação e investimento em AdWords faz com que muitos empresários elevem o tráfego em seus websites, mas misteriosamente, clientes que é bom, nada. E, enquanto toda gente clica sem comprar, a empresa segue a pagar por cliques – e acumula dívidas imensas com o Google.

Como gastar menos em AdWords – keywords negativas

A maioria das empresas que embarca no AdWords por conta própria acaba a pagar por cliques que jamais converterão. Isso porque se esquecem de incluir as chamadas “keywords negativas” na configuração dos anúncios. Essas keywords são “deduzidas” dos resultados. Por exemplo, se uma empresa está a vender livros didáticos em formato impresso, poderá excluir resultados para “livros digitais” ao adicionar essa keywords de forma negativa. Isso evita que usuários que não estão interessados nos livros impressos venham a clicar nos anúncios, gerando custos com cliques sem possibilidade de conversão. Para adicionar as palavras-chave negativas, basta seguir os passos no editor do AdWords:

  1. Selecione Palavras-chave e segmentação > Palavras-chave, Negativo.
  2. Clique em Adicionar palavra-chave negativa e selecione Palavra-chave negativa do grupo de anúncios ou Palavra-chave negativa da campanha.
  3. Se solicitado, selecione o destino para a nova palavra-chave negativa e clique em OK.
  4. Introduza a palavra-chave negativa no painel de edição.

Como gastar menos em AdWords – investir na cauda longa

O “long tail” em keywords é um conceito razoavelmente simples, mas também pouco observado por aqueles que investem no AdWords por conta. A cauda longa define keywords mais alongadas e específicas que, embora gerem menos cliques, resultam mais em termos de conversões. Isso pode parecer ruim para o empresário iniciante na publicidade digital (gerar menos cliques é negativo… ou não), mas o facto é que isso possibilita que gastemos menos ao pagar cliques que em nada ajudarão, concentrando todos os cliques em usuários que realmente procuram o produto que estamos a vender.

keywords negativas

Cauda longa – em outras palavras, ser mais específico na escolha das keywords, para concentrar cliques em usuários que realmente procuram o que está a oferecer.

Como gastar menos em AdWords – fazer experiências

Para todo e qualquer anúncio, é melhor criar duas ou três variações com baixo investimento para medir resultados. Isso impede que grandes somas sejam gastas em anúncios que resultam pouco, ou naqueles que custarão caro em termos dos lances em palavras-chave, para pouco retorno em termos de conversão. E, no que toca às experiências, não adianta de nada fazê-las apenas de início. As métricas são as melhores amigas da empresa que anuncia online e, para qualquer campanha, experimentos devem ser colocados no ar e medidos antes que as peças e anúncios definitivos recebam um investimento mais pesado. Para gastar menos em AdWords é preciso testar sempre.

Como gastar menos em AdWords – alta concorrência não é melhor

Temos uma predisposição natural em apostar naquilo que toda gente aposta. Com keywords ocorre algo parecido. Ao estudar as palavras-chave possíveis para determinado termo, geralmente priorizamos aquelas com maior concorrência. Sem dúvida que elas serão mais buscadas pelos usuários, mas também lhe custarão mais nos cliques e lances, além de rivalizar com diversas outras empresas que já estão a investir nelas.

Ao contrário do que muitas agências prometem, “estar em primeiro no Google” é praticamente impossível com palavras-chave de alta concorrência. Imagine do seguinte modo: se uma agência prometer o primeiro lugar em determinada keyword para cinco de seus clientes ao mesmo tempo, qual deles irá aparecer em primeiro? A concorrência fará com que sua empresa apareça menos em destaque, para que as demais investidoras da keyword também figurem. Isso resultará em uma imensidade de visualizações e buscas, mas em pouco resultado em termos de cliques e conversões.

Como gastar menos em AdWords – atenção aos horários

Algumas horas do dia geram mais buscas, mais cliques e mais conversões. A única maneira de chegar a esses horários é ao fazer os experimentos que sugerimos antes. Uma vez que os horários de maior atividade tenham sido medidos e definidos, o AdWords permite a programação dos anúncios conforme hora do dia e dia da semana. Pode utilizar a programação de anúncios para:

  • Especificar determinadas horas ou dias da semana para apresentar os seus anúncios.
  • Definir ajustes de lance para aumentar ou diminuir os lances para horas e dias específicos.

A segunda opção é muito interessante – ela não deixa de exibir seus anúncios nas horas de menor procura, mas reduz os gastos com cliques e lances nesses períodos nos quais o seu público tem menor interesse.

Regras Fundamentais da Venda

Copywriting – as 3 regras fundamentais da venda

Há algo como um vendedor nato, mas você não tem que ser um para te sucesso com marketing direto. Um vendedor nato tem um cérebro peculiar que é imune à rejeição, eternamente otimista e capaz de intuir o que os prospects querem. E, claro, conhece as regras fundamentais da venda.

Mas não é preciso ter essas habilidades como copywriter. Tudo o que você precisa é a habilidade de escrever uma simples carta – o tipo de carta que você escreve a um amigo – e você precisa de alguns segredos.

Três regras fundamentais da venda

  1. As pessoas não gostam da ideia de ouvir uma venda
  2. As pessoas compram coisas por razões emocionais e não racionais
  3. Uma vez comprando algo, as pessoas precisam satisfazer suas decisões emocionais com alguma lógica

Parece pouco, mas o facto é que a partir dessas breves máximas, é possível lidar com qualquer tipo de cliente ou circunstância que se apresente.

A primeira regra das vendas: apele para a “não-venda”

Vamos ver a primeira regra: as pessoas não gostam de ouvir uma venda. Isto posto, não há muito sentido. Todos os anos, trilhões de dólares em mercadorias e serviços são vendidos e comprados. Bilhões por e-mail ou online. Pense sobre seus amigos. Muitos deles, sem dúvida, amam comprar.

Isso significa que eles gostam de ouvir uma venda? Não. Definitivamente não. As pessoas querem comprar, mas não querem que algo seja vendido a elas. Comprar demonstra controle. Aceitar uma venda é o oposto.

As pessoas gostam de comprar coisas, mas não gostam se venda algo a elas. Lembre-se disso. Quer você esteja a redigir uma carta de vendas ou a tentar convencer um amigo a ir num show, não ponha pressão. Ofereça algo. Não force. Cause tentação. Contudo, como há de se causar tentação ao escrever um texto para um site ou produto?

A maioria das empresas ainda opta por rechear textos, especialmente em vendas na internet, de características técnicas e peculiaridades. Pense bem: quantas pessoas compram um doce por ser produzido com farinha “especial” ou porque é assado em um forno de alta temperatura? Ninguém. Pessoas compram doces porque é saboroso, porque outras pessoas o preferem ou indicam ou mesmo porque “ajuda a emagrecer”, embora isso seja obviamente contraditório e improvável.

Quando pensamos nas marcas e produtos de maior sucesso no mundo, é preciso lembrar de um facto que todos têm em comum: oferecem benefícios e criam uma imagem que contextualiza sua presença, ao invés de simplesmente listar como ou do quê são feitos.

A segunda regra das vendas: atinja onde dói

Agora nos estamos falando da regra 2: pessoas compram por razões emocionais e não racionais. Se a pessoa agisse racionalmente, dificilmente aquele mesmo doce anterior seria vendido. Não há uma razão lógica para comprá-lo. Ele não é nutritivo. Ele faz engordar. Ele cria desequilíbrios no seu metabolismo. E ele é caro. Ainda assim, a indústria mundial de doces é um império que apenas cresce, a despeito de dificuldades económicas ou crises. Ao redigir peças com foco na venda e conversão, um copywriter precisa apelar a aspetos emocionais do potencial cliente. É fácil começar com 7 exemplos disso:

  • Medo!
  • Avareza!
  • Vaidade!
  • Luxúria!
  • Orgulho!
  • Inveja!
  • Preguiça!

Nada casual – para quem é católico, e mesmo para quem não o é, essa pequena lista traz lembranças óbvias. Embora tais emoções possuam uma conotação negativa e até “pecaminosa” para muitos, o facto é que compreendem poderosos gatilhos mentais na redação voltada à conversão e às vendas. Há, claro, formas de também apelar a emoções e reações mais nobres, como a generosidade ou a solidariedade, mas a escolha dos argumentos e do foco das peças de copywriting irá depender sempre do produto a vender e do cliente que se queira atingir.

A terceira regra – a racionalização

Sim, grandes textos de vendas e peças publicitárias apelam sempre de forma direta ao emocional. Não falamos em marketing de “impulso de compra” porque consumidores pesquisam ou avaliam com cuidado produtos antes de comprá-los. Ainda assim, mesmo após o cliente tomar uma decisão emocional a respeito da aquisição de algo, é preciso que ele então satisfaça sua própria consciência com motivos racionais para adquirir esse mesmo produto.

O erro da comunicação em vendas está, em geral, na inversão desses fatores. Aspetos técnicos e argumentos racionais acerca de um produto são importantes, mas deverão aparecer apenas uma vez que um gatilho emocional apelativo já foi colocado em cena. De volta ao exemplo do doce, toda gente hoje parece preocupar-se com o quanto de calorias o alimento possui ou não. Mesmo assim, e mesmo quando compromissadas com dietas e rotinas de emagrecimento, as pessoas compram um alimento por seu sabor, praticidade ou simplesmente porque a mensagem que tal produto passa em comerciais ou socialmente é mais valorizada.

Porém, há muito mais o que falar sobre vendas e copywriting. Nas próximas semanas entraremos mais a fundo nessa área com conceitos que poderão mudar completamente sua comunicação online.

 

Estratégia

Estratégia é melhor que anúncios

Fórmula de Lançamento, cirandas de marketing digital, vendas no “automático”… tudo isso soa maravilhoso, mas se ganhar dinheiro ou fazer negócio fosse como sentar-se e ler o jornal, nenhum de nós sairia de casa todas as manhãs. O mercado digital trouxe oportunidades fenomenais e mudou completamente a economia, e anúncios online fizeram com que pequenos negócios pudessem rivalizar com grandes em algumas frentes. Ainda assim, não se engane:

ESTRATÉGIA É MELHOR QUE ANÚNCIOS… SEMPRE

Toda gente hoje investe euros e mais euros em Google Ads e Facebook Ads. De uns quantos euros aqui, para conseguir mais “gostos”, até outros tantos euros ali, para aumentar as visitas, gasta-se muito. O pequeno empresário enxergou no marketing digital a possibilidade de divulgar seu negócio para toda gente sem sair de casa, mas esqueceu de calcular o quão mais caro cada cliente que bate à sua porta se tornou.

Estratégia – o que vender?

Já reparou que as maiores lojas online do planeta costumam a dar destaque para alguns poucos itens em suas chamadas, campanhas e landing pages? Não é por acaso. A questão é que o varejo online repete a vida, e não raro 80% dos itens nem chegam a responder por 20% da faturação. Assim sendo, melhor meter seu foco nos produtos que de facto estão a vender do que enfiar dinheiro em campanhas genéricas do Facebook ou Google Ads.

Empresas de Portugal já aderiram aos ads digitais, mas o fazem sem qualquer critério, o que reflete apenas em gastos e não resultados.

Estratégia – design não é gosto

Ou melhor, não é o gosto do empresário e sim o dos clientes. A grande maioria dos pequenos empresários ainda confunde suas preferências pessoais com o caráter ou necessidade de seus negócios. A consequência são websites, e-mails e peças gráficas de talhos que lembram oficinas mecânicas, de centros de formação que lembram talhos e de oficinas mecânicas que lembram salões de beleza.

Ao atender o gosto pessoal e iludir o cliente, essas empresas atentam contra sua própria imagem e terminam por não resultar, fechando as portas eventualmente. Pode parecer exagero, mas mesmo as maiores empresas do mundo já passaram por reformulações de design e marca em função de decisões de cunho pessoal de donos e acionistas. O público não perdoa – se a sua imagem não tem significado ou não transmite confiança, clientes vão ter noutro sítio.

Estratégia – o dobro do esforço não é o dobro do lucro

Máquinas de vendas e fórmulas automatizadas… infelizmente, o mundo real não é tão matemático quanto se quer supor. Meter o dobro de investimento em publicidade não resulta necessariamente no dobro de vendas e, certamente, não resultará no dobro dos lucros. Isso porque, por mais que queiramos acreditar que clientes são todos iguais, não é o que ocorre. A estratégia substitui a matemática no marketing, digital ou não, e não raramente, é possível lucrar o dobro com METADE do esforço.

Não há lugar para suposições no meio digital – mas já deveríamos sabê-lo, pois no mundo “offline” também não há espaço para tal.

Qual a conclusão?

Tudo isso quer dizer apenas uma coisa: antes de enfiar dinheiro suado em Google Ads ou campanhas sem critério algum, sente-se, analise, ouça clientes e parceiros e trace seus planos e estratégias. Mesmo quando gastos impulsivos em marketing resultam de algo, os números não planeados podem levar a conclusões distorcidas, que colocadas à frente poderão ameaçar até mesmo a saúde financeira da sua empresa.

SEO bnext1

SEO – a diferença entre 100 clientes e 100 usuários

Gerar tráfego não é algo fácil. Exige, em geral, um site bem estruturado, bonito, com conteúdo frequente e boas funcionalidades. O SEO é parte do trabalho aqui, mas não necessariamente é colocado como prioridade. O erro, para a maioria das pessoas, é achar que o SEO é apenas mais um aliado para conseguir aumento de tráfego em um site na web – e elas não poderiam estar mais enganadas.

O Search Engine Optimization, ou SEO, surgiu em função do domínio das ferramentas de busca, como Google e Bing, em relação à forma com que pessoas acedem a informações pela web. Como tais ferramentas possuem mecanismos e critérios para tornar buscas inteligentes e gerar hierarquias a partir do que usuários procuram, o SEO apareceu como uma forma de alinhar conteúdos a esses critérios.

Sim, primeiramente, o objetivo puro do SEO era o de gerar tráfego – fazer sites “aparecerem” no topo da lista. E, em muitos aspetos, continua a ser esse o objetivo. Porém, os profissionais do ramo que levam seu trabalho a sério sabem de duas coisas:

  1. Ranquear em primeiro é algo que depende da palavra-chave à qual nos referimos – e nem sempre é essa a mais procurada pelos usuários
  2. Gerar tráfego em termos de volume chama a atenção, mas isso não significa que esse tráfego é formado por usuários qualificados

Por maior que seja o tráfego em um site, orgânico ou provocado, a conversão pode tornar números gigantescos em esforços caros e desnecessários – em outras palavras, tudo o que foi gasto gerou enorme público, mas ninguém de fato está comprando ou consumindo algo por ali.

SEO – que caminho devemos trilhar?

O parceiro Cristiano Gomes, da Bnext1 Web Consulting, especialista em SEO e SEM e com experiência em marketing digital em diversos segmentos, explica que muitas vezes a falta de foco é o problema que leva a grandes gastos e poucos resultados. Apenas colocar dinheiro em AdWords ou utilizar-se das já batidas receitas de SEO, que estão a ficar para trás, pode levar a pouco retorno sobre o investimento. Alguns pontos que muitas vezes são colocados de lado, nesse sentido, são essenciais:

SEO bnext1

Foco – Decidir qual é o targeting

Cristiano Gomes, da Bnext1 Web Consulting, aponta que a falta de definição de alvos leva a estratégias ineficazes de SEO e SEM. “Com uma boa análise da concorrência, conseguimos compreender quais os comportamentos lineares entre as marcas, e que focos eles seguem online. Com isto, e um bom outreach, conseguem entender onde a vossa marca se pode destacar no mercado (o valor da diferenciação é fundamental nos mercados de hoje), e assim, criar uma estratégia web, que vá atingir o público alvo do nosso produto.”

O mito do “primeiro no Google”

Planeamento e análise não são tempo jogado fora, promete Gomes, da Bnext1 Web Consulting. “Quando as pessoas procuram no Google, procuram para resolver o problema. Como experts em SEO, temos de nos focar nisso, em ajudar as pessoas a resolver os problemas. Se querem vender mais nas vossas lojas online e pensam que comprar um produto específico e estar em primeiro lugar no Google é o que vai fazer com que consigam vender cada vez mais, estão enganados.”

“Quando as pessoas procuram por um produto específico, caso o utilizador pretenda comprar na hora , ou seja, agindo com reação e não consegue, ele vai sempre procurar alguém, alguém que o influencie, que dê uma opinião indicando que aquela marca é a melhor. Dessa forma, o utilizador vai procurar de imediato no Google a solução. E qual é a solução? O utilizador vai querer perceber se aquilo que recomendaram tem o fator veracidade.”

SEO – popularidade não é conversão

Uma empresa não pode ter o mesmo foco online de um Youtuber ou blogger. Embora a popularidade seja bem-vinda sempre, ela deve ser uma consequência de um trabalho de marketing bem feito, e não seu ponto de partida. A conversão é a chave para um site ou campanha de sucesso para uma empresa. Ter um milhão de visitas em uma loja online e apenas 100 clientes a comprar algum produto é praticamente um case de como NÃO desenvolver uma estratégia de marketing digital.

A grande questão é o comportamento. Quando um trabalho de marketing percebe o comportamento do usuário, conseguindo assim torná-lo um cliente, o mecanismo de conversão é desvendado. Com um bom planeamento, o mesmo milhão de visitas pode gerar um fluxo de 10 mil ou 20 mil clientes de facto convertidos. Ainda assim, o comportamento é algo em constante mudança. “Não se trata de um serviço único (SEO), mas sim um serviço de acompanhamento, que permite análise de data de comportamento do cliente e permite à empresa entender qual o comportamento humano por detrás de cada visita aos websites”, Gomes, da Bnext1 Web Consulting.

Conheça nosso parceiro

Bnext1 Web Consulting

A Bnext1 é uma empresa especializada no desenvolvimento e acompanhamento de marketing online (branding), ou seja, através da implementação de medidas de construção e consolidação de uma marca no mercado.

Woocommerce gdpr

Vantagens e desvantagens de uma loja em WooCommerce

O plugin do WooCommerce é certamente um dos mais populares dentro da comunidade do WordPress. A razão é simples: uma loja em WooCommerce hoje é algo comum e usado por empresas de todo o mundo para vender rapidamente e com flexibilidade na internet. Sem dúvida, o uso do WooCommerce possui diversas vantagens sobre algumas outras opções de concorrentes, mas também tem suas desvantagens.

Cada tipo de plataforma para e-commerce possui vantagens e desvantagens, é claro. Embora algumas alternativas na nuvem sejam mais indicadas para empresários que estejam começando suas atividades, o WooCommerce é poderoso e pode representar um ganho de escala em negócios mais maduros.

Vantagens do WooCommerce

Sempre em comparação com outras plataformas, mesmo aquelas na nuvem, o WooCommerce possui uma série de vantagens. Para além de se tratar de um sistema criado a partir de um plugin para WordPress – plataforma na qual a maioria dos sites atuais são criados – há benefícios nítidos na escolha desse sistema para montar lojas online:

  1. Gratuito. Embora uma série de extensões e plugins extras sejam pagos, o sistema central do WooCommerce é totalmente gratuito. Para desenvolvedores, representa um sistema completamente grátis, uma vez que estes podem inclusive desenvolver funcionalidades extras mesmo sem pagar por extensões.
  2. Simples. Especialmente para aqueles que já lidam com o WordPress, o WooCommerce é uma plataforma de fácil operação, principalmente quando comparada a outras alternativas, como o Magento.
  3. Seguro. Sempre atualizado e com novas versões sendo lançadas, o WooCommerce atingiu um estágio de desenvolvimento no qual oferece grande nível de segurança para lojistas, inclusive com possibilidades de melhoria por meio de sistemas implantados por desenvolvedores capazes.
  4. Popular. Inclusive entre desenvolvedores. Criado para WordPress, e em PHP, o WooCommerce é familiar para a maioria dos informáticos que lidam com sites. Plataformas como Magento, OSCommerce e Prestashop não são, por outro lado, dominadas por todo e qualquer desenvolvedor.
  5. Flexibilidade. Como seu sistema é open source e permite a criação de plugins e extensões, o WooCommerce é muito mais flexível para novas funcionalidades e alterações do que outras plataformas concorrentes.
  6. SEO. Construída em WordPress e com vistas a dar prioridade ao conteúdo, o WooCommerce também oferece facilidades para trabalhos competentes em SEO e marketing, facilitando a vida de quem tem uma loja online.

Há muitas outras vantagens em usar o sistema, principalmente quando empresários contam com uma equipa fixa de informáticos responsável pela loja. O WooCommerce permite a um negócio evoluir e ganhar tração conforme as necessidades e desafios do crescimento se apresentem. Mesmo quando uma loja é criada do zero, o investimento inicial tende a ser menor do que o necessário para utilização de outras plataformas de CMS e muito menor do que o necessário para a criação de “soluções próprias”, algo que algumas agências ainda insistem. A popularidade do sistema não é à toa – e soluções próprias criam uma dependência do desenvolvedor que nem sempre é bom negócio para uma empresa.

WooCommerce

WooCommerce – registo e controlo de produtos ocorre de forma similar à gestão de conteúdo e posts em blogs, o que facilita a gestão por parte de empresários, mesmo sem conhecimento vasto de internet e informática.

Desvantagens do WooCommerce

Nada é absoluto. Claro que o WooCommerce, assim como qualquer outra solução para lojas online, possui suas desvantagens. Quando o objetivo é investir pesado em vendas online, dificilmente o WooCommerce oferece barreiras, mas há alguns inconvenientes que podem surgir para pequenos empresários, a depender de suas estratégias de vendas.

  1. Poucas funcionalidades. O plugin original do WooCommerce funciona bem para lojas simples, porém tem poucas funcionalidades em relação a sistemas prontos, como aqueles existentes na nuvem. Quando se possui um bom programador ou desenvolvedor, que possa agregar novas funcionalidades, isso não é um problema, mas pode ser uma barreira para os que decidem criar uma loja por conta própria.
  2. Velocidade. Sem manutenção, o sistema do WooCommerce pode tornar-se mais lento à medida que muitos produtos e clientes trafeguem pelo site. Quando há uma equipa de desenvolvimento, isso pode ser facilmente superado, mas depende também de um bom alojamento e algum investimento periódico.
  3. Integrações. O WooCommerce possui óptima integração com qualquer sistema ou plataforma que esteja online, porém para empresas que usam soluções próprias de CRM, ERP ou controlo e gestão, podem ser um problema. Em geral, soluções modernas integram-se bem ao WooCommerce, mas aquelas mais desatualizadas são problemáticas. Talvez, por conta disso, também seja uma boa hora para que um empresário atualize seu sistema de gestão.

 

Web Design Conversão

Web design sem conversão é inútil

O web design é, comumente, uma área associada à arte. Sem dúvida que o objetivo dessa disciplina é sempre o de criar algo belo, prático e inovador. Contudo, há um objetivo muito mais crucial e importante no web design, o qual por vezes é esquecido. O web design precisa gerar conversões.

Ainda quando não se trata de uma loja ou site corporativo, todo website tem sempre uma meta. Há sempre algo que deseja-se por parte do usuário ou leitor: seja uma maior permanência, ou cliques em áreas específicas, ou que transfira ficheiros ou ainda compre produtos. A função do web design, nesse caso, não é a de “deixar tudo bonitinho”. Ao contrário, há sites não tão bonitos que geram resultados esperados – outros são lindos, mas não atendem às metas que são estabelecidas.

Web design com conversão

O web design com conversão implica no estudo do público-alvo, do cliente que está a desenvolver um novo site e até mesmo das práticas e plataformas em voga no momento em que o site é desenvolvido. O erro comum está em “fragmentar” o raciocínio no campo do design. Ou faz-se primeiro algo bonito ou vistoso, para somente depois pensar no uso prático dessa peça, ou pensa-se demais na prática, utilizando o design somente à posteriori para “consertar” o que realmente não é aceitável.

A visão holística dentro da criação de sites ainda é algo raro. Dificilmente opta-se pelo simples e direto e, tanto da parte de clientes quanto de agências, prima-se pelo aspeto do projeto em termos de gosto, não de usabilidade ou resultados. Enxergar a conversão, com base nas intenções do cliente e comportamento de seus usuários, é uma das principais funções do web designer.

Características do bom web design

Seguir tendências, estar com uma “cara” moderna ou aplicar modelos prontos que estejam em alta não constitui um bom web design – ao menos não necessariamente. A união do útil, do agradável e do lucrativo precisa ocorrer sempre. A visão completa de Dieter Ram a respeito dos “mandamentos” do bom design traduzem, de forma primorosa, o que qualquer empresa ou dono de site deve esperar de seus web designers. Contudo, é preciso deixá-los trabalhar, para que alcancem uma peça que atenda a 10 itens essenciais:

  1. Um bom web design é INOVADOR. O bom web design faz uso, sempre que conveniente, de tecnologias que sejam inovadoras e atuais. Desenvolvimento de sites com padrões de um, dois ou dez anos atrás é algo que não é cabível e nem mesmo profissional. O bom web design cria produtos que tenham uma vida útil considerável, e portanto precisam ser inovadores em relação a seus antecessores.
  2. Um bom web design é ÚTIL. Isso significa que todo elemento, estético, artístico ou visual, precisa de utilidade. Vivemos em uma época na qual usuários são imediatistas e práticos, e qualquer aspeto sem utilidade é simplesmente ignorado ou deixado de lado.
  3. Um bom web design é ESTÉTICO. Sim, a beleza ainda é importante. De um modo geral, o “high-end” do trabalho do web designer é criar produtos belos a partir de todas as demais limitações e necessidades existentes num projeto.
  4. Um bom web design é EXPLICATIVO. Tal qual o design tradicional, um produto de web design que precise de explicações ou manuais para que seja compreendido pelo usuário é algo que certamente fracassou. Se leitores e usuários não percebem o que determinado design quer dizer, é hora de trocar por algo mais compreensível.
  5. Um bom web design é DISCRETO. É possível ser apelativo sem atropelar a personalidade do próprio usuário ou a importância do conteúdo. Quando o web design interfere de maneira a limitar a compreensão do conteúdo ou impedir a manifestação e engajamento do usuário, ele simplesmente não funciona.
  6. Um bom web design é HONESTO. O web design de qualidade não tenta “parecer” algo diferente daquilo que é. Um site não pode manipular o usuário com promessas que não é capaz de cumprir ou oferecendo funcionalidades que simplesmente não possui.
  7. Um bom web design é DURADOURO. O web design e suas tendências estão em constante evolução e mudança. O web designer precisa, desse modo, garantir que o produto entregue a seus clientes seja atual e cabível pelo maior tempo possível. O bom web design sobrevive a tendências menores.
  8. Um bom web design é PRECISO. Não se pode deixar a interpretação e o design por conta do acaso. Cada reação e intenção deve ser, sempre que possível, prevista pelo web designer e usada de modo a tornar o site algo mais eficaz.
  9. Um bom web design adapta-se ao AMBIENTE. No caso de Dieter Ram, isso diz respeito ao atributo “environmentally friendly” de um design. No contexto do web design, pode-se traduzir como algo que não crie incômodos e poluição visual em relação àquilo com que o usuário já está habituado, conforme a respetiva plataforma.
  10. Um bom web design é MÍNIMO. O web design tem como função organizar e dispor informações e conteúdo relevante, para criar uma visualização funcional, útil, prática e agradável. Quanto maior o número de elementos e variáveis, mais difícil torna-se atingir tal objetivo.

Saleable design

A MeuPPT trabalha com uma filosofia dentro de seus projetos de design e web design que vai além dos conceitos que já abordámos. A verdade é que o design de qualidade, além de criar conversão e gerar resultados para o cliente, pode inclusive gerar receita. Marcas bem constituídas são capazes de criar fontes alternativas e complementares de receita simplesmente com base em seu design e estilo.

No campo offline, a Apple, a Ferrari, a Starbucks, são todas bons exemplos disso. Seu design é tão marcante, útil e agradável, que chega a ser vendido e criar faturação para essas empresas. A Ferrari vende perfumes, camisetas, jaquetas e acessórios de vestuário. Em tese, trata-se de uma marca de automóveis. Entretanto, seu design é tão bem planejado e construído que passa, por si só, a ter valor.

No campo do web design isso é, de certo modo, uma novidade. Ainda assim, pensamos com esse objetivo. Amanhã, aspetos e módulos de programação e web design usados em um site empresarial poderão ser vendidos aos usuários. Plataformas personalizadas e com design mais sofisticado podem ser alternativa paga a websites mais simples e comuns. Ebooks, apresentações, animações – tudo isso pode gerar receita financeira suplementar. Como designers, temos de pensar no valor do que criámos – inclusive sob o aspeto financeiro.

O Saleable Design é o design que pode ser vendido. A partir dele, podem ser criados produtos e serviços específicos, que antes sequer eram imaginados. Para concluir a ideia da conversão, basta encerrar com uma simples frase:

 

 

Design sem conversão é apenas mero desenho.

MeuPPT Comunicação
live chat grátis

Live chat grátis em seu website – por que utilizar?

Os live chats estão na “moda”. Contudo, acredite: há bons motivos para usar um live chat em seu website. Há opções gratuitas e pagas ou mesmo possibilidades de criar e desenvolver chats do zero com frameworks e sistemas para desenvolvimento. De qualquer modo, não se trata de apenas mais uma “mania” em websites.

O live chat é uma ferramenta de contacto, especialmente de primeiro contacto. Os clientes, cada vez mais, buscam comunicação com empresas por canais com os quais estão acostumados. O live chat lembra bastante aplicações de mensagens, como o Whatsapp ou o Facebook Messenger, e por isso atrai cada vez mais a clientela em busca de informações.

Se não sabe ainda o que é um live chat, basta lembrar de qualquer website que ofereça, geralmente no canto inferior direito, um botão ou campo para contactar um vendedor ou alguém do suporte ao cliente. Ali, é possível falar em tempo real com atendentes, pelo menos em horário comercial. Longe de ser mais uma “incrementada” em sites, o live chat oferece um canal de atendimento com o qual o cliente se sente mais confortável e, geralmente, consegue respostas de forma mais rápida.

Live chat – estatísticas que comprovam

Não se trata de “achismo”. O live chat desponta hoje como um dos canais de comunicação com o cliente que mais cresce. O telefone e o e-mail continuarão a existir, especialmente como suportes e complementos, porém perdem rapidamente espaço para a nova ferramenta.

Quando se trata de tecnologia, é preciso primeiro olhar para o mercado norte-americano. Daí por diante pode-se traçar tendências a serem quase que certamente seguidas em escala global. No caso dos Live Chat, as principais consultorias norte-americanas e empresas de marketing digital possuem estatísticas reveladoras.

63% dos usuários

Afirmam que retornam muito mais frequentemente em websites que oferecem algum tipo de contacto via live chat ou similar. Do mesmo modo, 73% das avaliações positivas a atendimentos vêm de avaliações feitas por clientes atendidos por chat.

Alguns estudos norte-americanos ainda apontam que a grande maioria dos clientes com dúvidas – 77% deles – acabam não realizando qualquer compra quando o website não oferece atendimento via live chat. Embora enviem suas dúvidas por outros canais, acabam nunca adquirindo produtos e serviços. Contudo, o aspeto mais interessante dessas pesquisas é aquele avaliado, por exemplo, pela BoldChat. Clientes afirmam preferir o live chat por uma série de razões, mas em sua maioria por três fatores principais:

  1. Perguntas são respondidas no mesmo instante
  2. É possível questionar enquanto se realiza outra tarefa
  3. É visto como mais eficiente do que outros meios de comunicação

Live chat – ferramentas

O Tawk.to é uma ferramenta realmente gratuita – oferece o básico em termos de live chat e funciona bem, mesmo em telemóveis. Porém, se busca organização melhor ou recursos sofisticados, não se trata da melhor opção. A plataforma é apenas razoável e integrações são possíveis com quase todos os programas, mas exigem algum domínio de desenvolvimento e programação.

A nossa opção de eleição é sem dúvida o fenomenal Jivochat. Há um plano gratuito, para empresas mais pequenas, que pode ser elevado e aprimorado à medida que cresçam as solicitações de clientes. O processo de inclusão no website é simples e facílimo, a customização igualmente descomplicada e o sistema de acompanhamento e atendimento para os operadores excelente. O app que permite o atendimento ao chat à distância é leve e roda bem em qualquer telemóvel.

live chat

Jivochat – leve, simples, rápido e roda em qualquer website, além de possuir excelente app para controlo e atendimento à distância.

Outra ferramenta com poderosos recursos é o Live Chat Inc. Apesar de não possuir uma versão necessariamente gratuita, permite testes sem custos de 30 dias e oferece recursos de organização e controlo muito mais sofisticadas que alguns rivais. Para empresas com mais movimento ou sistemas de e-commerce, talvez uma opção melhor em lugar de chats gratuitos.