Google Académico

O que é Google Académico?

O Google é mais do que um site de buscas apenas. Ao longo dos anos, os desenvolvedores do Google criaram centenas de aplicações e serviços. Alguns deles acabaram por ser descontinuados, porém outros alcançaram enorme sucesso.

Serviços como o Google AdWords, Google AdSense, Youtube e Google Analytics ditaram, em muitos aspetos, o que entendemos como internet nos dias de hoje. Entretanto, alguns serviços ainda são pouco conhecidos, embora extremamente úteis. É esse o caso do Google Académico.

Grosso modo, o Google Académico é uma ferramenta de buscas de nicho. Nela, o usuário pode aceder a todo tipo de conteúdo e literatura estritamente académica: teses, artigos, trabalhos de pesquisa diversos, monografias e afins. Embora parte do material não seja necessariamente gratuito, o Google Académico encontra-o assim mesmo.

Seleções e biblioteca no Google Académico

Google Académico permite realizar buscas assim como o Google, porém tem a funcionalidade de guardar documentos e referências – algo particularmente útil para aqueles que precisam de tal material em estudos e trabalhos. No canto superior direito do ecrã, durante as buscas, é possível marcar e guardar links de trabalhos listados e também citações de cada um deles, para uso posterior.

Google Académico

Google Académico – ferramenta de “guardar” referências e publicações para consulta posterior é verdadeiro ouro para qualquer estudante, universitário ou mesmo pesquisador.

Na parte esquerda do ecrã, a ferramenta oferece filtros que ajudam o usuário a encontrar os trabalhos que precisa. Há basicamente três filtros maiores:

  1. Ano de publicação
  2. Idiomas dos trabalhos
  3. Ordenação (por relevância em relação à palavra-chave ou por data)

A barra de filtros ainda permite que o usuário decida se quer ou não incluir textos de patentes ou citações à sua listagem de documentos encontrados.

Facilitação de bibliografia e referências

Com a ferramenta de “Minha Biblioteca”, pode-se guardar referências usadas ou listas de documentos para posterior consulta. Do mesmo modo, ao guardar citações o usuário praticamente pode construir sua bibliografia e lista de referências, para posterior uso em seus trabalhos sem grande esforço. Em cada item listado, o Google Académico mostra um ícone pequeno de uma estrela e outro com o desenho de pequenas aspas.

Google Académico

O primeiro ícone, da estrela, guarda o item na biblioteca do usuário. O segundo ícone, das aspas, gera uma citação referente ao artigo ou item consultado – algo excelente para a seção de bibliografia e referências de qualquer trabalho.

Mais ferramentas do Google Académico

A tela inicial de buscas do Google Académico oferece algumas outras ferramentas – desde que o usuário esteja logado com seu perfil do Google. No canto esquerdo do ecrã, o ícone de acesso ao menu abre uma lista das ferramentas de forma objetiva. Ali, é possível avaliar métricas de consultas anteriores, criar alertas para buscas por palavras-chave específicas e até mesmo aceder a um formulário para consultas avançadas e mais criteriosas, incluindo autores, referências e expressões exatas que possam ser encontradas no conteúdo dos trabalhos a listar.

Google Académico

Google Académico – tela inicial permite aceder a ferramentas mais avançadas, métricas e outras funcionalidades como a criação de alertas.

moodle

6 alternativas mais modernas e eficientes ao Moodle

O Moodle é um dos sistemas de LMS – para gestão de cursos e formações online – mais utilizados do mundo. Seu principal apelo? O fato de ser, em tese, gratuito e open source. Contudo, quem já trabalha ou trabalhou com o sistema sabe que o “low cost” nesse caso é apenas um ilusão.

O uso de um LMS é uma alternativa interessante e “definitiva”, mas o barato pode sair caro e geralmente isso exige equipes ou prestadores de serviços que dominem e mantenham tais ferramentas. Em termos de alternativas para o Moodle, considerámos de forma realista duas categorias delas: plugins ou add-ons para WordPress e plataformas na nuvem.

WordPress como alternativa ao Moodle

O WordPress, alguns argumentarão, não é a “ferramenta certa” para criar cursos e formações online. Bem, quem pensa que o WordPress hoje ainda é uma plataforma apenas para criar blogs e sites simples está redondamente enganado. Trata-se do sistema livre e open source para criação de sites e aplicações mais usado no mundo, com o maior número de plugins e add-ons e total versatilidade em termos de customização. Aliás, como é totalmente customizável, já sai à frente do Moodle.

Quem já desenvolveu em Moodle sabe que a customização é difícil, demorada e cara. Poucos mexem com a plataforma e, por sua estrutura, acaba permitindo muito poucas alterações. Talvez haja por aí uma dúzia de temas capazes de deixar o Moodle um pouco mais bonito, porém a estrutura e o jeito da ferramenta permanece igual. Quando queremos cobrar por cursos então, o inferno está declarado – integrar o Moodle com gateways é um pesadelo.

Dentre o imenso número de plugins de LMS para WordPress, três destacam-se de forma excecional:

Learndash

Não é barato – custa a partir de US$ 159 para um único site. Entretanto, além do pagamento ser feito uma única vez, o Learndash não impõe limitações para o número de cursos ou alunos registados. As ferramentas são rápidas, fáceis de usar e proporcionam um controlo dos estudantes, notas, avaliações e mesmo de cobranças e pagamentos sem grandes problemas. Ao optar por planos mais avançados, o plugin ainda oferece um painel de gestão que coloca quaisquer ferramentas de administração do Moodle no passado.

Alternativas ao Moodle

Learndash – versões e planos mais avançados oferecem um painel de controlo para gestores completo.

Learnpress

O Learnpress, ao contrário de outros bons plugins de LMS para WordPress, pode ser usado gratuitamente. A apresentação é, na verdade, bastante parecida com a lógica do Moodle. Entretanto, além de mais customizável, possui também uma série de add-ons que, embora pagos, podem incrementar as possibilidades. Para efeitos de teste em um ambiente WordPress, o Learnpress é uma boa alternativa. Pode-se começar gratuitamente e equipar seu e-learning posteriormente, com add-ons que permitam gestão melhor, atividades diferenciadas e cobrança direta de alunos através da mesma ferramenta.

LifterLMS

Também custará um pouco, porém o LifterLMS é a mais completa e poderosa ferramenta de LMS para WordPress. Sistemas de cobrança e pagamento com todas as variáveis, possibilidades de venda de assinaturas, questões e avaliações multimédia, certificações e outros. Há muito o que explorar e as possibilidades de customização e branding são infinitas. Há temas, inclusive, já equipados com o LifterLMS, o que poupa mais trabalho.

O ponto negativo desta ferramenta tem a ver com sua própria complexidade – como dispõe de praticamente todos os recursos que são esperados de um LMS, é difícil de aprender e dominar.

Sistemas online como alternativa ao Moodle

Sistemas e plataformas na nuvem podem facilmente substituir o Moodle. Além da modernidade dessas ferramentas, que já contam com toda a estrutura para publicação, gestão e venda de cursos online, há a questão dos custos. Paga-se sim assinaturas mensais na maioria dos casos, porém poupa-se com alojamento e também com suporte e serviços informáticos.

Geenio

Plataforma nova e totalmente na nuvem. Oferece um editor simples e rápido e contém um visual bastante inovador. O Geenio possui plano gratuito, o que viabiliza testes, e alguns outros pacotes com pagamento mensal que permitem maior customização e inclusive o uso de domínio próprio. As limitações ocorrem em relação ao idioma, ainda não ajustado ao português, embora possa ser realizada a customização através da API do sistema. Além disso, possui ferramentas apenas para aceite de pagamentos realizados em cartão de crédito.

Litmos

Mais avançado e com muito mais recursos, o Litmos possui suporte ao português e ferramentas muito mais abrangentes. O ponto alto do Litmos está em sua imensa possibilidade de integração. A plataforma opera na nuvem, porém pode ser integrada a sites em WordPress, Shopify, ferramentas de gestão e CRM diversas, aplicações como Dropbox e muito mais. Essas integrações permitem que sejam configurados quaisquer perfis de cobrança ou assinatura para cursos e formações.

O preço não é barato e varia de acordo com o número de usuários ou alunos que sejam adicionados. O suporte em inglês, no entanto, é impecável. Para formações mais robustas pode ser uma excelente alternativa.

Easy LMS

Em termos de facilidade, recursos e também suporte, essa é nossa escolha. O sistema do EasyLMS é realmente fácil de usar e os custos são bastante razoáveis. Por US$ 99 ao mês, por exemplo, é possível usufruir de todos os recursos, customização e personalização completa e abrigar até 25 mil alunos em cursos e formações ilimitados. As integrações de marketing e acesso à API da plataforma possibilitam também a configuração de ferramentas de cobrança e assinatura de forma fácil.

Em relação ao ambiente de e-learning, o EasyLMS não possui tantas ferramentas e recursos quanto outras plataformas, porém a edição do material é rápida e muito intuitiva. Em relação a sistemas que exigem o trabalho de informáticos, o EasyLMS oferece vantagens imensas e torna possível a gestão de sistemas de e-learning mesmo por aqueles que não possuem qualquer conhecimento de programação.

 

Moodle

Como melhorar sua formação no Moodle

Sempre estamos atentos às perguntas de nossos clientes e parceiros. Com base nelas, efetuamos pesquisas ou definimos nossas estratégias de conteúdo e de desenvolvimento. Recentemente, alguns clientes em Portugal buscaram mais informações a respeito de formações sob a plataforma do Moodle.

Antes de mais nada, o Moodle é uma plataforma gratuita e open source de LMS. Essa sigla significa “Learning Management System”, ou “sistema de gestão de aprendizagem”. Grosso modo, o Moodle funciona como um sistema sobre o qual construímos um site de cursos e formações. Ele possui e gerencia bancos de dados que guardam registos de alunos, conteúdo de disciplinas, ferramentas de avaliação, exercícios e testes, além de possibilitar ao proprietário a gestão disso tudo em uma área do administrador.

Módulos e plugins desse sistema adicionam mais ferramentas, e permitem que sejam construídas plataformas de e-learning sofisticadas a um custo baixo. A “facilidade” de instalação e programação, com uma plataforma baseada em PHP e com poucas exigências quanto ao alojamento (pode rodar em hosting compartilhado sem grandes problemas) tornou a plataforma muito popular em Portugal.

E então, em conversas com nossos clientes, descobrimos uma grande insatisfação em relação ao Moodle: a falta de usabilidade da plataforma e pobreza dos recursos visuais e de navegação.

 

Tema University

University – tema responsivo para Moodle. Grande destaque fica por conta do editor visual para páginas, uma funcionalidade que cria formas mais eficazes de desenvolver formações.

 

Tema New Learning

Tema New Learning – um excelente suporte para outros idiomas e boas ferramentas de customização de código. Um tema mais flexível para quem percebe de desenvolvimento web e frontend.

 

Tema Mont Blanc

Mont Blanc é um tema Moodle bonito e funcional. Sua boa plataforma e design o tornam indicado para aqueles que querem uma plataforma mais moderna, sem ter de meter-se demais em códigos e customizações.

 

Formação Moodle – por que sites de e-learning são “feios”?

Dois de nossos clientes fizeram tal pergunta. A questão procede, mas a explicação é muito simples. Toda plataforma open source de gestão de conteúdo é “feia”. Por essa razão, precisamos adquirir, incluir ou desenvolver temas e templates para operar sobre elas. Os temas ou templates são a “cara” da nossa plataforma para o usuário. Bancos de dados seguem na mesma, porém a visualização dos dados e informações ocorre com um visual melhorado.

Quem possui um site em WordPress, ou Joomla, Drupal, ou mesmo lojas online em plataformas como o Opencart, o Shopify ou Magento, sabe que temas são essenciais. Sem os temas, ainda é possível gerenciar e guardar toda a informação e conteúdo em um website, porém a apresentação é nada mais do que um amontoado de textos e imagens, sem padrões, configurações ou layout.

O Moodle, como outros sistemas de gestão de conteúdo, possui um tema standard, que já está activo assim que a plataforma é instalada. A partir desse tema standard, algumas configurações de visual e customizações são possíveis, mas ou dão trabalho demasiado ou não revertem em um resultado satisfatório.

Assim sendo, o Moodle ou sites de e-learning não são “feios”. Contudo, como ocorre com websites e aplicações online, é preciso investir o mínimo para que a apresentação e o layout possuam um resultado mais intuitivo e bonito. E há, basicamente, duas formas de fazê-lo:

  1. Contratando empresas de consultoria ou serviços de web design que possuam familiaridade com a plataforma
  2. Adquirindo temas pré-prontos, que permitam flexibilidade e customização, mas sem necessidade de operar códigos ou programar

Há um par de consultorias recomendadas pelo próprio Moodle em Portugal e mais uma série delas na Europa e, ainda que poucos sejam eles, há temas que podem ser adquiridos para dar uma “cara” melhor à plataforma. O site Themeforest oferece alguns bons temas para o caso, como os mostrados a seguir.

Formação Moodle – quando o barato começa a ser caro

Pois bem. O Moodle em si é, de fato, uma plataforma LMS gratuita e open source. Dito isso, há pelo menos cinco motivos que tornam o Moodle uma opção cara e problemática, além do já mencionado visual inicialmente pobre:

  1. Configurar e instalar o Moodle não é uma tarefa tão fácil quanto parece e, portanto, exige mão-de-obra especializada
  2. Atualizações e patches de segurança podem com facilidade por todo o sistema abaixo – o que exige novamente informáticos especializados
  3. Sistemas de cobrança e a integração com plataformas de pagamento e faturação são um tormento
  4. O Moodle funciona bem com um pequeno número de formações e limitado número de usuários, mas começa a criar problemas com a escalabilidade do negócio
  5. A plataforma não parece evoluir no mesmo passo de outras tecnologias, o que a coloca em risco de obsolescência nos próximos anos

A grande verdade é que, mesmo grátis, uma plataforma como o Moodle exige investimentos frequentes e, em dado momento, possui limitações que podem exigir integrações ou modificações realmente desafiadoras do ponto de vista técnico. Ainda é possível criar algumas alternativas e sofisticações com o uso de plugins e módulos.

Formação Moodle – módulos e plugins para desenvolver a plataforma

Aqui entra um fator impactante numa instalação Moodle. Em dado momento, necessidades em seu sistema de formação podem exigir o uso de extensões, plugins ou módulos – alguns deles existentes e outros a serem desenvolvidos. Nessa etapa, contudo, provavelmente será necessário investir. Há módulos pagos para o Moodle capazes de implementar novas funções e ferramentas. Longe de possuir um volume imenso de plugins, como o WordPress, por exemplo, talvez seja preciso desenvolver algumas ferramentas do zero.

De qualquer maneira, alguns módulos e plugins menos conhecidos do Moodle podem oferecer alternativas para sofisticação de forma mais rápida, com gastos pelo menos previsíveis. Há muitas opções gratuitas no diretório do plugins do Moodle, porém módulos e integrações mais avançados, como o IntelliBoard, por exemplo, podem custar milhares de euros ao ano.

Formação Moodle – há alternativas?

Sim. Discutiremos mais adiante algumas alternativas de sistemas para plataformas de formação online e b-learning. Há ferramentas excelentes para uso no WordPress, alguns sistemas similares ao Moodle e, para quem precisa de rapidez, ferramentas “prontas” na nuvem, para assinatura ou aquisição. Em um próximo artigo, falaremos mais profundamente de todas essas alternativas.

O PPT em cursos de formação

O PPT é um formato cada vez mais utilizado no segmento de educação e formação. Transparências e o pó de giz das lousas de ardósia foram substituídos. Claro, há quem critique e quem defenda o uso dessa ferramenta, como ocorre com qualquer instrumento pedagógico. Entretanto, não há como negar: com as formações online e o uso intensivo de computadores em aula, o PPT veio para ficar.

PPT cada vez mais utilizado em sala de aula e formações

Criar apresentações PPT para cursos e educação é algo diferente. Contudo, uma percepção errada permanece: escolas e professores acham que devem incluir TODO o conteúdo em seu material do Powerpoint. O primeiro erro está aí: usar outra mídia como se fosse um livro de teoria. O PPT é uma ferramenta de comunicação multimídia, e não um projetor de textos e artigos. Mas, para que não pense você que estamos apenas vendendo nosso peixe, separamos um estudo da Universidade de Hangzhou, na China.

Os autores decidiram estudar as vantagens e desvantagens do PPT no artigo “Advantages and Disadvantages of PowerPoint in Lectures to Science Students”. Embora aplicado no segmento de ciências e disciplinas exatas, serve ao propósito de análise da ferramenta como um todo. Os autores enumeram vantagens e desvantagens do PPT em aula, para depois sugerir abordagens que contornem as desvantagens e exaltem os pontos fortes da ferramenta.

 

Produzir melhores efeitos visuais e causar uma impressão mais interessante.

Acelerar a transferência e absorção da informação.

Maior precisão e sistematização da informação.

Possibilidade de uso de sequências narrativas.

Uso excessivo de informações irrelevantes.

Redução da interação com o aluno, produzindo monólogos.

Velocidade pode prejudicar aprendizado de alunos retardatários.

Sequências muito restritas podem reduzir o nível de interesse.

 

Problemas a solucionar

O estudo chinês ainda revela que há alguns problemas a solucionar em apresentações PPT para utilização educacional e formacional. Esses problemas são agravados por uma falta de unidade e identidade visual entre muitos dos materiais usados. É preciso possuir um brading adequado e possibilitar que o aluno e professores reconheçam tal material. Isso dito, o estudo chinês coloca algumas constatações a partir da avaliação de alunos do ciclo universitário. Há cinco motivos principais pelos quais estudantes NÃO preferem aulas em Powerpoint:

  1. Dificuldade de concentração e cansaço
  2. Falta de interesse a aborrecimento
  3. Monotonia e falta de destaques no conteúdo
  4. Muita informação em pouco tempo
  5. Falta de lógica

Esses cinco pontos explicitam com clareza que tipo de características devemos incutir em apresentações PPT voltadas à formação. Em primeiro lugar, elas deixam clara a condição de “refém” do professor ou formador em relação ao material da apresentação. Como dissemos em outras ocasiões, o PPT é sempre uma ferramenta de apoio. Além disso, podemos resolver os cinco problemas do estudo chinês com alguns procedimentos simples na hora de criar apresentações:

  • Menos slides e menos texto
  • Recursos visuais e gráficos poderosos
  • Interrupção e acompanhamento do formador ou professor
  • Maior fragmentação e separação de tópicos em arquivos PPT distintos
  • Uso de storytelling e sequências narrativas

É possível conseguir uma união entre a praticidade e velocidade do PPT como ferramenta de aula, e ao mesmo tempo revolucionar o aprendizado. O PPT na educação é uma tecnologia absorvida e dominante hoje, mas ela precisa de ajustes e melhorias. Reformular o uso do PPT em suas aulas ou sua instituição pode criar maior resultado no aprendizado e também maior nível de satisfação de professores e alunos.

 

 

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